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CONTOS DO LEITOR


E o irmão descobriu tudo...


 


Desde que Vitor veio morar perto da minha casa, comecei a investir numa possibilidade de chegar junto. Todo dia eu o visitava para brincar e conversar. Ele tinha dois anos a menos, 14 anos e nenhuma experiência no assunto. 

Porém sempre que eu tocava em assuntos relacionados ao sexo ele ficava muito antenado, e quando eu contava algumas histórias ele não conseguia esconder sua ereção. Fui avançando, sem pressa, exibindo minhas ereções sob meu calção, tipo jogador de futebol, que com facilidade armava uma barraca. Na segunda semana de encontros comecei a relatar algumas mamadas e trepadas com amigos, claro, sem jamais citar nomes reais. Ele ficava muito excitado e fazia muitas perguntas, do tipo:
- Mas não é nojento? Eles não vomitam quando tu goza na boca? Botar na bunda não dói muito? E por aí vai...

Sempre contava somente as vantagens de ser passivo, que todos que eu conhecia gostavam muito, etc.
Não demorou até eu conseguir que ele pegasse no meu cacete, para em seguida ele bater a primeira punheta para mim e segurar minha vara enquanto eu gozava em jatos para seu deleite.

 


Mas eu não conseguia, não convencia ele a bater punheta na minha frente, nem deixava eu pegar no seu pau. Sempre se desvencilhava e dava risada, dizendo que não queria. E numa dessas viradas de corpo para eu não pegar no seu ferro, eu o abracei por trás e comecei a esfregar meu pau entre suas nádegas e coxas. Tentava se desvencilhar, mas dando risadinhas e logo começou a permitir minha investida.

Estávamos na casa em construção, deles, cujas paredes estavam na altura das janelas. E foi numa abertura de janela que ele apoiou os braços, deixando a bunda empinada para mim. Sinal claro que eu tinha convencido o rapaz, que era magro e mais alto que eu. Estava entardecendo e seus pais estavam numa casinha menor, onde ainda moravam, um pouco afastado do local e que permitia para eu ter todo o controle se caso alguém se aproximasse.

Logo baixei nossos calções e cuecas, passei uma farta salivada (daquela saliva grossa que se forma quando estamos super excitados), no meu pau e no seu botãozinho que piscava de curiosidade.

Quando eu estava abraçado e posicionado para o ataque, ele achou que poderia desistir, que iria doer e outros mimimis. Mas enquanto ele sonhava que eu o largasse, dei uma arremessada certeira e meu cabeção já estava alojado na sua mais nova casinha. Como de costume na primeira vez que o cara libera o cuzinho para um macho, esperneou, resmungou, protestou, choramingou, implorou para parar. Mas ao contrário, cada vez mais eu entrava, com muito carinho e paciência. Logo comecei a bombar bem devagar até que seus grunhidos começaram a se transformar em respiração ofegante e gemidos em cada estocada dada.


 

Tentei pegar no seu pau para bater uma punheta, mas sempre ele tirava minha mão. Passei a usar minhas duas mãos para me agarrar ao seu corpo e foder aquele cuzinho recém desvirginado, cada vez com mais determinação. Agora eu já não conseguia mais segurar meu tesão por ele e liberei tudo. Deixei seu rabinho recheado com leitinho, a ponto de um filete escorrer quando tirei meu cabeção. Limpei meu pau na sua bunda e coxas, tirando o excesso de porra. Vesti meu calção enquanto ele ficou imóvel, de perna aberta, me olhando.

-Não vai te vestir, perguntei?
- Mas eu to cheio de "punheta" ele falou. Tu não tem nada para me limpar?
- Olhei ao redor e achei jornal que alcancei e ele começou a se limpar.

Quando começou a movimentar seu corpo para limpar, escorreu mais um bocado de porra do seu cuzinho arrombado. Quando ele começou a se limpar na barriga e pentelhos, percebi que ele tinha gozado muito e, como estava prensado contra a parede de tijolos, sua porra ficou toda grudada no seu corpo, com outra parte escorrendo pela parede.

Se eu o fiz gozar sem encostar no seu pau, com certeza ele iria pedir repeteco. E foi o que aconteceu por vários anos, daquele dia em diante.

Nos encontrávamos uma ou duas vezes por semana religiosamente. Se eu não ia na sua casa, ele vinha na minha, depois do almoço, quando nossos pais faziam a sesta. Logo ele pedia para irmos no galpão, e logo na entrada ele pegava no meu pau e dava conta das preliminares. Apenas se negava terminantemente a mamar meu ferro. Só liberava o botãozinho. Muitas vezes eu combinava com ele em falar bobagens do tipo:




-       Chupa, isso viadinho chupa o pau do teu macho... E fazia ele responder como se estivesse de fato realizando meu desejo. Enquanto isso eu bombava e ferrava aquele bundinha sedenta de vara.

Dia desses desconfiei que seu irmão, que tinha um ano amenos que Vitor, tinha descoberto nossas transas e comecei a ficar de olho.

Noutro dia, quando Vitor chegou, depois do almoço. Percebi que seu irmão, Fernando, estava próximo, num matinho. Naquele dia convidei meu companheiro para irmos pro matinho ali próximo. Ao chegar no mato, certificado que ninguém nos via, Vitor começou a agarrar meu pau, a baixar meu calção, como de praxe, ficando de quatro pra mim. Pouco mais longe, atrás de uma árvore eu via Fernando nos observando, de pau na mão se masturbando enquanto que nos observava.

