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NOTICIAS DO MUNDO GAY

PISA MENOS CANADÁ! País agora permite “sexo neutro” nos passaportes.

 

O Canadá vem se destacando na imprensa mundial por ser um dos países que mais apoiam os direitos LGBTs
 
 
No dia 29 de agosto, os cidadãos canadenses tiveram uma boa notícia: o país passou a permitir que pessoas declarem ser do “gênero neutro” em seu passaporte.  O objetivo com a medida adotada é garantir a dignidade de pessoas transgêneras e intersexuais que não queiram se identificar nem como homem nem como mulher.

Esta política inclusiva porém pode dar ainda muita dor de cabeça: a neutralidade no passaporte pode ser um problema para quem viaja a nações cuja legislação ainda censura os direitos de pessoas LGBT, como a Uganda, Jamaica, Barbados, Nigéria, entre outros, onde a homossexualidade é considerada crime.

Segundo Elen Kennedy, diretora executiva do Egale, organização em prol dos direitos para os LGBTs, o ideal seria que os documento oficiais não tivesse qualquer identificação relacionada ao gênero ou ao sexo da pessoa. Porém, a Organização de Aviação Civil Internacional exige que o campo “sexo” esteja nos passaportes de todos os países.

De acordo com o ministro da Imigração, Refugiados e Cidadania, Ahmed Hussen, a neutralidade nos passaportes representa um passo para a igualdade para todos os canadenses.

Vale lembrar que o Primeiro Ministro do país, Justin Trudeau, vem ganhando destaque na imprensa LGBT mundial pelos seus esforços em promover o respeito e a dignidade aos canadenses que se declarem lésbicas, gays, bissexuais, transexuais ou intersexuais. Em julho deste ano inclusive, uma lei foi aprovada para garantir proteção a sujeitos transgêneros contra qualquer tipo de discriminação.

O Canadá é o primeiro país no continente americano a possibilitar uma terceira identificação de gênero em um documento oficial, decisão já adotada por 8 países no mundo: Austrália, Bangladesh, Alemanha, Índia, Malta, Nepal, Nova Zelândia e Paquistão.
 

Suprema corte de Israel diz que o "casamento gay" não é um direito.

 
 
 
O pedido de reconhecimento do casamento igualitário feito pela Associação Israelita de Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros a Suprema Corte de Israel foi unanimamente rejeitado na semanda passada. A Associação baseou sua requisição na Lei Básica da Dignidade e Liberdade Humana. A esperança era que, no mínimo, a corte entendesse como inconstitucional a lei que proíbe o casamento igualitário. Infelizmente, o resultado não foi o esperado.
 
Apesar do apoio público ao casamento igualitário em Israel estar em torno de 64% e o país ser considerado um dos mais progressivos do Oriente Médio, a tolerância aos LGBTs está concentrada na área da cidade de Tel Aviv. Segundo o site inglês PinkNews, o juíz israelense Elyakim Rubinstein disse que "para todos os efeitos, o direito civil israelense não reconhece o casamento entre pessoas do mesmo sexo".

Triste pensar que a cidade de Tel Aviv tem se consagrado como um dos destinos que os gays devem ir, inclusive tendo uma das maiores Paradas do Orgulho LGBT do mundo, enquanto o seu país nega aos casais do mesmo sexo um direito civil básico como o casamento.
 

Paris inaugura o seu primeiro parque de nudismo.

 
Praticantes franceses do nudismo ganharam espaço experimental em Paris
 
Um espaço para os praticantes de nudismo foi inaugurado nesta quinta-feira (31) no parque Bosque de Vincennes, uma famosa área verde de Paris.

O local é o primeiro do gênero na capital francesa e receberá uma lista com comportamentos aceitos e proibidos, que será exposta no espaço para que os visitantes do parque e da área naturista fiquem cientes das regras do local.

A França é o primeiro destino de nudismo no mundo inteiro, com cerca de 500 espaços autorizados para a prática, segundo o jornal Le Parisien e é também na França que se encontra o maior centro nudista de férias de toda Europa.

Agora, os quase dois milhões de nudistas franceses terão um espaço dedicado a eles em Paris. Idealizado por um período teste, o espaço ficará aberto até dia 15 de outubro e seus visitantes poderão relaxar por lá todos os dias entre 8h da manhã até as 19h30 da noite.

Vale destacar que o local é protegido da curiosidade dos voyeurs apenas por algumas placas de sinalização.
 

Após afirmar que não imporia gênero a bebê, casal sofre ameaças em Pernambuco.

 
 
 
Após afirmar que não iria impor nenhum gênero e que batizaria o filho recém-nascido com um nome neutro, em entrevista ao jornal O Globo, um casal de Pernambuco começou a sofrer ameaças, insultos e represálias tanto nas redes sociais, quanto pessoalmente.

As agressões chegaram a um nível tão alto, que a matéria teve que ser retirada do ar no site da publicação. Até a jornalista, que assinou o texto passou a receber insultos em seus perfis na internet. As informações são do site NLucon.

Diante dos fatos, eles decidiram registrar um Boletim de Ocorrência na delegacia de crimes na internet. O pai da criança, que é um homem trans, relatou que passou a receber mensagens com ameças e declarações de ódio, além de sofrer um ataque no metrô.

“Divulgaram fotos nossas com a criança em outros lugares. Como temos familiares nessas redes sociais, passaram a insultar minha mãe, meus irmãos, a família da minha mulher e a família do pai biológico do bebê”, contou.

Munido de discursos religiosos, os agressores acusam os pais de fazerem experimentos com o bebê. “Dizem que estamos corrompendo a criança, que estamos usando ela para fazer experimentos. Pessoas falando em nome de Deus que somos aberrações, que a criança é uma aberração. Chegaram a dizer que vão chamar o conselho tutelar e que nós pagaríamos por essas escolhas”.

Na reportagem publicada pelo O Globo, o casal explicou que a criança, fruto de um relacionamento da mãe com um homem cisgênero, não teria nenhum gênero atribuído a ela, e que brincaria com todo tipo de brinquedos, sem distinção de sexo, além de ter a liberdade de transitar até que consiga vivenciar o gênero que melhor se identifique.

A decisão feita a partir da militância do casal, que costuma ser engajado em causas sociais. Para o pai, as pessoas estão esquecendo do bem estar da criança. “Estamos deixando ele escolher, quando tiver idade. Ele tem um mês, já faz coisas que outro não faz. Está saudável e bem cuidado. Como as pessoas não conseguem enxergar isso? Eu sei que estou na linha de frente, que coloquei a cara a tapa. Não sabia que isso iria atingi nosso bebê. É uma criança”, ressaltou.
 

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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