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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Alemanha vê aumento nos casos de violência contra pessoas LGBT.

 
Parada do Orgulho LGBT anual de Berlim, na Alemanha, em 22 de julho de 2017.
 
 
Casos de LGBTfobia sobem 27% em relação a 2016. Ativistas denunciam que crimes de ódio contra pessoas LGBT viraram rotina no país.

A Alemanha registrou no primeiro semestre deste ano 27% mais casos de violência contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais do que no mesmo período do ano anterior, segundo relatório do Ministério do Interior divulgado nesta quarta-feira (9) pela imprensa alemã.

Nos primeiros seis meses do ano, foram registrados 130 delitos contra pessoas LGBT. Em 2016, houve 102 ataques LGBTfóbicos no mesmo período.

A Associação de Homossexuais e Lésbicas (LSVD, sigla em alemão) exigiu do próximo governo alemão, a ser eleito em setembro, a implementação de um programa nacional contra a violência LGBTfóbica.

Segundo a organização, os crimes de ódio contra pessoas LGBT são rotina no país. "Uma sociedade aberta precisa garantir que todas as pessoas possam ser diferentes o tempo todo, em todo lugar, sem medo de hostilidades", diz a declaração do LSVD.

Para a associação, os números divulgados pelo Ministério do Interior alemão não dão conta da realidade, já que nem todo ataque é denunciado no país. O grupo pediu melhorias nos procedimentos de denúncia e uma comunicação permanente entre a polícia e a comunidade LGBT.

Nos primeiros seis meses do ano, foram registradas investigações contra 70 suspeitos, em comparação com 58 no mesmo período de 2016. Dos 130 delitos de 2017, 29 foram lesões corporais, 30 se enquadram na definição de "outros delitos de violência".

Também houve 25 casos de incitação ao ódio, sete casos de abuso, seis delitos de propaganda e cinco casos de dano patrimonial. Além disso, registraram-se três casos de roubo e um de extorsão.

Segundo os números do ministério, 35 dos delitos teriam tido motivação política de alinhamento à direita. Um caso foi motivado por "ideologia estrangeira" e mais quatro casos foram motivados por "ideologia religiosa". Os 90 casos restantes não puderam ser atribuídos a nenhuma intenção.

Em Berlim, o deputado verde Volker Beck, que solicitou a divulgação dos dados, afirmou que o aumento dos crimes de LGBTfobia na Alemanha é uma "prova de incapacidade do trabalho de prevenção do governo".

Em referência à legalização do casamento de pessoas do mesmo sexo na Alemanha, em junho, Beck disse: "Agora, temos os mesmos direitos, mas a possibilidade de desenvolvimento igualitário exige que sejamos livres do temor de violência e discriminação."

O ministro alemão da Justiça, Heiko Maas, disse ser "vergonhoso que o número de crimes de homofobia tenha crescido na Alemanha". O político social-democrata exortou a sociedade alemã a combater a LGBTfobia unida. "A homofobia não pode ter nenhuma chance na nossa sociedade", afirmou.
 

Muçulmanos aceitam mais homossexualidade do que evangélicos, diz pesquisa.

 
52% dos muçulmanos estadunidenses acreditam que "a homossexualidade deve ser aceita pela sociedade"
 
 
De acordo com estudo, 52% dos muçulmanos dos Estados Unidos acreditam que "a homossexualidade deve ser aceita pela sociedade"

Embora o Islamismo seja conhecido como conservador, a religião está passando por algumas mudanças e se tornando mais aberta para questões LGBT. Pelo menos é o que indica uma pesquisa recente que mostra que cada vez mais muçulmanos norte-americanos estão passando a aceitar a homossexualidade.

Dados divulgados pelo site de pesquisas “Pew Research Center” mostram que, em 2017, 52% dos muçulmanos  dos Estados Unidos acreditam que "a homossexualidade deve ser aceita pela sociedade". Isso representa um aumento significativo, considerando que o número era de 29% em 2011 e  de 27% em 2007.

