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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Trump nomeia senador Mark Green para secretário do Exército.




O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta sexta-feira a nomeação do senador do Tennessee Mark Green para o cargo de secretário do Exército.

O secretário de Defesa, Jim Mattis, elogiou a nomeação acrescentando que "Mark dará uma forte liderança civil, melhorará a preparação militar e apoiará nossos soldados, nossos civis e suas famílias".

Se for confirmado pelo Senado, Green substituirá Eric Fanning, o primeiro secretário abertamente gay nas Forças Armadas dos Estados Unidos.

A candidatura de Green despertou algumas críticas sobre sua atuação passada contrária aos direitos dos homossexuais.

Segundo o instituto de investigação Palm Center, Green patrocinou leis que discriminavam a comunidade gay.

Green é o segundo nomeado para o cargo por Trump, após Vincent Viola renunciar à indicação diante das dúvidas sobre sua capacidade de separar a função de seus negócios.

O senador cursou a Academia Militar de West Point e foi oficial médico do Exército.

Nigéria prende 53 pessoas sob acusação de realizar casamento do mesmo sexo.


Human Rights Watch já denunciou violência contra população LGBT no país.


Ser LGBT é proibido no país desde 2014, com forte influência de conservadores religiosos.

Um grupo de 53 pessoas foi acusado de conspirar para celebrar um casamento entre pessoas do mesmo sexo na Nigéria. Os acusados chegaram a ir para cadeia, no último sábado, mas foram liberados após pagamento de fiança. A lei local proíbe "atos homossexuais", que podem ser punidos com até 14 anos de prisão.

Na audiência sobre o caso, os réus se declararam inocentes das acusações. Eles negaram que tivessem conspirando para a realização de um matrimônio de pessoas do mesmo sexo e afirmaram não pertencer a uma sociedade ilegal.

Em entrevista a um veículo local, o advogado Yunusa Umar disse que seus clientes foram detidos ilegalmente durante mais de 24 horas. Segundo ele, a maioria dos integrantes do grupo era estudantes.

Ser LGBT é proibido na Nigéria desde 2014, com forte influência de conservadores religiosos. Em um relatório da organização Humans Right Watch (HRW), publicado no ano passado, foram denunciados abusos contra a população LGBT do país.

No texto, a organização denuncia tortura, violência física e sexual, extorsão, entre outros crimes, contra essa minoria. Relatos apontam que a criminalização da homossexualidade permite que policiais e autoridades legitimem a violência contra pessoas LGBT no país.

Na Nigéria, além de um movimento evangélico no sul, há forte adesão ao islamismo. Ambas religiões se opõem aos direitos LGBT.

Polícia investiga morte de transexual de 22 anos em Belford Roxo.


Samily foi morta em Nova Iguaçu.


Samily Guimarães levou dois tiros na cabeça e um no peito e não teve nenhum pertence levado.

A morte de Samily Guimarães, de 22 anos, é investigada pela Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF). A jovem levou dois tiros na cabeça e um no peito na Avenida Atlântica, no bairro Recantus, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, na madrugada de sexta-feira. Nenhum pertence da vítima, uma transexual, foi levado. Ela teria sido atingida por ocupantes de um carro que dispararam tiros quando Samily caminhava pelo local. O corpo foi enterrado na tarde desse sábado.

O delegado titular da Divisão de Homicídio da Baixada Fluminense, Giniton Lages, receberá representantes do programa Rio sem Homofobia na segunda ou terça-feira para discutir a morte de Samily e outros crimes que tiveram pessoas LGBT como vítimas. Neno Ferreira, subcoordenador de diversidade sexual Rio Sem Homofobia, explica que casos parecidos têm acontecido na Baixada.

Segundo a Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), 44 travestis e transexuais foram assassinadas por intolerância no Brasil em 2017.

Como Samily era uma mulher transexual, amigos suspeitam que ela tenha sido vítima de transfobia. Muito emocionado, Carlos Henrique lamentou a morte da amiga:

"A gente não sabe o que aconteceu. Alguns dizem que foi assalto, outros já pensam em outro tipo de violência. Nesse mundo violento, a gente não duvida de nada. As pessoas tiram a vida de outras por motivos banais. Era uma pessoa que nunca fez nada contra ninguém. Ela ia fazer unha comigo ontem. Um outro amigo foi morto no mesmo lugar. Minha mãe não quer nem que eu saia de casa".

Nas redes sociais, a vítima recebeu diversas homenagens de amigos.

“Não dá para acreditar” e “Coração em mil pedaços”, escreveram duas amigas.

Outra mensagem destaca a violência: “Ninguém tem direito de tirar a vida do próximo”.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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