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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Angela Merkel pressiona Putin pelo fim da perseguição contra LGBTs na Chechênia.




Angela Merkel pressionou Vladimir Putin pelo fim da perseguição contra pessoas LGBT na Chechênia durante um evento para a imprensa transmitido ao vivo na TV nesta terça-feira (2). Com o presidente russo ao seu lado, a chanceler alemã afirmou ter conversado com o chefe de estado sobre os relatos de prisão, tortura e morte de LGBTs na república da Federação Russa.

"Destaquei mais uma vez o quão importante são as demonstrações de direitos na sociedade civil e como é importante o papel das organizações não governamentais. E, particularmente, [argumentei] que estamos recebendo relatos da forma como a população gay está sendo tratada na Chechênia. Pedi a Putin que use sua influência para proteger os direitos das minorias", afirmou a chanceler.

Sobreviventes de uma espécie de "campo de concentração" montado na Chechênia relataram ao jornal "Novaia Gazeta" que as autoridades deram início a um projeto para eliminar a comunidade LGBT do país, onde ser LGBT é considerado um crime passível de morte.

Vladimir Putin recebeu em Sochi a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, para discutir os conflitos de Síria, Ucrânia e Líbia, entre outros assuntos.

O presidente da Chechênia, que afirmou não haver cidadãos LGBT, e Putin negam as acusações.

Polícia chechena é acusada de dizer que pais devem matar filhos gays


Sobrevivente de campo de concentração acusa polícia de mandar os pais matarem filhos homossexuais


Segundo um sobrevivente de um campo de concentração, policiais teriam afirmado que matar filhos gays é uma questão de "honra"

De acordo com um relato de um sobrevivente, a polícia da Chechênia emitiu um aviso arrepiante para os pais de homens gays. Ele afirma que as autoridades instruíram os pais na região a assassinarem os próprios filhos gays por "honra", e os está ameaçando com os dizeres "Ou você mata, ou nós matamos".

O homem, cuja identidade foi protegida para a própria segurança, afirmou ao canal de notícias “França 24” que ele conseguiu escapar de um dos campos de concentração para homossexuais montados pelas autoridades chechenas. A polícia  orientou que os pais de homens gays "resolvam isso" e que, caso contrário, as autoridades intervirão na questão. De acordo com o sobrevivente, os policiais chamam isso de “limpar sua honra com sangue”.

É como quebrassem cada osso do corpo, diz homem sobre tortura na Chechênia.

O sobrevivente diz ainda que os policiais deram aos membros da família um ultimato. "Eles torturaram um homem por duas semanas [então] eles convocaram seus pais e irmãos para que todos fossem até lá. As autoridades disseram a eles: 'Seu filho é um homossexual, resolva ou faremos nós mesmos'", conta.  A vítima acrescenta que os homossexuias sempre foram perseguidos, mas nunca dessa maneira. "Agora eles prendem todos. Eles matam pessoas, fazem o que quiserem”, afirma.

Campo de concentração na Chechênia.

No início de abril, o portal de notícias russo "Novoya Gazeta" denunciou a criação de um campo de concentração para homossexuais. Um dos que escaparam disse que os prisioneiros foram espancados para forçá-los a revelar outros membros da comunidade gay.  Outro prisioneiro que fugiu disse que, antes de ser preso em um desses campos, tinha sido obrigado a pagar subornos de milhares de rublos a cada mês para poder sobreviver.

O porta-voz do governo, Alvi Karimov, negou a informação, argumentando que não existem homossexuais na região. "Você não pode prender ou reprimir pessoas que simplesmente não existem na república. Se essas pessoas existiam na Chechênia, a polícia não teria de se preocupar com elas, porque seus próprios parentes os teriam mandado para onde nunca poderiam retornar".

Estudantes pedem para serem presos em apoio a soldados perseguidos por serem gay.


Soldados suspeitos de serem gays foram expostos por meio de aplicativos de namoro


De acordo com o grupo Military Human Rights Center for Korea (Centro Militar de Direitos Humanos da Coréia, em tradução livre), o general Jang Jun-kyu, chefe de estado-maior do exército na Coréia do Sul, lançou um "processo de rastreamento" para encontrar soldados suspeitos de serem gays por meio de perfis falsos em aplicativos de namoro.

Um cartaz apareceu em uma instituição da Coreia do Sul, a Sungshin Women's University, com a seguinte frase: "Se os militares gays são criminosos, então os casais de mulheres universitárias também são criminosos. Então, prenda-nos também”.

