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NOTICAS DO MUNDO GAY

PORTUGAL: Saiu do armário! Vila Real abre portas à 1ª Marcha LGBT.

 
 
 
Pela primeira vez, Vila Real junta-se a uma causa LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgênero) e abre caminho à igualdade e respeito pela diferença. Foi assim que ontem, com início na Praça Diogo Cão e rumo à Praça do Município, as ruas se encheram de cor e deixaram brilhar o arco íris das bandeiras.
 
Entre cartazes, bandeiras, apitos e assobios se fez a marcha. “Assim se vê a força LGBT”, “Fascismo, machismo, homofobia, não passarão”, “Deixem passar, sou LGBT e o mundo vou mudar”, foram algumas das frases de ordem que se fizeram ouvir durante a intervenção.
 
Estiveram presentes na marcha partidos políticos e organizações como a ILGA (Intervenção Lésbica, Gay, Bissexual e Transgênero), Anistia Internacional de Chaves, Rede Ex-Aequo, AMPLOS (Associação de Mães e Pais pela Liberdade de Orientação Sexual), Ponto Íris, Centro Gis e Associação Plano i, que tomaram a palavra e, durante o discurso, deram força e incentivo aos participantes. Durante a intervenção foram abordados assuntos como o episódio de lesbofobia ocorrido na escola de Vagos, cirurgias em bebés intersexo e ainda o relato de uma mãe da AMPLOS, entre outras experiências e lutas pessoais.
 
Catarina Fontes, participante da marcha, apesar de já ter estado noutras marchas semelhantes, diz que “embora esta, em Vila Real, tenha sido mais pequena do que as outras, continua a ser positivo a ocorrência de marchas LGBT em novos sítios porque muitas vezes as pessoas associam estas coisas às grandes cidades e há sítios que ficam esquecidos e precisam, tanto ou mais, de reconhecimento”. Tal como Catarina, muitas outras pessoas viram esta marcha como algo do qual faziam parte e onde podiam ser quem realmente são, sem medos nem preconceitos.
 
“Acho que, para uma primeira vez, teve bastante adesão” contou Catarina Oliveira, outra participante, “o ambiente estava fantástico, as pessoas estavam-se a divertir e, acima de tudo, deu visibilidade a uma causa”. Para Catarina Oliveira, estudante vinda do Algarve, esta marcha foi a primeira “mas claramente não vai ser a última”, afirma. Alguns dos pontos, referidos pela algarvia, para o melhoramento da qualidade de vida do público LGBT são “criar espaços gay friendly aqui no interior, onde os jovens pudessem estar juntos e se conhecerem, sem olhares de julgamento”.
 
Ainda há muito caminho para trilhar no âmbito dos direitos humanos, da liberdade e igualdade. Num país livre, como Portugal, são ainda muitas as formas de preconceito e elevados os números de casos de violência no meio LGBT, mas são passos como este que abrem fronteiras e nos garantem direitos.
 

A prefeitura criou a hashtag #EsqueçaOMas, que tem como objetivo conscientizar as pessoas sobre os riscos da homofobia e o respeito ao próximo.

 
 
 
A prefeitura criou a hashtag #EsqueçaOMas, que tem como objetivo conscientizar as pessoas sobre os riscos da homofobia e o respeito ao próximo.
 
"Viva e deixe os outros viverem". Foi com esta mensagem que a Prefeitura de Maceió, no Alagoas, celebrou o Dia Internacional do Combate à Homofobia, comemorado hoje (17) no mundo inteiro.

Nas redes sociais, a prefeitura criou a hashtag #EsqueçaOMas, campanha que tem como objetivo conscientizar as pessoas sobre homofobia e o respeito ao próximo.
 
"O mas, quando utilizado para justificar esta opinião, acontece para livrar-se da culpa pelo pensamento, sentimento ou fala", disse a publicação, que acabou viralizando nas redes. "Quando alguém justifica que não é homofóbico, entende que sê-lo não é algo bom. Por que, então, nutrir sentimentos tão ruins? Preconceito e discriminação são condenáveis, perigosos e mais presentes no pensamento e sentimentos das pessoas do que imaginamos."

“"Hoje é 17 de Maio (...). Um dia para relembrar que a homossexualidade não é uma doença. Não é uma perversão ou um vício."
A prefeitura termina relembrando as consequências da homofobia, que podem ser psicológicas e físicas, inclusive pode matar.
 
O Brasil é um dos países do Ocidente que mais matam pessoas lésbicas, gays, bissexuais e transexuais. Até o início deste ano, mais de 117 pessoas LGBT foram assassinadas no País devido à discriminação à orientação sexual, de acordo com o Grupo Gay da Bahia (GGB).


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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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