Isso também sugere que os islâmicos aceitam mais a homossexualidade do que os evangélicos, já que os dados mostram que apenas 34% destes cristãos acreditam que a homossexualidade deve ser algo aceito pela sociedade. Apesar de ser um número ainda baixo, o resultado representa um aumento na aceitação, que era de apenas 29% em 2011 e 23% em 2006.

Ainda assim, os islâmicos não estão na frente em relação de religiões que mais aceitam os homossexuais. Em primeiro lugar estão os protestantes (76%) e em segundo estão os católicos (66%).

A vida de um muçulmano gay;

Apesar de esses dados mostrarem uma maior aceitação por parte do Islamismo, ainda há casos como o de Jahed Choudhury, que é gay e muçulmano e sofre preconceito dentro de sua religião.

Após se casar com outro homem, Jahed revelou ao “Daily Mail” que “faria de tudo para não ter nascido gay”. Ainda assim, Jahed acredita não ser o único gay em sua comunidade. "Esse assunto simplesmente não é discutido, então, mesmo que apenas um jovem homossexual leia isso, não só da fé muçulmana, mas de qualquer fé, espero que o ajude a saber que ele não está sozinho"

Mas, mesmo não sentindo que é aceito, Jahed não abriu mão de sua religião. "Eu sou muçulmano e gay, e a única maneira de lidar com os dois é dividi-los em minha mente”, afirmou. "Eu ainda tenho minha fé e rezo cinco vezes por dia, mas entendo que alguns muçulmanos nunca aceitarão de fato a homossexualidade”.
 

Papa Francisco chama de família e parabeniza casal gay que batizou filhos na Igreja Católica.

 
“Quando abrimos a carta na sexta passada, as crianças se emocionaram. Isso mexe muito com o emocional e a imaginação da gente”, afirma Toni, o segundo da direita para a esquerda. Ao lado dele, o filho Allyson, o companheiro David, e os filhos Felipe e Jessica, com o padre que realizou a cerimônia.
 
 
Depois de fazer declarações criticando a perseguição dentro da Igreja Católica a homossexuais, o Papa Francisco surpreendeu a militância mais uma vez. Em carta ao casal Toni Reis e David Harrad, que vive junto há três décadas, o sumo pontífice reconheceu como família a união entre o ativista brasileiro e o inglês ao parabenizá-los pelo batizado dos três filhos adotivos, de 11, 14 e 16 anos. A mensagem em nome do papa tem data de 10 de julho e foi assinada pelo secretário de Assuntos Gerais do Vaticano, o monsenhor Paolo Borgia. Mas só foi aberta pelo casal na última sexta-feira, quando a família voltou ao Brasil após viagem de férias.

O texto é uma resposta à carta enviada por Toni e David ao religioso, no fim de maio, em que eles relataram a alegria de um casal de pessoas do mesmo sexo em ter conseguido batizar os filhos na Igreja Católica. No envelope também foram anexadas fotos do batizado, realizado em Curitiba em abril.

“O Santo Padre viu com apreço a sua carta, com a qual lhe exprimia sentimentos de estima e veneração e formulava votos pelos bons frutos espirituais do Seu ministério de Pastor da Igreja Universal. Ao agradecer, da parte do Sucessor de Pedro, o testemunho de adesão e as palavras de homenagem, posso acrescentar: também o Papa Francisco lhe deseja felicidades, invocando para a sua família a abundância das graças divinas, a fim de viverem constante e fielmente a condição de cristãos, como bons filhos de Deus e da Igreja, ao enviar-lhes uma propiciadora Bênção Apostólica, pedindo que não se esqueçam de rezar por ele”, diz trecho da carta enviada pelo Vaticano.

“Para algumas pessoas ateias ou agnósticas, pode não significar nada. Para nós, significa muito. É um fato, mesmo tendo senso crítico de que a igreja errou muito. Na Idade Média éramos queimados na fogueira. Agora temos um papa mandando ofício. Estamos realizados”, disse Toni, que é militante, educador e colunista do Congresso em Foco.

