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MINHA VIDA GAY

Filho de Edmundo e modelo conta que sofreu exorcismo por ser gay.

 
Alexandre Mortagua assumiu a homossexualidade aos 14 anos.


Atualmente com 22 anos, o filho do ex-jogador Edmundo e da modelo Cristina Mortagua, o cineasta Alexandre Mortagua revelou ao colunista Paulo Sampaio do UOL que a mãe tentou curá-lo por meio de um ritual evangélico ao descobrir que ele era gay.

"Foi muito cena de filme", conta Alexandre. "Ela era megaevangélica, rolou um princípio de exorcismo. Quando eu cheguei em casa, já tava tocando um gospel estilo Ludmila Feber (cantora evangélica). Então, minha mãe quis ungir minha testa com óleo, sabe?, essas palhaçadas que esses pastores inventam pra ganhar dinheiro", lembra.

O cineasta lembra que tinha 14 anos à época e havia fugido para a casa do primeiro namorado, que morava em Petrópolis, na região serrana do Rio. Cristina descobriu, ligou pra mãe do garoto e foi buscar o filho. Ele lembra ainda que teve que se mudar do Recreio dos Bandeirantes, zona oeste do Rio, onde morava com Cristina, para a casa da avó, dona Neide, no subúrbio de Vila Valqueire, onde ficou até os 16 anos.


Alexandre e a mãe Cristina Mortagua

“Minha mãe queria que tudo seguisse um padrão de perfeição absoluto, nossa casa era toda branca, tudo, tudo. Ela precisou abrir mão de uma porção de certezas para me aceitar e ser feliz. Eu dou graças a Deus de ter tido a oportunidade de me livrar cedo dessas certezas (assumindo a homossexualidade). É uma batalha grande contra o ego", revela.

Na entrevista, Alexandre Mortagua conta que não tem contato com o pai desde os 4 anos e que não sabe se ele aceitaria ou não sua homossexualidade.

"Realmente, não tenho contato com ele. Sei que é meu pai. Mas quando penso nele, eu não ouço uma voz, não sinto um cheiro, nada. Não que ele não seja nada. É meu progenitor. Massa. Mas não me vem nada", explica. "Uma vez eu o vi em um programa de TV dizendo que você pode ser o que for, agir como quiser, desde que coloque terno e gravata em uma reunião de trabalho", lembra.

Casal de lésbicas comemora trigêmeos após mãe ouvir que não poderia engravidar


O casal comemora a chegada dos três filhos


Depois de cinco anos de tratamento de fertilização, o casal recebeu a notícia de que uma das mães estava grávida; veja os detalhes dessa história

Após receberem a notícia de que talvez nunca pudessem ter filhos, um casal de lésbicas está comemorando a chegada de seus trigêmeos. Megan Taylor, de 28 anos, e Joy Stevenson, de 48 anos, ficaram felizes depois que cinco anos de tratamento resultaram no nascimento dos filhos.

O casal , de Ilkeston, na Inglaterra, está junto há oito anos. Elas começaram a planejar ter uma família 2012, mas Megan chegou a ouvir de médicos que não poderia engravidar por causa de seu peso. Depois de perder mais de 30 kg, a primeira rodada de tratamento de inseminação em Megan resultou em um aborto. No entanto, alguns meses depois, ela fez uma segunda rodada e descobriu que estava grávida em outubro do ano passado.

A bolsa de Megan estourou três semanas antes do dia planejado para o parto. “Fiz bem em carregá-los por oito meses, o que é muito bom para trigêmeos”, afirma Megan para o portal de notícias britânico “Derby Telegraph”.

Ela foi levada ao hospital por ambulância e os médicos queriam que ela tentasse continuar a gravidez até que ela tivesse 35 semanas. Mas depois que ela teve um sangramento, ficou decidido que ela realizaria uma cesariana de emergência. Bobby foi o primeiro a nascer, às 18h30, seguido em poucos minutos por Nancy. Maggie foi a última a nascer.

Vida em família.

