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HOMOSSEXUALIDADE

Amor & outras drogas - Às vezes a pessoa que a gente tem uma queda acaba nos derrubando...




em um filme de chorar super fofo com esse título "Amor & outras drogas" e, apesar da trama abordar sobre amor e medicamentos, o assunto que vou tratar está bem longe de ser algo estrelado pela queridinha Anne Hathaway. A parada aqui também faz chorar sim ..., mas é trash, já vou logo avisando.

O roteiro é patético: uma pessoa surge na sua vida como um furacão, bagunçando tudo; lhe fazendo provar cheiros e sensações nunca antes sentidas, proporcionando noites incríveis, lhe deixando meio atordoado, perdendo o foco, a fome, o sono. E, de repente, você se pega pensando nela o tempo todo, uma paixão obsessiva que te consome e tira a sua paz de espírito. E quando a pessoa desaparece, desliga o celular, ou faz alguma mudança de planos, você sente uma abstinência similar à de um usuário de drogas. A partir de então, a sua saúde mental está nas mãos de outra pessoa.

Um viciado sempre acha que está no controle de tudo, que vai poder parar quando decidir, sempre acredita que insistir naquilo não lhe fará tanto mal. Na cabeça dele as pessoas é que estão falando demais, dando conselhos errados, se intrometendo onde não devem. Age por impulso o tempo todo, colocando vírgulas, onde deveria ter um ponto final,. E quando se dá conta, está completamente fragilizado, com a autoestima doente, se expondo em situações de risco física e emocionalmente. Às vezes a pessoa que a gente tem uma queda acaba nos derrubando...

...Pessoas que enrolam, visualizam e não respondem, que soltam um “hoje não posso” quando era para dizer “claro, vamos sim”; pessoas que vivem na ilusão de que são os gostosões do pedaço e se alimentam da vaidade de serem cortejados, de ter sempre alguém se rastejando aos seus pés quando na verdade estão tentando driblar a rejeição que provaram no passado, aquele medo escondido a sete chaves de voltar a ser o indivíduo menos interessante do universo. E, hoje, com uma pequena dose de melhora no visual ficam testando o poder de sedução só para provocar uma reação nas pessoas, vivem aprisionados na triste ilusão de que serão jovens e/ou sarados para sempre, pessoas viciadas na própria imagem.

... Pessoas que só aparecem na hora do “vamos ver”: a droga do sexo. Sexo é uma droga mesmo, vicia. E o maior perigo é quando acreditamos que química e amor andam de mãos dadas. Mentira! A gente insiste em ficar dando ibope para quem não merece só porque o sexo é fascinante, mas e daí? Parceiro bom de cama a gente arranja em qualquer lugar e, na maioria das vezes, não tem nenhuma relação com beleza. Do mais lindo ao mais feinho, estão todos provando uma amostra grátis da desilusão amorosa. Há, inclusive, uma galerinha que fará questão de te manter em banho-maria, se esquivando de compromissos sérios, te iludindo com palavras no pé do ouvido e, todavia, o que eles querem, de fato, é lhe ter disponível, porque são pessoas viciadas em sexo.

... Pessoas sufocantes, que trazem a insegurança a tiracolo, que transformam a vida do parceiro num filme de terror com direito a gritos, faca e um psicopata. Estão sempre desconfiados, monitorando cada passo, inspecionando bolsos, vigiando olhares, limitando espaços e amizades, vistoriando celulares, restringindo acessos nas redes sociais, fiscalizando sentimentos, supervisionando orgasmos e acreditando que estão no comando, que o sorriso formal na foto do Instagram é o suficiente para manter o relacionamento intacto. Esses indivíduos nunca estão preparados para o fim, não conseguem administrar a ideia de que quando alguém decide sair da nossa vida, não há nada que possamos fazer, não conseguem enxergar além porque são pessoas viciadas em atenção. 