Segundo Toni, o pedido para ser batizado partiu dos próprios filhos. Mas o casal enfrentou resistência para encontrar um padre que aceitasse dar o sacramento aos adolescentes. O batizado só saiu graças ao apoio do arcebispo de Curitiba, José Antônio Peruzzo. “Ele disse: ‘Não estamos batizando o casal gay, mas as crianças’”, relatou Toni.

Para o militante, a carta é simbólica e mostra que a Igreja está mudando o tratamento dispensado a outros modelos de família, que não o encabeçado por um homem e uma mulher. “Quando abrimos a carta na sexta passada, as crianças se emocionaram. Isso mexe muito com o emocional e a imaginação da gente”, afirmou. Toni, David e os filhos, que estiveram no Vaticano no mês passado, durante as férias, pretendem voltar a Roma para agradecer pessoalmente ao papa pelo gesto de reconhecê-los como uma família.

O reconhecimento é mais uma página virada pelo casal, formado há 27 anos. Nesse período, Toni e David viraram referência na luta pela igualdade de direitos homoafetivos. O inglês viveu no Brasil entre 1991 e 2004 com visto de turista e temporário. A Polícia Federal deu prazo de oito dias para ele deixar o país em 1996.

Em 2005, uma resolução do Conselho Nacional de Imigração permitiu a concessão de visto permanente a companheiros estrangeiros, independentemente de sexo. No ano anterior, o casal havia firmado uma declaração de convivência marital em um cartório de Curitiba. A confirmação do casamento veio em 2011, quando o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu a união estável de pessoas do mesmo sexo. A decisão abriu caminho para a adoção de três crianças – Felipe, hoje com 11 anos, Jéssica, com 14, e Allyson, com 16 anos. Esse foi adotado em 2012, e Jéssica e Felipe, que são irmãos de sangue, entraram para a família em 2014.

Em junho do ano passado, em um voo entre a Armênia e Roma, o Papa Francisco disse que a Igreja devia desculpas aos homossexuais, aos pobres, às mulheres e às crianças. Segundo ele, os homosssexuais, não devem ser discriminados. “Eles devem ser respeitados, acompanhados pastoralmente”, declarou no avião, de acordo com relato de jornalistas que o acompanhavam.
 
“Acho que a Igreja não deve apenas pedir desculpas … a uma pessoa gay a quem ofendeu, mas também deve pedir desculpas aos pobres, bem como às mulheres que foram exploradas, às crianças que foram exploradas por trabalho (forçado). Deve pedir desculpas por ter abençoado tantas armas”, defendeu. Os comentários dele foram feitos dias após os atentados em uma boate gay, em Orlando, nos Estados Unidos, que deixou quase 50 pessoas mortas.
 

Dúvida cruel: Discussão sobre quem tinha pênis maior termina em agressão, em Manaus.

 
 
 
Uma discussão entre amigos terminou em briga e virou caso de polícia nesse domingo (6), em Manaus. A ocorrência tem surpreendido muita gente e repercutido entre internautas, que se dividem entre achar a situação preocupante e engraçada. O motivo? Os dois amigos se agrediram por não concordarem sobre qual deles tem o pênis maior. Uma faca e um pedaço de caco de vidro foram usados para resolver o inusitado debate.

De acordo com o Diário do Amazonas, os dois estavam bebendo na casa de um deles quando começaram a discutir e trocar agressões. Em determinado momento, outras pessoas se envolveram na confusão e houve uma briga generalizada. O mais novo, de 19 anos, teve o pescoço cortado com um pedaço de vidro e o mais velho, de 31, levou quatro facadas na cabeça.

Segundo a PM, o homem esfaqueado não soube informar quem foi o autor das agressões. Ele, no entanto, seria o responsável por atacar o amigo ferido com o caco de vidro. Ainda de acordo com os policiais, os dois chegaram ao hospital João Lúcio abraçados em uma moto pilotada por um conhecido deles. Depois que receberam atendimento médico, os amigos decidiram não registrar boletim de ocorrência. E, ao que parece, não chegaram a um consenso sobre o maior pênis.



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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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