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NOTICIAS DO MUNDO GAY

#kiss4LGBTQrights: Pessoas estão publicando fotos de beijos contra à homofobia na Rússia.

 
Foto da campanha #kiss4LGBTQrights divulgada no Twitter
 
 
Se na Rússia lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e intersexuais não pode se manifestar por medo de represálias do Governo de Vladimir Putin, o resto do mundo pode se manifestar por eles. Esse é o objetivo da campanha #kiss4LGBTQrights, difundida no Twitter e no Instagram com o objetivo de fazer chegar à Rússia fotos de casais do mesmo sexo se beijando.
 
A campanha, iniciada pela Ssex Boxx no Brasil, consiste em fazer uma foto própria numa manifestação de orgulho LGBT em qualquer lugar do mundo e geolocalizá-la como se tivesse sido tirada em Moscou ou em outras cidades onde a marcha é proibida. O coletivo LGTBI+ de Nova York se juntou ao movimento para conseguir viralizá-lo em escala global.

“Na Rússia, as pessoas são presas por expressar suas preferências e identidades”, afirma a Ssex Bbox, condenando as 18 detenções de pessoas por “protestar contra os campos de concentração de homossexuais na Chechênia”. “Por isso, precisamos nos unir e ajudar a acabar com essa injustiça. Invadiremos o Kremlin com o maior beijo digital do mundo”, anuncia.

Câmara derruba decreto que regulamenta lei que pune LGBTfobia no DF.

 
 
 
A Câmara Legislativa do Distrito Federal derrubou nesta segunda-feira (26) o decreto que regulamenta a lei 2.615 de 2000 que pune atos de LGBTfobia. O placar foi por 9 a 6 pela derrubada da regulamentação, com 2 abstenções.
 
Em nota, o governo disse lamentar e afirmou que vai recorrer da decisão da Câmara Legislativa. "Trata-se de uma atitude ilegal por invadir área jurídica restrita do Executivo, e que não encontra respaldo na realidade dos dias de hoje. O Estado tem que garantir a liberdade de expressão, de credo religioso e o direito de orientação sexual de cada cidadão, evitando qualquer tipo de preconceito e violência."
 
"O Governo de Brasília está seguro de que, mais uma vez, o Tribunal de Justiça reconhecerá a autonomia do Poder Executivo de regulamentar a legislação sobre este tema e de outros de interesse da sociedade", continou o GDF. Veja como votaram os deputados ao fim desta reportagem.
Os deputados apresentaram um projeto de decreto legislativo – de autoria dos deputados Rodrigo Delmasso, Julio Cesar e Bispo Renato, todos da bancada evangélica – que serviu para sustar o decreto do governador Rodrigo Rollemberg de sexta-feira (23). A justificativa apresentada é a de "proteção da família".
 
"A relação da família sempre teve grande importância no desenvolvimento da sociedade. O núcleo familiar, pais e filhos, são responsáveis pela forma como veremos o mundo no futuro. Não podemos permitir que a influência da família na sociedade seja desvalorizada, ela é quem define nossos princípios, o que entendemos por certo e errado e, principalmente, como nos relacionamos com os integrantes de outras famílias", argumenta o texto.
 
"A relação da família sempre teve grande importância no desenvolvimento da sociedade. O núcleo familiar, pais e filhos, são responsáveis pela forma como veremos o mundo no futuro. Não podemos permitir que a influência da família na sociedade seja desvalorizada, ela é quem define nossos princípios, o que entendemos por certo e errado e, principalmente, como nos relacionamos com os integrantes de outras famílias", continua.
 
Manobra
 
O instrumento usado para derrubar o decreto de regulamentação do governador é o mesmo que foi usado no começo do ano para suspender a alta das passagens de ônibus. Se o governo quiser reverter o quadro, pode entrar na Justiça. O caso será analisado pelo Conselho Especial do Tribunal de Justiça – a alta cúpula da Corte. Na época, os desembargadores deram ganho de causa ao governo, e as tarifas mantiveram o reajuste.
 
