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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Ana Brnabic, uma lésbica é nomeada primeira-ministra na Sérvia.

 
Ana Brnabic foi nomeada primeira-ministra da Sérvia nesta quinta-feira (15).
 
 
O presidente sérvio, Aleksandar Vucic, nomeou nesta quinta-feira (15) para o cargo de premiê Ana Brnabic, a primeira mulher no cargo na história do país e que, além disso, é assumidamente lésbica.
Brnabic, de 41 anos, era até então ministra da Administração Pública. "Decidi propor ao parlamento da Sérvia Ana Brnabic como primeira-ministra designada" explicou o presidente Vucic aos jornalistas. "Ela possui as qualidades pessoais e profissionais para exercer essa função", acrescentou.
Foi Vucic, quando era primeiro-ministro, que convidou Brnabic a assumir funções políticas, em agosto passado.
 
Nascida em Belgrado e diplomada pela Universidade de Hull, antes de desembarcar no governo sérvio atuava na direção de uma associação mista, privada e pública, estabelecida em 2006.
A Sérvia é um país conservador, no qual as Paradas do Orgulho LGBT são realizadas anualmente sob proteção policial.
 
Apesar de há alguns anos transcorrerem em calma, em 2010 a violência de extremistas hostis à realização do evento deixou mais de 150 feridos, em sua maior parte policiais.

Caso de professor morto em Curitiba expõe crime comum contra não assumidos.

 
 
 
Gabriel Mateus Belinski, 21 anos, atraiu o professor de Biologia da rede pública Flávio Ávilla, de 53 anos, até a sua casa no bairro do Boqueirão onde ele e um menor mataram o docente no último dia 06, terça-feira. O corpo foi encontrado às margens da BR 277, em São José dos Pinhais, na sexta-feira, três dias após o crime. Assassino e vítima viviam vidas duplas, expostas após o crime. 
 
A polícia chegou aos assassinos depois que a esposa do rapaz confirmou que o marido estava dirigindo um veículo Captur prata sem placas, qual acreditava que era alugado. Ao ser questionado, o homem confessou ser o carro roubado da vítima e o crime. Ele então levou os policiais ao local de desova do corpo e apontou o menor que, segundo ele, matou o professor a facadas.
 
O crime de latrocínio, roubo seguido de morte, é comum contra pessoas que escondem a sua sexualidade. A exposição da vítima após a morte, e de sua família, a qual a vítima passou a vida tentando preservar, é outro desfecho trágico para esse crime. Ainda, 37% dos homicídios dos crimes contra LGBTs são cometidos a facadas.  A profissão de professor também é a ocupação que mais aparece entre as vítimas homossexuais. Garotos de programa ou jovens estão entre os autores de maioria dos crimes contra homens gays, segundo dados do relatório de crimes contra LGBTs do Grupo Gay da Bahia, que aponta ainda os jovens como maiores vítimas destes crimes.
 
O criminoso se apressou a afirmar para a imprensa que não tinha envolvimento sexual com a vítima e a apontar o menor como culpado pelo crime. Segundo o acusado, o professor o chantageava e ele não tinha intenção de matar a vítima, apenas roubá-la. Estas são outras características de crimes como estes, que reforçam como a homofobia e a autorrejeição, em ambos os casos, levam pessoas à marginalidade. Segundo o rapaz, ele desconhecia que o professor tinha família. Para a polícia, os dois já se conheciam há pelo menos três meses e o excesso de confiança da vítima no criminoso o levou para a morte. 
 

Conheça o app que reúne leis e ainda ajuda a fazer denúncias de homofobia.

 
 
 
Um casal de namorados foi jantar num restaurante, em Fortaleza. Durante a refeição, os dois resolveram segurar as mãos como sinal de afeto. Eis que o gerente do recinto pediu para que os dois se retirassem do local por se tratar de um “ambiente familiar”. Essa história aconteceu com dois amigos de Ítalo Alves, um dos quatro criadores do aplicativo TODXS, uma plataforma que promete proteger de qualquer situação infame, como o episódio relatado.
 