Nenhum desses comportamentos tem qualquer relação com amor. Vaidade, sexo e carência são apenas algumas das drogas que invadem a nossa vida e nos arruínam de pouco em pouco. Amor não vicia, não nos faz sentir uma abstinência emocional. A gente consegue ficar em paz quando o celular da pessoa está fora de área, a gente não perde o equilíbrio quando alguém acha o outro mais bonito (rola até um certo orgulho), amor não se baseia numa overdose de cama, não tem demarcação de território, há uma liberdade que flui sem medo, sem desconfiança. Amor é quando mesmo depois de muito tempo você sente falta da pessoa e não só do corpo, é quando você fica de pernas bambas ao escutar o timbre da voz, fica feliz mesmo que não haja motivos - senão o fato de estarem juntos.

Bruno de Abreu Rangel

PERGUNTAS & RESPOSTAS


Insisto em manter contato com ele ou deixo pra lá?



“Meninos eu estava de papo com um menino no Facebook por mensagem e ele parou de responder de repente. Sei que ele está vivo porque fico vendo as atualizações dele. O que faço? Devo continuar mandando mensagens? Pergunto por que ele não me responde mais ou apenas continuo mantendo contato como se nada tivesse acontecido?”

Anônimo.

~*~

Sinceramente, de duas uma: ou o cara é esquecido e achou que respondeu sua última mensagem ou ele casou com outro e está te ignorando! 

De qualquer maneira, tentar não custa nada. Escreva mais uma mensagem, sem mencionar o fato dele não ter respondido a outra. E vá comendo pelas bordas, caso ele responda. Tipo, pergunte como vai a vida, o que ele tem feito de bom. Até que haja clima pra perguntar o motivo dele não ter respondido a mensagem anterior.

Dependendo do que ele responder, claro. Porque se o cara responder bruscamente ou for mal educado. Daí você nem continua o papo. Sinal de que ele realmente não quer nada contigo.

E bom, se ele nem se dignar a responder, exclua e bloqueie o cidadão. Pra quê manter um “amigo” no Face que nem se dá o trabalho de responder suas mensagens? E mais, pra quê manter um “paquera” que não te paquera de volta? Se livre de todo o peso extra na vida, menino!

Bju.

~*~

Afeminados sofrem preconceito dos próprios gays?



“Oi pessoal do blog, tudo bem? 

Por que parece que os gays afeminados sofrem preconceito dos outros gays? 

bjussss”.

~*~

Oi, menino. Então, sendo muito sincero, não parece que os afeminados sofrem preconceito dos outros gays. Eles sofrem. Assim como as Barbies, os ursos, os enrustidos… Estamos numa comunidade que sofre preconceito do mundo hétero e dos próprios gays. 

Parte disso, creio ser causado pelo meio em que crescemos. A gente aprende desde pequeno que ser gay é errado. E consideramos normal ser hétero. Gostar de mulher. Fazer sexo com pelo menos 800 meninas dos 11 aos 18 anos… Coisas assim. Então, quando nos descobrimos gays, nos discriminamos. Até a gente se aceitar leva tempo. Agora, imagina quanto tempo leva para aceitar o outro!

Tem mais, na sociedade e no mundo esperamos que um homem aja como MACHO. Então, quando vemos um indivíduo do sexo masculino agindo como uma mulher, parece que algum “botão” é acionado dentro da gente e nos faz imediatamente sentir repulsa por esse ser humano. Daí rola a discriminação. Não que isso justifique e sirva de desculpa, mas é como vejo a situação.

Pessoalmente, não sinto atração por meninos afeminados. O que me faz ter tesão em homens é o ato de agirem com masculinidade. Pegada forte, voz grossa… Isso faz minha cabeça. Agora, não é por conta disso que vou desrespeitar meninos que querem ser meninas ou que agem como uma. Cada um tem direito a ser feliz da maneira que quiser…

O problema é que a grande maioria acha os afeminados uma abominação e eles sofrem por isso com maior intensidade, se comparados a um gay másculo, enrustido… Porque são, digamos, um alvo fácil de identificar! Mas, cada um sabe o bom e o ruim em ser o que é. (E todo mundo um dia responderá por seus atos, os discriminatórios, inclusive).

Bjus.

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