Slide 1 Slide 2 Slide 3

HOMOSSEXUALIDADE

O que você acredita faz a sua vida.

 
Resultado de imagem para IMAGEM : CRENÇA
 

Qual a diferença entre o gay enrustido, o gay assumido e o homossexual que não dá crédito à ideia de ser gay? Todos, em algum nível, possuem desejos por outro do mesmo sexo e poderia dizer que o gay enrustido é aquele que prefere não assumir e, talvez, nem realizar suas vontades com um outro do mesmo sexo. O gay assumido é aquele que em algum nível, afetivo, sexual e/ou social, pratica seus desejos afetivos, sexuais e/ou sociais como gay. E o homossexual que não se considera gay é aquele que, apesar de ter desejos por outro do mesmo sexo, identifica-se pouco ou nada com a ideia que cria sobre um indivíduo gay. Explicações resumidas e triviais, quase que reducionistas, mas que funcionam para contextualizar este post.
 
O fato é que a crença – não me refiro a nada religioso propriamente, mas sim, a tudo aquilo que uma pessoa acredita – determina, dá os contornos e configura o próprio indivíduo. O documentário “Quem Somos Nós” orienta o espectador a entender um pouco mais sobre o Poder das Crenças. Com base científica, mais precisamente sob os conceitos da física quântica, o ser humano determina suas certezas, segue por elas e, o mais audacioso de tudo, é capaz de tranformar, modificar e modelar suas verdades a cada encontro com a maior consciência.
 
Em uma das sessões de mentoria e coaching, meu aprendiz / coachee trouxe o tema da religião e o quanto o Cristianismo e o Espiritismo estão presentes em sua vida. Costumo dizer que uma sessão é sempre de ganho mútuo, para mentor e aprendiz, para coach e coachee. Tive alguns insights sobre aquele momento em que discursávamos sobre a existência de espíritos e o quanto poderiam nos influenciar e trago algumas reflexões por aqui sobre a força de nossas crenças.
 
Sob todos os conceitos, valores, significados, análises e constatações que formam o documentário, tive uma experiência há mais de uma década, quando por intermédio de um amigo – e junto com ele – fui receber uma espécie de passe de um tipo de “Mãe de Santo”. Sempre me chamou a atenção a diversidade religiosa existente no Brasil, dos símbolos e significados dos Orixás, à filosofia do Budismo. Ele já havia comentado sobre um tratamento que aquela senhora havia realizado, quando do peito do meu amigo, sem que a religiosa encostasse, brotou um coágulo de sangue, fluído que – segundo ela – se não fosse retirado da região de seu coração, traria problemas cardíacos no futuro.
Fiquei cheio de curiosidade sobre aquele “poder” e não hesitei quando o convite veio. Chegamos na casa da mulher e, ao entrar em sua sala, uma assistente me passou um copo com água, pediu para que eu segurasse durante a sessão e se retirou. A Mãe de Santo econtrava-se sentada em um tipo de altar simples encostado a uma das paredes, com diversos objetos e símbolos colados a sua volta. Nada que representasse uma única religião propriamente ou que realmente me recorde.
 
Apenas a cumprimentei e permaneci calado. Me posicionei ao centro da sala e ela veio até a mim. A uma distância de meio metro, ela ergueu sua palma da mão e ia de cima abaixo me circundando. Em determinado momento, ela me virou de costas, deu um leve toque na minha cabeça e – de repente – ouvi um estalo. Rapidamente, ela jogou uma vela vermelha, ainda com o pavio intacto, dentro do copo de água, aquele que eu segurava com as duas mãos na altura do meu peito.
 
Surpreendente. Em nosso entorno não havia absolutamente nada, sala vazia a exceção de seu altar há 3 metros de distância. Ela estava descalça e vestia apenas um vestido fino com tonalidade bege.
A senhora me virou novamente para frente do altar e sentou em sua poltrona.
 
– Filho, você tem muitos problemas com seu pai. E vejo que a energia dele não está boa, não. Ele é uma pessoa com pensamentos confusos, é uma pessoa de temperamento difícil, sofre muito… ele já foi muito ruim em outras vidas. Vou fazer umas coisinhas para mudar um pouco isso.
 
