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CONTOS DO LEITOR


Os Safados da Escola

CAPÍTULO II: O Palhaço da Turma


 


Sabe aqueles idiotas que a gente sempre encontra na escola? Aqueles que fazem as meninas suspirarem e pensarem "Garotos!" revirando os olhos? Então, tinha um da minha turma que era o pior de todos. Seu nome é Jean. Ele era até um cara legal, para quem gosta de piadas sem graça o tempo todo e zoações intermináveis. Assim como os outros garotos, ele pegava muito no meu pé. Eu estava num péssimo dia, quando ele resolveu me usar como exemplo na sua apresentação de trabalho de biologia.

Estava ele e o grupinho de ridículos com quem ele anda falando sobre a poligamia na natureza e aí quando eles foram falar do Veado, o animal colocaram a minha foto. A sala inteira riu, mas eu não. Levantei da cadeira e gritei "Adoooooro!"

Eu não sou o tipo de cara que deixa os outros me reprimirem tanto assim.
- Acho engraçado me zoarem por eu ser viado, mas aposto que já vi mais garotas peladas ao vivo do que você. - Eu disse para Jean fazendo um gesto de masturbação com o celular na outra mão.
A sala inteira caiu em cima dele e joguei meu olhar de triunfo.

À noite, tinha um bar no final da rua da escola e os alunos foram comemorar que nossa turma venceu na exposição semestral que a escola sempre fazia, o que significava que toda sala ganharia 10 no bimestre final. O bar, era do pai de Jean. Quando ele me viu, ficou irritado, mas disfarçou. Ao invés disso, ele me desafiou na sinuca, achando que eu não sabia jogar, mas meu pai me ensinou a como dominar esse jogo. Quando os meninos decidiram apostar, eu quis sair, mas Jean me chamou de fracote e eu não aguentei. Adoro um desafio. Acabou que ficou tarde e só três de nós estávamos no bar, eu não queria largar aquele jogo por nada.
- Amigo, vamos embora! - Disse Ana, minha amiga.
- Depois!
Ana resolveu partir e me deixar sozinho com Jean.
- Venci mais uma! - Ele triunfa.
- Não é justo.
- Ei, não vale chorar.
- Quero revanche!

Ele ficou pensativo por uns segundos, me olhou de cima a baixo e transmitiu um sorriso estranho.
- Com uma condição. - Ele disse. Ergui as sobrancelhas e ele resolveu revelar a condição - Se apostarmos nossas roupas.
- Como é que é?
- Se eu vencer essa partida, eu fico com suas roupas. O mesmo se você vencer.
- E por que eu iria querer suas roupas? - Perguntei.
- É só uma aposta. Meu dinheiro acabou.
- Mas seu pai é dono desse bar.
- Eu disse que não tenho dinheiro para apostar.

Fique pensativo por um tempo e resolvi analisar Jean. Apesar de ele ser um completo babaca, até que ele era bonito. Tinha a pele parda, parecia um indígena, mas seu corte de cabelo lembrava muito esses cantores sertanejos e apesar de magro, até que seu corpo parecia legal. Suspirei e topei. Aliás, estávamos sozinhos naquele bar.

Tenho a impressão de que ele queria ficar nu, pois perdeu de propósito. Ele é um excelente jogador e percebi quando ele estava facilitando demais. Meu coração acelerou quando ele começou a desabotoar a calça de modo natural. Ele ficou nu e confirmei minhas suspeitas, ele tinha um corpo legal. Seu pau meio bomba era ótimo. Moreninho... Não consegui tirar os olhos daquilo, com certeza eu estava babando
- Quer pegar? - Ele perguntou.


Suspirei e fui até ele. Acho que eu estava hipnotizado porque simplesmente fui.


 

Peguei no pênis dele com uma mão e suspirei. Era pesadinho. Meus lábios estavam doido para chupa-lo, mas de forma rápida, me pegando de surpresa, Jean agarrou com força a mão que eu segurava seu pênis e a outra ele apertou meu pescoço e foi comigo depressa até a mesa de sinuca, me deixando apoiado lá. Na hora eu pensei que Jean fosse daqueles que odeiam gays e que iria me matar, mas ao invés disso ele me beijou. Ele me segurava com muita força e me beijava de forma dominante, seus lábios intensamente se apertavam os meus. Seu pau, agora quase duro, roçava na minha coxa e eu já estava muito excitado. Ele me deitou com força na mesa de sinuca se afastou um pouco. Com os indicadores ele posicionou na gola da minha blusa e a puxou com força, rasgando-a.

