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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Chechênia abre campo de concentração para homossexuais, afirmam ativistas.


Chechênia teria criado campo de concentração para que homossexuais fossem torturados até a morte, afirmam ativistas

Grupos afirmam que homossexuais estão sendo torturados, mas porta-voz alega que informação é falsa porque "não existem gays na Chechênia"

Um portal de Notícias da Rússia, Novoya Gazeta, denunciou a criação de um campo de concentração para homossexuais na Chechênia. Ativistas afirmam que os homossexuais estão sendo torturados com choques elétricos e espancados até a morte.

Alexander Artemyev, da “Amnesty International” na Rússia, disse ao MailOnline: "Podemos apenas pedir às autoridades russas que investiguem as alegações. Na Chechênia , homossexuais são tratados com muita dureza e processados ??diariamente , então eles têm medo de falar sobre isso.”

“Estamos mantendo contato com a rede LGBT que ajuda as pessoas na Rússia a encontrar abrigo”, disse Alexander. “O problema é que as pessoas não podem falar sobre isso porque colocam suas vidas em perigo e daqueles com quem eles falam."

Um dos que escaparam disse ao Novoya Gazeta que os prisioneiros foram espancados para forçá-los a revelar outros membros da comunidade gay.  Outro prisioneiro que fugiu disse que, antes de ser preso em um desses campos, tinha sido obrigado a pagar subornos para a polícia chechena de milhares de rublos a cada mês para poder sobreviver.

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Svetlana Zakharova, da Rede LGBT Russa, disse que estão trabalhando para evacuar pessoas dos campos e que alguns já deixaram a região. "Aqueles que escaparam disseram que eles estão detidos na mesma sala e as pessoas são mantidas em conjunto, cerca de 30 ou 40. Eles são torturados com correntes elétricas e fortemente espancados, às vezes até a morte", afirma Svetlana ao MailOnline.

Repressão na região.

Na semana passada, Novoya Gazeta disse que a polícia chechena deteve mais de 100 homens suspeitos de serem homossexuais e matou três. Entre os detidos estavam personalidades bem conhecidas da televisão local e figuras religiosas.
O presidente Razman Kadyrov, que é um aliado fundamental de Vladimir Putin, supostamente ordenou a repressão, embora oficialmente seu regime tenha negado as detenções. Kadyrov, que introduziu o regime islâmico na região de maioria muçulmana, foi acusado de violações de direitos humanos anteriormente. 

O porta-voz de Kadyrov, Alvi Karimov, negou tudo à Agência de Notícias Interfax afirmando que não existem homossexuais na região. "Você não pode prender ou reprimir pessoas que simplesmente não existem na República. Se essas pessoas existiam na Chechênia, a polícia não teria que se preocupar com elas, porque seus próprios parentes os teriam mandado para onde nunca poderiam retornar."

MEC exclui 'identidade de gênero' e 'orientação sexual' da base curricular.


MEC afirma que mudanças no texto serviram para 'identificar redundâncias'.


O Ministério da Educação (MEC) excluiu as expressões "identidade de gênero" e "orientação sexual" ao falar sobre uma escola acessível para todos no documento da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) divulgado esta quinta-feira. A mudança foi identificada pela Associação de Jornalistas de Educação (Jeduca).

O termo foi ocultado no item "competência 9", que estabelece a importância de "exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação, fazendo-se respeitar e promovendo o respeito ao outro". O acolhimento dos indivíduos, diz o texto, deve ser feito sem preconceitos de "origem, etnia, gênero, idade, habilidade/necessidade, convicção religiosa ou qualquer outra natureza".

A versão enviada para a imprensa na terça-feira incluía os termos "identidade de gênero" e "orientação sexual" entre os motivos que devem ser ignorados para a valorização de uma pessoa. No entanto, as menções foram descartadas esta quinta-feira, quando o texto revisado foi entregue ao Conselho Nacional de Educação.

Questionado sobre o motivo da exclusão dos termos, o ministério respondeu que “a versão final passou por ajustes finais de editoração/redação que identificaram redundâncias”. O MEC argumentou ainda que “em momento algum as alterações comprometeram ou modificaram os pressupostos da Base". Segundo a pasta, as competências enumeradas pela BNCC contribuirão para a construção de uma sociedade "respeitando a diversidade".

Travestis e transexuais podem ter nome social em cartões de contas bancárias.


