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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Tortura: Hospital chinês condenado por impor terapia de reorientação sexual a paciente.

 

Marcha contra a homofobia em Hong Kong. Maio de 2007
 
 
Um hospital chinês foi condenado pela justiça por impor um tratamento de reorientação sexual a um paciente, segundo a sentença de um tribunal anunciada hoje.
 
De acordo com a cópia do veredito, o hospital psiquiátrico de Zhumadian, na província de Henan foi condenado por um tribunal da mesma cidade e terá de fazer um pedido público de desculpas e pagar ao queixoso 647 euros pelos danos causados.
 
M. Yu foi admitido na instituição em outubro de 2015, pouco depois de ter revelado a sua homossexualidade à mulher e pedido o divórcio. O paciente foi então diagnosticado com "problemas de orientação sexual" pelo hospital, que se recusou a deixá-lo sair, e impôs um tratamento médico para garantir "cura" de Yu.
 
A "terapia de reorientação sexual" aplicada é considerada uma prática não científica e ineficaz pelos peritos, embora continue a ser utilizada em várias clínicas do país.
 
M. Yu foi amarrado durante cerca de 20 dias à sua cama de hospital e forçado a tomar comprimidos e receber injeções concebidos "para corrigir" a sua orientação sexual, sob pena de espancamentos, explicou o próprio, numa entrevista à agência France-Presse.
 
Uma testemunha confirmou em tribunal que Yu foi "tratado contra a sua vontade durante 19 dias", através de medicação que incluía antidepressivos e injeções, lê-se no documento do tribunal.
"Este veredito é importante para a comunidade homossexual porque nenhuma lei oferece proteção" contra o tratamento forçado, disse Peng Yanhui, diretor de uma organização não-governamental que defende os direitos LGBT na China.
 
Num caso semelhante, em dezembro de 2014, um tribunal de Pequim condenou uma clínica em Chongqing, no sudoeste da China pela prática de tratamentos com o objetivo de "curar" a homossexualidade.
 
A China removeu a homossexualidade da sua lista de doenças mentais em 2001, mas muitas pessoas da comunidade continuam a ser vítimas de discriminação e sofrem de pressão familiar.

Suprema Corte dos EUA analisará caso de confeitaria que se negou a fazer bolo para casamento gay.

 
Imagem de arquivo mostra Jack Phillips, o confeiteiro da Masterpiece Cakeshop, no Colorado
 
A Suprema Corte dos Estados Unidos anunciou nesta segunda-feira (26) que analisará o caso emblemático de uma confeitaria que em 2012 se negou a preparar um bolo de casamento para um casal homossexual porque isto ia contra suas crenças religiosas.
Os especialistas consideram que o caso tem um alcance especial porque confronta dois princípios particularmente importantes para os americanos: a liberdade religiosa e a proibição da discriminação sexual.
 
O alto tribunal aceitou incluir o caso no calendário da sua sessão de audiências que começa em outubro, no dia do segundo aniversário da sua decisão história que legalizou o casamento gay em todo o território americano.
 
Neste caso se opõem a confeitaria, chamada Masterpiece Cakeshop, e o comitê dos direitos civis do estado do Colorado.
 
Aceitar fazer o bolo de casamento "seria desagradar a Deus", afirmou a confeitaria na época ao se negar a realizar o pedido.


PT aciona Justiça para reverter anulação de lei que pune LGBTfobia no DF.

 
 
Erika Kokay e defensores de direitos humanos no Tribunal de Justiça do DF.
 
 
O Partido dos Trabalhadores (PT) no Distrito Federal acionou a Justiça para tentar derrubar o decreto da Câmara Legislativa que anulou a regulamentação da lei que pune LGBTfobia. Segundo integrantes do partido, a decisão dos distritais é inconstitucional porque fere a Lei Orgânica do DF e o princípio da independência dos poderes.
 
O documento, uma ação direta de inconstitucionalidade, foi entregue ao Tribunal de Justiça do DF nesta terça-feira (4). O assunto deve ser analisado pelo Conselho Especial do Tribunal de Justiça – a alta cúpula da Corte.
 
A deputada Erika Kokay (PT-DF), presidente do PT –DF, que protocolou a ação pessoalmente, afirmou que além do caráter inconstitucional do decreto, a fundamentação com base na “família tradicional” é outro ponto usado para tentar invalidar a decisão dos distritais. “Família é sinônimo de discriminação, de ódio? Família é amor e família todos nós temos, seja ela como for.”
Apoiaram a ação, a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara Federal, presidida pelo deputado Paulão (PT-AL), o Conselho Distrital de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos e representantes do movimento LGBT.
 
De acordo com o presidente do Conselho de Direitos Humanos do DF, Michel Platini, a Câmara Legislativa não tem competência para derrubar uma decisão privativa do governador, “muito menos com a justificativa de proteger a família.”
 
Segundo ele, os conselheiros do Tribunal de Justiça afirmaram que a ação seria distribuída a um relator até as 18h desta terça. “Como o TJ tem histórico de julgar rápido, é provável que a questão seja definida nos próximos dias.”
 
“É inaceitável que não se crie mecanismos de proteção em um país que carrega os maiores índices de homofobia.”
 
O decreto da Câmara questionado pelo grupo foi aprovado em plenário por 9 a 6 – com duas abstenções – no dia 26 de junho. O texto, no entanto, só foi publicado no Diário Legislativo nesta terça e, pelas regras, precisaria estar no Diário Oficial do DF para começar a valer.
 

Após vídeo homoerótico vazar, quatro atletas são desligados de time de futebol do Rio Grande do Sul.

 
 
 
Quatro atletas do time de futebol Sport Clube Gaúcho, de Passo Fundo, Rio Grande do Sul, foram desligados da equipe da terceira divisão depois que um vídeo onde um dos atletas masturba dois colegas foi exposto na internet esta semana. O outro atleta que filmou a cena também foi removido da equipe.
 
Nas imagens, um rapaz, agachado, masturba dois outros em pé, ao som de risos. No vídeo de alguns segundos, nenhum dos dois rapazes parece estar excitado e tudo parece não passar de uma brincadeira ou aposta. O problema é que o vídeo foi gravado dentro do vestiário do clube, que inaugurou sua arena nova no ano passado.
 
Apesar de oficialmente ter feito um “acordo” com os atletas, o clube diz que não é homofóbico. Para um dos dirigentes do clube, a continuidade dos jovens na equipe se tornou inviável depois da exposição. "Foi feito um acerto, um acordo, e eles seguem a vida deles. Até onde eu sei esses três não são gays, só fizeram tirando onda, mas agora eles vão ter que provar que não são”, afirmou Gilmar Rosso, presidente do clube para o UOL. "Não sou guardião da moral e dos bons costumes, não me interessa o que eles fazem ou deixam de fazer. A única coisa que eu fiquei bravo, a única coisa que eu proíbo aqui dentro é foto e filmagem, nada sem nossa autorização”, afirmou ele.

 
 



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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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