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CONTOS DO LEITOR


Um flagra entre o equinócio e solstício

ATO II

 
 


Mais uma semana chegava ao fim. Sempre anisava a chegada do domingo, afinal neste dia todos os homens da família reuniam-se para assistir a mais uma rodada do brasileirão. Desta vez era um clássico paulista, Corinthians x São Paulo. Família toda dividida entre os dois grandes times.

Daniel estava mais tranquilo, seu time, o Palmeiras estava em uma posição relativamente confortável na tabela do campeonato, e seria indiferente o resultado daquela partida. Eu não era fanático por futebol, apenas acompanhava para inteirar-me dos assuntos futebolísticos e claro, fingir-me mais hétero. Ao menos eu tentava…

Edmilson era corintiano roxo, daqueles que sofrem quando o time perde e surta de felicidade quando ganha. Tio Otto e papai comandavam o lado são-paulino da família. Dentre os quatro grandes times paulista, Daniel odiava com todas suas forças um, o Timão. Sempre quando tínhamos um clássico acontecendo, era certeza termos um embate pós-jogo entre Daniel e Edmilson. Apesar de amigos, e muito próximos, os dois não sabiam divergir entre jogo e amizade.

Sentia que aquele dia reservava alguma surpresa para mim, e das grandes… E se houvesse mais uma discussão, o que era óbvio, e Edmilson resolvesse descontar sua raiva contando o que vira na quarta passada? Resolvi tirar isso da minha mente, e tentar ficar tranquilo.

Estava jogando um pouco de GTA, apenas para passar o tempo e aliviar um pouco da tensão, não somente do jogo como também do stress pós. Ouço minha mãe conversar com alguém no andar de baixo, pausei o jogo. Fiquei atento para saber qual era o assunto e com quem ela estava. Logo reconheci aquela voz rouca, com sotaque da capital. Era Edmilson!

“Que diachos essa criatura veio fazer aqui!?”

Não consegui captar muito o tema da conversar, apenas um pouco do final. Edmilson estava subindo, para o meu quarto. Fiquei trêmulo, pálido e com uma agonia aterrorizante. “Não estou com disposição para dar meu cu a essa hora”.

Alguém bate na porta. “É ELE!!!”. Respirei fundo e fui abrir. Lá estava ele, com aquele sorriso sagaz e safado. Olhando-me como quem diga “Então tu é o viadinho da família”. Logo fiquei envergonhado e o convidei para entrar.

Com uma mão no bolso e a outra tocando nos meus bonecos que ficavam na instante, ele começou a falar.

- Pode ficar tranquilo… - fez uma pausa – eu não vou contar a ninguém sobre o que vi.

Senti um alívio ao mesmo tempo em que o questionava sobre o porquê daquela escolha.

- Eu sei que isso é uma vergonha para nossa família. Seu pai vai ficar devastado se um dia souber que seu filho adora rebolar num cacete.

Assustei, mas meu pau deu uma leve latejada. Ele deu alguns passos em minha direção. Tentei afastar, mas a minha cama estava atrás.

- Eu quero fazer uma aposta com você, e claro, isso envolve também o Daniel.

Fiquei curioso e logo perguntei qual seria a aposta.

- Se o timão vencer… Eu vou te fuder até tu deixar de ser viado – isso é impossível, pensei – e o Daniel vai ter que participar também, quero um ménage. Vou fuder os dois cuzinhos.

Tremi de tesão. Daniel jamais foi passivo comigo, acho que ele não curtia a ideia de alguém o penetrar.

- Tudo bem para mim, eu aceito a aposta. Já quanto ao Daniel, bom… eu não sei se ele vai deixar.

- Ele não tem o que deixar, nem você. Só vim avisar pra tu fazer logo a lavagem, não quero viado cagando no meu pau, manda ele também se preparar.

Recuei com sua agressividade. Que audácia!! Meu precioso tem limites.

- Ah, quero você com uma blusa do Palmeiras, feminina. Você vai ser a putinha, vou esbagaçar esse teu brioche, gayzão.

