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HOMOSSEXUALIDADE

O que os Famosos disseram sobre a Decisão que permite a Cura Gay?

 
 
 
Desde que o jornal O Globo noticiou que a Justiça Federal do Distrito Federal tomou uma decisão que deixa psicólogos livres para oferecer tratamentos contra a homossexualidade, diversos famosos usaram suas redes sociais para manifestar indignação contra a liminar nesta segunda-feira (18). Anitta foi uma das que ficou mais revoltada. Abalada, a cantora gravou um vídeo e postou em sua conta oficial no Instagram.
 
“O Brasil se devastando e as autoridades preocupadas com quem queremos nos relacionar. Isso precisa acabar. Deus, cure a doença da cabeça do ser humano que não enxerga os verdadeiros problemas de uma nação. Pais, não obriguem seus filhos a procurarem cura pra uma doença que não existe, baseados neste fato político. Essa busca interminável sim pode deixa-los realmente doentes”, lamentou a diva. Confira a posição de outras celebridades:
 
 
 
Assumidamente bissexual, Fernanda Gentil ironizou a decisão. “Tentando me curar dessa doença, mas está difícil….. Ô Paulo Gustavo, obteve sucesso aí? Alguma dica?”, escreveu a jornalista na legenda de sua foto deitada na cama com um termômetro na boca e várias pílulas no colo.

“Fernanda Gentil e Preta Gil o que vocês estão tomando? Me manda por inbox que Thales Bretas faz a receita para mim se precisar! Porque deve ser só com receita! Reposta ai gente! Estou tentando achar o remédio! Obs: Se não fosse o humor eu ja tinha dado na cara de uma pessoa dessa!”, respondeu Paulo Gustavo em seu perfil.
 
 
 
“Aí Paulo Gustavo e Fernanda Gentil também estão doentes como eu! Fernanda Lima e Pabllo Vittar vocês já acharam a cura para o amor? Cure o seu preconceito”, disse Preta Gil no Instagram. “Não somos doentes”, clamou Pabllo Vittar.

“Acho melhor eu chamar um médico… Ou melhor… Uma médica… Mas uma bem gatinha para vir aqui para casa…”, postou Rafa Brites. “Que absurdo! Estou perplexa com tanta ignorância! Mais amor por favor!”, clamou a top model Laís Ribeiro. “Não é doença. É amor. Falta respeito. E sobra tempo e dinheiro que deveriam ser gastos com coisas mais importantes. Vergonha. Aceitem e não surtem”, pediu Fernanda Souza.
 
 
 
“Indo dormir com essa imbecilidade que acabei de ler… Sr. juiz, amor não é doença e quem precisa de tratamento é o senho. O próprio conselho de psicologia repudiou essa medida… Viva o amor. Ame”, incentivou Bruno Gagliasso. “Em meio há tantas notícias horríveis situações constrangedoras que temos ouvido e vivido… Agora mais esta para coroar a vergonha! Doente é quem não sabe amar”, opinou Adriane Galisteu.

 
 
“Definitivamente somos o país do retrocesso! Doença? Não, peraí! Concordo que psicólogos estejam preparados para auxiliar o entendimento dentro de uma confusão que cause desorientação. Se consumir em duvida não é bom para ninguém mas insistir nesta imbecilidade de “doença” é primitivo! A justiça brasileira está preocupada com “doenças” então aprovem leis que favoreçam o aprimoramento, expansão e absoluta qualidade da saúde pública de forma generalizada! Máximo respeito à todos os meus amigos gays e lésbicas cujo carinho nunca se preocupou com orientação sexual e que admiro como pessoas e profissionais sem a menor preocupação! Respeito dado é respeito ganho! Passou da hora de nos preocuparmos com a intimidade dos outros como se fosse a nossa!!! Que esta liminar sucumba diante do real bom senso de quem faz as leis das quais o nosso país necessita para sair desta condição patética! Que a educação, inteligência e gentileza triunfem”, deseja o ex-BBB Max Porto.
 
 

Ativista LGBT pede aposentadoria por invalidez após juiz autorizar “cura gay”.

 
 
Como forma de protesto, o ativista LGBT Toni Reis fez um requerimento ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) para pedir sua aposentadoria compulsória. A ação é uma forma de resposta à decisão em caráter liminar do juiz Waldemar Cláudio de Carvalho, do Distrito Federal,  que determina que o Conselho Federal de Psicologia (CFP) não pode proibir terapias de “reversão sexual” para curar a homossexualidade.

Como forma de protesto, o ativista LGBT Toni Reis fez um requerimento ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) para pedir sua aposentadoria compulsória. A ação é uma forma de resposta à decisão em caráter liminar do juiz Waldemar Cláudio de Carvalho, do Distrito Federal,  que determina que o Conselho Federal de Psicologia (CFP) não pode proibir terapias de “reversão sexual” para curar a homossexualidade.