Megan, que agora é mãe em tempo integral, diz que os filhos estão bem depois de toda a situação. “Maggie era a menor. Ela estava dobrada sob minha costela. "Bobby é mais bravo do que as meninas - ele parece chorar mais. As garotas fazem caras engraçadas com seus pequenos lábio”, conta a mãe, encantada com os bebês. Elas tiveram noites sem dormir, mas Megan afirma que tudo vale a pena. "Eu apenas não consigo acreditar no quanto eles estão bem”.

Joy disse a maternidade é um sonho que virou realidade para o casal. “Temos esperado muito tempo para ter uma família e ter três bebês é incrível”, afirma a outra mãe. “Não podemos acreditar. Nós só olhamos para eles - nós não assistimos mais à televisão. É maníaco, mas está tudo bem”, brinca. 

Jogadores de time italiano ganham atenção por postarem fotos sugestivas.




O lateral direito Patric Gabarrón e o atacante Keita Baldé, do Lazio, da italiana não estão nem aí para as fofocas. Inseparáveis, eles postam fotos para lá de fofas que vem ajudando a quebrar a homofobia no mundo do futebol.

De mãos dadas na piscina, beijos e abraços durantes os jogos, eles são inseparáveis e lindos. Até post com coração e frases como “Te quero” eles postam. Quando começaram a falar que eram um casal, entrou outro amigo na jogada e os incomodados de plantão surtaram.



Parece que eles não estão nem aí para quem decide se preocupar com a vida alheia e estão certo os rapazes. Fofos demais.

Mau gosto- Pegadinha homofóbica é execrada e espanta anunciantes na França.


O apresentador francês Cyril Hanouna


Ao contrário da televisão brasileira, que já demonstrou em mais de uma oportunidade ser homofóbica, uma atração da televisão francesa está sendo severamente condenada por ter agido de forma preconceituosa.

No último dia 18, o apresentador do programa “Touche Pas à Mon Poste”, Cyril Hanouna, decidiu fazer uma “pegadinha” que causou uma enxurrada de críticas devido o seu teor homofobico.

A produção do programa fez um anúncio falso, voltado para gays, em um site de relacionamentos. Na foto, um homem sem camisa que dizia, na descrição, ser “esportivo e super bem-dotado”. Havia também um telefone para contato.

Porém, as ligações foram feitas para o apresentador atender, ao vivo e em horário nobre. Enquanto o público da atração ri enquanto acompanha os diálogos (marcados por palavras obscenas, segundo o site RFI), Hanouna gesticula e fala ridicularizando homossexuais e reforçando diversos estereótipos.

Responsável pelo projeto de lei que, em 2013, aprovou o casamento gay no país, a ex-ministra da Justiça Christiane Taubira se manifestou:

“Podemos rir de tudo. Mas pisar em cima da dignidade alheia é outra coisa. Tolerar uma discriminação justifica todas as outras. #stophomofobia”.

Max Emerson, o modelo usado na imagem, disse que a sua imagem foi usada para humilhar as pessoas, segundo o mesmo site. De acordo com uma associação que auxilia vítimas de homofobia, uma das pessoas que ligou para o anúncio falso acabou expulsa de casa após ser reconhecida.

O Conselho Superior do Audiovisual, que regula a programação de TV e rádio na França, afirmou que a pegadinha “chocou particularmente os telespectadores e as associações de defesa dos direitos LGBT”.

Anunciantes

Várias empresas informaram que não querem mais anunciar os seus produtos no programa.

Entre elas, a grife Chanel, a empresa de artigos esportivos Decathlon, a empresa de ferramentas Bosch e a operadora de telefonia Orange.

“É a maior punição. A sanção econômica do canal é sem dúvida algo que pode deter esses absurdos”, disse à RFI François Jost, professor de Comunicação da Universidade Sorbonne Nouvelle, em Paris.

“O incidente mostrou o progresso da nossa sociedade. Há 10 anos esse tipo de piada não teria provocado tanta desaprovação. Teria divertido alguns, e até alguns gays a teriam achado engraçada”, disse à mesma reportagem o editor Ilias Pétalas.




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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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