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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Partida oficial de vôlei no Japão tem beijo gay após discussão.




No final do mês de Março, com o ginásio lotado por fãs japoneses apaixonados por vôlei, os jogadores Takuya Takamatsu, 29, e Yu Yamamoto, 22, trocaram um selinho após uma discussão encenada durante a partida All-Stars, entre os melhores da Liga Japonesa de Vôlei. O país, ainda conservador, viu o ato como um dos maiores exemplos de espírito esportivo do esporte nacional.

Logo após uma finta do levantador Yamamoto para o central do seu time, enganando o bloqueio de Takamatsu e passando a bola de segunda, o levantador passou para o outro lado da quadra e fez um sinal de banana com os braços, provocando o jogador. Em seguida, uma série de empurrões e discussão entre os dois jogadores começaram, enquanto os outros atletas davam risada, o que indica ter sido uma encenação entre os atletas. 

O que pegou todo mundo de surpresa foi quando Takamatsu puxou Yamamoto para um selinho na boca. O público foi ao delírio e o narrador da partida ficou sem palavras. Mais tarde, em entrevista a imprensa, Takamatsu disse que aquele beijo foi um símbolo de amor fraternal que sente pelo amigo atleta. Você pode conferir esse beijo fofo por todos os ângulos assistindo este vídeo:



Arqueólogos descobrem que corpos abraçados de Pompéia são de homens.




O ano de 79 depois de Cristo foi a ruína da cidade de Pompéia, que ficava perto da atual cidade de Nápoles, na Itália, e do Monte Vesúvio. Foi uma erupção vulcânica do Vesúvio que expeliu cinzas letais e gases venenosos, fazendo milhares de vítimas na cidade. As cinzas e a lama que vieram em seguida cobriram e preservaram a forma dos corpos e da cidade, sem estragos. Lá, foi encontrado dois corpos abraçados. Muita especulação se fez sobre os dois. Seriam parentes? Amantes? Homens? Mulheres? Acreditava-se que eram duas mulheres, amigas. Mas um escaneamento do DNA dos corpos encontrados provou que eram dois homens sem parentesco.

Depois da catástrofe, a cidade de Pompéia foi esquecida e só foi encontrada novamente no século XVI. Hoje, o sítio arqueológico é um dos principais do mundo e se transformou no principal centro turístico italiano, atraindo cerca de dois milhões de turistas por ano. Além dos dois seres humanos abraçados, a escavação revelou outras 86 vítimas e uma cidade completa.

A sítio é uma importante fonte para estudos de como funcionava uma cidade e a vida urbana no Império Romano. Quando encontraram os dois abraçados, muito se especulou sobre. A cobertura dos dois corpos ficaram de forma que um está deitado sobre o peito do outro, em posição de carinho. Os exames de DNA revelaram que são dois homens sem parentesco sanguíneo, ou seja, não são irmãos ou pai e filho.

Desta forma, apesar de nunca termos certeza sobre a relação dos dois ou se realmente havia alguma relação ou os corpos só caíram aleatoriamente próximos, os arqueólogos afirmam que não se pode descartar a possibilidade de serem amantes. Algumas pessoas já os batizaram como “Os amantes desafortunados de Pompéia”.

Casal sofre intimidação com panfletos homofóbicos onde constrói casa em Curitiba.


Panfletos foram distribuídos no bairro Água Verde, em Curitiba.


Jornalista e servidor público foram surpreendidos com papéis jogados na rua para a qual eles vão mudar em breve, no bairro curitibano do Água Verde.

Panfletos homofóbicos foram distribuídos na rua em que o jornalista João Pedro Schonarth está construindo uma casa para viver com o marido, o servidor público Bruno Banzato, em Curitiba.

"Em breve, sua rua será mais 'alegre'", começa o texto impresso nos papéis. E prossegue: "todos os dias nos passeios matinais ou dos finais de tardes terá a visão para inspirar e influenciar toda a vizinhança: você, seus filhos, seus netos e amigos".

O casal registrou boletim de ocorrência na Delegacia de Vulneráveis, nesta quinta-feira (13), para apurar quem foi o autor das mensagens.

Os folhetos têm fotos de casais homossexuais aleatórios, com os dizeres: "se fazem isso em público, imaginem o que fazem quando estão a sós ou com amigos mais próximos ou com as pessoas próximas a você", e indicam o endereço do casal classificado por quem escreveu como "o endereço da baixaria".

O jornalista diz que ficou sabendo das ofensas por meio dos funcionários que trabalham na obra. "Eu tinha entrado na casa, para ver como estava o andamento da obra, e o Bruno me mandou um WhatsApp com a foto do panfleto. Eu sentei no chão e chorei, não tinha força nas pernas, me senti violentado", relembra.

Ele conta que ele e o marido, com quem é casado há 7 anos, se mudariam no sábado (15) para o novo lar. Mas, além dos folhetos distribuídos, eles também sofreram o que chama de "sabotagem", o que adiou a ida à nova casa.

"Colocaram uma mangueira na tubulação do ar condicionado e jogaram água. Inundou tudo. A gente ficou muito assustado, chamou a construtora, e eles disseram que não era um vazamento comum. Perdemos boa parte do piso, que é madeira. Claramente, era outra tentativa de intimidação", conta Schonarth.

O casal diz que os ataques não vão fazer com que eles deixem de se mudar para o novo lar, onde querem morar com um filho, que está em processo de adoção.

"O plano é que a gente se mude no feriado de Tiradentes [21 de abril]. Eu vou conversar com os vizinhos, apresentar quem somos. Se eu tiver contato com quem fez os panfletos, quero mostrar que sou uma pessoa normal, com os mesmos sonhos que ela. Não é minha orientação que vai me fazer melhor ou pior, é o meu caráter".
Schonarth garante que ele e o marido não vão se intimidar com essa ou quaisquer outras agressões. "Eu fico feliz, porque, no fim, isso nos fortaleceu. É muito bom ver o quanto somos amados e o quanto existem pessoas prontas a nos apoiar. Disseram que nós vamos tornar o bairro mais "alegre"? Vamos mesmo, mas no sentido positivo. A gente pode ser feliz mesmo morando ao lado de vizinhos que pensam diferente de você".

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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