O ativista LGBT publicou em seu Facebook uma carta em que explica o pedido de aposentadoria 

O ativista LGBT publicou em seu Facebook uma carta em que explica o pedido de aposentadoria

Em seu Facebook, Toni Reis, diretor do Grupo Dignidade - organização que luta por direitos LGBT -, compartilhou o documento na íntegra em que pede pela aposentadoria. Para começar, ele explica que a decisão do juiz contraria a Resolução 001/1999 do Conselho Federal de Psicologia e que promove o “curandeirismo e o charlatanismo, uma vez que a decisão infere que as pessoas homossexuais são doentes e passíveis de tratamento, liberando assim a ‘cura gay’”.

“Entende-se que a partir dessa decisão, em torno de 20 milhões de pessoas brasileiras que são homossexuais (segundo estimativas científicas baseadas no estudo de Kinsey, 1948) tornam-se inválidas e, portanto, elegíveis para receber aposentadoria por invalidez”, escreveu. “Reconheço que o pagamento desse benefício imprevisto possa quebrar a Previdência Social uma vez por todas, mas sugiro que o déficit incorrido seja recuperado por meio da taxação da renda das igrejas que promovem a ‘cura gay ’.”

Além disso, Toni também sugere o valor mensal da aposentadoria no valor de 24 salários mínimos, com “isenção de todo e qualquer imposto por motivo de crença (ou melhor, doença), e com direito a passaporte diplomático para poder empregar o tempo ocioso em viagens ao exterior, buscando a cura em centros avançados, e também divulgando a boa nova brasileira relativa à cura do ‘homossexualismo’”.

“Sendo uma dessas pessoas inválidas, devido à minha condição homossexual que é de notório saber, venho por meio deste requerer minha aposentadoria compulsória, com direito a acompanhante especializado, retroativa até o início das primeiras manifestações da minha homossexualidade , por volta do ano de 1970”.
 
Em seu Facebook, o ativista LGBT publicou uma carta em que explica os motivos do pedido de aposentadoria compulsória por ser homossexual

Como forma de protesto, o ativista LGBT Toni Reis fez um requerimento ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) para pedir sua aposentadoria compulsória. A ação é uma forma de resposta à decisão em caráter liminar do juiz Waldemar Cláudio de Carvalho, do Distrito Federal,  que determina que o Conselho Federal de Psicologia (CFP) não pode proibir terapias de “reversão sexual” para curar a homossexualidade.

O ativista LGBT publicou em seu Facebook uma carta em que explica o pedido de aposentadoria 

O ativista LGBT publicou em seu Facebook uma carta em que explica o pedido de aposentadoria

Em seu Facebook, Toni Reis, diretor do Grupo Dignidade - organização que luta por direitos LGBT -, compartilhou o documento na íntegra em que pede pela aposentadoria. Para começar, ele explica que a decisão do juiz contraria a Resolução 001/1999 do Conselho Federal de Psicologia e que promove o “curandeirismo e o charlatanismo, uma vez que a decisão infere que as pessoas homossexuais são doentes e passíveis de tratamento, liberando assim a ‘cura gay’”.

“Entende-se que a partir dessa decisão, em torno de 20 milhões de pessoas brasileiras que são homossexuais (segundo estimativas científicas baseadas no estudo de Kinsey, 1948) tornam-se inválidas e, portanto, elegíveis para receber aposentadoria por invalidez”, escreveu. “Reconheço que o pagamento desse benefício imprevisto possa quebrar a Previdência Social uma vez por todas, mas sugiro que o déficit incorrido seja recuperado por meio da taxação da renda das igrejas que promovem a ‘cura gay ’.”

Além disso, Toni também sugere o valor mensal da aposentadoria no valor de 24 salários mínimos, com “isenção de todo e qualquer imposto por motivo de crença (ou melhor, doença), e com direito a passaporte diplomático para poder empregar o tempo ocioso em viagens ao exterior, buscando a cura em centros avançados, e também divulgando a boa nova brasileira relativa à cura do ‘homossexualismo’”.

“Sendo uma dessas pessoas inválidas, devido à minha condição homossexual que é de notório saber, venho por meio deste requerer minha aposentadoria compulsória, com direito a acompanhante especializado, retroativa até o início das primeiras manifestações da minha homossexualidade , por volta do ano de 1970”.
 
Repercussão da "cura gay".

A decisão do juiz está dando o que falar nas redes sociais e famosos foram ao Instagram comentar sobre o assunto. "A gente está aqui tentando procurar um remédio, alguma coisa para ver se cura a gente da homossexualidade, da bissexualidade. Como é que cura um ser humano de amar o outro?", questionou a cantora Preta Gil, assumidamente bissexual.

Leia também: Famosos usam a Internet para se posicionar contra a "cura gay"

Cantora e defensora dos direitos LGBT, Daniela Mercury está casada há mais de quatro anos com a jornalista Malu Verçosa. A artista postou uma foto do casal com a legenda: “Dá para perceber de 'cara' que estamos doentes. Doentes de amor, doentes de respeito mútuo, doentes por nossa família. Somos doentes de felicidade! Nos respeitem!".


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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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