Veja como votaram deputados:
 
 
 

tivistas LGBT vão ao Ministério Público para reverter decisão da Câmara do DF.

 
Defensores de direitos humanos entregam representação ao Ministério Público.
 
 
Acompanhados da deputada federal Erika Kokay, defensores de direitos humanos entregam representação ao MPDF.
 
Ativistas LGBT acompanhados da deputada federal Erika Kokay entregaram ao Ministério Público do Distrito Federal (MPDF), nesta terça, uma representação pedindo que o órgão avalie a constitucionalidade do decreto da Câmara Legislativa, que derrubou a regulamentação da lei 2.615 de 2000, que pune casos de LGBTfobia no DF.
 
Para o presidente do Conselho de Direitos Humanos do DF, Michel Platini, a regulamentação é importante para assegurar os direitos da comunidade LGBT. “A democracia pressupõe o respeito e o encaixe de todos os segmentos vulnerabilizados. É inadmissível qualquer tipo de movimentação para retirar direitos”.
 
A representação foi recebida pela procuradora distrital de direitos do cidadão, Maria Rosinete Lima. A representante do Ministério Público afirma que mesmo que a lei não tenha sido formalmente regulamentada, em caso de discriminação, “o Distrito Federal pode sim aplicar as penalidades administrativas”.
 
O documento será encaminhado ao procurador-geral de Justiça, que deve avaliar a constitucionalidade da decisão tomada pela Câmara Legislativa do DF.

A Parada do Orgulho LGBT deste domingo (25) em Brasília reuniu 60 mil pessoas segundo a organização.

 
Michel Platini coordenador da Associação da Parada LGBTS de Brasília
 
 
De acordo com a Polícia Militar, não houve tumulto ou registro de ocorrência. Na 20ª edição, o tema deste ano foi "religião não se impõe, cidadania se respeita", em defesa do Estado laico.
 
“O estado laico deve ser para toda a sociedade. As religiões não devem interferir na cidadania das pessoas”, disse o coordenador da Associação, Michel Platini para Agência Brasil. Ele lembrou que, em outras épocas, outros grupos já foram vítimas de intolerância religiosa, como as mulheres e os negros. “Hoje, o foco somos nós, mas outros segmentos da sociedade já passaram por isso”.
 
A marcha começou se concentrando em frente ao Congresso Nacional. Depois, andou pela via N1 do Eixo Monumental até a altura da Funarte. Dois trios elétricos davam conta da música durante o evento.
 
"É hora de a gente lutar pelos nossos direitos. Também é oportunidade de celebrar conquistas", afirmou um ativista no trio.
 
 
 
 
 Lei 2.615
 
Durante a Parada, foi lembrada a regulamentação da lei 2.615 de 2000 de combate à LGBTfobia, que ocorreu na sexta-feira (23). Ela proíbe qualquer tipo de discriminação por conta da orientação sexual ou identidade de gênero, trazendo previsão de multas de até R$ 10 mil em casos de intolerância.
 
Porém, um dia após comemoração da regulamentação na Parada, nesta segunda-feira (26) 9 distritais votam a favor, após pressão da bancada evangélica, da derruba do decreto que regulamenta lei. Em nota, o governo disse lamentar e afirmou que vai recorrer da decisão da Câmara Legislativa. "Trata-se de uma atitude ilegal por invadir área jurídica restrita do Executivo, e que não encontra respaldo na realidade dos dias de hoje. O Estado tem que garantir a liberdade de expressão, de credo religioso e o direito de orientação sexual de cada cidadão, evitando qualquer tipo de preconceito e violência."
 

Reportagem revela que Serial Killer de Goiânia seria Homossexual !

 
 
 
Em 2:45, ele revela que os jovens homossexuais eram presas fáceis e eram mortos por facadas com requintes de crueldade. O delegado revela que a homossexualidade reprimida dele que levava ele transar e depois matar os jovens gays com requintes de crueldade.
 
 



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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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