Logo seus lábios posicionaram na minha clavícula e ele chupou com força. Ele continuou chupando com força por todo o meu pescoço até formar um colar de chupões. Agarrou com força meu rosto e me beijou na boca, mordiscando meus lábios entre o beijo, enquanto seu corpo se esfregava no meu. 

Ele se afastou e começou a desabotoar a minha calça. Arriou toda a minha calça até eu ficar pelado. Bom, não exatamente pelado, a minha blusa rasgada ainda estava no meu corpo. Aquele filho da puta gostoso começou a chupar o meu pau ali mesmo. Eu fiquei em choque, pois nunca imaginei que ele pudesse fazer isso em mim um dia. Quem diria que o babaca machão pudesse chupar uma rola tão bem.

 

Eu sentia seus lábios subirem e descerem pelo o meu pênis. Ele chupava com força, sugando. Me deixava tonto de emoção. Sua boca macia, seus lábios carnudos... Nossa! Como era gostoso! 

Jean então voltou a me beijar e me agarrou pelo o quadril. Ele se sentou em cima da mesa de sinuca e puxou minhas pernas de modo que eu ficasse em cima dele. Eu comecei a me esfregar em seu colo enquanto o beijava e sentia sua pica dura e macia roçando em minha bunda. Ele então me tirou do seu colo e empurrou a minha cabeça até seu pau. Eu cheirei sua pica e não aguentei, abocanhei tudo e comecei a pagar boquete para ele ali. Fui chupando toda a sua pica e minha mãos apertavam com força sua bunda. Eu bati na sua bunda algumas vezes e ele gemia de prazer. Então ele pegou minha mão e a colocou entre as nádegas e entendi o que ele queria.

 

Enquanto eu ia chupando-o, meu dedo trabalhou no seu cu. Era tão boa a sensação, seu cu piscava enquanto meu dedo do meio entrava e saia dele. Jean não parava de gemer, sua cabeça rodava e ele segurava com força a minha. Ele agarrou meu cabelo e forçou um rápido vai e vem e resolvi surpreende-lo com uma garganta profunda. Ele gritou de prazer e fiz isso mais duas vezes, até que ele puxou meu cabelo tirando minha boca de seu pau e levou meu rosto para perto do dele, me beijando na boca. Eu não tirei meu dedo de seu cu e eu metia cada vez mais, nossos pênis fazendo guerra de espada, esfregando um no outro. Nosso cheiro estava no ar e era tão gostoso sentir seu cu piscando no meu dedo. Parei de deda-lo e ele me virou de costas. Seus lábios beijavam meu pescoço, ele me massageava nos ombros e nos braços e sua pica esfregava na minha bunda e na portinha do meu cu. Ele parou de beijar meu pescoço e se afastou. Quase implorei para ele voltar.

Quando voltou de dentro do bar, ele já estava colocando a camisinha no seu pênis. Ele me beijou novamente, segurando minha bunda com força, enquanto ele me beijava, ele batia, apertava e abria minha bunda, desejando-a, pois seu pau latejava e eu sentia na minha coxa. Ele parou de me beijar e me empurrou com uma mão na minha barriga. Eu deitei na mesa e ele me pegou pelas pernas. Enfiou de leve no meu cu e começou o vai e vem. Enquanto metia, ele me batia na barriga e eu gritava de muito prazer. Ele se inclinou e me mordeu entre os dois mamilos e sorrindo pra mim ele ia me chamando de sua "putinha". Ele dizia que eu era gostoso, que meu cu era um máximo e eu me vangloriava, gemendo e rindo. Peguei ele pelo o pescoço e o beijei. Adorava sentir seu pau lindo entrando e saindo do meu cuzinho apertadinho. 

 

Depois de tanto meter em mim naquela posição, ele resolveu me colocar de bruços. Segurou na minha cintura e enfiou tudo de uma vez. Eu dei um berro de dor e ele pediu desculpas. Ele tirou de dentro do meu cu e se abaixou e deu dois beijos e fez carinho com os dedos. 

- Foi mal, meu nego.
- Me fode! - Respondi. Eu queria gozar, conseguia ignorar a dor.

Agora metendo devagar, ele enfiou tudo bem fundo. Começou as estocadas de leve e depois de um tempo acelerou o ritmo. Eu cheguei a me apoiar com as mãos retas na mesa e abri bem as pernas e eu rebolava.
- Isso! Rebola pro teu macho vai. Isso, rebola na minha pica seu puto desgraçado.

