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HOMOSSEXUALIDADE

Como as suas crenças fodem completamente com a sua vida.




Você acredita que todos os homens gays só estão interessados em corpo bonito, dinheiro e piroca grande (não necessariamente nessa mesma ordem).

Vou resumir, então, como é a sua vida:

Você vive se sentindo um peixe fora d’água no meio gay. E, quando conhece um boy aparentemente interessante, já vai para o encontro tão desacreditado como um boi indo para o abate.

Você pensa: ele vai transar comigo e despois vai me descartar que nem camisinha usada… porque eu sou um pobretão magrinho (ou gordinho). Ah se eu fosse sarado e rico, tudo seria diferente…

Você fica triste, frustrado, até com um pouco de raiva. Volta para a casa sozinho, sentindo um vazio no fundo peito, e sem esperanças de encontrar alguém que valha a pena nesse mundão de Deus.

Agora, vamos à segunda situação:

Você, mesmo sem ter grana ou corpo escultural, acredita que é um cara foda – e que qualquer homem que te conhecesse de verdade faria de tudo para estar ao seu lado.

Daí você conhece um boy interessante…

E, quando ele te convida para sair, você logo pensa: ele, provavelmente, vai gostar de mim. Eu sou uma companhia incrível, sorte a dele ter me encontrado.

Moral da história…

Você, sendo exatamente a mesma pessoa, pode ter uma vida completamente diferente, apenas mudando a sua forma de pensar.

Porque tudo que acontece na sua vida funciona nessa ordem:

1.Você tem crenças;
2.Acontecem situações;
3.Você interpreta essas situações de acordo com suas crenças;
4.Você tem emoções, que podem ser boas ou ruins, dependendo da forma como você interpretou tal situação;
5.Você age de acordo com esses pensamentos e emoções.

Ou seja, se você mudar as suas crenças, você muda todos os seus pensamentos, sentimentos, e ações. Consequentemente, tem resultados completamente diferentes.

Veja só o caso do Felipe: 

O Felipe, leitor assíduo aqui do site, cresceu em uma família bastante homofóbica. Seu pai sempre disse que não admitia ter um filho “viado”, que os gays são tudo “sem vergonha”, que homem que pega homem é uma falta de respeito, um nojo, um absurdo.

Pois bem, acho que você já pode imaginar o resultado disso tudo nos pensamentos do Felipe, não é mesmo?

Com a crença de que ser gay é errado, ele custou a acreditar que era certo. E mais: se sentiu, por muito tempo, uma má pessoa.

Mesmo depois de adulto, quando ele começava a se relacionar com algum potencial namorado, sem perceber, criava diversas situações para se auto boicotar.

Porque aquilo era errado, era nojento, era uma aberração.

O Felipe já era bem grandinho e sabia que, conscientemente, não havia problema algum em ser homossexual. Só que o seu subconsciente continuava dizendo exatamente o contrário…

Percebe como de nada adianta uma ideia fazer sentido logicamente, se a sua crença insiste no oposto?

Crenças limitantes geram atitudes também limitantes.

Você é o que você acredita ser 

E isso vale para tudo…

O Júlio, outro leitor querido aqui do site, por exemplo, nasceu em uma família pobre e passou bastante perrengue quando criança.

Ele cresceu escutando os seus pais falarem que era errado ter muito dinheiro, porque “só se ganha muito explorando as pessoas”. Como se, para que um possa ganhar, o outro teria, necessariamente, que perder.

Além disso, outras frases como “somos pobres”, “não podemos fazer isso”, “você não pode gastar dinheiro porque vai faltar”, “o mundo é muito perigoso e você não pode confiar em ninguém” eram bastante comuns.

Ele ouvi esse tipo de coisa todos os dias, por anos…

Inclusive, os seus primeiros anos depois de formado foram um completo desastre. Toda vez que ele arranjava um trabalho, se sentia culpado em ganhar dinheiro, e, de forma inconsciente, sabotava o próprio sucesso com escolhas equivocadas.

E assim foi a sua vida por muito tempo…

Até que ele decidiu buscar ajuda e mergulhar nos livros para tentar quebrar essas suas crenças limitantes.

Depois de muita determinação e foco no autoconhecimento, ele conseguiu mudar a sua atitude diante da própria vida. Hoje, a sua carreira decolou e tem uma prosperidade incrível!

Conclusão…

Assim como o Felipe e o Júlio, você tem duas opções:

Ou você pode aceitar ser controlado pela sua mente – e daqui a 10 anos estar no mesmo lugar, ou talvez até pior do que está neste momento…

Ou, você pode usar sua mente como aliada e, daqui a 1, 2, 3 ou 5 anos (a pressa é sua), viver uma vida que você não acreditava que seria possível ter hoje.

Como?

Buscando informação! Se tá caro demais fazer uma terapia, você pode buscar ajuda de outras formas: lendo, se autoconhecendo, se autoanalisando, se autopoliciando.

Então, que tal começar a fazer algo a respeito?

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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