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CONTOS DO LEITOR



Acampando com a família de amigos


 

Na região onde moro tem várias possibilidades de acampar em beiras de rios e riachos, lugares bonitos em meio à natureza. Alguns com infraestrutura e outros sem. Sempre prefiro os sem infraestrutura, pois recebem um número bem menor de interessados.

Um dia desses fui convidado por uma família de amigos para acompanhá-los num acampamento de dez dias, nas férias, num desses lugares. Topei na hora e no próximo final de semana viajamos. Chegando lá, fiquei surpreso positivamente pelo ótimo lugar para nos instalar com a barraca, sozinhos, somente duas famílias, com filhos e sobrinhos, num total de doze pessoas. Quatro adultos, quatro crianças com menos de dez anos, três adolescentes, uma menina com 15 anos, meu amigo com 16 anos e seu primo com 17 anos, o qual eu estava conhecendo naquele momento.

Nos instalamos e depois começamos a explorar o riacho e adjacências. Meu amigo Caio, seu primo Sandro e eu estávamos juntos quase sempre, ou pelo menos um deles, ficava comigo. Me dava muito bem com Caio por muitos anos, e igualmente bem eu estava me acertando com Sandro.

Caio com seu jeito parceiro e tipo irmão, nunca tinha me despertado nenhum sentimento de interesse sexual. Até porque eu tinha interesse maior em mulheres. Porém Sandro chamava atenção de modo diferente, me deixando excitado várias vezes quando eu estava perto. Seu corpo perfeito chamava atenção, embora seu rosto não se enquadrava no estilo bonitão. Seu jeito de ser, meio feminino em algumas reações, me excitavam cada vez. Mas não era um tipo afeminado. Posso dizer que se enquadrava num padrão normal de rapaz hétero.

No segundo dia quando estávamos nadando sozinhos, atravessamos o riacho e chegando no outro lado, tínhamos que nos segurar em galhos de árvores que estavam rentes à água, uma vez que era mais fundo. Com a correnteza, um encostava seu corpo no outro, até sem querer.



Logo fiquei muito excitado. Como ele estava atrás de mim, várias vezes senti Sandro me coxando pela força da água, mas sua ferramenta eu sentia que estava em stanby. Dei um jeito de me virar e pedir que ele se segurasse em outro galho afim dele ficar de costas para mim, e ele atendeu meu pedido em seguida. Logo a força da água levou meu corpo roçar nas suas costas. E assim sucessivamente, fui permitindo que meu pau pulsante roçasse na sua bunda várias vezes, e seguia conversando amenidades. Consegui chegar mais perto deixando meu corpo encostado no seu. No momento que encaixei minha ferramenta entre suas nádegas propositalmente e me segurei nele, senti que seu corpo enrijeceu e ele se calou. Fiquei grudado nele, alegando que iria me segurar nele porque a correnteza era muito forte.


Comecei a coxar sua bunda e me esfregar deliberadamente, com um braço segurando seu corpo, fazendo movimentos circulares com minha mão na sua barriga e peito. Baixei minha mão e segurei no seu pau que para minha sorte, estava latejando, que nem o meu. Logo meti minha mão dentro de seu calção de banho e agarrei seu cacete duro e pequeno. Senti ele respirar ofegante, mas gostando da minha atitude. Logo tirei minha mão de seu pau e agarrei sua mão, trazendo em direção do meu pau, o qual fiz ele agarrar. Pegou, apertou poucas vezes e soltou.

Imediatamente convidei ele para me acompanhar no matinho ao lado, onde tinha uma pedra enorme, para onde o levei, onde ninguém tinha a mínima chance de nos ver.



Percebi que ele estava sem jeito, envergonhado, mas seu tesão não permitia ele recuar, apertei várias vezes seu cacetinho e quando chegamos atrás da pedra, baixei seu calção numa puxada. Peguei no pau de Sandro e comecei a masturbar. Vi logo que nunca tinha acontecido isso com ele. Sandro sem aperceber metia seu pinto com força contra minha mão enquanto eu batia uma punheta no novo amigo. Antes dele gozar parei, baixei meu calção, peguei sua mão e coloquei no meu ferro e mandei fazer o mesmo. Seu corpo era menor que o meu, exatamente como eu gosto.

Começou a me masturbar ainda envergonhado, mas eu não permitia que ele parasse. Logo ele fez menção sobre o tamanho do meu cacete, que não era tão grosso, com exceção do meu cabeção, mas bem mais comprido que o dele. Solicitei que ele ficasse de costas para mim, e já virei ele, encaixando meu ferro no seu rego, pele com pele. Passei uma mão cheia de saliva grossa no meu pau e o resto no seu cuzinho, introduzindo um dedo na fendinha que o fez tremer todo.