Já estava excitado ao ouvir aquilo. Edmilson é tão másculo, imagina esse homem me fudendo. Não poderia perder essa oportunidade.

- Tudo bem, farei o que você pedir.

- Acho bom… tô indo até mais tarde na casa do tio Otto.

Edmilson saiu. Como vou fazer pra contar ao Daniel, ele não vai aceitar. Mandei uma mensagem.

“Dan, Edmilson esteve aqui e ele enlouqueceu!!! Vem aqui em casa.”

Eu estava gostando da ideia de transar com os dois, e olha… ao mesmo tempo! Não poderia ser melhor. Eu nunca senti vontade de ser ativo, então poderia confortavelmente servir de passivo para os dois. Mas Edmilson deixou claro que queria meter em Daniel. Não sei nem como explicar a ele esse detalhe. Não vou contar! Decidi. “E se Ed obrigar? Ele não vai ter feito a chuca…”

Chegou a hora do jogo, todos estavam na sala. Tio Otto e papai já estavam tirando sarro do Ed. “Hoje não tem pra galinha preta”. Edmilson retrucava “Vamô timão, botar sem cuspe nos bambi”, de lado olhou para mim. Que tesão!

 

Daniel parecia apreensivo. Comentava o necessário.

O primeiro tempo já estava chegando ao fim, o jogo continuava no 0x0. Ed já não tinha mais as virolas das unhas, roeu todas. Show do intervalo, e mais pipoca.

Nos primeiros minutos do segundo tempo, Corinthians resolve tirar o placar do zero. Ed vai a loucura “Toma bambi filho da puta”. Suas frases intensas e pejorativas excitavam cada vez mais, levando-me a pensar no seu pau e em como ele iria me foder. Em alguns momentos tinha que disfarçar o volume que alçava no meu short.

O cronometro marcava 25''. Corinthians emplaca mais um gol. Cada vez ficava mais perto do meu cuzinho receber duas visitas simultâneas. Ele já começou a piscar. Que delícia!

Daniel encarou-me apreensivo. “Acho que ele vai ganhar a aposta”, cochichou no meu ouvido. “Ainda bem” respondi sorrindo. Dan esboçou um sorriso sem graça.

Já chegara os acréscimos, o Timão decretava sua vitória. Fim de jogo. Edmilson comemorava a vitória, entusiasmado. Ele decidiu pegar a pipoca que estava comigo, baixou e disse “Hoje eu vou te fuder até teu rabo arder”. Vi seu pau pulsar bem perto de mim. Ed tinha um corpo quase forte, pele cor chocolate, cabelo estilo surfista. Suas características deixavam minha mente imaginar um pau delicioso, ótimo para boquete.

Edmilson disse aos nossos pais que iria nos levar para sua casa, jogar uma pelada. Nossos pais, inocentes, jamais imaginariam que naquela noite Ed faria seus filhos de putinha. Fomos liberados, entramos no carro.

“Tão preparado pra servir o papai hoje?”

Assentimos. Daniel estava desajeitado, impondo ser discreto. Ao chegar em seu condomínio, fiquei nervoso. Edmilson estava sozinho no apartamento, seus pais viajaram.

Daniel sentou no sofá. Eu fiquei em pé com as mãos no bolso, tímido. Ed começou a tocar no próprio pau. Olhei tentando ser discreto.

“Tá doido pra me dar ne!?”

Quem disse que eu conseguia, certo? Edmilson sentou no sofá, ao lado de Daniel. Tirou o short, todo marmanjo despojado. Seu pau estava endurecendo. Ajoelhei diante a ele, comecei a tocar uma punheta de leve. Daniel continuava a olhar.

Dei uma olhada para o lado, a mala do Dan começou a despertar. Comecei a afogar o ganso, deliciando-me naquele pau maravilhoso. Moreninho, grosso, devia ter aproximadamente vinte e um centímetros quando ereto. 