Depois daquele incidente, da materialização da vela e da capacidade daquela senhora captar as rusgas que havia entre eu e papai, busquei entender um pouco mais de tudo aquilo, algo que o documentário citado neste post sugere de maneira simples e científica. O meu encontro com esse vídeo viria muitos anos depois do “passe” o qual eu havia tomado, mas lembro que – vendo os primeiros minutos do documenário – veio a minha lembrança aquela situação com a “Mãe de Santo”.
 
Em linhas gerais, o poder das crenças funciona da seguinte maneira, adaptado aos três exemplos da homossexualidade:
 
– Sou gay e enrustido porque eu acredito que o peso da rejeição, repulsa e decepção ao meu entorno será uma avalanche. Tenho medo por ser gay. E assim, segundo a física quântica, será;
 
– Sou gay e assumido porque eu acredito que me permitindo viver minha afetividade, sexualidade e socialização, em diversos níveis, serei mais feliz. E assim, segundo a física quântica, será;
 
– Sou homossexual e não consigo me “rotular” como gay porque não me identifico com nada do que é essa coisa de gay. E assim, segundo a física quântica, será.
 
No livro “O Poder do Hábito” de Charles Duhigg, a neurociência deixa seus contornos e explica que nossos hábitos – incluindo daquilo que pensamos – são gravados em uma parte do cérebro chamado gânglios basais e reforça, por intermédio de outros argumentos científicos, que somos totalmente capazes de transformar os mesmos. Os neurônios modificam suas conexões e posições a cada mudança de hábito.
 
Se o medo por aquelas energias ou espíritos que nos fazem mal é mais forte e presente do que a crença nas energias ou espíritos que nos fazem bem, segundo a física quântica, assim será. Para essa ciência, tudo é energia – prótons, elétrons, neutrons, neutrinos, etc. – e somos dotados da capacidade de modelar essas energias em nosso cérebro por intermédio do poder de nossas crenças. Capazes, inclusive, de transformar, moldar ou deformar cristais de água pela expressão de algum sentimento, raiva, rancor, amor, alegria, etc.
 
Antes de sair da sala do passe, questionei a senhora:
 
– O que representa essa vela vermelha?
– É inveja, filho.
 

 

PERGUNTAS & RESPOSTAS


Meu gaydar apita para um cara no trabalho.


Tem uma cara lá no meu trampo que tá me despertando algumas perguntas:

A 1ª é: Ele é mesmo gay?? O meu gaydar apita muito quando vejo ele, mas não tenho coragem pra perguntar nem diretamente pra ele nem para os colegas de trabalho dele. Só pra explicar é uma repartição pública. Eu trabalho em uma diretoria e ele em outra, é no mesmo andar e a gente tem algum contato.

O problema é o seguinte: quase todo dia ele chega na mesa das minhas colegas de trabalho que se localizam ao meu lado e ele fica puxando assunto comigo, no começo eu nem tava dando importância mas depois fui reparando como ele fazia o meu tipo [ele é gordinho e barbudinho, adooooooro ursos]. Queria uma dica pra TER CERTEZA QUE ELE É GAY MESMO!

Aí vem outra questão: se for mesmo, ele tá afim de mim? Mas independente disso [eu tô afim dele] sou meio tímido, como “chegar” nele de um jeito apropriado!!

Espero que respondam minha[s] pergunta[s] e queria pedir desculpas pelo texto, realmente confesso que não tenho boa redação =/

Bjksss a todos!

Gabriel, 22 ano – Via E-mail

~*~

Primeiramente é IMPOSSÍVEL ter 100% de certeza se um cara assim é gay. Você só terá essa certeza se perguntar diretamente para ele, mas acho que não é isso que você quer, né??? Então vamos ao Plano B: Puxe assunto com ele sobre quais baladas frequenta. Se ele falar alguma baladjeeenha gay, é porque ele sacou o que você quer saber. Se você for assumido em seu trabalho, fica um pouco mais fácil, porque você pode conversar abertamente sobre assuntos ‘gays‘ com ele e pescar as resposta.

Olha, pelo que você falou EU acho que ele é gay sim e tá afim de você. Ainda mais porque ele fica puxando assunto com você toda hora que vai para perto, etc. Já te convidou para almoçar??? Fica te olhando, ou algo mais??? Se a resposta for sim… Querido, pega logo esse menino que ele tá te dando sopa demais.

