Slide 1 Slide 2 Slide 3

CONTOS DO LEITOR


SERÁ MAIS UM AMOR EFÊMERO? (Continuação de O DIA D)


 


Cap. 03 – Será Mais um Amor Efêmero?

 
Eu estava comendo o sanduíche que Arthur havia preparado para nós enquanto observava seu pai, surpreso com a semelhança entre eles. Era como se visse Arthur vinte anos mais velho, com seus cabelos claros e olhos azuis, mas um pouco fora de forma e, pelo que pude perceber, com um olhar cansado, provavelmente por conta do trabalho.

- Você trabalha com o que, Senhor Valcir?
- Importação. Tenho atacados em várias cidades do Estado, mas essa particularmente estava superando minhas expectativas, então resolvi mudar para cá por um tempo.

Isso explicava o porquê do apartamento deles ser em um dos locais mais nobres da cidade.

- Hoje o dia foi complicado, cheio de problemas. E ainda tive que aguentar um viadinho chorando na minha frente porque demiti ele... E para completar vi duas bichas de mãos dadas no caminho para cá.

Eu desviei meu olhar para Arthur e percebi sua expressão em uma mistura de vergonha e tristeza pela fala do pai.

- Mas então você estuda junto com o Arthur?
- Sim, inclusive estávamos fazendo um trabalho hoje.
- Muito bom. E você planeja fazer o que depois de se formar?
- Estou tentado a prestar concurso, sabe? Estabilidade financeira é sempre bom.
- E provavelmente vai ser passar fácil – falou Arthur. Ele é um dos melhores da turma.
- Você tem que seguir o exemplo dele então, quero que comece a trabalhar na empresa assim que se formar.

Arthur abaixou a cabeça e pude mais uma vez notar uma olhar triste em seu rosto.

- Acho que já deu minha hora. Você consegue terminar o resto do trabalho?
- Claro, boa noite. – disse Arthur com um sorriso.
- Boa noite. Tchau, Senhor Valcir.
- Até mais rapaz, volte mais vezes.
- Claro, volto sim.

Enquanto descia o elevador não pude deixar de pensar em tudo o que aconteceu hoje, foi tão rápido. Arthur era como um príncipe dos contos de fada, lindo, romântico, gentil... O que me preocupava era seu pai, sentia pena de Arthur e receio do que poderia acontecer caso ele descobrisse sobre o filho.

No outro dia recebo uma mensagem de Arthur e assim que leio meu coração dispara sem qualquer explicação.

- “Ei. Fazendo o que nesse domingo?”
- “Nada, como sempre. Só lendo um livro mesmo.”
- “Hm. Quer sair?”

Meu coração deu um pulo mais uma vez. Ele estava me chamando para um encontro? Ou era apenas um “rolê” de amigos? Mas e se fosse um encontro? Nunca tinha feito nada parecido antes, não sabia o que fazer... Droga, quem mandou ser um nerd antissocial de 18 anos também?

Estava tão mergulhado em meus pensamentos que me esqueci de responder Arthur.

- “Diz alguma coisa, por favor. Ou vou achar que acabei de levar um fora. Kkkkkk.”
Então era um encontro...
- “Não, não é isso. Quero sim.”
- “Ótimo!! Passo na sua casa às 18 horas.”
- “Aonde vamos?”
- “Surpresa. :)”

Ótimo. Meu primeiro encontro da vida vai acontecer em duas horas e não sei o que falar, o que fazer e nem para onde vou. Estou com vontade de me esconder embaixo do meu cobertor e nunca mais sair? Com certeza.

Mas eu preciso ir, Arthur é um dos caras mais perfeitos que encontrei até hoje, tenho que ao menos tentar...


Tomei um banho e fui decidir minha roupa. Coloquei uma camisa social branca meio aberta, uma calça jeans preta, um tênis branco e borrifei um pouco de perfume. Sequei meu cabelo e o penteei de uma forma “bagunçada ajeitado”. Fui então me olhar no espelho. Era uma combinação versátil, então cairia bem em qualquer lugar que fossemos. Me senti orgulhoso por um momento, como se já tivesse feito aquilo mil vezes, até que olhei no relógio e percebi que ainda faltava uma hora até Arthur chegar. Ou seja, mais uma vez me arrumei bem antes do horário por conta de minha ansiedade. Eu sempre fazia isso quando tinha que ir para algum evento ou festa.

