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CONTOS DO LEITOR


DA BRIGA COM UM COLEGA DE TRABALHO AO AMOR DA MINHA VIDA


 


Aos 27 anos de idade posso me considerar um cara sortudo. Com um cargo executivo bem remunerado numa multinacional e uma carreira promissora pela frente eu, até pouco tempo atrás, achava que tinha tudo que queria.

Obviamente nem tudo pode ser atribuído à sorte. Sempre estudando em colégios de primeira linha, me dedicava com afinco aos estudos e figurava entre os alunos com as maiores notas da turma. Isso se deve, em grande parte, ao exemplo do meu pai, um típico e bem sucedido executivo francês, e minha mãe, renomada arquiteta de origem suíça. Ainda na faculdade, consegui uma vaga de trainee na empresa onde estou hoje.

Dominando fluentemente o francês e o alemão, aprendido em casa com meus pais, o espanhol, por ter vivido, quando adolescente, cinco anos na Argentina, onde meu pai foi diretor financeiro da filial da empresa em que trabalhava, e finalmente, o português, por ter nascido no Brasil, fui um dos jovens ex-trainees, com melhor desempenho, após a conclusão da faculdade, a ser enviado, por dois anos, para a sede da multinacional na Alemanha para continuar meu aprendizado.

Ao regressar, assumi o cargo que ocupo hoje na divisão de novos projetos da empresa.
Nessa divisão trabalham cerca de quinze jovens cujas idades pareiam com a minha. À exceção do meu chefe, e do Bruno, um brilhante engenheiro de produção de 35 anos, que deu o azar de se indispor com o ex-chefe da divisão, e consequentemente, teve sua ascensão barrada. Dono de um temperamento forte, aliás, como seu porte físico e, um tanto quanto truculento na defesa de seus pontos de vista, é o protótipo do macho alfa que está acostumado a dominar e determinar as coisas segundo sua vontade. Não deixa de liderar, seja se impondo pela energia de suas ações, ou usando da brutalidade para vencer seus oponentes. Esta segunda modalidade é vista principalmente quando está disputando uma partida de seus esportes favoritos, futebol e basquete.


No meu primeiro dia nessa divisão, ao ser apresentado aos colegas pelo chefe, notei que o Bruno não tirava os olhos de mim, medindo-me de cima abaixo, como que escaneando cada um dos meus 180 centímetros, para não perder nenhum detalhe do corpo esguio desenhado com curvas sensuais, que se destacavam sob a calça bem ajustada. Achei esta atitude estranha, mas não dei importância ao fato. Naquele momento havia outros interesses muito mais significativos em jogo. No entanto, ao estender a mão para cumprimentá-lo, foi como se eu recebesse um choque ao sentir a pele dele tocando a minha. Isso se repetiu, posteriormente, a cada vez que, acidentalmente, um esbarrava no outro.


Minha rotina se resumia ao trabalho, que muitas vezes eu levava para casa para concluir, e alguns finais de semana na praia. Ficava até tarde na empresa e, pouco tempo depois, idealizei um projeto simplificando grandemente uma planta industrial que modificava o processo produtivo gerando enorme economia em relação ao processo produtivo atual. Após a apresentação deste projeto recebi o aval para implantá-lo na nova unidade que estava sendo construída na Argentina.

Feliz com esta conquista, passei a ficar ainda mais horas, com uma equipe na empresa, o que muitas vezes significava avançar noite adentro.
Acho que, um pouco incomodado com as minhas ideias, e por uma nova liderança que ia se esboçando, o Bruno começou a me tratar de forma mais agressiva. Fazia isso também com os outros, que até então, ele liderava com seu estilo brutamontes.

Com a sensibilidade muito mais aguçada no trato com as pessoas, eu procurava conhecer cada um dos meus colegas, principalmente suas aptidões e seus anseios, conseguia mais apoio e resultados mais substanciais, num clima mais descontraído e harmonioso. Isso bastou para que ele sentisse seu domínio em xeque, e uma espécie de concorrência se instalou entre nós, sem que eu a pretendesse ou alimentasse.


Havia pouco mais de seis meses que seu casamento de quase sete anos chegara ao fim. Esse era mais um motivo para ele sentir que estava perdendo sua posição de macho alfa.
 Numa ocasião, as vésperas de uma viagem para a unidade argentina, fiquei tão envolvido com o trabalho que não me dei conta de ser muito tarde e o expediente haver terminado a muito. Supus estar sozinho na divisão, mas ao olhar ao redor, vi que o Bruno também continuava trabalhando em frente à tela do computador. Fui ao banheiro passar uma água no rosto antes de ir para casa e, quando levanto o rosto em frente ao espelho, noto que ele está atrás de mim.
- Viadinho! Ficou até tarde hoje, hein? – ele observou em tom sarcástico e me olhava de um jeito estranho.
Encarei-o com um olhar meigo e carinhoso desconcertando-o por completo.
- Preciso concluir alguns itens antes da viagem. – respondi docemente.
- Desta vez eu também preciso ir. Tenho que checar alguns pontos do projeto no qual a minha equipe está trabalhando. – ele acrescentou.


