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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Azerbaijão prende e tortura gays e transexuais.

 

Notícias sobre o interior do Azerbaijão sugerem que a caça aos LGBTs é feita para promover supostos "valores morais nacionais"
 
 
Nos últimos dias, foram divulgadas algumas informações sobre o Azerbaijão, que o colocaram entre os países na Europa mais violentos para um LGBT viver.

Pelo menos 100 pessoas homossexuais ou transexuais foram presas e torturadas pelo país. Cerca de 25 delas teriam sido assassinadas. Segundo o site Eurasianet, a polícia alega que as prisões teriam ocorrido por causa de prostituição e que elas não teriam relação com sexualidade ou identidade de gênero.

“Ao defender essas criaturas que são fontes de imoralidade, doenças perigosas e que foram amaldiçoadas por Deus, os círculos ocidentais estão tentando destruir nossas tradições nacionais sob o nome de ‘direitos humanos”, afirmou o vice-presidente do Partido da Justiça, Ayaz Efendiyev.

Vale destacar que apesar do país ter descriminalizado a homossexualidade no ano 2000, uma pesquisa da Ilga-Europa, apontou o Azerbaijão como o pior país europeu para um LGBT viver.
 

Fantástico faz reportagem sobre a Cura Gay e expõe Psicóloga que foge da reportagem!

 
 
 
Ao invés de explicar o porque que pediu a cura gay, ela simplesmente fugiu pra não dar entrevista!

Pq será? Não há argumentos?

E ainda por cima ela é assessora parlamentar de um deputado evangélico, além de ser evangélica….

Não precisa falar mais nada, não é?
 

Decisão de juiz que autoriza ‘cura gay’ causa mobilização e choque no Brasil.

Para a ciência, terapias que prometem mudar a orientação sexual dos pacientes, chamadas de “cura gay”, têm um nome: charlatanismo. Não há como se tratar a homossexualidade simplesmente porque ela não é uma doença nem um transtorno.

Mas uma liminar de um juiz do Distrito Federal provocou espanto e foi muito criticada nesta semana. A decisão autoriza os psicólogos a oferecerem tratamentos de “reversão sexual”.

Há quase 30 anos a Organização Mundial de Saúde reconheceu que homossexualidade não é doença. No Brasil, desde 1999, o Conselho Federal de Psicologia diz que psicólogos não podem tratar a cura da homossexualidade.

Porém uma liminar do juiz federal Waldemar Claudio de Carvalho determinou que o Conselho Federal não pode impedir psicólogos de promoverem estudos ou atendimento profissional sobre a reorientação sexual. A decisão causou choque e mobilização também nas redes sociais.
 

Multidão invade região da Avenida Paulista para protestar contra a “cura gay”.

 

 
Por volta das 19h30, a multidão descia a rua Augusta entoando versos como "As gay, as bi, as trans e as sapatão, tá tudo organizada pra fazer revolução!" e cantando também "Um dois três, quatro cinco mil, pega a cura gay e vai pra puta que pariu!"

Milhares de pessoas participaram de uma passeata na região da avenida Paulista e na região central, nesta sexta-feira (dia 22) em protesto à decisão judicial que possibilita que psicólogos possam oferecer tratamentos de reorientação sexual.

“É um absurdo criminalizar a população LGBT, falar que nossa orientação sexual ou nossa identidade de gênero é uma doença. Porque não é. E é um absurdo ter que protestar por causa disso em pleno 2017“, afirmou a jovem manifestante Victória Gonçalves, estudante de História e Ciências Sociais de 19 anos. “Estamos aqui para reivindicar nossos direitos de amar que a gente quiser e poder ser quem nós somos sem sermos recriminados por isso”, explicou enquanto carregava um cartaz com a seguinte mensagem: “Nossa sociedade está doente de normalidade”.

O protesto relatado pelo jornal El País, foi formado principalmente por jovens e começou a se organizar em frente ao MASP a partir das 17h. A manifestação teve inclusive confronto entre protestantes e policiais. Segundo relatos, duas pessoas acabaram sendo presas depois de um confronto com PMs.

A manifestante Meire Aparecida de Oliveira, de 48 anos, conta que é casada com uma mulher e que sua filha, de 17 anos, também é lésbica. “Outro dia uma amiga dela que estava com sua namorada foi agredida dentro do trem por ser lésbica. Então nos preocupamos muito”, relata a manifestante que também faz parte do coletivo Mães pela Diversidade. “Quando a gente consegue ter o nosso espaço, sempre tem alguém querendo tirá-lo. Mas o que você faz entre quatro paredes não diz respeito a ninguém. Eu pago minhas contas, tenho minha vida profissional e minha vida cidadã como todo mundo”.