Resolvi então sentar no sofá e matar o tempo no celular enquanto esperava dar a hora combinada. Após algum tempo me peguei olhando uma foto de Pedro que ele havia tirado no meu celular. Uma de muitas na verdade. Ele vivia pegando meu celular para tirar diversas fotos em várias poses diferentes que me fazia rir toda vez que as via. Meu coração apertou novamente ao lembrar de toda nossa amizade e como tudo aquilo havia acabado em apenas uma noite.

De repente ouço o interfone do apartamento tocar e vou atender.

- Oi?
- Oi, lindo. É o Arthur, está pronto?
- Quase, já estou descendo.

Eu sei que já estava pronto a quase uma hora, mas não queria parecer uma pessoa que estava pronta a quase uma hora. Mesmo sendo esse tipo...

Quando abri a porta do prédio eu não pude deixar de me surpreender. Arthur estava simplesmente maravilhoso, como uma jaqueta de couro, calça jeans rasgada e o cabelo todo arrumado em um topete, encostado em um Honda Civic 2017 branco.

- Ok, onde eu assino para casar com você? – eu disse
- Tudo isso por causa do carro? Está querendo me dar um golpe? Hahaha
- Também. Mas você realmente está mais bonito que o normal hoje...
- Olha quem fala. – ele falou enquanto passava a mão no meu rosto. Vem vamos.
- Para onde mesmo?
- Para a melhor noite de sua vida – respondeu ele enquanto entrávamos no carro, que por dentro era ainda mais lindo do que por fora.

Arthur então ligou o carro e saiu em direção ao nosso destino que eu não fazia a mínima noção de onde seria. Logo em seguida ele quebrou o silêncio.

- Você mora sozinho?
- Sim, eu sou de outra cidade, só vim por causa da faculdade. Mas minha mãe me manda o dinheiro para as despesas todo mês.
- Entendo. E seu pai?
- Ele morreu tem alguns anos. Era coronel do exército e minha mãe agora vive com a pensão militar dele.
- Ah, me desculpe.
- Tudo bem. Você tinha me dito que seu pai é viúvo também, né?
- Sim, minha mãe morreu tem quatro anos e foi um dos períodos mais difíceis da minha vida. Ela era a pessoa em quem eu mais confiava para contar tudo e compartilhar meus segredos. Sem contar que era a única que me apoiava e me defendia da tirania do meu pai.
- Pode ser engano meu, mas eu tenho reparado que você não gosta muito do curso que está.
- Com certeza não gosto. Na verdade meu sonho era fazer artes cênicas para ser ator, mas meu pai não gostou nem um pouco da ideia e você já sabe o resultado.

Eu não pude deixar de olhar para ele naquele momento com uma expressão de solidariedade, mas ele me devolveu o olhar com um sorriso dizendo:

- Chega de assuntos tristes, não quero nada disso nessa noite.

Fomos então conversando até chegar em um local todo cheio de luzes e logo percebi que estávamos indo para um parque de diversões. Arthur estacionou o carro e descemos.

- Não acha que estamos um pouco grandes para esse tipo de lugar? Hahaha
- Nunca se está velho para brincar em um parque de diversão. Na verdade é melhor ainda que podemos ir em todos os brinquedos – respondeu ele, rindo.

A noite foi realmente maravilhoso. Fomos em todos os brinquedos possíveis, carrinho de bate-bate, montanha russa, uma espécie de casa assombrada, até que paramos para comer um cachorro-quente.

- E então, ainda acha que está velho para vir aqui?
- Talvez eu ainda tenha uma alma de criança.
- Hahahaha. Vamos terminar de comer logo que nossa noite ainda não acabou, tem mais um lugar para irmos.
- E onde seria?
- Não vou contar, porque te conheço o bastante para saber que se falar você não vai querer ir.
- Ok vou aceitar o mistério. Mas só porque acertou nessa primeira surpresa.

