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CONTOS DO LEITOR


O Advogado e o Estagiário

 


Meu nome e Roberto tenho 26 anos, mas esta historia começa quando eu tinha 22. Tenho 1,80 de altura, corpo normal, uso óculos prefiro os de armação bem finas e discretas, cabelos lisos castanhos, olhos castanhos. Conheci Miguel quando estava estagiando em um escritório de advocacia. Infelizmente tive que trancar a faculdade e o escritório me demitiu. Seis meses depois voltei as aulas e tentei novamente estagio no mesmo escritório porem estavam sem vagas. Miguel disse que talvez pudesse me ajudar e pediu meus contatos.

Miguel, advogado, 43 anos, bom porte, voz firme, mas mansa atraente, porem com uma aliança no dedo esquerdo. Confesso que este pequeno detalhe tinha me fugido quando passei a receber seus telefonemas. Começou com a indicação de alguns escritórios, conversas sobre o curso, que sempre terminavam em coisas pessoais, até que ele marcou um encontro e eu sem segundas intenções fui. Conversa vai conversa vem, vendo sua mão me lembrei da aliança, mas ele estava sem, então o questionei se ele tinha se separado. Miguel disse que era uma história complicada. Pedi desculpas e que não queria ser inconveniente. Miguel sorriu colocou a mão sobre a minha e disse que eu não estava sendo, pelo contrário, estava sendo muito prazeroso para ele estar ali comigo. Fiquei ainda mais vermelho e desconcertado.

Miguel disse que estava sem a aliança devido não estar mais se sentindo compromissado, que a meses dorme em quarto separado e que vai se separar em definitivo, só ainda não o fez, pois aconteceram imprevistos. Mas que não gostaria de falar sobre seu relacionamento, pois era algo muito desgastante. Entretanto isso logo se resolveria. Ele me questionou se eu estava em algum tipo de relacionamento. Disse que não. Fiquei um pouco vermelho e mudei de assunto.

Miguel me indicou um escritório onde consegui o estágio. Minha vida estava novamente entrando nos eixos. Um pouco cansativo, trabalhando seis horas pela manhã, estágio a tarde e faculdade a noite. Ficava morto de cansado e ainda tinha trabalhos para fazer e estudar no fim de semana. Mas esperava que este esforço me traria resultados no futuro.

Miguel sempre estava em contato. Estranhei um pouco, pois nem éramos tão próximos assim no escritório, pensei que as indicações seria por ele ter se colocado em meu lugar quando começou e que os contatos logo cessariam. Mas pelo contrário, até aumentaram. Miguel sempre me ligava, questionava sobre o curso, se eu estava gostando do estágio, me convidava para sair, o que geralmente eu recusava devido o cansaço e falta de tempo.

Miguel me liga na sexta feira, diz que está muito feliz, se sentindo livre e me convida para uma cerveja gelada no seu apartamento novo. Recusei de inicio dizendo estar cansado, mas logo fui convencido a ir.

Por sorte só tive três das cinco aulas da sexta e liguei para Miguel avisando. Ele fez questão de me buscar de carro. Miguel estava como sempre de social, mas sem gravata e com alguns botões a mais abertos deixando a mostra seus cabelos grisalhos do peito e um certo volume entre as pernas. Calças sociais são péssimas para disfarçar excitação, se bem que acho que ele não queria disfarçar, pelo contrário. Por todo caminho, quando o carro parava ele punha a mão na coxa, arrumava a posição do pau ou coçava o saco. Aquilo foi me deixando inquieto. Um calor foi tomando conta do meu corpo. Comecei a me excitar e logo estava de pau duro. Diferente de Miguel, tentei disfarçar minha ereção, mas acho que fiz justamente o contrário, pois ele olhou para meu volume, voltou a olhar para frente, mas com um leve sorriso safado nos lábios.


Será que Miguel estava querendo algo comigo? Não, pensei afinal ele era hétero, casado, tinha filhos, eu tinha idade para ser filho dele. O mais velho era um ano e meio mais novo que eu. Era só... Sei lá... Talvez se identificado comigo, se sentia mais a vontade por eu ser mais jovem, mais mente aberta e não julga-lo como poderia acontecer com seus colegas advogados ou simplesmente por eu ser alguém diferente do que ele passa a maior parte do tempo e ter sentido em mim confiança. Minha cabeça ia fazendo varias suposições tentando entender a situação.

Chegamos ao apartamento muito bonito e bem decorado. Miguel me deu uma cerveja. Tinha comprado alguns petiscos. Ficamos conversando. Perguntei onde era o banheiro. Ficando de pé, Miguel se levantou e ficamos cara a cara bem próximos. Em um movimento rápido sou surpreendido por um beijo na boca de Miguel.
_ Me desculpe Roberto eu...
_ Não tem problema eu vou no... Já volto.

