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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Australianos respondem pelo correio se são a favor do casamento gay.

 
 
 
Começou nesta terça-feira a ser distribuída na Austrália, pelo correio, uma pesquisa sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo.  O plebiscito será encerrado em 07 de Novembro, e os resultados serão divulgados em seguida. Foram emitidas cerca de 16 milhões de cédulas, que consta com o seguinte questionamento: "Deve ser alterada a lei para permitir que as pessoas do mesmo sexo se casem?", com opções de "sim" e "não".
 
Esta medida veio a ser tomada após o Senado australiano rejeitar por duas vezes a organização de um plebiscito e como esta era uma das promessas de campanha do atual governo, o Executivo decidiu organizar a enquete, ao custo de 122 milhões de dólares.
 
Assim, este debate não é recente, e com base numa pesquisa da Fairfax Media, 70% dos australianos aprovam a medida.  Se a maioria vier a se posicionar positivamente, o governo se compromete a organizar uma votação no Parlamento para mudar as leis de casamento, e espera que a matéria seja debatida no plenário antes de 7 de dezembro. 
 
O primeiro ministro Malcolm Turnbull, estimulou a todos a responderem a pesquisa e enviá-la, e acrescentou ainda que votará sim, assim como sua esposa.  O método de votação foi criticado por políticos e ativistas a favor dos direitos GLBT, onde abordam que o Parlamento deveria debater diretamente o tema. 
 
Tal medida é um grande exemplo, a busca pela mudança e a garantia dos direitos, apesar do método silencioso, pode ser um grande avanço visto que a questão já e debatida há anos e nunca se foi à votação.
 

Brasil rejeita recomendação do Vaticano na ONU que reconhece família apenas como “marido e mulher”.

 
 
 
O Brasil rejeitou a recomendação do Vaticano de proteger os nascituros e a “família ‘natural’, formada por marido e mulher” na Revisão Periódica Universal do Conselho de Direitos Humanos da ONU, assinada por todos os países membros da Organização. O relatório foi divulgado nesta segunda-feira (11).

O governo brasileiro também reagiu a outras três, das 246 recomendações feitas por países membros, que é feita a cada quatro anos e meio. “Continuar a proteger a família natural e o casamento, formado por marido e mulher, como a unidade fundamental da sociedade, e também os nascituros”, dizia a recomendação não acatada pelo Brasil.

Em entrevista ao jornal Correio do Povo, Caio Borges, coordenador do programa de empresas e direitos humanos da ONG Conectas vê a atitude como positiva. “É positivo que o Brasil tenha rejeitado recomendação claramente discriminatória do Vaticano contra as populações LGBT e contra as mulheres. Com essa proposta, o Vaticano pretendia barrar o casamento igualitário e o direito ao aborto mesmo nos casos já previstos por lei”, ressaltou.

Vale lembrar que na revisão periódica anterior, em 2012, o país aceitou parcialmente a sugestão, afirmando que “as instituições brasileiras reconhecem que também merecem proteção outros arranjos familiares, como mulheres sozinhas criando seus filhos”, exemplificou.

O Brasil também rejeitou uma recomendação o Reino Unido, que pedia que “as instituições brasileiras reconhecem que também merecem proteção outros arranjos familiares, como mulheres sozinhas criando seus filhos”, e outras duas da Venezuela, que sugestionava a interrupção do plano de congelamento dos gastos por 20 anos e criticava o “golpe de Estado parlamentar contra a presidente Dilma Rousseff” e o “restabelecimento da democracia”.
 

Jovem denuncia agressão de seguranças em show por homofobia: “medo de morrer”.

 
 
 
O jovem gay Nilvã Lucena, de 23 anos, denunciou um caso de agressão sofrido por dois seguranças do show da dupla sertaneja Jorge e Matheus, na cidade de Peruíbe, em São Paulo, no último domingo (10). De acordo com ele, o caso teria sido motivado por homofobia.

O rapaz, que trabalha como operador de caixa, relatou que foi surpreendido pelos homens sem qualquer motivo aparente. “Eu tinha saído do camarote e ido para a fila do banheiro. Estava mexendo no celular, quando um segurança veio e me deu uma ‘gravata’. Ele me enforcou e eu comecei a sufocar”, contou em entrevista ao G1.

Lucena ainda afirmou que foi imobilizado pelo vigia, que o levou para os fundos do palco para ter uma “conversa”, desesperado lembra que chegou a gritar por socorro. “Quando eu vi, tinha cinco seguranças e eu estava no meio. Eu gritei, até que algumas pessoas me reconheceram e pediram para que parassem de me bater. Eu achava que eles estavam me confundindo com alguém, não consegui entender.”

“Alguém falou para eles soltarem esse ‘rapaz’. Aí, um dos seguranças virou e disse: ‘Rapaz não, viado’. Fui vítima de homofobia, sim. Ao mesmo tempo em que tinha vergonha, pois todo mundo me olhava, eu tinha medo de apanhar e morrer”, completou.

Diante da agressão, Nilvã pretende processar a organização do evento pelo ocorrido. O jovem foi submetido a um exame de Corpo Delito no Instituto Médico Legal (IML), nesta segunda-feira (11). De acordo com ele, a polícia o garantiu que o caso será investigado.



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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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