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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Evento define Japão como novo destino para turistas LGBT brasileiros.

O Japão foi definido como o novo destino para o público LGBT durante um encontro na Associação Internacional de Turismo LGBT (IGLTA), no Japan House, em São Paulo, na última terça-feira (10). O evento discutiu novos atrativos para os viajantes brasileiros ao país asiático.
“O Brasil é um mercado muito interessante, assim como o Japão, mas as preferências desse público mudam constantemente”, afirma o executivo John Tanzella.
Tanzella ainda ressaltou que oferecer novidades ao mercado será um grande diferencial para conseguir atingir o nicho. “Os turistas estão viajando para destinos que ofereçam diferentes lugares e experiências únicas.”
“Da mesma maneira que os heterossexuais, o público gay curte explorar os pontos turísticos, gastronomia, cultura local e vida noturna do destino, algo que o Japão tem de sobra.”, comparou.

Pesquisa afirma que japoneses são mais bem dotados que brasileiros.



A pesquisa também coloca nações latino americanas como México e Chile a frente do Brasil no tamanho do pênis

Uma pesquisa divulgada nesta semana pode fazer muito brasileiro repensar suas piadas sobre a fama dos japoneses terem pênis pequenos.

Um mapa divulgado pelo site Target Map colocou o Brasil no grupo dos países mais mal dotados do mundo. De acordo com a pesquisa divulgada, a média do tamanho dos nossos pênis é de apenas 12,4 cm tendo inclusive uma pequena desvantagem em relação aos pênis dos japoneses que teriam 12,6 cm na média.

Esta medida coloca o Brasil no mesmo grupo de nações como Venezuela (12,9 cm), Turquia (12,8 cm), Rússia (12,8 cm), Bolívia (12,3 cm), Indonésia (11,7 cm) e Irã (11,5 cm). Os países Índia, Tailândia e Coréia do Sul estariam na lanterninha da lista com dotes na casa dos 9 centímetros.
Vários países europeus estariam no grupo intermediários do mapa como França (14,5 cm), Alemanha (14,5 cm), Reino Unido (14,3 cm) e Espanha (13,6 cm) além de países como Estados Unidos (14,2 cm) e os hermanos do Chile (14 cm) e México (14,9 cm).

Os homens mais bem-dotados seriam de nações africanas como Congo (17,9 cm), Gabão (17,8 cm) e Gana (17,3 cm). Os Jamaicanos com 16,5 centímetros e os haitianos com 16,6 centímetros também estariam entre os campeões no tamanho do dote.

Você pode conferir o mapa completo com todos os pequenos grandes detalhes dos ditos cujos ao redor do mundo aqui:


Em tempos de retrocesso, movimento LGBT se rearticula para atuar no Congresso.




Em Brasília, nos dias 2, 3 e 4 de outubro, uma forte articulação política, encabeçada pela Aliança Nacional LGBTI apontou os rumos da luta pelo reconhecimento da diversidade sexual e de gênero.
Cerca de 50 ativistas. Quase uma dezena de redes. Representação de 16 partidos políticos. 3 dias de trabalho intenso.  Em Brasília, nos dias 2, 3 e 4 de outubro, uma forte articulação política, encabeçada pela Aliança Nacional LGBTI apontou os rumos da luta pelo reconhecimento da diversidade sexual e de gênero.



Em um esforço de convergência estiveram reunidas representações de órgãos da ONU, de diversas redes, da OAB, da Defensoria, do governo federal, da Procuradoria Geral da República. O objetivo: construir Plataforma Nacional dos Direitos Humanos e de Cidadania das Pessoas LGBTI e pactuar as prioridades da agenda legislativa e de litigância estratégica do movimento nacional.

O evento tinha potencial explosivo. Reuniu governistas, apoiadores do golpe com militantes socialistas e impulsionadores do #ForaTemer. Porém, uma pactuação mínima permitiu o sucesso da iniciativa. Ali, representantes LGBT de partidos tão distintos como PT e DEM delimitaram uma fronteira de resistência contra o fascismo, o racismo, o machismo, a violência em virtude da orientação sexual ou identidade de gênero.

Representando o Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH), ressaltei que o momento é muito grave. E que a ascensão da extrema-direita exige uma resposta firme de todas as pessoas que se colocam no campo dos direitos civis. Ou seja, uma aliança entre comunistas, socialistas, social-democratas e liberais. Todos e todas pelos direitos LGBT e contra o fundamentalismo religioso e o fascismo.

As LGBT  do DEM, PCdoB, PDT, PMDB, Podemos, PPS, PSB, PSD, PSDB, PSOL, PT, PTB, PV, Rede Sustentabilidade e Solidariedade articularam conjuntamente e garantiram que uma comissão fosse recebida tanto pelo presidente do Senado como pelo presidente da Câmara.
Apresentamos aos presidentes das duas casas os projetos legislativos que consideramos prioritários (essa lista foi definida conjuntamente no primeiro dia de trabalho).

Além disso, elaboramos a Carta da Diversidade, uma plataforma que deve orientar a ação de incidência política do movimento LGBT nacional. A ideia é agregar apoios a essa Carta (http://www.grupodignidade.org.br/cartadadiversidade/) , que faz um resgate dos compromissos internacionais do Brasil no campo dos direitos humanos e lista as principais demandas do movimento.