Grávida de sete meses, a protestante Ana Tainá Dias Moura se preocupa com o futuro de seu filho. “Não quero que ele viva em uma sociedade tão opressora como a nossa. Que ele possa ser o que quiser, gostar de quem quiser, sem ter todos os preconceitos em cima dele”, diz a jovem, que tem 21 anos e foi à manifestação com outras duas amigas.

O maior movimento é a parada e depois tudo acaba. As pessoas só voltam quando tem um massacre de Orlando ou esse absurdo da cura gay”, diz o jovem manifestante Arthur Berman, que tem 17 anos e está no ensino médio. O jovem palpita afirmando que acredita “a liminar vai cair”, mas afirma que que mesmo assim todos devem continuar “apreensivos com os movimentos da Câmara”.

“É a primeira vez que, fora a Parada Gay, nos reunimos para fazer algo. As últimas paradas perderam o foco e as pessoas vêm muito pela brincadeira. Mas aqui o pessoal pegou uma causa e tá apoiando. Porque quando um juiz abre a possibilidade de ‘cura gay’, ele tá errado”, explica o manifestante e professor José Roberto Leme. O que transforma um país, argumenta, “não é só a educação, porque a consciência das pessoas também tem que mudar”.

A passeata foi até o Largo do Arouche, no centro de São Paulo e a medida que os manifestante se aproximavam do seu destino destino final, por volta das 20h30, muitos aplaudiam as transsexuais que trabalhavam nas esquinas e hotéis da região.
 

Ex-médico assassino se veste de mulher, bota silicone e se suicida.

 
O ex-médico Farah Jorge Farah
 
 
O ex-médico Farah Jorge Farah foi encontrado morto em sua casa, na Vila Mariana, Zona Sul da capital paulista. Só que alguns detalhes chamaram a atenção dos investigadores: antes de cometer suicídio, o ex-médico aplicou silicone no peito e nas nádegas, vestiu saia e top e também ouviu uma música fúnebre não identificada, segundo investigação da polícia.

Condenado a 14 anos de prisão por assassinar e esquartejar a amante no ano de 2003, Farah se matou com dois cortes na veia femoral (virilha), pouco antes dos policiais entrarem em sua residência para o cumprimento de um mandado de prisão.

— Ele injetou silicone nos seios (peito) e nas nádegas, sim senhor. Quando eu cheguei, ainda dava pra ouvir baixinho uma música fúnebre, não sei qual era. Ele vestia uma saia e um top. Quando finalmente entrei na casa, ele já estava morto e tinha muito sangue no quarto — contou o delegado Nico Gonçalves.

Não conseguindo entrar na casa, os PMs tiveram que chamar um chaveiro para abrir a porta. — Quando chegamos para cumprir o mandado de prisão, a porta estava trancada e ninguém atendia. Arrombamos a porta, e (vimos que) ele se matou. — explica o delegado. Por volta das 16h, o cadáver foi retirado da casa e levado ao Instituto Médico Legal (IML), na região central de São Paulo.

Alguns vizinhos do ex-médico, contaram à polícia que nos últimos meses Farah Jorge Farah já vinha se vestindo de mulher usando regatas e sutiãs femininos quando saía de casa para jogar o lixo em lixeiras próximas de sua residência.

Em sessão nesta quinta-feira, a Justiça havia determinado o cumprimento da prisão do ex-médico, que fora condenado no ano de 2014 por matar e esquartejar uma mulher. Há três anos, o ex-médico esperava pelo julgamento dos seus recursos em liberdade.

Sangrando, Victor Meyniel relata agressão homofóbica no Rock in Rio.

 
O youtuber Victor Meyniel
 
O youtuber Victor Meyniel relatou ter sido vítima de uma agressão homofóbica, durante a sua passagem pelo Rock in Rio, neste domingo (24). Assumidamente gay, ele publicou uma foto com o rosto sangrando, em seu perfil no Twitter, na manhã de hoje (25).

“Pra quem diz que homofobia não existe, bom dia e boa semana.”, escreveu o jovem como legenda da imagem, ele também tranquilizou os seus seguidores. “(tá tudo bem já, mas n passarão, violência n tem justificativa) Violência não tem justificativa”.

O post comoveu seguidores de Meyniel e famosos, que o apoiaram além de orientarem para que ele faça um Boletim de Ocorrência, sobre o caso. “Quem são os canalhas que fizeram isso? Devem ser punidos e expostos”, “eu to horrorizada! fica bem amigo to aqui se precisar de algo sempre!!”, “Amigo, eu realmente sinto muito por isso ter acontecido contigo… tô sem palavras. fica bem. todo meu amor”, foram algumas declarações.
 
 



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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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