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CONTOS DO LEITOR


Os Safados da Escola

Capítulo III: Inspetor Perverso


 


Diego era o Inspetor mais severo do colégio. Os outros até eram fáceis de se fazer amizade, mas acredito que por ser o chefe deles, ele queria sempre manter a compostura. Sempre falando sério com sua voz grave, aquele homem negro de cabeça raspada e corpo malhado, alto e olhos castanho claro que parecia ser um Tenente do Exército, até que era uma gostosura, mas mesmo assim eu não ia com a cara dele. Passei a chegar atrasado na escola por causa de um curso que eu fazia na parte da manhã e aquele homem não media esforços pra torrar a minha paciência, sempre implicando comigo.

- Atrasado de novo, Caio? - Perguntou e depois olhando seriamente pra mim, apontou o dedo para o banco, onde eu deveria esperar o segundo tempo. 

Perdi a conta de quantas vezes ele foi rude comigo ou com qualquer outro aluno ali da escola. Uma vez discutimos por ele ter me dado advertência por eu ter corrido no corredor.
- Por acaso eu sou o único aluno dessa escola a correr nos corredores? - Indaguei.
- Não, mas foi o único que peguei correndo nos corredores.
- Você deve ter alguma paixão secreta por mim, isso sim. - Falei e saí andando.
Pois é, nossa relação era das piores. 

Certo dia, eu e as meninas estávamos sentados na escada conversando sobre os professores que achávamos gatos e que queríamos destruir o casamento se fosse possível. Começamos a falar dos outros funcionários e nem Severino, um nordestino baixinho, porém de olhos cor de mel e um sorriso encantador, que trabalhava como faxineiro, nós perdoamos. Então chegamos nos inspetores e quando começamos a falar de Diego...

- Seu namorado é realmente um gato, Caio! - Disse Jaqueline.
- Ai meninas, parem com isso. - Tapei os olhos e bastou isso pra elas caírem na gargalhada.


Elas tinham essa brincadeira de dizer que ele era o meu namorado toda vez que iam falar nele. "Seu namorado suspendeu o Igor do terceiro ano." "Seu namorado estava de camisa azul hoje." "Seu namorado comprou um carro novo?" Assim mesmo, como se fôssemos realmente namorados. O cara não largava do meu pé que até gerou boatos de que realmente tivéssemos um caso.

- Confesso que se eu tivesse chance, eu pegava ele. - Eu disse e os olhos delas brilharam. Katia começou a elogiar o corpo dele e Ana dizia o quanto a sua voz grave fazia seus ossos tremerem e sua xereca ficar molhada. - Já bati punheta uma vez pensando nele. - Eu disse e elas riram batendo palmas.

- E se ele quisesse, o que faria com ele? - Perguntou Ana com os olhos brilhando.
- Eu deixaria ele me amarrar. Aquele cara bruto pode ser uma vantagem na hora do sexo. Eu lamberia o peito dele todinho e ainda deixava ele me dar vários tapas na cara. Eu me acabaria com ele.

Mal sabia eu que o maldito estava bem ali perto. Ele passou lentamente como uma pantera negra pela gente me fitando com o olhar. Eu estremeci e as meninas resolveram mudar de assunto falando da prova de Matemática na terça-feira. Eu estava ferrado.

No dia seguinte, tivemos tempo vago. Então Diego me viu saindo do banheiro e rosnou meu nome. Gesticulou com a cabeça para que eu o seguisse e assim fiz. Fomos até sua sala onde ele apenas apontou para a cadeira com a intenção de que eu me sentasse. Ele trancou a porta e meu coração disparou. Ele iria me punir pelo o que eu disse. Ele sempre encontrava um jeito de me punir, de me afetar por qualquer coisa. Eu não podia ganhar mais uma advertência, me prejudicaria na faculdade. Mas ele não iria me punir desse jeito. O coração acelerou ainda mais quando sua mão grande e forte tocou meu ombro.