Fui ao banheiro. Estava de pau duro o que dificultou mijar. E agora o que faço? Pensei comigo mesmo. Ele até que é atraente, talvez esteja confuso, carente, bom não tenho nada a perder e se ele comprou este ap. deve ter se separado, então não estou fazendo nada de errado, além do mais ele quem tomou iniciativa.

Voltei para a sala. Miguel tentou se justificar. Coloquei minha mão sobre a dele e disse que estava tudo bem. Continuamos a conversar e Miguel minutos depois colocou a mão sobre minha coxa. Eu não disse nada. Continuamos a conversar e ele passou a alisar e subir a mão nas minhas coxas até que novamente me beijou. Desta vez retribuí o beijo. Miguel afastou um pouco o rosto, sorriu e voltou a me beijar pegando em meu pau duro por cima da calça. Alisando meus braços, desabotoou minha camisa eu a dele. Acariciei seu peito com aqueles cabelos grisalhos, chupei seu mamilo. Miguel se reclinou no sofá, acariciava meus cabelos. Fui descendo, beijando sua barriga. Seu pau estava duro feito ferro. Miguel abriu o zíper. Sua cueca estava até com uma mancha molhada, com seu pré-goso. Tirei seu pau para fora da cueca e comecei a mamar.

 

Miguel respirava forte, gemia, pedia mais, acariciava minha cabeça, minha nuca, minhas costas. Me pediu para parar e me levou ao quarto que tinha uma enorme cama muito gostosa. Me deitei no centro da cama e Miguel veio por cima de mim e disse:

_ Já faz muito tempo que fiz isso, pensei que nunca mais iria acontecer. Já havia até me esquecido de como é bom ter prazer com outro homem até te ver.
_ Se você não fosse casado já teria acontecido a mais tempo, não sirvo para ser amante.
_ Eu sei percebi desde o inicio, mas esquece isso o importante é que estamos aqui agora, sem ninguém para nos atrapalhar. Aqui você é mais que oficial se você quiser é claro, pode ser dono, chefe, príncipe, rei o que você quiser!

Miguel tirou minha calça, minha cueca, abocanhou meu cacete, beijou, lambeu, chupou, desceu para meu saco lambeu, pôs minhas bolas na boca. Arreganhei as pernas. Miguel desceu para meu cu, gemi mais auto.
_ Você gosta é?
_ Só me fizeram uma vez e foi muito bom.
_ Fica de quatro vai.

 

Fiquei de quatro Miguel abriu minha bunda passou a língua no meu rego eu gemi de prazer. Miguel babou, lambeu, abriu bem meu cuzinho e enfiou a língua.
_ Haaaaaaa tesão isso vai me fode com essa língua.
Disse eu rebolando na cara do advogado quarentão.

Miguel cheirava beijava, lambia, me fodia com a língua e com seus dedos molhados com saliva. Eu me contorcia de prazer. Meu pau pingava de tesão. Miguel se levantou, pôs-se de joelhos atrás de mim e enfiou seu pau no meu cu. Que delicia aquele cacete veiudo, quente, babão dentro de mim. Ele metia gostoso, enquanto eu rebolava naquela vara de 16 cm que estava me dando muito prazer.

 

Miguel pediu para mudarmos de posição, queria meter olhando meu rosto. Fiquei de frango assado e voltamos a fuder. Miguel metia rápido suava, acariciava meu peito e sentindo que ia gozar iniciou uma punheta em meu pau. Gozamos praticamente juntos, Miguel em meu cu e eu em sua mão e meu peito. Miguel deitou sobre mim e descansamos nos beijando e sentindo o corpo um do outro.

Mais tarde, acariciando meu rosto Miguel perguntou:
_ Você faz ativo?
_ Sim, quer que eu te coma?
_ Muito, vem me come!
_ Chupa meu pau deixe ele bem duro.

Miguel masturbou meu cacete, mamou e babou bastante deixando a ponto de bala e ficou de lado. Eu lubrifiquei o cu de Miguel com saliva e iniciei lentamente a penetração daquele cu apertado, o que, apesar dos meus 14 cm fez o advogado gemer de dor.
_ Quer que eu pare?
_ Não, é assim mesmo faz mais de trinta anos que dei pela ultima vez e foram poucas vezes, com calma e paciência vamos conseguir.

 

Voltei a penetrar e logo entrou tudo alguns minutos depois Miguel ja rebolava em minha pica foi o sinal de que eu ja podia meter e foi o que eu fiz comecei devagar cadenciado.
_ Isso assim, hummmm delicia de pau! Mete vai, mais rápido isso assim soca, soca tudo!

Fui metendo mais rápido aquele cuzinho quente apertando, não resisti e gozei, mas o tesão era tanto e estava tão gostoso meter em Miguel que meu pau continuou duro. Fomos virando de maneira que eu fiquei por cima de Miguel sem tirar o pau para fora e com a lubrificação da minha porra ficou ainda mais gostoso meter naquele cu apertado, ouvindo o advogado quarentão pedindo mais pica.
_ Delicia de rola, soca mais isso, pode meter, mete tudo gostoso assim vai mais rápido mais forte mais, mais maaaaiiiissss.