Uma novidade importante: pela primeira vez o movimento incorpora as reivindicações das pessoas intersexo (que estavam presentes e ajudaram a construir o texto): proibição da mutilação de bebês intersexo, assegurando a autodeterminação de gênero; recomendação da proibição de hormonioterapias realizadas sem respeito à identidade de gênero da pessoa e o reconhecimento civil do terceiro sexo.

Daí que agora o movimento brasileiro acrescenta um “I” à sua sigla. Passamos a lutar pelos direitos das pessoas lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e intersexo. Sem esquecer de considerar que “transexuais”  se referem às mulheres transexuais  e  aos homens trans. E que há todo um debate sobre as identidades não binárias, pessoas queer, etc..

Pode parecer pouca coisa. Mas, no cenário adverso em que nos encontramos, qualquer iniciativa de convergência e resistência no campo democrático deve ser valorizada.

E acrescento: buscar pontos que unifiquem atores muito diversos pode ser uma tática importante. Afinal, fundamentalistas e fascistas atacam por todos os lados.

Um pacto pelas liberdades democráticas pode ser o começo de uma reação. O movimento LGBTI, com todas nossas limitações  tenta resistir e avançar.

Julian Rodrigues, ativista LGBTI e de DH é da coordenação do MNDH e membro da Aliança Nacional LGBTI

Conservadores organizam boicote à revista Veja após matéria sobre crianças trans.


Reportagem de capa da revista Veja, desta semana traz histórias de crianças trans

A principal reportagem da revista Veja desta semana, em circulação a partir desta sexta-feira (13) foi alvo de protestos e pedidos de boicote pelos mais conservadores. A matéria aborda sobre a questão dos transgêneros, assunto em voga na sociedade por causa da repercussão do personagem Ivan (Carol Duarte), na novela A Força do Querer.
Com a manchete “Meu Filho é Trans”, a publicação conta a história de crianças que percebem ter uma identidade de gênero diferente da qual foram designadas ao nascer. Logo, a revista recebeu inúmeras críticas nas redes sociais.



Em um dos posts veiculados pelas redes sociais, mostra a capa da edição desta semana com a frase “Fake news” carimbada em uma arte, com o pedido “Deixem as crianças em paz”, além de pedirem para que as pessoas deixem de seguir a página da Veja nas redes sociais.
A hashtag “#VejaLixo” figurou no topo dos assuntos mais comentados no Twitter, que se dividem em mensagens dos que são contra a revista e se dizem a favor dos “valores tradicionais”, e aqueles que defendem a publicação.

Capa da Veja sobre crianças trans gera revolta nas redes sociais.




A Revista Veja trouxe uma reportagem de capa sobre a transexualidade. A matéria, da jornalista Giulia Vidale, acompanhou o dia-a-dia de crianças que não se identificam nem estão confortáveis com os corpos em que nasceram.

A reportagem gerou bastante polêmica nas redes sociais e muitos internautas fizeram postagens pedindo boicote à revista. O tópico #VejaLixo chegou a ficar por horas entre os assuntos mais comentados no Twitter e entre os comentários de revolta muitos deles eram de apoiadores de Bolsonaro. O deputado e pastor Marcos Feliciano (PSC) também se manifestou contra a revista.
Os ataques contra a revista do Grupo Abril vem no embalo de uma outra polêmica, esta envolvendo a Rede Globo. Quando o Fantástico exibiu uma matéria sobre transexualidade, a reação de parte da audiência foi bastante parecida conseguindo emplacar o tópico #GloboLixo entre os assuntos mais comentados do microblog.

Tanto o Grupo Abril quando as Organizações Globo vêm recebendo críticas por supostamente quererem “destruir a família” e “atentar contra os valores”.

A revista inclusive, tem sido chamada de “psolista”, “petista” e “esquerdista”, entre outros. Os adjetivos chegam ser incoerentes, visto que a publicação semanal sempre assumiu uma linha editorial e um posicionamento político declaradamente de direita chegando por vezes ser considerada bastante conservadora.

Confira alguns dos tuítes criticando os veículos aqui:


**Veja nesta pagina, cristã conservadora e fundamentalista (Claro, da TV Record), dando opiniões contraria a diversidade. Como bem sabemos, preconceituam as minorias, a diversidade sexual e religiões de matizes africanas.


*Minha opinião para esses fundamentalistas também da noticia abaixo?



Assista ao polêmico vídeo das crianças crentes cantando uma música contra os transgêneros.



Com canções disponibilizadas no Spotify, o trio vem sendo alvo de críticas nas redes sociais

Um trio de crianças que cantam músicas gospel vem rendendo polêmica nas redes sociais.
Tudo por causa das letras das músicas dos jovens cantores que vem sendo consideradas preconceituosas pelos internautas. Uma das canções do chamado grupo R3 vem sendo considerada transfóbica ao tentar disseminar ao tentar disseminar a ideia de que os gêneros masculino e feminino são somente “dados por Deus” e apenas eles seriam válidos.
Nos versos da canção intitulada “Nosso Gênero Vem de Deus” há trechos como “Não nasci no corpo errado”, “Sou menina feminina”, “Sou menino masculino” e “Não somos acidentes nem erros divergentes”.





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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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