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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Após veto de Trump, Pentágono tem seis meses para expulsar militares trans das Forças Armadas.

 

 
Após anunciar a proibição de pessoas transgêneros nas Forças Armadas dos Estados Unidos, no mês passado, o presidente Donald Trump deu apenas seis meses para o Pentágono acate totalmente a sua decisão.

De acordo com a imprensa internacional, o republicano prepara junto a Casa Branca enviar as diretrizes nos próximos dias, abrindo desta forma o período de seis meses para que seja feita a implementação, de fato.

O chefe do pentágono James Mattis terá que expulsar os militares transsexuais, que não poderão ser enviadas para zonas de Guerra, nem participar de missões de longa duração.
 

Ku Klux Khan está convocando pessoas para matar os Gays!

 
 
 
 
Folhetos estão sendo deixados nas calçadas das casas de Louisiana: “Leais Cavaleiros Brancos do KKK” e levam mensagens como: “Stop AIDS: Support Gay Bashing”.

“Os homens homossexuais e seus atos sexuais são desagradáveis e desumanos”.

“Nossa raça é nossa nação”.

Os folhetos incluem um endereço da web e um número de telefone, onde as partes interessadas podem participar do esforço para matar pessoas gays. Chamar o número recebe uma mensagem automatizada que diz: “Salve nossa terra, junte-se ao Klan, poder branco” antes de redirecioná-lo para um capítulo KKK na Carolina do Norte.
 

Contra projeto pró-LGBT, vereadora de MS ataca gays: “Abominação”.

 
 
Vereadora discursou contra gays na Câmara
 
 
A vereadora Juraci Souza Silva (PSC-MS) usou o seu poder de fala na tribuna da Câmara de Rio Brilhante, município a 161 quilômetros de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, para discursar contra a instituição do Dia Municipal do Combate a Homofobia. Projeto que estaria em pauta na bancada.

Ao tomar a palavra, a parlamentar aproveitou para atacar os homossexuais, apesar de alegar que não tem nada contra ao indivíduo, mas sim a prática, e utilizou a Bíblia para justificar os seus argumentos. “Não sou contra as pessoas que se utilizam dessa prática. Eu sou contra aquilo que a bíblia me refere, como palavra de Deus”, disse.

O projeto, de autoria do vereador Sergio Lopes da Silva, foi criado a partir de um pedido de membros da comunidade LGBT. Segundo a vereadora, se o idealizador da proposta pretendia defender “três mil pessoas”, ela também tinha o direito de defender os que se mostram contra a “prática”.

Juraci ainda se armou do velho discurso, “tenho até amigos do grupo”, sem citar o nome ‘homossexuais”, disse assim com eles estão defendendo a sua “classe”, ela estava defendendo a Bíblia. “Qual é a idealogia (sic) que eu defendo? Eu defendo a idealogia (sic) daquilo que eu acredito. E a bíblia é muito clara quando diz que o homem não se deite com homem, é abominação”, resaltou citando um versículo do livro sagrado.

Ainda no vídeo, a vereadora disse que “prática homossexual é deixar o costume natural”, acusou o movimento de incentivar crianças a se tonarem gays e chamou o desejo por pessoas do mesmo sexo de desvio de comportamento. “Jesus ama mesmo as pessoas, só que a prática das pessoas? A bíblia diz que Deus entrega as pessoas a prática de suas próprias paixões, entrega, e as pessoas recebem em si mesmo o prejuízo de seus feitos”.

Confira o vídeo:
 
 
 

Modelo e youtuber gay comete suicídio em seu quarto.

 
O jovem catarinense Ramon de Jesus Serafim de 25 anos em um dos ensaios que realizava como modelo
 
Nesta semana um caso de suicídio foi anunciado no Facebook e a vítima teria sido o modelo catarinense Ramon de Jesus Serafim de 25 anos. No mesmo post, segundo o seu amigo Ismael Victor Rohr, a morte teria acontecido por causa de uma overdose de remédios.

Além de modelo, o jovem também era cabeleireiro e teria estampado recentemente ensaios para a grife Andrew Christian e também para o aniversário de 10 anos do festival de música eletrônica Hell & Heaven, que acontecerá em novembro. As informações são do site Lado A.

Numa antiga entrevista ao Guia Gay de São Paulo, há dois anos, o modelo afirmou que motivado pela religião, já chegou a ser casado com mulher, mesmo sabendo que gostava de homens. Ao ver casais gays tendo relacionamentos felizes, o jovem modelo resolveu abandonar o casamento e se assumir para os pais, após um longo período de depressão.

Em 2015, o jovem abriu uma conta no Youtube, para contar sua experiência aos jovens gays de que que é possível viver ser feliz sendo abertamente gay. Nesta mesma época, ele também namorava o youtuber Felipe Mastrandea.

Ramon deixou além dos pais, Maristela e Luiz Carlos, deixou seus dois irmãos Robson e Rafael. Uma pequena cerimônia de despedida foi organizada em São Paulo, na noite do dia 21, antes de ser transferida para o município de São José em SC, onde o corpo de Ramon foi velado e sepultado no dia 22.
 

Gay perde parte da orelha em agressão incentivada pelo próprio pai.

 
 
Após a agressão, Jonathan e Wesley procuraram uma chance de recomeçar numa cidade do interior de São Paulo
 
Em uma cidade gaúcha, um casal gay foi vítima de homofobia com um desfecho de mutilação: o vendedor Jonathan Chaves teve parte da orelha decepada durante a agressão sofrida.

Na cidade de Santana de Livramento, no Rio Grande do Sul, Jonathan e seu namorado, Wesley Rais, foram agredidos enquanto trabalhavam.

“Nós tínhamos uma banca que vendíamos pão caseiro, essas coisas, e chegaram três rapazes e começaram a agredir a gente do nada. Ele (Wesley) acabou perdendo um dente e eu perdi um pedaço da minha orelha. Morderam a minha orelha por não nos aceitarem como somos”, conta Jonathan.
 
Jonathan teve a orelha mutilada durante a agressão
 
 
O mais difícil para o casal foi após uma investigação, descobrir que os três agressores fizeram isto a mando do pai de Jonathan.

Por envolver familiares, o casal optou por não levar o caso à polícia e preferiu ir embora da cidade procurando ajuda na cidade de Bauru, interior do estado de São Paulo. A escolha não foi aleatória: há dez anos a cidade paulistana conta com uma ONG que é referência no apoio e luta dos direitos dos homossexuais (a ABD: Associação Bauru pela Diversidade).

“Todos os casos atendidos de homofobia e de violência nesse sentido, a ABD passa para a comissão de Atenção à Diversidade sexual da OAB e, com esse corpo jurídico, a gente consegue dar andamento com boletins de ocorrências e assistir essas vítimas ”, explica Rick Ferreira, presidente da ONG.

O problema é que homofobia não é considerada um crime no código penal. O fato complica com que estatísticas de casos de violência sejam criadas e até dificulta que ocorrências sejam registradas pela falta de amparo na lei.

“É um passo de formiguinha não é do dia pra noite que tudo vai mudar, mas esses pouquinhos é que vão fazer a diferença. A gente só quer isso. Um casal homoafetivo só deseja isso ter a sua vida e ser feliz é o básico – a felicidade – é só isso que a gente quer”, explica Jonathan.



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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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