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SEXO

Primeiro contato de Dominação e Submissão: como acontece?

 
Primeira vez na Dominação é envolvida por extrema ansiedade, principalmente por parte do candidato a Submisso
 
 
 

Uma primeira sessão BDSM gay geralmente é um acontecimento muito marcante para a pessoa que nunca teve contato com as práticas de Dominação e Submissão . Vale a pena salientar que, como em qualquer relação, inclusive eróticas e sexuais, é difícil para alguém que nunca vivenciou esta prática saber exatamente como se portar e se todo o processo vai ocorrer a contento para ambas os lados.

 
 


 

Geralmente, o acontecimento é envolvido por extrema ansiedade, principalmente por parte do candidato a Submisso, certo grau de medo, tensão e tesão, por muitas fantasias e expectativas, além de muitas dúvidas que valem a pena aqui serem sanadas.

 
 
 

É sobre Dominação e Submissão que vamos falar hoje.

 
 

Do primeiro Contato à Sessão.

 
 
 

Afinal, como se conhece um Mestre/Dominador e como se marca a primeira sessão? Existem hoje alguns meios onde o contato entre as partes interessadas pode acontecer. A internet, obviamente, é o mais comum deles.

 
 

 Existem aplicativos de relacionamentos gays e redes sociais aonde os respectivos interesses de cada usuário são apresentados em seus perfis.

 
 

Neles podem se encontrar praticantes de BDSM e fetiches em geral. Outros locais de contato são festas do meio que se realizam periodicamente.

 
 

Outra dúvida frequente é sobre a primeira conversa. Quais as regras? Para um primeiro contato não existem protocolos definidos, sendo que, geralmente, o Dominador dá o tom da conversa e o diálogo pode variar de acordo com o perfil do Dominador.

 
 
 
 

Alguns Dominadores podem ser mais litúrgicos, ou seja, podem seguir formas de diálogo mais rígidas, disciplinadoras e hierarquizadas, outros mais didáticos, mais reservados ou calados e que não seguem modelos pré-estabelecidos de diálogo.

 
 
 
 

Alguns são mais ríspidos verbalmente, outros menos, por isso é importante estabelecer bem o perfil do Dom com quem se deseja estabelecer algum tipo de comunicação, e para isso é necessário existir tesão pela forma de comunicação proposta pelo Dom.

 

 

Vale lembrar que comunicar não é apenas trocar informações, mas estabelecer vínculos.

 

 

Sendo assim, é de bom grado que o candidato a Submisso queira, antes de mais nada, saber quais são as práticas e a forma como o Dominador em questão executa e gosta.

 

É importante lembrarmos aqui também que, assim como nas relações convencionais, no BDSM é muito comum encontrarmos candidatos a Sub que, ao procurarem um Dominador, estão interessados apenas para satisfazer as suas próprias vontades, sem se preocupar com o outro.


 
 

Isso, se não for ingenuidade – compreensível, mas desnecessária –, se chama egoísmo e está longe de ser Submissão, mesmo que teatralizada.

 
 
 

Essa atitude, muitas vezes mais ou menos consciente, já de antemão inviabiliza uma relação de entrega, submissão e troca. Sendo assim, é mais fácil e honesto, por parte do iniciante, buscar informações sobre as práticas específicas do Dominar ao qual pretende conhecer e averiguar se as mesmas são compatíveis com os seus desejos.

 
 

Não faz muito sentido um indivíduo que se propõe a ser submisso, querer adequar à força, o Dominador aos seus anseios e este tipo de relação como qualquer outra, deve agradar aos dois lados.

 
 
 

É possível expor os próprios sentimentos e anseios ao Dom?

 


A resposta é sim! Deve! Um diálogo franco é sempre bem-vindo, ele demonstra sabedoria e maturidade de ambas as partes, sendo um direito do Submisso fazer perguntas ao Dominador para sanar suas dúvidas principalmente no que diz respeito à sua própria segurança, antes da entrega efetiva. Para isso, como disse, vale a pena certo grau de bom senso, respeito, ética e responsabilidade.

 
 

Muitas vezes, é necessário um tempo para que ambas as partes se conheçam pessoalmente e se afinem. Esse tempo pode variar de acordo com o casal, mas deve ser entendido como algo necessário para que construa uma relação de confiança e cumplicidade. Vale também lembramos aos candidatos que o Dominador também tem família, trabalho, vida pessoal e horário de descanso, então o primeiro encontro às vezes pode demorar um pouco.

 
 
 
 

E não estranhem se mesmo depois de tudo isso na hora “H” a insegurança bater! É perfeitamente compreensível, natural e pode acontecer com qualquer pessoa. De qualquer forma, vale a pena tentar. Afinal, o que vale é o autoconhecimento!

 
 

Sexo é esporte?

 
 

É muito comum dizermos que sexo é nosso esporte quando somos criticados sobre a falta de prática de exercícios. Ou então aliarmos a vontade de fazê-lo com um sintoma no corpo, quando dizemos “Ela é de tirar o fôlego.” Seguindo esse raciocínio, Rita Lee fez até uma comparação, metafórica, é claro, em uma de suas músicas na qual sexo seria equivalente ao esporte. (“O amor é um livro, Sexo é esporte”) Mas afinal, o que tem de esporte na relação sexual?

 
 
 
 

Pesquisas foram realizadas e demonstraram que muitos benefícios proporcionados pela prática esportiva, se encontram também no ato sexual. A queima de calorias na prática de 40 minutos de sexo são as mesmas 160 calorias consumidas em meia hora de caminhada.

 

No momento de excitação, a circulação sanguínea é estimulada e o coração tem de se esforçar para bombear melhor o sangue e garantir a ereção nos homens e a lubrificação vaginal nas mulheres. Além disso, alguns hormônios são liberados em ambas atividades, como por exemplo a endorfina, que aumenta a sensação de bem-estar e regula a percepção da dor sendo considerada um “analgésico natural”, capaz também de reduzir o estresse e a ansiedade.       

         

 

Mas é importante fazer sexo de forma saudável e não abusar da sorte. Todos já estão cansados de saber os possíveis efeitos de um ato sexual feito sem os devidos cuidados. Além de correr o risco de ser contaminado por uma DST (doença sexualmente transmissível).

 
 
 

Ate mais!!

 



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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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