Até nos dias de hoje, é impossível encontrar alguém da comunidade LGBT que não tenha passado por algum desconforto. Seja na escola, na rua, no trabalho – não importa o local –, o preconceito, infelizmente, ainda rola solto. Só que se a educação alheia não dá conta, a legislação, em alguns casos, não falha. Em Fortaleza, por exemplo, existe uma lei (8211/98) que penaliza estabelecimentos comerciais que pratiquem discriminação a clientes com base em sua orientação sexual. Talvez se o casal de amigos acima soubessem disso, eles não teriam saído do restaurante sem motivos.
Foi aí que o Ítalo e mais três amigos decidiram criar a startup sem fins lucrativos com o objetivo de coletar e processar dados sobre a população LGBT no Brasil e, de quebra, lançar a partir dela o aplicativo. E a gente tem dizer que, bem, amamos.
 
A primeira qualidade da plataforma é que ela reúne leis específicas à comunidade LGBT – dá para consultar por palavra-chave, Estado ou tema. Além disso, ainda existe uma aba que mostra organizações representativas ou de apoio aos gays e, uma outra, que permite a denúncia sobre agressões (físicas ou verbais) e avaliação do atendimento policial.
 
Essa última qualidade, que permite denunciar abusos, não tem poder legal, mas servirá como base de dados para a criação de um panorama nacional de discriminação à comunidade LGBT. “Coletar dados é o primeiro passo. Nosso objetivo é inspirar ações, criar uma rede de pessoas que utilizará essas informações como base para suas iniciativas locais, e trabalhar coletivamente com tais indivíduos para que possamos criar a estrutura legal e o ambiente amigável para o progresso dos direitos humanos LGBTs no Brasil”, conta Ítalo.
 
No começo do mês o aplicativo ficou disponível para Android neste link aqui:
 
 
E, nesta semana acabou de ser lançado para o IOS, na Apple Store, para baixar basta clicar neste endereço( https://itunes.apple.com/br/app/todxs/id1247246013?l=en&mt=8 )! Vamos divulgar para que o número de vítimas de preconceito seja cada vez menor.
 
"Todxs” – para todos ou todas, etc. – é palavrinha do momento para inclusão de gêneros e batiza, na verdade, algo muito maior que app: é tipo uma startup, tipo uma ONG e a missão é clara: empoderar nossa comunidade em tempos que parecem tão difíceis, não é? Para saber mais navegue no site deles, que tem tudo detalhado neste endereço. Download já!

Parada do Orgulho LGBT revive clima de carnaval em São Paulo.

 
 
 
SÃO PAULO - A capital paulista reviveu uma tarde de Carnaval neste domingo, 18, durante a Parada do Orgulho LGBT. Seja a garrafa de catuaba na mão, a purpurina no rosto ou a fantasia de unicórnio e os maiôs, ao menos algum desses itens da folia de rua está presente em todos os grupos de amigos que acompanham os trios elétricos que ainda desfilam nesta tarde na Rua da Consolação, lotada. A diferença mesmo é a presença das bandeiras de arco-íris, símbolo do Orgulho LGBT.
A diversidade está no público e também nos sons dos trios. Além do axé de Daniela Mercury, que cantou ao vivo, os trios tocam sertanejo, samba, funk ("Deu Onda", sucesso do último Carnaval) e príncipalmente música eletrônica.
 
 
 
Vinda do Ipiranga com amigos, a estudante Letícia Dantas, de 22 anos, diz que veio para aproveitar a festa com o mesmo espírito com que foi ao carnaval. "Tem a parte política, lutar contra o preconceito, criminalizar a homofobia. Mas lógico que tem a festa também, que é muito legal", disse a jovem.
Assim como no carnaval, foi possível observar com facilidade nas calçadas pessoas passando mal pelo excesso de bebida. Uma tenda para atendimento de quem exagerou estava montada na entrada do Cemitério da Consolação, mas os funcionários não quiseram dar o número de atendidos.
Por outro lado, havia também muitos curiosos que foram só acompanhar a festa. "(A Parada) é uma festa, mas também é para levar a mensagem da tolerância, do respeito. Por isso que a gente trouxe ele", disse a professora Marta de Souza, de 39 anos, se referindo ao filho de 5 anos — que estava vestido com uma camiseta do filma Mulher-Maravilha e brincava com uma menina do mesmo tamanho e fantasia de princesa.
 
Uma queixa foi a curta duração do show da cantora Anitta. "Não vim aqui 'só' para ver a Anitta, mas queria ter visto ela também", contou o analista de cobrança Rubens Lima, de 27 anos. A cantora apresentou duas músicas em um dos trios no começo da tarde e depois saiu. No Twitter, disse que a divulgação de sua participação estava incorreta.
 

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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