Eu bombava forte, meu suor pingava nas costas de Miguel, meu pau novamente pediu para gozar e jorrei mais porra naquele cu gostoso. Miguel também gozou sem tocar em seu pau.

Foi assim que nossos encontros além de comida, cerveja e conversa passaram a ter carinho e muito sexo.

Dias depois eu não teria aula na faculdade, então Miguel me chamou para ir ate seu escritório de lá iríamos para seu apartamento.

Estava chegando no escritório quando escuto a secretaria ligando para Miguel dizendo que a esposa dele tinha acabado de voltar de viajem e estava na outra linha questionando em qual hotel ele estava, pois a reforma da casa deles ainda não tinha acabado.

Entrei na sala de Miguel e o questionei:
_ Você disse que estava livre pensei que tinha se divorciado você estava mentindo para mim?
_ Não, calma eu posso explicar. Eu estou separado de fato falta apenas oficializar. Minha esposa inclusive viajou para digerir o divorcio. A reforma da casa é para pequenos defeitos que estão desvalorizando o imóvel.  Assim ficará mais fácil e rentável para vender e...

_ Não me envolvo com homem casados, adeus!
_ Não Roberto espere! Por favor o processo já está em andamento.
_ Mas não concluiu, isso se houver realmente um processo.

Miguel me ligou, mandou mensagens, não atendi, retornei ou respondi, não queria mais falar com ele. Tentei me relacionar com outras pessoas, mas sentia as conversas vazias dos caras da minha idade. O sexo era bom, mas faltava algo: carinho, atenção era muito sexo por sexo. Tentei com caras mais velhos, mas não encontrei alguém como Miguel. As conversas eram cansativas e chatas, o sexo com ele tinha mais atenção, carinho. Não todos, mas a maioria faltava aquele fogo, sabe.

Eu sentia a falta de Miguel, as vezes via seu carro perto na faculdade. Meu desejo era de ir ao seu encontro mas eu resistia.

Eu estava em casa quando a campainha toca.
_ Você? !
_ Não, não espera, eu sabia que não ia me atender por isso eu vim aqui para te mostrar isso aqui, olha, lê, sou um homem livre agora em todos os âmbitos.

Peguei o papel. Era o divórcio. Fiquei feliz, mas ao mesmo tempo...
_ Que bom para você, parabéns!
_ Para eu só não, para nós, não era isso que impedia? Ou era outra coisa?
_ É, não. .. Quer dizer era o fato de você ainda estar casado sim, mas tem o fato de você ter mentido para mim, você me enganou Miguel.
_ Não eu já te expliquei, vamos esquecer isso por favor, por nós.

Miguel pegou em minha mão, passou a acariciar meu braço e foi se aproximando de mim, a porta foi se abrindo, seu rosto chegando perto, minha boca foi se abrindo. Eu ia dizer algo, eu ia impedir, mas não consegui. Miguel me beijou, eu cedi, retribui ao beijo. Ele veio entrando, fechei a porta. Miguel me abraçou forte, mais beijo, mais caricias em meu corpo. Fomos para meu quarto.
_ Senti saudades do seu beijo, do seu corpo, da sua presença, da sua voz.
_ Eu também.
_ Não resisti, mesmo sabendo que não queria falar comigo às vezes ia a sua faculdade e ficava te vendo de longe na esperança de não te ver junto com outro cara. E quando te via com um amigo eu pensava que poderia ser um novo namorado, meu coração apertava, mas ai via como se despediam e meu peito se aliviava. Eu ia sofrer muito te vendo com outro, mas não atrapalharia. Talvez fosse o que precisava para seguir em frente sabe, mas fico feliz que não tenha acontecido, pois te amo de mais.

Tiramos nossas roupas, acariciamos um o corpo do outro, muitos beijos, muitas caricias. Fizemos um delicioso 69 sem pressa com muito tesão. Chupamos, lambemos o pau e o saco um do outro, depois Miguel me penetrou e gozou gostoso, farto e grosso no meu cu. Depois foi minha vez. Gozei duas vezes naquele cu gostoso, quente e apertado. Ficamos a noite toda alternando entre conversas, carinho e sexo.

 

Oficializamos o namoro. O filho de Miguel não gostou da ideia. Estava noivo, se casou e quase não chamou o pai para o casamento. Eu não fui em respeito e claro sei onde não sou bem vindo. Já a filha mais nova aceitou melhor a situação. Está morando com a mãe no exterior, mas entre sempre em contato conosco. Com a força e apoio de Miguel meu esforço, dedicação, estudo e empenho me formei e passei na OAB. Estamos juntos a quatro anos. Hoje trabalhamos juntos no mesmo escritório. Estamos muito felizes e é isso o que importa.

Autor: Mrpr2
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Postado por Mac Del Rey | (0) Comente aqui!

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