Não era a primeira vez que ele me chamava de viadinho quando estávamos a sós. A princípio fiquei surpreso e indignado, mas atribuí essa agressividade ao sentimento de uma suposta perda de território, e resolvi não por lenha na fogueira.


Dias depois viajamos para Córdoba, na Argentina, onde estava sendo construída a nova unidade. Por algum erro na reserva das acomodações, tivemos a informação de que só havia um quarto disponível no hotel que ficava a poucas quadras dos escritórios da empresa. Havia um evento na cidade e os hotéis estavam com sua capacidade esgotada. Tivemos que aceitar o compartilhamento do mesmo quarto por três dias.


Quem nos recepcionava no escritório da empresa era um diretor jovem chamado Pablo. Desde a minha primeira ida aos escritórios na Argentina travamos uma amizade que rapidamente passou por cima das formalidades convencionais. Acho que por conta de havermos nos conhecido na sede da empresa quando eu fazia meu estágio de trainee na Alemanha. Embora, na época, houvéssemos convivido pouco, porque eu estava chegando e ele já estava quase regressando, a empatia foi forte e mútua. Quando o Bruno viu a intimidade com que o Pablo me tratava ficou ainda mais ranzinza e chato que de costume, e fazia insinuações descabidas que eram sussurradas em meus ouvidos.


Eu havia namorado a garota mais bonita da turma durante a faculdade. Nosso relacionamento terminou quando eu notei, após nossas poucas transas, que me sentia péssimo. Em vez de prazer eu sentia uma espécie de frustração, como se meu papel nessa história não fosse esse, e resolvi terminar o namoro.


 

Nestes dias de convívio forçado, repartindo as mesmas acomodações, notei que o Bruno, creio até que propositalmente, deixava a porta do banheiro entreaberta enquanto tomava banho e, da posição da minha cama era possível vê-lo nú sob o chuveiro. Ver o corpão musculoso e peludo do Bruno sob o chuveiro me intrigava a ponto de não conseguir desviar o olhar da fresta da porta entreaberta. Sentia um calor se apossando do meu corpo e meu rosto parecia arder como quando queimado pelo sol.

Tudo nele era grande. As coxas grossas e peludas eram maciças e suportavam um tronco, em formato trapezoidal, que ia se alargando da cintura em direção aos ombros, donde os braços musculosos saiam como dois galhos de árvore. Os pelos se distribuíam de forma viril ora mais ralos, ora mais fartos e arrematavam com masculinidade aquele corpão delicioso.


Na última noite, antes de regressarmos ao Brasil, o Pablo me convidou para jantar em sua casa e conhecer seus pais, de quem ele já havia me falado muito, e que também eram descendentes de franceses. Quando ele me deixou no hotel já era madrugada e, ao entrar no quarto, tomei o maior cuidado para não acordar o Bruno, que eu supunha estar dormindo, uma vez que o vi todo enrolado sob o cobertor. Fui ao banheiro tomar uma ducha antes de deitar, e como sempre fazia, tranquei a porta e saí de lá já vestido num pijama.

Enquanto ajeitava os travesseiros me preparando para deitar ele saiu debaixo do cobertor completamente nú e se aproximou da minha cama.
- O viadinho vai dormir de pijama outra vez?

– ele inquiriu enquanto sentava na beira da cama.

- Estou bem assim. – respondi, encarando-o, como em toda vez que me chamava de viadinho, com um olhar doce e carinhoso. De alguma forma isso mexia com os brios dele.

- Você gosta de me provocar.... viadinho! – ele exclamou, sem desgrudar os olhos de mim.
- Não é essa minha intenção. Nunca fiz nada para te provocar. – continuei, não desviando minha atenção daquilo que estava fazendo.
Ele partiu para cima de mim como um leão sobre sua presa. Agarrou minha cabeça com as duas mãos prendendo-a, e selou seus lábios sobre os meus com tanta força que, para respirar, eu precisei aspirar o ar que vinha da boca dele, junto com a saliva morna que me invadiu fazendo acelerar meus batimentos cardíacos. Ele esfregou, insistentemente, sua boca contra a minha, mordia meus lábios e penetrava sua língua na minha boca procurando a minha para chupá-la.