“Isso delícia, vai, chupa esse cacete”

Já que tinha recebido aquele papel, resolvi fazê-lo com dignidade. Darei prazer a esses dois machos e eles nunca mais esquecerão da minha raba. Dan começou a apalpar seu caralho.

Ed encarou Dan, os dois com aquele olhar safado. Fiquei cheio de tesão.

Resolvi tirar minha roupa. Ed deu umas palmadinhas no meu bumbum. “Que delícia de rabo!”. Continuei a boquetar. Dan finalmente resolveu tirar aquele short. Segurei seu pau, batendo uma de leve.

“Daniel mete no cu desse viado!”


 

Assim ele fez. Começou fazendo um cunete delicioso que só ele sabe fazer. Que língua espetaculosa, senhor. Edmilson afogava minha boca no seu pau, deixando-me sem ar. “Engole meu pau, vai”.

Edmilson resolveu apimentar o jogo. Fiquei cabreiro. Ele trouxe uma algema. Arregalei os olhos. Que louco!

“Vou te algemar, vagabunda”

Fui algemado. A partir daquele momento não consigo mais me defender. Serei um instrumento, usado e abusado por dois machos. Daniel olhou-me assustado, mas viu em mim feições prazerosas. Na verdade, eu quis tranquilizá-lo. 

 

Ed não parou nas algemas. Trouxe também uma máscara, aquelas parecidas com as que dão em viagens aéreas. Pôs em mim, agora não consigo enxergar mais nada.

Estava vivendo uma nova experiência, pra lá de excêntrica. É estranho, mas também é prazeroso. Não quis interromper, e eu não podia. Meu segredo estava em jogo. Resolvi aceitar tudo que me fosse imposto.

Dan levemente introduziu um de seus dedos. Logo enfiou mais um, e outro, e outro, logo sua mão já estava dentro de mim. Meu rabo jamais recebera algo tão grosso, era apertadinho. Agora está arrombado. Obra do meu macho, Dan. Ed continuava com seu cacete dentro da minha boca. Já estava começando a golfar. Ele era violento, na medida do possível.

Estava de quatro, Ed sentado no braço do sofá. Dan de joelhos atrás de mim. Eu só queria um Michelangelo, não… Pode ser qualquer pintor, aquela cena, com aquelas posições serviria perfeitamente para virar um quadro. Quero expô-lo em minha sala de estar, meus visitantes precisam ver o momento em que tive mais prazer em estar vivo.

“Vamos subir para o meu quarto, tenho umas surpresas para vocês”

Consegui ficar de pé. Os dois auxiliaram-me a subir a escada. Ao entrar no quarto senti um cheiro agradável, lembrava-me camomila.

“Vamos colocar ele aqui”. Dan ficou em silêncio, creio que assentiu com a ideia. “Levante ele”.

Assustei. Levantar? Senti Dan segurar nas minhas costas, impulsionando-me para cima. Ed tirou as algemas, em seguida amarrou meus braços em uma corda. Dan soltou-me, fiquei suspenso.

 

“AHH!” gritei. Estou suspenso?

“Calma, vamos te usar com carinho”. Ed sempre fora sarcástico, agora mais que nunca.

Dan pegou meus pés, levantou. Amarrou. Agora estava deitado e suspenso. Nunca estive em uma posição tão estranha. Confesso estar um pouco desconfortável. Talvez por ser a primeira vez. Meus pés estavam consideravelmente separados, deixando a passagem aberta.

Senti uma barba arranhando no meu rabo. Era Ed, sempre deixava-a por fazer. Arrepiei com aquela chupada maravilhosamente deliciosa. Gemi gritando. Dan resolveu beijar-me na boca. Estranhei, jamais havíamos feito isso. Sua boca doce tranquilizou-me, fiquei internamente emocionado.

Edmilson cansou das pré eliminares e resolveu meter seu pau. Gemi de dor, que cacete grande do caralho! “Devagar, por favor”. Implorei numa tentativa frustrada. Dan pegou meu pau, batendo um bolo. Senti vontade de gozar naquele instante. Segurei, ainda tinha muito o que acontecer. Quero ver os dois gozarem primeiro. Ed continuava a meter, sem dó e nem piedade. Meu cu já estava se desgastando.