Estávamos novamente no carro de Arthur indo para um lugar que eu não tinha ideia. Foi então que ele parou perto de um motel e virou para mim.

- Eu não quero fazer nada contra sua vontade... Então tenho que saber antes se você também quer.
- Não tenho certeza se...

Arthur me puxou pelo pescoço e me deu um beijo sem me deixar terminar a frase.
- Ok, você me convenceu, vamos entrar.

Ele sorriu e moveu o carro para a entrada do motel e pediu um quarto. Quando entramos Arthur logo me jogou na cama e começou a me beijar, do mesmo modo como me beijara anteriormente, com um beijo calmo, leve e que me fazia sentir um calor por todo meu corpo.

Depois passou a morder minha orelha de leve e sussurrar no meu ouvido.

- Quero sentir você por dentro de novo...

Arthur mordeu meus lábios e desceu beijando meu corpo e logo tirou minha camisa e jogou para longe. Depois tirou a sua e voltou a me beijar. Ficamos assim durante um bom tempo, apenas sentindo o corpo um do outro e nos despindo, até estarmos completamente nus.


 

Ele então me colocou de quatro e começou a morder minha bunda e dar alguns tapas me fazendo dar um grito a cada palmada. Ele abriu minha bunda para deixar meu cu bem visível e então começou a enfiar a língua em mim. Ele chupava e enfiava, mexendo sua língua toda dentro do meu orifício, o que me fazia gemer de prazer.

Depois disso, ele enfiou seu dedo em minha boca e eu o chupei inteiro, deixando todo babado para logo após ele enfiar tudo de uma vez dentro de mim e ficar metendo. Ele colocou dois dedos e enfiava com ainda mais rapidez e eu não conseguia parar de gemer com aquilo, que ficou ainda melhor quando ele abriu meu cuzinho com os dois dedos e enfio a língua me fazendo urrar.

Quando ele tirou seus dedos de mim eu tomei um pouco de coragem para tomar a iniciativa em algo.

Me levantei e o empurrei na cama, o deixando com as pernas apoiadas no chão e seu corpo totalmente deitado, e disse:

- É minha vez.

 

Nisso inclinei em sua frente e comecei a chupar seu pau. Comecei lambendo ele de baixo até em cima e olhando para sua cara. Depois chupei a cabecinha e fui descendo minha boca por seu membro até a metade, que era o máximo que conseguia.

Depois chupei bastante suas bolas e ao mesmo tempo o punhetava e logo comecei a mamar sua pica novamente, enquanto ele soltava alguns gemidos de prazer.
Em um instante ele tomou o controle da situação de novo e me puxou para a cama me colocando de lado e encaixou seu pau na minha bunda dizendo:

- Se continuasse me chupando daquele jeito eu já ia gozar antes de poder comer esse cuzinho de novo.

Ele então ficou me sarrando devagar e beijando meu pescoço e minhas costas até que pegou um lubrificante e esparramou por seu pau e começou a enfiá-lo em mim. Quanto mais ele entrava, mais alto eu gemia. Até que senti seu saco encostar em mim e ele começou a meter. No começo ele enfiava devagar e com jeito, mas logo estava fincando seu pau rápido e forte e eu gemia ainda mais alto do que antes. Foi então que ele tampou minha boca e enfiou um dedo, abafando meus gemidos.

 

- Está gostando de sentir meu pau no seu cu?
- Siiim! Me come mais.
- Como sim, vou te fuder todo.

Ele me girou, ainda com o pau enfiado em mim, e ficou por cima para voltar a meter de novo. Arthur puxava meu cabelo e chupava meu pescoço ao mesmo tempo em que fincava todo seu membro em mim num ritmo frenético.

Ele então me levanta e me joga na parede para logo enfiar em mim de novo e começar a me comer mais uma vez. Senti ele pegando minhas mãos e levantando, as segurando enquanto metia.