Sempre que precisar, só mandar e-mail, viu???

BEIJOS.

~*~

Entre a namorada e o tal carinha…





“…O caso é o seguinte: Tenho namorada, gosto dela, mas tenho uma atração muito grande por homens! Eu custei muito a acreditar, na verdade eu n queria q estivesse acontecendo comigo… ja me questionei muitas vezes… com tantas pessoas por aí, pq EU?

Hj eu me sinto dividido, pq gosto de minha namorada, mas tow afim de um carinha…. eu nunca tive relação com outro homem, tenho curiosidade, mas ao mesmo tempo tenho receio, medo, um monte de coisa junta… odeio pensar q posso magoar alguém… mas a cada dia a vontade de experimentar é cada vez mais forte e eu luto insistentemente contra isso…n quero aceitar, n acredito que isso seja verdade… não sei mais a quem recorrer, ou mesmo o q fazer… tenho medo de perder a atração por ela….

Sempre fui muito centrado e decidido…mas agora me sinto perdido em meio as emoções que tomam conta de mim nesses tempos… Eu não quero me tornar um adulto frustrado, por n seguir a minha vontade ou deixar a mina emoção falar….sempre fui movido pela RAZÃO.

Nunca tive preconceito, tenho amigos que são gays….  hj me considero Bissexual…se é que existe diferença!( desculpem a minha ignorância)…

O que será que eu posso fazer..tenho 20 anos e  n estou mais na fase de adolescência, onde tudo é descobrimento….preciso decidir a minha vida… me ajudem..que conselho vc’s me dão?

Em relação a minha namorada e ao carinha q fiquei afim….eu acho q ele é Bi tbm…n sei… tbm n consigo identificar…rsrssr…Help please!

Espero que possam me ajudar!”.

Abraços,

Gui – RS.

~*~

Gui, muita calma nessa hora. Uma coisa de cada vez. Em primeiro lugar: ter 20 anos não é sinônimo de ser velho. A sua vida você constrói todo dia. Não é obrigado a tomar decisões agora e continuar com elas pelo resto dos dias. Nosso caminho a gente escolhe. 

Segundo: ter desejo por outro homem não é o fim do mundo. Sabe que na Grécia antiga os homens mais velhos tinham relações com homens e mulheres? A Bissexualidade era normal. Infelizmente a sociedade não aceita que se tenha relação com duas pessoas ao mesmo tempo. Independente disso, não acho certo trair sua namorada com esse carinha.

Não é errado satisfazer seus desejos sexuais, contanto que não engane ninguém, não machuque ou force outra pessoa para te satisfazer. 

Não acho que deixará de sentir atração pela sua namorada. As coisas não funcionam assim. Pelo que entendo, o Bissexual não se importa com o sexo da pessoa, se prende ao que a pessoa pode oferecer num relacionamento. O prazer sexual é um “plus” nessa relação. Então, se você gosta da sua namorada, continue com ela. Veja até que ponto sua relação com ela é satisfatória. Se não funcionar, daí você tenta alguma coisa com um homem. Não é porque sente atração por esse cara em especial que não sentirá atração por nenhum outro cara. Faça o que é mais correto. Segure a onda, não traia sua namorada com ele. Até porque tu nem sabes se o cara curte homens também.

Confie, se essa atração por homens for realmente muito forte, chegará um ponto em que não conseguirá continuar nessa relação com sua namorada, você vai terminar e partir pra outra experiência. Digo isso porque você parece ser do tipo de cara que gosta das coisas corretas e que usa a consciência pra tomar decisões.

Só mais uma coisa, ter desejos por homens e mulheres não é “provação” sua. Como disse, na Grécia antiga já rolava… Simplifique sua vida e não fique se remoendo. Se permita mais e se censure menos quanto a isso. E claro, se resolver terminar com a menina pra experimentar ficar com outro cara, faça isso da maneira correta. Sente e converse com ela.

Sua situação é confusa porque você quer tudo pra ontem. A vida não termina amanhã, meu lindo. Respire fundo e continue usando a razão pra nortear suas decisões, mas nunca esqueça de consultar o coração antes de bater o martelo.

Bjos.

Poderá gostar também de:
Postado por Andy | (0) Comente aqui!

0 comentários:

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...