Os dois resolveram trocar. Ed sentou em cima da minha barriga, deixando-me mais ainda desconfortável. Encostou seu pau no meu rosto, dando-me uma surra. Arriscou um tapa, dois, três… Abriu minha boca com seu pau e empurrou-o para dentro. Daniel carinhosamente socou no meu rabo. Ninguém mete tão bem como ele. Que homem!

Ed foi além, se é que era possível. Mandou eu abrir a boca, obedeci. Cuspiu dentro. “Isso é o que você merece, sua cachorra”. Jamais imaginei que uma humilhação fosse prazeroso. Não fiquei por baixo. “Cuspa como um macho”. Admito que fui audacioso. “Ai é!?”. Ele cuspiu novamente. Engoli com gosto, mostrando-o que aquilo não era nada.

 

Daniel continuou com sua intensa e frenética penetração. Apesar de estar sentindo-me como um acrobata em um circo sem espectadores, já não aguentava mais segurar o gozo. Foi ai que ele saiu como um janto em velocidade estupenda, colidindo nas costas de Edmilson. Nunca imaginei que fosse gozar sem ao menos tocar no meu pau. Nem mesmo sabia que isso era possível.

Ed pulou um pouco assustado. “Caralho, você já gozou!?”. Acho que ele também nunca vira aquilo acontecer. Fiquei enjoado, aquela terrível sensação pós gozo fez-me querer sair dali correndo. Não estava nos meus planos gozar primeiro que eles. Agora devo esperar.

Comecei a fingir orgasmo. Horrível! Não existe algo mais deprimente e humilhante do que fingir sentimentos, aquilo não estava no meu naipe. Continue com uma carinha de nojo. Daniel resolveu antecipar seu leitinho. Gozou dentro de mim, que sensação maravilhosa. Já estava começando a sentir prazer novamente…

Dan limpou seu pau na minha bunda, gemendo com um verdadeiro macho. Ed sentiu-se pressionado para liberar. Novamente abri a boca, queria que ele gozasse logo. Assim ele fez, senti aquele esperma quentinho bater no céu da minha boca. Comecei a limpar seu pau, chupando-o. Ele gemendo como um gorila.

 
 

Felizmente Ed não quis fuder o cuzinho do Dan. Todos fomos felizes naquela noite, gozamos com um prazer deliberadamente ensurdecedor. Finalmente sai daquela posição. E apreciei aqueles dois machos nus na minha frente. Posso finalizar dizendo que fui mais do que feliz, sai dali realizado. Nunca pensei que um flagra pudesse me proporcionar o melhor momento da minha vida sexual. Que venham mais flagras por aí, porquê eu não tô nem ai para o que vão pensar.


NOTAS DO AUTOR

** Curtiu o conto? Que bom! Ele é um protótipo do meu primeiro livro erótico que pretendo publicar esse ano. Já sou escritor, tenho dois livros lançados; A Espada de Gohayó (2014) e Poção do Híbrido (2015) ambos compõem uma trilogia. Trata-se de fantasia infanto-juvenil. Publico este conto com fim de conquistar um público da faixa etária adulta para ser o alvo do meu primeiro livro erótico.

Gael Narcísio 

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Postado por Mac Del Rey | (2) Comente aqui!

2 comentários:

  1. Achei muito cliche os dois contos, tanto q no primeiro nem consegui terminar de ler de tao chato. De tão cliche nem me excitou. Aquela velha(muito velha) historinha da passiva putinha e seus machoes cacetudos q a fodem violentamente... Pessoal tem q melhorar mais em suas imaginaçoes...

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  2. Achei muito cliche os dois contos, tanto q no primeiro nem consegui terminar de ler de tao chato. De tão cliche nem me excitou. Aquela velha(muito velha) historinha da passiva putinha e seus machoes cacetudos q a fodem violentamente... Pessoal tem q melhorar mais em suas imaginaçoes...

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