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MINHA VIDA GAY

Brandon Flynn, de 13 Reasons Why, assume indiretamente Gay e defende o Casamento Gay na Austrália.

 
 
 
Brandon Flynn, que estrela o drama da Netflix, 13 Razões Why , que saiu do armário publicamente em um post do Instagram, pediu para os australianos a votar “sim” pela igualdade do casamento.

Escreveu Flynn:

Acabei de ver a mensagem “votar não” no céu, que se aproxima de Sydney . Obrigado por arrecadar dinheiro e contratar um avião para escrever sua falta de apoio entre as nuvens. Espero que o seu ódio e falta de entendimento se foda, assim como essas palavras.

Muitos dos meus amigos foram expulsos de suas casas, mantidos no armário, espancados, mortos, ridiculizados pela igreja e pelo estado, institucionalizados … e tem medo de que, se votarmos sim, você não poderá mostrar o seu Ódio por nós.

F ** k isso. Ficamos assustados com toda a nossa vida graças a todos os estigmas que nos cercam, estigmas que foram criados pelo mesmo tipo de pessoas que voavam em um avião em Sydney. Nós lutámos, nós saímos bravamente mesmo com o nosso medo, e você escreveu uma mensagem no céu porque você está com medo. A igualdade tem coragem, isso me preocupa que muitas pessoas neste mundo não tenham bolas para defender o que é certo. #fuckhate
 

"Se você nunca ficou com mulher, como pode saber que é gay?"

 
 
 
Quando contou à família que era homossexual, o músico Peo Tavares foi levado a uma psicóloga. No começo, parecia tudo bem até o paciente perceber que profissional estava tentando "curá-lo" de ser gay.

O músico Peo Tavares, 25, tinha 18 anos quando contou para os pais sobre sua homossexualidade. A mãe logo o orientou a ir a uma psicóloga.

Foram dois anos de tratamento. No começo, segundo ele, parecia uma terapia convencional, mas a psicóloga, evangélica, passou a enxertar textos e passagens bíblicas e a questionar a orientação do músico.

A história de Peo indica que a prática da "cura gay" pode vir de forma sutil.

"Você já transou com uma mulher? Se você nunca ficou com mulher, como pode saber que é gay?"

"Eu fiquei muito mexido. Eu me senti ofendido, invadido. Como se viessem todas as minhas lembranças de infância, da religião, da culpa. Foi um tsunami", contou Peo ao BuzzFeed News.

O músico ainda conseguiu responder para ela: "A senhora já transou com uma mulher? Não? Então como sabe que é hétero?" Mas saiu do consultório desconcertado. "Fiquei uma semana arrasado, me sentindo muito mal".

O que mais pesou para o músico foi a relação de confiança que ele já havia estabelecido com a psicóloga. Ele conta que sequer pensou em se queixar ao Conselho de Psicologia ou fazer qualquer denúncia.

"Fiquei tão traumatizado na época que não passou pela minha cabeça fazer isso [denunciar]. Hoje, com a minha bagagem, eu faria diferente."

Ele diz que nunca a psicóloga falou que se tratava de uma terapia de "cura". "Aos poucos, a abordagem foi por esse caminho de Bíblia."

Ele afirma que a mãe também não disse que ele estava doente. "Ela não falou com essas palavras, mas tinha essa intenção".

Peo diz que sabia que a intenção de sua família não era apenas ajuda-lo e que havia uma expectativa de "reorientar" sua sexualidade. Por isso, foi escolhida a psicóloga evangélica.

A relação com os pais é boa, embora o tema da sexualidade seja sensível.
 
 
 
 
Hoje ativista dos direitos LGBTQ, Peo avalia que a decisão de um juiz federal de Brasília de permitir tratamento e pesquisa sobre reorientação sexual é fruto de um período de retrocesso no país.

"O remédio para a culpa que todo gay cristão carrega, que toda pessoa LGBT carrega, é o orgulho. Quando a gente se empodera, quando a gente tem orgulho de ser quem a gente é, a gente está medicando a culpa que querem colocar na gente. E é exatamente isso que eles não querem".

Estas imagens de pessoas 'contaminadas' pela homossexualidade vão te impressionar.

 
No Twitter, os brasileiros estão preocupadíssimos com o que pode vir a ser o futuro da nação.
 
As pessoas estão realmente alertas em relação a uma ~epidemia~ que pode estar atingindo o País. No Twitter, os brasileiros estão preocupadíssimos com o que pode vir a ser o futuro da nação.

Os sintomas? Muita lacração, cola velcro, tiros, bafos quentíssimo, gritos, BERROS, sapas, divas pops, shimbalaiê, e, é claro, o costume de beijar uma (ou várias, depende do dia) pessoa do mesmo sexo.

Pois é.

Na última sexta-feira (15), uma decisão da Justiça do Distrito Federal coloca em risco o princípio básico defendido pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP) por meio da Resolução CFP n° 01/99: A homossexualidade não constitui doença, nem distúrbio e nem perversão.

De acordo com o conselho, a Seção Judiciária do DF acatou parcialmente o pedido liminar de uma ação popular que dá margem para o uso de terapias de "reversão sexual". Este grupo, possivelmente, entende que há uma "cura gay" a ser "oferecida" à população LGBT.

A ação foi pautada por um grupo de psicólogos que defendem tal prática. O CFP, contudo, deixou claro que repudia este tipo de terapia e que ela representa "uma

Diante de tamanha comoção, separamos estas imagens de pessoas ~muito viadas~ desesperadas por uma "salvação".
 
 

 
 
 
 
 

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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