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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Chechênia detém 100 homens e mata 3 por 'suspeita de homossexualidade'.


Grózni, capital da Chechênia: república russa é predominantemente muçulmana.


Após relatos de desaparecimento de civis, 'Novaya Gazeta' cita fontes oficiais para confirmar prisões em massa e mortes por orientação sexual na república. Governo nega, afirmando não haver homossexuais na Chechênia.

A Polícia da república russa da Chechênia teria detido mais de cem homens por suspeita de serem homossexuais, segundo informou neste sábado (01/04) o jornal russo de oposição "Novaya Gazeta", conhecido por publicar reportagens investigativas. Pelo menos três deles teriam sido mortos.

O veículo disse ter recebido relatos sobre detenções e desaparecimento de civis na Chechênia ao longo de uma semana. Organizações de direitos humanos também vinham especulando o rumor de que autoridades da república russa estariam prendendo e matando homossexuais na surdina.

Com base nessas informações, as prisões em massa – "por conta da orientação sexual ou suspeita" – teriam sido então confirmadas pelo jornal com diversas fontes oficiais do governo e da polícia local. As detenções, segundo o "Novaya Gazeta", ocorreram em várias cidades, além da capital, Grózni.

O diário russo afirmou ter o nome de três civis que teriam sido mortos a mando das autoridades chechenas, mas destacou que há a suspeita de ainda mais mortes envolvendo homossexuais.

Alvi Karimov, porta-voz do presidente da Chechênia, Ramzan Kadyrov, rechaçou a reportagem publicada pelo jornal russo, classificando-a como "mentira absoluta e uma desinformação".

O funcionário do governo alegou que tal operação não aconteceu porque não há homossexuais na Chechênia, de maioria muçulmana. "Não é possível prender ou repreender pessoas que simplesmente não existem na república", disse Karimov em comunicado à agência de notícias russa Interfax.

"E mesmo que essas pessoas existissem na Chechênia, a polícia não precisaria se preocupar com elas, já que seus próprios familiares cuidariam de enviá-los aonde nunca mais poderiam voltar", concluiu.

Segundo o "Novaya Gazeta", chechenos que são vítimas de perseguição, por conta da orientação sexual, por exemplo, têm poucas chances de sobreviver. Ainda são comuns por lá os chamados "crimes em defesa da honra", em que indivíduos considerados infratores são mortos pela própria família.

O regime do presidente Kadyrov, aliado do Kremlin, é acusado de graves violações dos direitos humanos. Ele é conhecido por ter promovido o islamismo no país e introduzido-o no cotidiano dos chechenos. Em 2008, inaugurou uma mesquita em Grózni considerada a maior da Europa.

Rússia bane imagem de Vladimir Putin 'drag queen' por sugerir que ele fosse gay.


Internautas desrespeitaram decisão e publicaram montagens do presidente nas redes.


O Ministério da Justiça da Rússia proibiu a veiculação e acrescentou à lista de conteúdo "extremista" uma imagem do presidente russo, Vladimir Putin, caracterizado como drag queen. O governo, no entanto, não especificou qual a figura regulada — incluída no rol com o número 4.071 entre os 4.704 materiais vetados.

"Nossa legislação tem, digamos assim, um código de defesa à honra e à dignidade do cidadão, inclusive do presidente. Os indivíduos devem se guiar por essas normas".

Montagens do tipo ganharam as redes sociais especialmente depois que o país aprovou uma lei que bania a "propaganda gay", em 2013. Em protestos contra a legislação, manifestantes usaram camisas e ergueram cartazes com o rosto de Putin maquiado e adornado pela bandeira do arco íris.

Ao saber do veto à caracterização de "drag queen", internautas não temeram represálias e usaram as redes para reafirmar o movimento. "Como está proibido, não compartilhem isso", ironizaram alguns usuários.

Em protesto contra homofobia, homens holandeses andam de mãos dadas.





Um movimento para inspirar pessoas do mundo todo. Após a agressão de um casal gay por seis homens em Arnhem, na Holanda, durante o fim de semana, diversos homens importantes e anônimos do país saíram de mãos dadas pelas ruas e em eventos públicos para transmitir uma mensagem contra a intolerância. Além de parlamentares, a ação chegou a membros da ONU em Nova Iorque.

Tudo começou com parlamentares holandeses começando a semana de mãos dadas, entre eles o do partido D66, Alexandre Pechtold e seu companheiro de trabalho Wouter Koolmees. A foto foi compartilhada nas redes sociais com a hashtag #allemannenhandinhand (todos os homens de mãos dadas) e logo virou uma campanha nacional, com diversas pessoas seguindo o exemplo.

Entre os nome importantes que aderiram ao movimento, estão o primeiro-ministro do país, Mark Rutte; o presidente do Eurogrupo, Jeroen Dijsselbloem; o líder do partido GroenLinks, Jesse Klaver; e o ex-jogador de futebol Pierre van Hooijdonk.

O crime.

Ronnie Sewratan-Vernes e Jasper Vernes-Sewratan foram atacados por um grupo de homens numa cidade a cerca de 100 quilômetros de Amsterdã. Depois de xingamentos, Ronnie foi socado no rosto, perdeu quatro dentes e quebrou outro. Já Jasper teve algumas costelas quebrada. A polícia já prendeu seis adolescentes suspeitos de participar do crime. 

Causa.

Lançada pela jornalista Barbara Barend, a hastag já domina o Twitter e o Instagram com fotos de homens de mãos dadas. Além de cantores, atores, dançarinos, políticos e autoridades do país, pessoas anônimas também entraram no movimento, que já ultrapassou as fronteiras e chegou à Nova Iorque e Londres. 

Lisboa tem surto de hepatite A em homens gays.




O aumento da hepatite A está relacionado ao “chemsex”, prática que leva a transmissão da doença em sexo sem proteção e com vários parceiros

Desde janeiro, mais de 10 países da Europa registraram um aumento significativo no número de casos de hepatite A, uma doença transmitida através de um vírus. Só em Portugal foi registrado um total de 105 casos, principalmente entre homens que fazem sexo com outros homens. Os infectados são principalmente das cidades de Lisboa e Vale do Tejo.

Apesar de a hepatite A não fazer distinção de sexo ou orientação sexual, foram registrados mais casos em homens que fazem sexo com outros homens

Sintomas da doença.

Os sinais da hepatite A costumam aparecer depois de duas a quatro semanas após a infecção pelo vírus. Entre os principais sintomas estão: fadiga, náusea, vômitos, dor ou desconforto abdominal, especialmente na área próxima ao fígado, perda de apetite, febre baixa, urina mais escura e amarelamento da pele e olhos. A doença, geralmente, dura menos de dois meses, mas pode durar mais tempo dependendo do caso.

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Postado por Andy | (1) Comente aqui!

Um comentário:

  1. Holanda, que movimento forte, bonito! E´ disso que o Brasil precisa! Se nao e´ por meio de politicos, e´pelo povo. O povo tem a soberania e espero que o movimento cresça!

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