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CONTOS DO LEITOR


O DIA "D"

 


Cap. 01 – O Dia D

Acordei com o barulho do meu celular despertando, eram 07 horas da manhã e, como de costume, me levantei para pegá-lo e deitei novamente para checar minhas redes sociais.

Olhei algumas fotos de meus colegas de faculdade e me perdi pensando sobre o novo semestre que se iniciava hoje. Não tinha muitas expectativas, pensei apenas “serão apenas mais seis meses monótonos e o de sempre”. Porém, o fato que mais me aborrecia era ter 18 anos e ainda viver dentro do armário. Pensei que quando saísse do ensino médio encontraria um mundo diferente, mas aqui estou, gay e virgem.

De repente recebo uma mensagem de Pedro que, inclusive, é a única pessoa que sabe sobre minha sexualidade.
- “Preparado para mais seis meses no inferno, migo?”

Ri um pouco de sua mensagem. Pedro é meu melhor amigo e hétero, o que é bem triste, porque era apaixonado por ele. Ele faz exatamente meu tipo, cabelo “undercut” preto, pele clara, olhos escuros e uma barba cerrada, além de ter um sorriso lindo que ele faz questão de demonstrar rindo a todo momento. Mas assim como todo dilema do menino gay que se apaixona pelo amigo hétero, acabei sofrendo e por fim aceitei a ideia de tê-lo apenas como amigo.

Respondi sua mensagem:

- “Não. Acho que vou desistir de tudo mesmo e viver dormindo esperando meu príncipe encantado me encontrar para vivermos felizes para sempre no seu castelo”.
- “Hahaha. Veja por lado positivo Alexandre, pelo menos você vai poder me ver de novo. ^^”
- “Vai precisar mais que isso para me fazer levantar dessa cama”.
- “Rs. Te vejo na faculdade, Alê. Bjs”.
- “Ok, até mais então”.

Me levantei e fui para frente do espelho. Eu tinha um cabelo castanho claro, olhos verdes, magro e uma pele muito branca, até demais para meu gosto. Lavei meu rosto, escovei os dentes e troquei de roupa. Peguei as chaves do carro e saí, o velho ritual de sempre.

Cheguei na faculdade às 8:00 horas. Assim que entrei na sala cumprimentei todos e vi Pedro em um canto conversando com duas meninas que estavam claramente dando em cima dele. Cheguei atrás dele e o abracei falando:

- Não percebe mais quando seu melhor amigo entra na sala? Acho que precisamos rever essa amizade.
Ele se virou e sorriu.
- Oi migo, que saudades. Como você está? Fez o que nas férias? Não me traiu com outro não né?
- Claro que não, eu só tenho olhos para você.

As meninas que estavam conversando com Pedro se olharam e saíram, provavelmente achando que éramos algum tipo de casal enrustido, o que realmente aparentava às vezes.

Nisso reparei em um menino no outro canto da sala, ele era branco, tinha cabelo castanho, olhos azuis claros, como a cor do céu, e um corpo perfeito, podia ver seus músculos bem definidos mesmo estando vestido. Me virei novamente para Pedro.
- Quem é aquele?
- O Arthur? Ele é novato, veio de outro estado por causa do trabalho do pai.
- Como você sabe disso?

- Esqueceu que sou a pessoa mais sociável, carismática e legal do planeta? Eu e ele já somos super amigos.

Eu ri com aquilo, realmente Pedro era uma das pessoas mais extrovertidas que eu conhecia e fazia amizade facilmente com qualquer um. Não era à toa que toda a nossa turma o amava.

O resto do dia foi normal, assistindo algumas aulas chatas e revendo meus amigos. Assim que o professor encerrou saí e logo fui abordado por um colega de turma.

- Alexandre! Vou dar uma festa lá em casa hoje para nossa sala, quer ir? O Pedro já disse que vai.
- Obrigado, Enzo, mas acho que vou passar. Você sabe que não sou muito disso.
- Hahahaha, ok então. Eu já esperava essa resposta mesmo. Mas se mudar de ideia é só aparecer lá.
- Ok.

Eram quase três horas da manhã quando acordo com alguém ligando no meu celular. Atendo ainda meio sonolento e escuto a voz de Pedro.

- Caraaaaa, eu te amo muito. Você é meu melhor amigo, você sabe disso né?

Ele estava claramente bêbado.


- Sim, e você é o bêbado mais chato que existe.
- Nossaaaaa, assim você magoa meus sentimentos, Alêzinho...
- Aham, claro. E antes que pergunte, sim, posso ir te buscar. E sim, pode dormir aqui em casa hoje para não ser morto por seus pais.
- Por isso que eu te amo.

Cheguei na porta da casa de Enzo e Pedro estava se agarrando com uma menina. Buzinei para ele me perceber, sentindo um pouco de ciúmes com aquela cena. Talvez eu não tenha superado esse amor platônico totalmente. Logo ele se despediu da menina e entrou no carro dizendo:

- Eu já disse que te amo?
Ele me deu um abraço forte e eu pude sentir o cheiro de álcool nele.
- Eu também te amo, mas vou amar mais quando você tomar um banho.

Chegamos no meu apartamento e eu levei Pedro para o banheiro e o ajudei a tirar a roupa. Assim como todas às vezes, não pude deixar de reparar em seu corpo. Pedro não era musculoso, mas era completamente definido, com uma barriga cheia de gomos e o peito com alguns pelos que ele aparava e desciam por sua barriga.

