Slide 1 Slide 2 Slide 3

NOTICIAS DO MUNDO GAY

Hacker coloca apoio aos direitos LGBT em contas do Estado Islâmico nas redes socais.


Hacker trocou imagens de perfil de um simpatizante do Estado Islâmico.


Mais de 250 perfis no Twitter e Facebook já foram alterados; eles também têm links para sites de conteúdo LGBT.

Um hacker invadiu contas de redes sociais do grupo terrorista Estado Islâmico (EI) e está trocando o conteúdo por apoios ao direitos LGBT. Segundo ele, mais de 250 perfis do Twitter e do Facebook já foram alterados desde o ano passado e contam agora com imagens de arco-íris e links para sites voltados ao público LGBT.

O hacker, que usa o nome WachulaGhost, começou a agir após o tiroteio na boate Orlando Pulse, que ocorreu na Flórida em junho de 2016, que deixou 49 mortos e 53 feridos. O massacre foi promovido pelo americano Omar Mateen, que teria relações com o EI.

"Eu recebo imagens de pessoas decapitadas e ameaças de morte", disse, em entrevista à rede CNN no ano passado. "Isso é bom, porque, se estão focando em mim, então não fazendo outras coisas. Começamos a preencher as contas com imagens pornográficas e de orgulho gay apenas para 'trollar'. Achávamos que assim nós iríamos ofendê-los".

Em entrevistas, WachulaGhost convoca mais pessoas para aderir à sua iniciativa. Segundo ele, é possível acessar as contas do EI em menos de um minuto.

"Nossas ações são direcionadas ao extremistas jihadistas. Muitos de nossos hackers são muçulmanos. Respeitamos todas as religiões e não afetamos vidas de inocentes".

Quatro novas prisões para gays são encontradas na Chechênia.




Inicialmente, o jornal russo Novaya Gazeta denunciou duas prisões na Chechênia que funcionavam no estilo de campos de concentração, prendendo e torturando centenas de homossexuais, uma na vila de Argun e outra em Tsotsi-Yurt. Correspondentes do jornal na região confirmaram a descoberta de mais quatro centros na região. Os jornalistas e funcionários do jornal recebem ameaças diárias de morte e são considerados inimigos do estado checheno. 

Evidências apontam que pelo menos seis prisões estão mantendo pessoas em cativeiro por conta das suas orientações sexuais. O jornal descobriu também que as vítimas só conseguem fugir quando os familiares oferecem altas propinas para os policiais. 

Funcionários em perigo. 

Desde que a denúncia foi feita pelo jornal Novaya Gazeta, os gestores da empresa temem que seus funcionários corram risco de vida, o que interfere negativamente na investigação jornalística sobre a história. Além da declaração pública por parte do presidente da Chechênia, Ramzan Kadyrov, acusando o periódico de difamação e os declarando inimigos da fé e do país, diversos funcionários já receberam ameaças anônimas de morte. 

O governo russo liderou uma equipe de investigação que alega não ter encontrado nenhuma evidência dos campos. A Chechênia é um Estado subjugado à Rússia, mas que conta com um governo próprio. 

Argentina inaugura primeira estação de metrô LGBT do mundo.




Os hermanos saíram na frente e inauguraram a primeira estação de metrô dedicada a um ativista da causa LGBT. Ela foi criada e nomeada em homenagem a Carlos Jauregui, um dos maiores ativistas argentinos, primeiro presidente da Comunidade Homossexual Argentina. Além do nome, a estação traz frases de Jauregui, pinturas, informações sobre como denunciar casos de homofobia, cuidados com DSTs e uma escadaria colorida. 

A estação fica em Buenos Aires, na Santa Fé, linha H. Estiveram presentes na inauguração, grandes nomes do ativismo latino americano, além do Chefe de Governo da capital argentina, Horacio Rodriguez. O evento mostrou, pela primeira vez, uma estação completamente pensada e construída para homenagear a comunidade LGBT. Obras representando Jáuregui, pinturas de dois homens se beijando, de mulheres se abraçando, deixam a passagem pelo subterrâneo mais colorida. 

Jauregui foi o fundador do Gays por los Derechos Civiles, uma organização que ajudou a escrever a história da homossexualidade no país. Ao lado de Cesar Cigliutti, organizou a primeira Parada do Orgulho Gay de Buenos Aires, em 1992. Cerca de 300 pessoas compareceram, mais da metade mascaradas, lutando contra a opressão.