Outro cartaz colado na universidade fazia menção a um concorrente à presidência do país, Moon Jae-in, um ex-advogado de direitos humanos. Ele chocou os simpatizantes quando declarou que se opõe à homossexualidade.  "Eu tive de ouvir o candidato presidencial que é provável que ganhe a eleição dizendo: 'Eu não apoio a homossexualidade, mas não deve ser punido. Mas não promulgo legislação anti-discriminação'", dizia o cartaz.

Embora a relação sexual entre pessoas do mesmo sexo não seja ilegal no país, o exército mantém um código de conduta que proíbe a homossexualidade entre militares . Além disso, o serviço militar é obrigatório no país. Sob a lei sul-coreana, um soldado que comete "sodomia" ou "outra conduta vergonhosa" pode enfrentar até dois anos de prisão.

Entenda o caso.

O general Jang Jun-kyu iniciou, na Coréia do Sul, um "processo de rastreamento" para encontrar suspeitos de serem homossexuais. Isso incluiu a criação de perfis falsos em aplicativos de namoro para rastrear combatentes homossexuais e depois expô-los.

Acredita-se que o processo tenha identificado 50 soldados, 20 dos quais agora enfrentam acusações sob as leis militares anti-homossexualidade do país. Vários combatentes relataram terem sido expulsos e punidos como parte da caça, de acordo com o grupo.

Dono de Funerária dos EUA se nega a cremar corpo de idoso gay.




Você já imaginou se uma Funerária desistisse de oferecer seus serviços, depois de tudo acertado, porque descobriu que o morto tinha sido gay em vida? Pois essa é uma história real e aconteceu no Sul do estado do Mississipi, nos Estados Unidos. Robert Huskey, 86 anos, era casado com John Zawadski antes de falecer em maio do ano passado. A família do morto contratou os serviços de cremação da Picayune Funeral Home. Estava tudo certo para a empresa agilizar o processo de cremação do corpo, só precisava da documentação de liberação. Quando recebeu os documentos pelas mãos do sobrinho do falecido, o dono teria notado que o morto era casado com um homem e teria dito que não lidavam com “esse tipo de gente”. 

O episódio foi denunciado para a “Lambda Legal”, uma instituição sem fins lucrativos que atua na defesa dos Direitos LGBTs. A empresa foi acionada por uma ação da ONG e negou todas as acusações. A acusação é por quebra de contrato, representação negligente e agressão emocional intencional. O processo pede uma indenização por danos morais. O estado do Mississipi contou com uma legislação que protege donos de negócios de se recusarem a atender clientes LGBTs, entretanto, a lei está suspensa pelas cortes do estado. 

Ator pornô é considerado culpado pela morte de companheiro rico.




Um ex-astro do pornô gay, que trabalhou para sites como Sean Cody, Mormon Boyz, e Cocksure, foi condenado pelo assassinato do seu parceiro mais velho e rico, com o objetivo de receber a herança. De acordo com o jornal The San Diego Tribune, David Enrique Meza, de 26 anos foi considerado culpado, na última segunda-feira, pela morte de Jake Clyde Meredino, de 52 anos, em maio de 2015, no México. Agora, no aniversário de dois anos da morte de Meredino e depois de uma semana de deliberação, Meza foi considerado culpado pela morte do parceiro e ainda condenado por tentativa de obstrução da lei. Enquanto sua namorada foi sentenciada por ser cúmplice do esquema. As sentenças finais foram marcadas para o dia 7 de agosto. 

O laudo aponta que Meza teria levado Meredino, com quem mantinha um relacionamento há 2 anos, para a beira de uma estrada e esfaqueado ele pelo menos 24 vezes no estado de Baja Californica. Logo após, o ator foi visto cruzando a fronteira do Estados Unidos com uma noiva grávida. A herança que receberia do companheiro seria de pelo menos 3 milhões de dólares.  Quando foi procurado pela corte mexicana, Meza afirmou que estaria visitando um amigo chamado “Joe”, nos Estados Unidos, entretanto, o álibi se provou falso. Mais tarde, ele deu um depoimento que teria levado o ex-companheiro, cujo relacionamento já durava dois anos, para o local a fim de roubar seu equipamento de rádio. Tendo desistido, teria abandonado ele e fugido com sua bicicleta.


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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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