Arthur me virou e me ergueu em seu colo. Passei minhas pernas em sua cintura ao mesmo tempo em que ele encaixava o pau em mim e voltava a meter, ainda mais forte do que antes, comigo subindo e descendo em seus braços. Eu arranhava suas costas e gritava com ele me fudendo daquela forma, olhando em meus olhos.

 

Ele me jogou na cama e ergueu minhas pernas, sem tirar seu pau de mim. Nisso ele iniciou um beijo forte e sedento, movimentando sua rola dentro de mim. Arthur parou de me beijar, mas permaneceu com o rosto bem colocado ao mesmo e foi metendo cada vez mais rápido, me olhando gemer de tesão por ele.

Eu comecei a me masturbar sentindo aquele macho me comer e estava sentindo tanto prazer com aquilo que logo gozei, melando todo meu corpo. Parece que Arthur sentiu mais tesão ainda comigo ejaculando e passou a mão na minha goza e socava ainda mais rápido, urrando de prazer, até que finalmente jorrou porra em meu cu, me enchendo todo com seu leite.

Logo após isso, passou as costas da mão eu meu rosto e deitou ao meu lado na cama.

- E aí? Gostou?
- Sim, foi ainda melhor que da última vez.
- Alê, desculpa a pergunta, mas quando você perdeu a virgindade?
- Por que a pergunta? Eu sou tão ruim assim?
- Nunca, muito pelo contrário, haha. É só que você tem um jeito um pouco inocente ainda.
- Entendi... Então, faz realmente apenas pouco mais de um mês desde a minha primeira vez, que foi com Pedro. E você foi meu segundo.
- Mas eu pensei que vocês não namoravam.
- Sim, nunca namoramos. Mas aconteceu uma vez quando ele estava bêbado, só que logo depois disso acontecer ele se afastou de mim. Esse foi o motivo por estarmos afastados ultimamente.
- Que idiota! Por que ele fez isso?
- Também não sei. Talvez ele tivesse medo de que eu fosse querer novamente, ou ele ficou com vergonha...
- Tudo bem, agora você tem eu. – disse Arthur enquanto sorria e começava a me beijar – Quer um banho agora?
- Claro, vamos lá.

Ele então me pegou no colo e me levou até o banheiro. Ele esfregou todo o meu corpo e logo em seguida eu o chupei novamente até sentir o leite dele na minha cara. Depois disso, saímos do motel para Arthur me levar até em casa.

Estávamos na porta do meu apartamento.

- Realmente foi uma das melhores noites da minha vida.
- Sim... Mas fiz isso tudo também por mim, eu tinha que ter certeza de que realmente o que eu sentia por você era forte o bastante para eu lhe perguntar.

E eu tenho certeza agora. Você provavelmente vai me achar louco, nos conhecemos a poucas semanas, mas... eu te amo! Estou apaixonado por você, Alexandre. Por isso queria saber se você quer namorar comigo.

Meu coração disparou mais forte do que nunca. Eu não esperava essa pergunta... Eu não sabia o que falar. Mas quando eu estava com ele eu também sentia algo diferente. Eu me sentia amado como nunca me senti antes. Eu às vezes me pegava pensando nele sem nenhum motivo e... eu sorri ao finalmente perceber aquilo. Eu estava parecendo um dos personagens dos diversos livros que eu havia lido sem entender o que estava acontecendo. Eu também o amava. Eu também estava apaixonado por ele...

- Com certeza eu quero.

Ele então puxou-me e me beijou de uma forma que nunca havia sido beijado antes.


 

Eu gostaria que essa história acabasse por aqui. Queria poder dizer que esse era um perfeito conto de fadas e eu finalmente havia encontrado meu “final feliz”. Mas, infelizmente, a vida não é assim. Naquele momento eu não tinha ideia que em um ano eu iria viver um completo caos em minha vida.


Autor: Rodrigo, 19 anos

Poderá gostar também de:
Postado por Mac Del Rey | (2) Comente aqui!

2 comentários:

  1. QUERO A CONTINUÇÃOOO
    AMEI O CONTO ❤❤❤

    ResponderExcluir
  2. Algum coroa ativo deixa numero da tim, nunca fiquei com h.

    ResponderExcluir

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...