Quando ele estava apenas de cueca, sai do banheiro para ele tomar um banho e fui para meu quarto, joguei um colchão no chão, ao lado da minha cama, e deixei tudo arrumado.

De repente Pedro entra no quarto completamente pelado, todo molhado, pingando água pelo chão.

- Preciso de uma toalha...


 

Eu nunca havia visto Pedro pelado antes. Não pude deixar de reparar em seu pau, tinha uns 14 cm, estava mole, com bastante pelos, porém bem aparados.

- Vou pegar, calma aí.

Quando me virei para ir em direção ao guarda-roupa, Pedro me abraçou por trás e caiu comigo no colchão.

- Pode deixar, eu me seco em você. Hahaha.
- Me soltaaa, tá me molhando todo.
- Humm... Então você está todo molhadinho?

Não consegui me segurar sentindo ele me encochar por trás e se esfregando, acabei ficando duro. Enquanto me debatia, Pedro reparou e me virou de frente pra ele.

- Gostou de sentir meu pau na sua bundinha, foi Alê? Quer sentir o gosto dele?

Ele então se levantou e me puxou pelo cabelo em direção ao pau dele, esfregando minha cara nele.
- Chupa o pau do seu amigo, você não quer? Eu sei que quer.

Não sei o estava acontecendo e sei que iria me arrepender, mas ver Pedro pelado me tratando daquela forma me deixou com muito tesão e não resisti. Coloquei seu pau na minha boca e comecei a mamar enquanto sentia ele ficando duro.

 

- Isso, que gostoso, mama tudinho.

Pedro devia ter uns 20 cm duro. Comecei a lamber e depois coloquei as bolas dele na minha boca, tentando imitar os pornôs que já tinha visto. E apesar da minha inexperiência, ele urrava de prazer com aquilo.

- Sempre quis chupar minha pica né, safado? Chupa mais que estou doido para gozar em você.

Nunca havia visto Pedro dessa forma, e quanto mais sacanagem ele me falava, mais vontade eu tinha de chupar seu pau. Ele então segurou minha cabeça e começou a meter na minha boca, até que enfiou tudo e segurou, me fazendo engasgar com seu pau na minha garganta.

Nisso ele tirou e me virou de costas.

- Tira a roupa, fica de 4 e levanta essa bundinha pra mim.

Não sabia o que tinha dado em mim, mas sentia muito prazer em obedecer as suas ordens. Tirei minha roupa e fiquei então de 4, com a bunda virada para ele. De repente Pedro dá um tapa em minha bunda, me fazendo gemer.

- Que bunda gostosa... Quer dar ela pra mim?
- Quero...

Ele me dá outro tapa.

- Não ouvi.
- QUEROOO.
- Pede para eu te comer então. Fala.
- Me come, Pedro.

Ele bate de novo.

- Quer pica de macho no seu cuzinho virgem é, safado? Fala.
-SIM, FODE MEU CUZINHO, POR FAVOR.

 

Pedro então começa a lamber meu cú, enfiando a língua e deixando ele todo babado, me fazendo gemer. Depois gospe no seu pau e começa a enfiar em mim.

Confesso que senti muita dor. Quanto mais ele enfiava mais eu mordia o lençol para não gritar, até que ele enfiou tudo e começou a beijar minhas costas até eu me acostumar com seu pau dentro de mim.

 

- Tá gostando da minha pica dentro de você?
- Sim, me come gostoso...
- Safado.

Pedro mete outro tapa em minha bunda e começa a movimentar seu pau metendo e tirando ele de mim. Ele então puxou meu cabelo trazendo minha cabeça para trás e começou a beijar meu rosto enquanto metia seu pau, até que me soltou e disse:

- Vira pra mim, quero ver essa carinha enquanto te fodo.

Então me virei para Pedro e ele logo me jogou deitado, levantando minhas pernas e colocando em cima de seus ombros e já enfiou seu pau em mim novamente e voltou a meter e ao mesmo tempo apertando meu pescoço. Nunca imaginei que ele seria tão selvagem entre quatro paredes, muito menos que minha primeira vez seria dessa forma, mas eu estava sentindo tanto prazer com Pedro enfiando em mim que não conseguia parar de gemer.

- Eu sempre quis comer esse cú apertado. Que gostoso!
- Fode ele então, vai. Me fode gostoso.
- Já virou uma putinha com meu pau, foi?
- Sim, sou sua putinha.

Pedro então me deu um tapa de leve na cara e me pegou no colo com seu pau dentro de mim. Enrolei minhas pernas na sua cintura enquanto ele me levava até a parede e metia mais e mais forte.

- Não aguento mais, esse cú é muito bom, vou gozar nele!!

Nisso senti a porra de Pedro me encher por dentro. Então ele me levou até a cama e nos deitamos juntos, estávamos tão cansado que não conseguia dizer nada depois daquilo. Apenas coloquei minha cabeça no peito de Pedro e dormi.

Acordei com meu celular despertando perto da cama. Levantei para pegá-lo e no meio do caminho lembrei da noite anterior. No mesmo momento me virei e não vi mais Pedro lá. Peguei meu celular dentro da minha calça no chão e vi uma mensagem dele.

“Esquece o que aconteceu ontem, não sei o que deu em mim. Acho melhor nos afastarmos um tempo”.


CONTINUA NA PRÓXIMA SEMANA


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Postado por Mac Del Rey | (0) Comente aqui!

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