 

- Viadinho tesudo! Viadinho tesudo! – ele repetiu entre um beijo e outro. Suas mãos deslizavam por todo meu corpo afastando as roupas que cobriam minha pele, sobre a qual eu sentia os choques se sucedendo a cada passada de mão dele.
Ele me forçou contra a cama com uma espécie de gravata e deitou–se sobre mim me imobilizando completamente. Chupava e lambia freneticamente meu pescoço aspirando o frescor da minha pele após o banho. Suas mãos não paravam, percorreram minhas costas, mamilos e ventre antes de começarem a despir a camiseta do pijama. Quando a visão da pele branca das minhas costas era plena, senti que ele me agarrava com mais força e me trazia inteiro para junto de si. Uma das minhas pernas estava apoiada sobre a cama enquanto a outra pendia para fora, eu tentava desesperadamente firmá-la no chão para me desvencilhar dele. Com esse movimento minha bunda se movia muito roçando o pau do Bruno e enchendo-o de tesão. Num só puxão ele arriou a cueca e a bermuda do pijama expondo meus glúteos carnudos, marcados pelo desenho bronzeado da sunga.

 

Senti suas mãos agarrando e separando as nádegas, ele tateava a procura do cuzinho profundamente escondido dentro do rego. Quando o primeiro dedo dele alcançou meu anelzinho pregueado não pude segurar o gemido que emergiu da minha garganta. Ele havia alcançado meu íntimo e se apossou dele, eu resistia, mas o ímpeto e a determinação dele eram difíceis de controlar. Ele explorou com os dedos, cada vez mais impacientes, as pregas que piscavam no mesmo ritmo sôfrego da minha respiração. O tesão dele cresceu, e com ele o cacete, que me roçava melando minhas coxas com o líquido pré gozo, que escorria abundante e fez o ar se impregnar do cheiro viril de macho.

- Tesão de viadinho! Você sabe como enlouquecer um macho!
– ele gemeu enquanto me apertava com mais força.


Um braço dele me laçou pela cintura enquanto ele pincelava a pica no meu rego, que ia se umedecendo com aquele líquido viscoso que não parava de escorrer. Senti que ele forçava a rola contra meu cuzinho, mas de tão tenso eu o contraía, dificultando seu intento. Eu podia sentir a determinação dele pela força que empregava para me penetrar. A pica escorregava e não entrava no cuzinho deixando-o impaciente. Depois de algumas investidas ele conseguiu vencer a resistência do meu esfíncter anal enterrando a jeba no meu cú. Eu gritava com a cara enfiada no travesseiro abafando o som da minha dor. Senti minha carne se dilacerando enquanto algo muito grosso se encravava nas minhas entranhas, era dolorosamente desesperador. Ele só parou quando a pica toda estava dentro de mim.

 

Gemia com o prazer que aquela musculatura extremamente apertada ao redor de seu mastro lhe causava. Eu podia sentir a pica pulsando dentro de mim e isso me acalmou. Comecei a relaxar e empinei a bundinha franqueando o acesso. Ele sentiu a minha entrega e começou a movimentar cadenciadamente seu quadril num vai e vem que fazia a pica deslizar suavemente dentro de mim. Doía muito, pois esfolava minha mucosa anal, mas na medida em que o movimento ganhava amplitude, uma sensação nova e deliciosa me fez gemer de prazer. Ele bombava meu cuzinho num tesão desesperado e urgente, e ambos gemíamos num frenesi comum, um de puro prazer e, o outro, de prazer e dor. O Bruno intensificou as estocadas, que agora se sucediam rapidamente e me atingiam, tão profundamente, que me pareceu não ter forças para suportar.

- Para Bruno, por favor! Para! Eu não estou aguentando! Você está me machucando!
– implorei entre os gemidos que estavam se transformando em choro.


Tomado pelo tesão ele pareceu não me ouvir, vieram mais umas quatro ou cinco estocadas breves, mas muito profundas, antes que eu sentisse meu cuzinho sendo inundado por jatos fartos de porra morna e pegajosa, que ia aderindo nas minhas entranhas e, o ouvisse urrando no meu cangote. Ele foi sacando lentamente o cacete do meu cuzinho, quando faltava apenas a cabeçorra, tirou-a de uma vez, estirando minhas pregas dilaceradas e me fazendo soltar um grito. Fechei instantaneamente minhas coxas sentindo um enorme vazio entre elas.

 

Eu estava todo machucado, sentia espasmos em todo baixo ventre e um ardor anal. Ele se reclinou, todo suado, sobre mim e, eu o abracei, pousando sua cabeça sobre meu peito e afagando delicadamente seus cabelos entre meus dedos. Eu me senti completo pela primeira vez e só pensava acalentar esse macho delicioso que me experimentar isso. Apesar da cama estreita, adormeci abraçado a ele e só fui acordar com o barulho da água correndo no chuveiro.


(CONTINUA NA PRÓXIMA SEMANA)

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Postado por Mac Del Rey | (0) Comente aqui!

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