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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Parlamento da Alemanha aprova casamento entre pessoas do mesmo sexo.

 
 
 
Angela Merkel, chanceler da Alemanha, foi contra projeto de casamento gay.
Nesta sexta-feira (30), o Parlamento da Alemanha aprovou um projeto de lei que legaliza o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Apesar de Angela Merkel , chanceler do país ter votado contra a aprovação, ela permitiu que os deputados de seu partido conservador, União Democrata Cristã (CDU), votassem de acordo com sua consciência e sem uma determinação partidária.
O projeto estabelece que, a partir de agora, o matrimônio pode acontecer entre "duas pessoas de sexo diferente ou do mesmo sexo". A nova lei precisa ser ratificada pela Câmara Alta do Parlamento da Alemanha para entrar em vigor, o que deve acontecer até o final de 2017. Caso isso aconteça, os casais homoafetivos terão direito à adoção no país.
 
Segundo a agência de notícias Agence France-Presse (AFP), 393 deputados votaram a favor do projeto de lei. Eles são integrantes de três partidos de esquerda representados na Câmara Baixa do Parlamento e da ala conservadora de Angela Merkel. Entre os deputados conservadores, 226 votaram contra o projeto, incluindo a chanceler.
 
Para Merkel, o casamento é, segundo a Constituição do país, uma união entre um homem e uma mulher. Mas, ao ver o resultado da votação, ela não se mostrou infeliz. "Espero que o voto de hoje mostre não apenas o respeito mútuo por diferentes opiniões, mas também que isso leva a mais paz e a mais coesão social", afirmou Merkel.
 
União homoafetiva na Alemanha.
 
Em 2001,  Berlim aprovou a união civil entre pessoas do mesmo sexo, que concede alguns direitos a casais homoafetivos. Apesar disso, esses casais ainda não têm vantagens fiscais, como a herança em caso de morte de um dos parceiros. À respeito da adoção, a justiça determinou em 2014 que é permitido adotar os filhos já adotados pelo companheiro ou companheira se o casal estiver registrado em cartório como união estável.
 
Se a nova lei for aprovada, a Alemanha fará parte do grupo de 20 países ocidenteais, entre eles 13 europeus, que já legalizaram o casamento homoafetivo.

Holanda nega pedido de asilo a homem que não é “gay o suficiente”.

 
Apesar de ter namorado, Sahir teve pedido de asilo negado pela Holanda
 
Junto com seu namorado, Sahir fugiu para a Holanda em busca de asilo por ser homossexual, mas teve o pedido negado por faltas de provas.
 
Após pedir asilo na Holanda, um homem homossexual iraquiano deve ser enviado ao país de origem por não ter sido considerado “gay o suficiente”. Sahir, de 29 anos, foi avisado pelo centro de deportação que ele deve se preparar para sair da Holanda nos próximos dias. Para o serviço de imigração, Sahir não foi capaz de provar sua homossexualidade.
 
De acordo com o portal de notícias holandês “Parool”, nem o testemunho de Mushtak, parceiro de Sahir, foi suficiente para convencer o serviço de imigração da Holanda . Em seu depoimento, Mushtak contou que o casal está junto há mais de dois anos e que faz sexo diariamente, “as vezes mais de uma vez por dia”.
 
Sahir e Mushtak se conheceram no Iraque e tiveram um relacionamento secreto por 10 meses. Eles decidiram deixar o país de origem e passaram por lugares como Grécia, Áustria e Alemanha antes de chegar ao território holandês . "Quando vimos a bandeira do arco-íris pendurada em um prédio em Amsterdã... Não consigo explicar o sentimento, uau", disse Mushtak.
 
O julgamento.
 
Para provar a homossexualidade , Sahir usou uma foto da bandeira do arco-íris e um vídeo do casal a bordo de um barco durante o desfile de orgulho gay. Além disso, seus amigos foram até o tribunal testemunhar que ele era homossexual. Mas, apesar disso, o tribunal afirma que ele deveria ter sido capaz de dar detalhes concretos de como ele começou a ter consciência de sua sexualidade.
 
O advogado de Sahir, Erik Hagenaars, disse que a auto-aceitação em ser gay é o mais importante durante o procedimento para aceitar pedidos de asilo com base na homossexualidade. "Algumas pessoas não conseguem falar sobre suas emoções e sentimentos", disse Hagenaars. "A homossexualidade pode ser um problema para algumas pessoas que a escondem durante toda a vida".
O grupo de defesa dos direitos dos homossexuais disse que Sahir não é um caso isolado e que dezenas de outros que tem o pedido de asilo rejeitados acabam vivendo como imigrantes ilegais na Holanda.

Trump rompe com tradição ao não reconhecer mês do Orgulho LGBT.

 
Donald Trump durante a campanha eleitoral segurando a bandeira do arco íris.
 
 
Tradição começou com o ex-presidente Bill Clinton que foi o primeiro a declarar junho como o mês do Orgulho LGBT.
O Governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, rompeu com a tradição de reconhecer oficialmente o mês de junho como o Mês do Orgulho LGBT, apesar de alguns membros de seu gabinete terem falado palavras a respeito.
 
O ex-presidente Bill Clinton (1993-2001) foi o primeiro a declarar junho como o mês do Orgulho LGBT, mas a tradição não continuou sob o mandato do ex-presidente George W. Bush (2001-2009), algo que foi retomado por Barack Obama.
 
O secretário de Estado, Rex Tillerson, reconheceu o mês do Orgulho LGBT uma semana após seu início, condenando à violência e a discriminação" contra a comunidade LGBT no exterior.
"Em reconhecimento ao mês LGBT, o Departamento de Estado mostra sua solidariedade com os defensores de direitos humanos e as organizações da sociedade civil que trabalham ao redor do mundo para manter as liberdades fundamentais das pessoas lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT) para que possam viver com dignidade e liberdade", apontou o Departamento de Estado em um comunicado.
 
Além disso, a filha do governante, Ivanka Trump, destacou a comemoração logo no começo do mês.
"Neste mês celebramos e honramos a comunidade #LGBT", escreveu ela em 1 de junho.
 

80% dos brasileiros apoiam discussão de gênero e orientação sexual nas escolas.

 
 
 
Uma pesquisa do Ibope encomendada pela instituição Católicas pelo Direito de Decidir, realizada em fevereiro e divulgada esta semana, aponta que pais e alunos discordam da tentativa de conservadores de excluir  temas como discussão de gênero, orientação sexual, métodos contraceptivos, entre outros, das escolas.  Entre os pesquisados, apenas 9% acreditam que a educação sexual não deve ser abordada nas escolas. “É uma questão civilizatória reconhecer que pessoas vivem sexualmente de forma diferente”, diz Regina Soares, da Católicas pelo Direito de Decidir.
 
Segundo a pesquisa, 88% dos entrevistados apoiam a inserção do tema educação sexual nas escolas públicas, 42% acreditam que ele deva ser abordado a partir dos 13 anos, 36% a partir dos 10 anos e 10% até mesmo antes dos dez anos, já 9% não acreditam que o assunto deve ser abordado. E 3% não soube ou não respondeu a pesquisa. A livre orientação sexual e seu debate recebeu apoio de 72%. A igualdade de gêneros emplacou 84% de concordância.

Doenças sexualmente transmissíveis, métodos contraceptivos, legislação, todos são assunto dos alunos que esperam que a escola os informe, sem qualquer objeção a abordagem do tema pelos professores. A única discordância na pesquisa foi entre os evangélicos entrevistados, que apenas 59% concordam que seja abordado  que cada um tem o direito de viver livremente sua sexualidade.



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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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