Segurei-o com meu braço esquerdo e com a mão direita posicionei meu cabeção na entrada do cuzinho. Quando o abracei com os dois braços e comecei a forçar, e ele sentir que o cuzinho seria preenchido com meu salsichão, ele começou a se debater e pedir para parar, conseguindo se desvencilhar. Logo o segurei, agarrando seu corpo pela frente, esfregando meu pau na sua barriga e no seu pinto, que continuava muito duro.

Percebi que logo ele se acalmou e começou a gostar da brincadeira novamente. Pensei rápido numa outra estratégia para poder gozar e apliquei.

Solicitei que ele sentasse numa pedra, fiz ele sentar e me ajoelhei na sua frente, segurei seus dois joelhos, separando –os e abocanhei seu pau, que com facilidade consegui engolir conseguindo passar minha língua no seu saco ao mesmo tempo. Claro que deixei o rapaz louco.


 
- Cara, que loucura! Noooossa que coisa boa! Ohhhhhh!
- Não para.... chupa mais... Ohhhhhh! Tu é louco, cara. Ohhhh!

Antes dele gozar, parei, fiquei de pé na sua frente, e sem perguntar agarrei sua cabeça com minhas duas mãos e enterrei seu rosto na minha pentelhama, fazendo cheirar meu pau e meu saco. Na primeira tentativa ele não quis chupar. Com uma ordem firme e segurando seu cabelo com uma mão, falei:
- Abre a boca e me chupa, exatamente como eu fiz contigo.

Quando olhou para mim com os olhos arregalados, já tinha aberto a boca, e minha cabeçona ele já tinha engolido.

Fui aos poucos, tirando e botando, pedindo para ele não me machucar com os dentes, ao que me obedeceu direitinho. Tirava meu pau com a mão direita e esfregava no seu rosto, nos olhos, pelo que me pareceu que não o agradava muito, e mandava chupar novamente.

Fui cada vez botando mais até ele engasgar, tirei um pouco, e mandei chupar novamente. Eu disse :

- Vou soltar tua cabeça, mas quero ver tu continuar chupando meu pau sem parar, como eu fiz contigo antes.

E para minha surpresa, ele começou a mamar, como um rapaz obediente e nesse momento já louco por minha pica (sem saber ainda).

Procurei seu pinto com minha mão e comecei a punhetá-lo mais uma vez, quando ele começou a forçar o pau na minha mão, com mais vontade ele chupava meu ferro.



Claro que não aguentei mais. Com a mão esquerda segurei na sua cabeleira, enquanto ele voltava a olhar pra mim com os olhos arregalados, enquanto que meu leite brotava de sua boca, ao redor de meu pau. Tirei meu pau e mais dois jatos foram aparados pela sua cabeleira e testa e se espalharam rapidamente pelos olhos, nariz e boca. Senti algo quente na minha perna, quando olhei seu pinto estava se mexendo sozinho e expelindo vários jatos seguidos de puro prazer.

Sandro não me olhou mais, vestiu seu calção, foi para a beira do riacho, entre as árvores, entrou na água e lavou seu rosto e cabelo todo esporreado. Logo cheguei e fiquei ao seu lado, lavando meu pau na sua frente, fazendo questão de mostrar o restinho de porra que ainda saia e elogiar sua performance. Ele continuava muito sem jeito. Eu dizia que ele chupava muito bem, e que fiquei muito contente que ele engoliu parte do meu leitinho. Que eu tinha certeza que ele iria gostar e que naquela semana eu queria que ele me mamasse, e que eu mais queria mesmo, era comer seu cuzinho.

- Isso nunca, ele retrucou.

Perguntei se ele já tinha chupado um pau alguma vez? Ao que ele respondeu meio ofendido:

-Claro que não. Tu acha que sou boqueteiro?

- Talvez tu não era até meia hora atrás, mas agora tenho certeza que tu é meu boqueteiro preferido. Um boqueteiro que até bebeu minha porra, e dei uma risadinha sarcástica.

Ele ficou sem saber o que dizer na hora, mas em seguida respondeu:

- Mas tu também é boqueteiro, porque tu me chupou também.

-Chupei e gostei. E quero chupar teu pau de novo. Quero que tu chupe o meu várias vezes ainda, e vou comer teu cú... disse isso com uma certeza que o deixou sem resposta.

Em seguida começou a atravessar o riacho a nado, e eu o seguindo.