O nome social é aquele em que travestis e transexuais são identificados de acordo com o gênero.


Travestis e transexuais poderão ter o nome social em cartões de contas bancárias, instrumentos de pagamentos, em canais de relacionamento e em correspondências de instituições financeiras.

O nome social é aquele em que travestis e transexuais são identificados de acordo com o gênero, independentemente do nome que consta no registro de nascimento.

De acordo com portaria do Banco Central (BC), publicada hoje (11) no Diário Oficial da União, a exigência de completa identificação do depositante “não impede o reconhecimento da identidade de gênero de pessoas travestis e transexuais, inclusive mediante utilização do nome social em cartões de acesso a contas e instrumentos de pagamento, em canais de relacionamento com o cliente, na identificação de destinatários de correspondências remetidas pela instituição financeira, entre outros, bem como no atendimento pessoal do cliente.”

Homem gay de Curitiba recebe carta homofóbica em condomínio no Novo Mundo.




 Sem data e assinatura, uma carta que contém apenas oito linhas de palavras cheias de ódio e preconceito foi direcionada a um morador do bairro Novo Mundo, em Curitiba. O homem de 32 anos relata que estava em seu apartamento, no Residencial José Ferroni, quando recebeu, por baixo da porta, uma folha de sulfite dizendo “viado dos infernos esperamos que você se mude” impresso.

A atitude é similar a noticiada em janeiro, quando o casal Junior e Maycon, do Rio de Janeiro, foram hostilizados por conta da sua orientação sexual e etnia por moradores do seu prédio. A carta destinada ao morador de Curitiba, que prefere não ser identificado, ainda falava sobre o mal exemplo que a homossexualidade é para os filhos de famílias tradicionais, formados entre homens e mulheres.

“Sua presença nos envergonha, nossos filhos não podem permanecer perto de uma pessoa como você, sentimos nojo de ter você aqui”, diz o texto. Em seu perfil pessoal do Facebook, o morador lamentou o preconceito: “Só queria saber porque tanto ódio, tanto preconceito com as pessoas. Pelo amor de Deus, vamos respeitar as pessoas como elas são, vamos espalhar amor, as pessoas não tem direito de humilhar as outras por serem gays, negros, gordos e etc... Somos todos filhos de Deus. CHEGA DE PRECONCEITO”.

O morador afirma não ter ideia de quem é o responsável pela mensagem mas que, se possível, pretende levar a história adiante. Segundo ele, foi lavrado boletim de ocorrência sobre o caso.

Passageiro filma ataque homofóbico de cobrador em ônibus em Taguatinga.


O estudante Maurício Martins registrou uma queixa contra o funcionário e contra a empresa de transporte Urbis


Um homem de 24 anos registrou um boletim de ocorrência na 33ª Delegacia de Polícia (Santa Maria), na tarde desta segunda-feira (10/4), após ter sofrido ataques homofóbicos dentro de um ônibus, em Taguatinga. O estudante de administração Maurício Martins gravou imagens que mostram o cobrador do coletivo da empresa Urbis dizendo que "não era obrigado a conviver com homossexuais" e que todos os gays "têm problemas mentais". 

"Escutar todas aquelas ofensas calado foi muito difícil pra mim. Eu me senti acuado. Além disso, tive medo, porque eu estava sozinho. O cobrador declarou o tempo inteiro que nós estaríamos condenados ao inferno com nossas escolhas e que éramos deficientes", lamenta.
 


Assim que subiu no coletivo, Maurício lembra que começou o assunto sobre homossexualidade. Os ataques duraram a viagem toda, do início do Pistão Sul até o Taguacenter. "Sou ativista LGBT, engajado, não sou discreto. Tenho o estereótipo, por isso eu senti que foi direcionado para mim. O motorista tentou argumentar com o cobrador, mas ele não desistiu. Gritou tudo em alto e bom tom". 

Em nota, a Urbi Mobilidade Urbana informou que repudia atitudes e discursos de ódio e intolerância dentro dos ônibus. A empresa disse, ainda, que está aguardando mais informações sobre a denúncia para investigar a situação. "A Urbi ressalta que o respeito a todas as pessoas é pauta recorrente em todos os seus treinamentos", dizia o documento. 

A Delegacia Especial de Repressão aos Crimes por Discriminação Racial, Religiosa ou por Orientação Sexual ou contra a Pessoa Idosa ou com Deficiência (Decrin) investiga o caso.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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