Arquiteto gay é vítima de espancamento em festa em Ponta Grossa e corre risco de perder a visão.




O arquiteto André Panatto foi socorrido por uma equipe de resgate depois de ter sido espancado em uma festa realizada no Centro de Eventos da cidade de Ponta Grossa, no último domingo, 23. Internado no Hospital da Unimed, Panatto sofreu várias lesões no osso da face e corre o risco de perder a visão do olho esquerdo. Advogado da vítima afirma que a agressão teria sido feita pelos seguranças da festa por motivos homofóbicos. Organizadores do evento negam.

Helenton Fonseca, advogado de Panatto, afirma que testemunhas que estavam no mesmo camarote que André, presenciaram o momento em que os seguranças entraram no camarote e retiraram André, enquanto seu companheiro estava no banheiro. O que se soube em seguida foi que André estaria aguardando resgate do lado de fora, todo desfigurado. 

A versão dos empresários responsáveis pelo evento, Iran Taques e Antonio Bento de Paiva Filho, é de que André teria se envolvido em uma briga dentro da festa e que, tanto ele, quanto os agressores, teriam sido retirados para fora do Centro de Eventos pelos seguranças, que ainda teriam chamado o resgate para André. 

“Alguns pessoas viram ele [André] sendo retirado do interior da festa pelos seguranças, isso de fato ocorreu, mas a informação que temos é de que ele teria se machucado daquela forma ao brigar com outros frequentadores e foram os próprios seguranças que chamaram o resgate”, explica Bento. 

Defesa.

Por conta das lesões, o arquiteto, de fato, não se recorda da sequência de eventos daquela noite. Entretanto, o advogado questiona a ação dos seguranças, que não identificaram os agressores, apenas a vítima. Ele também diz não entender a falta de testemunhas sobre a briga. 

Homofobia.

Na versão do advogado de Panatto, a motivação da agressão seria o fato de o arquiteto ser gay e estar acompanhado do namorado. “Nós acreditamos em uma motivação homofóbica porque ele não provocou ninguém, não agrediu ninguém e se ele brigou com outras pessoas e se ele brigou com outras pessoas aonde estão os outros envolvidos na briga?”, questiona Fonseca. 

Ele relata, ainda, que a cidade de Ponta Grossa registra um alto número de agressões em festas noturnas e que a responsabilidade disso é dos organizadores dos eventos. 

O Ministério Público do Paraná e a OAB Diversidade já acompanham o caso.

Casal de lésbicas sofre homofobia de segurança do Museu Paranaense.




Um casal de mulheres decidiu visitar o acervo do Museu Paranaense, que fica no Alto São Francisco, em Curitiba, no domingo de Páscoa, 16 de abril, por volta do meio dia. Ao entrar no museu, o casal trocou um beijo e prontamente foi repreendido por um dos seguranças que estava no local. A denúncia foi feita por Letícia na página do Museu no Facebook. A assessoria do estabelecimento se retratou e disse que vai tomar as medidas cabíveis.

Leticia conta que a resposta do segurança foi homofóbica e que ele disse que as duas não poderiam demonstrar o amor que sentiam dentro do museu: “Um guarda se aproximou e disse que ‘se vocês quiserem namorar, tem que ser lá fora, pois tem crianças aqui.’ Ele continuou dizendo: ‘Vocês estão me constrangendo também. Se vocês acham que eu tô errado, a polícia está ali fora’.

As duas saíram imediatamente do espaço, sentindo-se lesadas com as palavras ofensivas do segurança, que não teve seu nome divulgado. “Peço que o museu tome alguma atitude sobre a reação exagerada e o tom desrespeitoso usado com duas visitantes. No mínimo, essa pessoa não está preparada para lidar com os visitantes e precisa urgentemente de um treinamento”, escreveu Letícia.

Em menos de 40 minutos, a visitante teve a resposta do Museu, que se prontificou a identificar o segurança e tomar as medidas cabíveis, além de oferecer um treinamento aos seguranças para que o tratamento seja igualitário para todos os visitantes. “Vamos conscientizá-los de modo que este tipo de atitude não persista em nosso museu. Trabalharemos para que na próxima visita você e sua namorada sintam-se acolhidas como tantos outros visitantes do Museu Paranaense”, respondeu a assessoria do Museu. 

Poderá gostar também de:
Postado por Andy | (0) Comente aqui!

0 comentários:

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...