Ficamos com o pessoal no acampamento, conversando e rindo, mas Sandro ainda não conseguia me encarar. Passamos o dia nos divertindo muito. De noite comemos peixe que o pai de Caio havia pescado. O pai de Sandro tocou violão, cantamos e fomos dormir.

Os dois casais, a irmã de Caio e duas crianças menores dormiam no “quarto”. Os dois meninos maiores, Caio, Sandro e eu, dormíamos num anexo à barraca, todos enfileirados, um ao lado do outro. Como Sandro dormia no lado oposto ao meu, naquela noite me adiantei e me deitei bem no canto da barraca, onde tinha um colchão de casal, alegando que eu precisava daquela janelinha de tela na barraca para dormir melhor e já pedi para Sandro ficar do meu lado, se ele quisesse. Logo ele se deitou no mesmo colchão.

Quando se desligava as luzes, ficava tudo muito escuro, além daquela semana não ter lua forte, ainda estávamos acampados em baixo de árvores com copas fechadas.

Quando Caio desligou a luz, me desvencilhei da minha cueca, ficando completamente pelado e com meu pau duro que nem pedra, esperando o alimento. Me cobri com um pano leve, caso alguém resolvesse ligar a luz.

Esperei um tempo e quando percebi que todos estavam dormindo, coloquei minha mão esquerda sobre o corpo de Sandro, na altura da cintura, e percebi que estava deitado de costas para mim. Fiquei mais animado ainda. Devagar fui aninhando meu corpo nas suas costas e coxas. Quando ele percebeu meu pau duraço pulsando no meio da bunda, percebi respirações longas e ofegantes, sinal que estava bem acordado.

Devagar comecei a baixar sua cueca, deixando-a na altura dos joelhos. Salivei bem meu cacete, passando outra parte entre suas nádegas, sentindo o anelzinho pulsar cada vez que meu dedo passava sobre ele. Encaixei minha vara, segurei firme sua cintura com minha mão e fiquei naquela posição. Meu pau pulava e pulsava de alegria, procurando entrar no orifício que ainda teimava em se fechar.
 
Sentia a respiração de Sandro cada vez mais ofegante. Puxei sua cintura contra meu corpo enquanto que fazia movimentos curtos e repetidos, já sentindo minha glande grudada nas pregas do cuzinho que lutava em não se abrir para o prazer total. Quando sentia que Sandro tentava se desvencilhar, só não soltava ele, não permitindo, como forçava meu corpo contra o dele mais um pouco.

Com minha insistência e tesão no nível da loucura, resvalei minha mão, agarrando o pau de Sandro, e agora tendo mais possibilidades de prender seu corpo, forçando contra o meu, fui ao êxtase quando percebi que as pregas estavam começando a ceder perante minha insistência.

Quando meu cabeção entrou, Sandro deu aquela respiração funda seguido de um gemido, que ele abafou com a boca.

Disse em voz quase inaudível em seu ouvido, que ele não fizesse barulho para ninguém acordar e que não falasse nada.

E assim foi. Com muita paciência e carinho, comecei a entrar naquele rabinho super apertado e virgem até poucos minutos atrás. Comecei a bombar devagar e cada vez que eu metia mais alguns centímetros, aquela bunda se mexia como se estivesse chupando meu ferro. Mas ele fazia isso sem querer, como não podia gemer ou gritar, o corpo falava por ele, se contorcendo e me deixando cada vez mais louco. Demorou vários minutos até que consegui encostar meu saco na sua bunda. Fiz questão de pegar sua mão e passar no meu saco e na sua bunda, mostrando que ele havia conseguido engolir todos meus 18 cm.

 

Comecei a comer aquele cuzinho com muita vontade, sempre com o cuidado de não fazer barulho. Enquanto eu bombava, eu segurava aqueles 12 cm de Sandro, muito duros. Sem perceber ele começava a meter novamente seu pau na minha mão, fazendo movimentos incríveis com seu músculo do esfíncter, no meu pau.

Agora eu já bombava alucinadamente, lutando para conseguir gozar o quanto antes. Senti minha mão esquerda, que segurava seu pau, esquentando e seus jatos saindo em propulsão. Momento no qual consegui meu intento total. Gozei muito dentro daquele corpo. Fincando meu ferro com força afim de eliminar todo meu gozo. Tirei e deixei ele entre as nádegas, eliminando o último fôlego seminal daquela trepada descomunal e inesquecível para nós dois.

Henrique Gostoso

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Postado por Mac Del Rey | (0) Comente aqui!

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