-       Falei no ouvido de Vitor bem baixinho, que eu queria fazer de conta que ele iria me chupar novamente na próxima vez. E comecei a fazer perguntas e a imaginar a cena dele mamando meu ferro, e ele respondia tudo de acordo, como que de fato ele mamava e bebia todo meu leitinho, e cada vez mais forte eu bombava naquele anelzinho que adorava meu ferro. Falando sempre, como se eu tivesse transmitindo nossa foda numa rádio, em voz suficientemente alta para seu irmão escutar, logo adiante.

-       Gozamos, nos vestimos. Vitor foi para casa. Fiz a volta no mato, chegando próximo ao local onde Fernando tinha se escondido. Logo percebi que o safado tinha subido a árvore que tinha uma copa bem fechada, quando me aproximei. Fiquei ali, baixei meu calção e com meu pau a meia bomba dei uma mijada e conversando com meu pau eu dizia:

-       - Calma meu querido, semana que vem Vitor vai te chupar todo novamente, como já fez tantas vezes. Passando amão no saco, eu continuava:
- E vocês aí podem ficar tranquilos que aquela língua vai lamber e chupar cada ovo novamente, até eu gozar naquela boca e ver o bezerrinho com cara feliz novamente.

-       Sai fazendo de conta que eu não sabia que Fernando tinha presenciado tudo. Mas daquele dia em diante eu ficava de espreita para conseguir encontrar Fernando sozinho.

-       Não demorou muitos dias quando meu amigo me contou que ele iria com seus pais para a cidade, numa consulta médica e que Fernando ficaria em casa.

-       Logo após a saída dos três, fui fazer uma visita de cortesia para Fernando. Ele era bem reservado, introspectivo, um guri bonito, corpo mais gostoso que seu irmão. Era menos alto e mais musculoso.
Quando cheguei ele estava no seu quarto. Pedi licença e entrei, perguntando pelo Vitor:

-       - Eles acabaram de sair, mas o que tu quer com o Vitor?
- Conversar com ele.
- Vocês estão conversando muito, sempre estão de segredinhos...
- Por quê? Está com ciúmes... (risadinha maliciosa)
- Não, só acho...
- Acha o quê?

-       Me aproximando da cama, onde ele estava sentado, peguei no meu pau sob o calção, quase duro, chegando bem perto e perguntei:
- Tu acha que tu também pode chupar meu pau? Não tem problema, pode começar agora.

-       E segurei seu rosto com as duas mãos e esfreguei meu cacete naquela cara enciumada.
- Para com isso Henrique. Deixa de ser nojento.
- Ás vezes que tu te escondeu para ver eu comer teu irmão, enquanto tu batia punheta, tu não achava nada nojento, não é?
- Como tu me viu?
- Porque não sou burro.

-       Pena que tu não viu ainda teu irmão chupando e bebendo minha porra...
- Ele faz isso mesmo?
- Tu não viu ele falando...
- Sim escutei...
-Ele já te chupou muitas vezes?
- Ihhh! Já perdi as contas?
- E sempre tu goza na boca dele?
- Sim, ele não deixa eu tirar meu pau quando digo que vou gozar... Ele diz que é muito gostoso, que ele adora beber tudo, e realmente, no fim ele sempre aperta meu pau até sair o restinho e lambe tudo.

Eu continuava na frente dele.
Baixei meu calção e fiquei ali, convencendo o rapaz a "fazer igual ao seu irmão"....hehehehe

-       Levei um bom tempo, mas como não sou de desistir, uma hora ele segurou meu pau e começou a lamber e chupar conforme eu explicava e pedia.

 

Eu estava nas nuvens, meu sonho estava sendo realizado mais uma vez. Fiz ele lamber meu saco, chupar cada ovo e voltar a mamar meu cacete. Segurei o rosto com minhas mãos e pedi para ele não me machucar com os dentes e comecei a foder aquela boca, volta e meia eu me excedia e ele engasgava. Não aguentei muitos minutos e anunciei que ele era para engolir tudo porque iria sair em jatos. 

-       E foi o que aconteceu, os primeiros jatos foram direto garganta abaixo, depois segurei ele e enchi sua boca, até ele babar porra pelos cantos da boca. Ele queria dizer algo, mas não tirei meu pau daquela boquinha amada. Fiquei no vai e vem e a cada pulo que minha vara dava ela expelia mais um pouco de porra que escorria no meu saco.

-       Quando soltei, ele saiu correndo pro banheiro cuspindo e reclamando.
Fui atrás, lavei meu pau sob seu olhar e perguntei:
- E daí, gostou do leite condensado do teu macho?
- Que nojo, cara, é uma coisa grossa e escorregadia.
- E tem gosto de macho, não é. (risadas)
- Não sei como meu irmão gosta disso?

-       - A primeira vez dele foi igualzinha à tua. Depois ele não parou mais, assim como tu vai querer me chupar denovo.
- Acho que não.
- Acho que sim.
- Então eu iria preferir dar... (nisso ele pensou no que tinha falado, e ficou sem jeito)

-       Lá eu já estava de pau apontando pro teto e fui pra cima, não dei chance pro azar. Baixei sua bermuda. Abracei ele por trás e meio que caímos sobre a cama. Abri bem suas coxas, passei aquela salivada e mais um rabinho estava sendo inaugurado, com praticamente a mesma cena das outras primeiras vezes de um cara que está se tornando viadinho naquele momento.



-       Consegui gozar naquele rabinho e bater uma punheta naquele pau cheio de veias. Nos lavamos e em seguida voltaram seus pais e irmão, sem de nada desconfiar.


Henrique Gostoso

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Postado por Mac Del Rey | (1) Comente aqui!

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