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NOTICIAS DO MUNDO GAY

O ISIS tentará matar o Papa Francisco no Egito no fim de abril.




O Papa sofre enorme risco de ser alvo de um atentado terrorista durante a sua visita ao Egito no fim do mês e a sua viagem deveria ser cancelada. O ISIS, também conhecido como Grupo Estado Islâmico ou Daesh, e outras organizações radicais presentes no território egípcio certamente já têm planos para o ataque.

Para complicar, o Egito, comandado pelo autocrata Sissi, aliado dos EUA, não tem a menor capacidade de proteger o Papa. Basta ver o fiasco que seu governo tem sido para proteger os cristãos egípcios. Ontem mesmo, como sabemos, mais de 40 cristãos coptas foram mortos em atentados do ISIS contra uma igreja no delta do Nilo e uma Catedral em Alexandria.

O Papa, no entanto, não tem medo e deve ir mesmo assim ao Egito mostrar solidariedade aos cristãos e ao Papa Copta Teodoro II, que quase foi morto em um dos ataques, e para dialogar com tradicionais autoridades islâmicas.

E Francisco ainda tem o agravante de se recusar a adotar algumas medidas de segurança, como observamos na viagem dele ao Rio. É bonito e admirável ver um Papa identificado com a população como ele, mas o risco desta aproximação física é enorme e passa a ser gigantesca no Egito.

Não duvido e acho provável um atentado de baixa intensidade no Vaticano no padrão dos de Londres, Estocolmo e Berlim. É possível um de amplitude maior similar ao de Paris, mas o Vaticano e as forças de segurança italiana têm capacidade para tentar evitar uma ação destas. O risco sempre existe. Mas não dá para comparar com o risco no Egito.

Caso matem o Papa no Egito, será o golpe final em qualquer esperança de tolerância religiosa ao redor do mundo. O maior líder cristão morrer em um atentado cometido por jihadistas em uma nação majoritariamente islâmica terá reflexos por gerações na forma como católicos e cristãos em geral no Ocidente verão a comunidade muçulmana, ainda que um grupo terrorista, e não a religião, seja responsável. Francisco tem de cancelar esta viagem.

Infelizmente, o Vaticano já informou nesta segunda que “não há dúvida de que o Santo Padre viajará ao Egito em 28 e 29 de abril”. Guardem estas datas.

Guga Chacra, blogueiro de política internacional do Estadão e comentarista do programa Globo News Em Pauta em Nova York, é mestre em Relações Internacionais pela Universidade Columbia. Já foi correspondente do jornal O Estado de S. Paulo no Oriente Médio e em NY. No passado, trabalhou como correspondente da Folha em Buenos Aires.

Dois homossexuais são condenados a 100 chibatadas na Indonésia.


Província indonésia pune homossexualidade com violência


Dois homens foram condenados a 100 chibatadas cada um na Indonésia acusados de sexo gay.

Um vizinho denunciou os homens – de 20 e 23 anos – e possuía um vídeo em que um dos homens aparecia nu.

O chefe do Departamento da Lei da Sharia da província de Aceh disse que os homens “confessaram” ser um casal gay.

Posta em prática na região há dois anos, a lei permite até 100 chicotadas por crimes de moralidade – incluindo sexo gay. Aceh é a única província do país onde vigora a Lei da Sharia, bastante comum em países de maioria muçulmana.

USA- Justiça dos EUA protege gays de discriminação no trabalho.


Decisão da Corte de Apelações de Chicago é inédita no país

Uma decisão da Justiça norte-americana, na terça-feira, 04, foi bastante comemorada pelo ativismo arco-íris. Em sentença inédita, a Corte de Apelações do Sétimo Circuito em Chicago decidiu que os donos de empresas não podem discriminar com base em sua orientação sexual.

A decisão ampliou as proteções da Lei de Direitos Civis de 1967 contra a discriminação de gênero para incluir os empregados LGBT no local de trabalho. Segundo a Agência France-Presse, a sentença contradiz uma decisão de um tribunal de apelações de Atlanta que concluiu, há três semanas, que os trabalhadores homossexuais não estão protegidos por leis antidiscriminação.

Por oito votos a favor e três contra, o tribunal concluiu que, apesar de que o Congresso não teve, originalmente, a intenção de incluir a orientação sexual na Lei de Direitos Civis, sua proibição à discriminação de gênero se estende às pessoas LGBT.

Bolsonaro será investigado por fala racista contra quilombolas.




O deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) será investigado pelas declarações de cunho racista durante uma palestra na Hebraica do Rio de Janeiro.

Segundo informações do jornal O Globo no último sábado, 8,, a procuradora da cidade Ana Padilha aceitou a denúncia do partido Frente Favela e instaurou procedimento contra Bolsonaro e os dirigentes da entidade judaica.

O pedido visa apurar o discurso de ódio do deputado, diz o veículo.

"Eu fui num quilombo. O afrodescendente mais leve lá pesava sete arrobas. Não fazem nada. Eu acho que nem para procriador ele serve mais. Mais de R$ 1 bilhão por ano é gasto com eles”, disse ele.

A fala gerou uma resposta contundente por parte das entidades quilombolas nacionais e também um manifesto do partido Frente Favela contra Bolsonaro.

Além disso, ele deu uma declaração machista no mesmo local: Eu tenho 5 filhos. Foram 4 homens, a quinta eu dei uma fraquejada e veio uma mulher”

Funcionando precariamente, Rio Sem Homofobia pode ter ajuda do BNDES.


A fachada da sede do programa Rio Sem Homofobia, na Central do Brasil: no letreiro, o número do telefone do Disque Cidadania LGBT está funcionando com horário reduzido.


O Programa Estadual 'Rio Sem Homofobia', que vem sofrendo cortes desde o início da crise financeira do estado, vai passar a ser monitorado por uma comissão formada por parlamentares e pela sociedade civil. O projeto foi anunciado em audiência pública da Comissão de Combate às Discriminações da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

A audiência foi presidida pelo deputado Carlos Minc (sem partido), que busca conseguir o apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O banco confirmou que vai estudar uma forma de incentivar empresas financiadas a ajudas o Disque Cidadania LGBT. O serviço telefônico gratuito, que antes atendia 24 horas, agora funciona entre às 10h e 20h.

Funcionando precariamente no Rio, em Niterói, na região metropolitana, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense e em Friburgo e atendendo a Região do Lagos e a serra, os centros de referência sofrem com a falta de profissionais e horários reduzidos de atendimento. Técnicos dos quatro centros de referência estão com três meses de salários atrasados.

“Temos um programa maravilhoso, considerado referência pela União Europeia, pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos, por vários órgãos. Precisamos continuar com esse nível de excelência, não podemos perdê-lo”, disse a ativista Alessandra Ramos Makkeda. Ela também cobrou políticas para colocar transexuais no mercado de trabalho e o monitoramento de leis contra a discriminação.

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