Eu gemia "Isso! Isso! Vai, mete! Ah! Ah! AAAAh! Mete! Não para!!!"
E ele ria, feliz. Ele parou de meter assim e me levantou, começou a me beijar com as mãos na minha cintura. Ele esfregava seu corpo no meu de modo que a pele do meu pau se mexia como se eu estivesse sendo masturbado. Gemíamos entre o beijo e ele se apoiou na mesa, sem parar de me beijar e se esfregar em mim. Foi quando eu senti, aquele estalo... Aquela sensação maravilhosa. Então gozei. O líquido quente saia de mim e escorria na barriga dele e na perna, mas ele não parou de me beijar e de se esfregar, de modo que meus gemidos eram abafados pela sua boca. Ele parou depois que comecei a me tremer. 

 

Jean parou, me segurando ainda pela cintura, e me olhou nos olhos. Ele tinha uma expressão de desejo. Ele me pegou pela pernas de modo que eu ficasse em seu colo e nós dois subimos e ficamos em cima da mesa, entre as bolas. Torcemos para que aquela mesa não se partisse e demos graças a Deus que não era daquele tipo de rodinhas.

Jean estava com o rosto grudado ao meu e então foi me deitando, enquanto acariciava o lado de minha bunda e levantou minha perna esquerda, colocando-a em seu ombro. Seu pau deslizou para dentro e ele começou a meter. Abri meus braços, eu já estava anestesiado. Sorrindo, deixei que os movimentos ficasse por conta dele. De olhos abertos, ele me encarava e continuava com seu pau entrando e saindo de dentro de mim. Ele começou a urrar, sem fechar os olhos e naquele movimento lento, ele continuou metendo enquanto seu pênis esporrava dentro da camisinha. Ele desabou em cima de mim com um beijo. 

Gemíamos de cansaço. Então ele falou que o apartamento do pai dele ficava no andar de cima e seu pai estava viajando mesmo. Subimos, ainda nus e entramos no chuveiro.

Enquanto a água quente escorria pelo nosso corpo e o vapor subia, inundando todo o cômodo, nossos corpos estavam abraçados. Nosso maxilar não estavam nem um pouco cansados. Continuávamos o beijo. Minhas costas encostada na parede e o peito dele grudado no meu. Ambos os pênis meio bombas.
Não tinha camisinha dessa vez - O que desaprovo - Mas ainda estávamos tomados de tesão.

 

Jean ergueu minha perna, mas como um gancho, ela se prendeu na perna direita dele. Apoiando suas mãos na parede, ele achou meu buraco com sua pica deliciosa e como estava lubrificada, ele meteu. Fazendo movimentos para cima, nós fodíamos gostoso. Minha cabeça girava e girava e sua boca me mordia, no pescoço, na orelha. AAAh! Como eu adoro as mordiscadas na orelha. Jean me beijava no rosto e na boca e seu pau, que não estava tão duro, mas o suficiente pra entrar, continuava metendo em meu ânus, bem no fundo. Com movimentos pra cima ele ia bem fundo, quase tirando minhas entranhas.

Ele tirou o seu pau para fora de mim e gozou na parede do box. Fiquei de costas pra ele e comecei a me masturbar. Ele me acariciava nos ombros e nas costas, beijando-me. Foi quando eu gozei na parede, pouco dessa vez, mas ainda delicioso. Jean então pegou o sabonete e começou a me limpar. Com a mão ensaboada, ele passou no meu cu, depois ele se abaixou e foi subindo, ensaboando minhas pernas. Lavou minha virilha e minha barriga. Passou sabão entre meus braços e minha axila e me enxaguou com a água quente que descia daquele chuveiro. Fiz o mesmo nele, começando de seus ombros largos e fortes. Passei em seus braços e seu tronco. Ensaboei sua barriga e ele sentiu cócegas. Então me ajoelhei e passei em sua bunda. Dei um beijo no seu pau antes de passar sabão e então passei em suas pernas.

Depois do banho tomado, fomos comer. Por que sentimos tanta fome depois do sexo? Comemos pizza e depois dormimos juntos no quarto.

Na manhã seguinte, eu consegui acordar antes dele. Me vesti de pressa e saí pela porta da frente, descendo uma escada que dava direto pra rua, diferente da que usamos dentro do bar pra acessar o apartamento. Coloquei meus óculos escuro dentro da bolsa e comecei a andar.

Acho que ele não vai se importar se eu não ligar pra ele no dia seguinte... Ou vai?

Sweet Boy

(CONTINUA NA PRÓXIMA SEMANA)

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Postado por Mac Del Rey | (0) Comente aqui!

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