- Estou cansado de você, Caio. Cansado de ter dores de cabeça o tempo todo, de não dormir direito e de não exercer bem o meu trabalho. - Ele apertou meu pescoço. - Cansado de você continuar me tirando do sério. -

Então esses apertos se tornou em uma massagem, lenta e forte, intensa. Eu deixei escapar um gemido. - O que você faz comigo garoto... Ah! - Ele continuou me massageando, dessa vez descendo as mãos pelo o meu peito, por dentro da blusa, acariciando a minha nuca pesadamente com suas fortes mãos. Aquele negro safado era enorme em todas as áreas e se meus pensamentos não estivessem errado, eu iria sofrer com o que estava por vir.

- O que você faz comigo não tem explicação. - Continuou dizendo enquanto me massageava. Eu queria pedir para ele parar e perguntar o que estaria acontecendo, mas tudo o que conseguia sair da minha boca eram gemidos atrás de gemidos. Me peguei revirando os olhos e suspirei mordendo os lábios. Diego desceu as mãos pesadas por dentro de minha blusa e chegou a ir até meu umbigo. Tocava meus braços e apertava meu pescoço sem parar. 

 

- Eu sempre quis foder você tão lentamente a ponto de ficar horas dentro de você, sem me importar com o passar do tempo. - Bradou em sua voz grave, enquanto seus dedos desabotoavam a minha calça e procuravam meu piru por dentro da cueca box. - Mas tive medo das consequências disso. - Disse agora acariciando meu pênis por cima da cueca. Eu estava tão duro que chegava a doer. Ele tirou minha rola pra fora e me punhetou. - Tive medo de você negar, me prejudicar, acabar com meu emprego e minha reputação e ainda me fazer de tolo, por estar apaixonado por esse seu corpinho frágil, magro, branquinho e delicioso. - Eu gemia mais com sua mão tão grande que mau conseguia tocar meu pequeno caralho direito, ele teve que me masturbar com os dedos. A cabeça de meu pinto estava tão melada que era mais que gostoso a sensação de seus dedos me punhetando. Me contorci todo na cadeira enquanto ele acelerava o ritmo, seus dedos exigindo que eu gozasse.

 

- Eu não podia, Caio. Deuses! Eu não podia destruir minha profissão, minha carreira... - Ele acelerava mais e minha respiração ficou ofegante, meu coração bateu forte em meu peito, acelerado e meu sangue ferveu. Me contorci e gemi, estava pra vir. - Eu não podia fazer nada com você sem ter a certeza de que eu não ia me prejudicar. - Ele disse. Meu pênis, então, inchou e eu gozei. Jatos de esporra saíram de mim e voaram pelo o ar. Meus olhos reviraram e cheguei a ficar surdo por uns segundos. Eu estava tão anestesiado e o pior de tudo é que aquilo era só o começo. - Mas agora eu sei que eu posso! - Ele disse baixinho em meu ouvido.

De surpresa, rápido demais, ele me pegou fortemente pelo o braço com uma mão e com a outra, pegou a cadeira de metal em que eu estava sentado. Eu pensei que ia apanhar até a morte, como uma fera ele deu o bote e pensei que eu ia morrer. Então nos arrastou juntos em direção a janela com grade que estava fechada. Ele colocou a cadeira lá e me sentou. Eu ia me levantar e correr, mas ele me prendeu com uma mão, me impedindo de sair dali e com a outra tapou a minha boca.
- Se eu fosse você, não gritava. - Ele disse. 

De dentro da gaveta da mesa, tirou uma algema...
- Não são cordas... - Ele disse enquanto me algemava na grade. Fiquei de bruços naquela maldita cadeira. - Mas são o bastante pra hoje.
- O que vai fazer comigo? - Perguntei, com uma mistura de medo e prazer.
- Você gozar mais...



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Se quiser saber mais de mim, mande um e-mail: sweeetiebabyboy@gmail.com

Beijo na pica...
 
Att: Sweet Boy

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Postado por Mac Del Rey | (2) Comente aqui!

2 comentários:

  1. Eu não achei no wattpad vc poderia mandar o link da história

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    1. Por favor, entre em contato direto com o autor no e-mail que ele indicou.

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