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MINHA VIDA GAY

Barriga de aluguel muda de ideia e tenta ficar com bebê de casal gay.




Ninguém segura esse bebê.

Uma inglesa se ofereceu para servir de barriga de aluguel para um casal gay, mas mudou de ideia logo antes de o bebê nascer. Dá para acreditar? De acordo com o jornal inglês Independent, ela demorou semanas para contar para os pais que o bebê já havia nascido. Ela enviou uma carta para o casal dizendo que iria ficar com a criança.

Acontece que ela não tinha nenhuma ligação biológica com a criança, já que ela havia sido gerado pela combinação dos espermatozóides do casal com o óvulo de uma doadora espanhola – a moça estava servindo apenas de hospedeira para a maturação do bebê.

O pior é que a lei inglesa não permite “Barriga de Aluguel”, então a mulher e o marido ficaram com a criança por 1 ano e 6 meses. Na última semana, no entanto, a juíza Jucy Theis finalmente fez justiça e transferiu a criança aos pais. “A criança ficará melhor com o casal gay, que são seus verdadeiros pais por questões genéticas”, disse. Enfim, final feliz!

Ex-cantor gospel se assume gay e publica capa de álbum vestido de drag.


O cantor Lucas Miziony 


Conhecido por trilhar a sua carreira no meio gospel, o cantor Lucas Fernandes surpreendeu os seus seguidores nas redes sociais recentemente, ao divulgar o seu mais novo segmento de trabalho totalmente diferente de tudo que já fez até agora.

O artista saiu do armário e revelou a capa do seu próximo álbum. Intitulado “Homem ou Mulher”, o projeto traz uma capa que aparece como drag queen e outra desmontado, além de anunciar que a partir de agora atende pelo nome Lucas Miziony.

Apesar de todo o espanto que o anúncio causou nos últimos dias, o músico vinha apresentando mudanças no seu estilo desde fevereiro. No passado, ele chegou a lançar dois discos evangélicos: “Senhor absoluto” e “Ponteiro de Deus”. A revelação acendeu a discussão a respeito da existência da homossexualidade nas igrejas.

Vídeo de aniversário de menino de 12 anos com namorado viraliza nas redes sociais.


Com temática de Pabllo Vittar, festa de aniversário de jovem de 12 anos viraliza na internet 


Um vídeo que começou a circular, na madrugada desta quarta-feira (22), nas redes sociais, e tem causado muitas discussões e dividido opiniões entre os internautas. Nele, um menino de 12 anos comemora o seu aniversário ao lado do seu namorado de 14.

O casal troca beijos enquanto a plateia canta uma versão bem safadinha do tradicional “Parabéns a Você”. “É pic* é pic*, é rol* é rol* é rol*, no seu c*”, cantava os convidados em plenos pulmões.

A decoração da festa também chama a atenção. A ornamentação é simples, mas dá para perceber que a temática da comemoração era a drag queen Pabllo Vittar, com várias fotos espalhadas na parede e uma impressa no bolo.

Algumas pessoas acharam que o vídeo era apenas mais uma comemoração, já que o adolescente em questão parecia estar se divertindo rodeado de amigos e familiares, enquanto outros apontam uma erotização precoce das crianças causadas por discursos que chamam de “ideologia de gênero”.

Juntas há 43 anos, casal de lésbicas idosas planeja cerimônia legal na Austrália.


O casal de lésbicas está junto há 43 anos


O casal de lésbicas comemora votação a favor do casamento homoafetivo na Austrália e já faz os preparativos para a cerimônia; conheça a história delas

Nesta semana, a maioria da população da Austrália votou a favor do casamento entre pessoas do mesmo sexo. Para Georgia Carr, de 64 anos, e Susan MacFarlane, 66, este foi o momento em que sua relação de 43 anos finalmente foi validada aos olhos do país. Agora, o casal de lésbicas já planeja se unir legalmente assim que a legislação for aprovada.

Quando o casal de lésbicas se apaixonou, em 1974, nenhuma delas entendia o que estava acontecendo: elas nunca haviam escutado o termo "lésbicas" e a homossexualidade era um tabu - e ilegal. As mulheres contaram que elas estavam "confusas" e pensavam em si mesmas como "heterossexuais que se apaixonaram". "Nós duas tínhamos namorados antes de nos apaixonarmos”, contou Susan ao "Daily Mail".

As mulheres lutaram contra o sentimento e até terminaram por alguns meses no início do relacionamento porque a Georgia queria ter um bebê - mas não era possível que um casal de mulheres tivesse filhos. "Eu cresci toda a minha vida pensando que eu iria me casar e ter filhos - porque isso é o que as mulheres fazem", disse a Georgia. "Mas, depois de alguns meses, pensei comigo mesma ‘porque eu desistiria do maior amor do mundo por algo que não me daria felicidade?’".

Depois disso, foram anos de reflexão para que o casal fosse completamente honesto consigo mesmo e percebesse que elas eram lésbicas - e que esse seria o estilo de vida delas. "Eu não conhecia outras lésbicas do mundo. A escola não me preparou para isso e isso não era mostrado na televisão e em filmes da época", disse Susan.

Por não conhecerem outros casais  homoafetivos, elas ficaram com várias dúvidas quando decidiram morar juntas. "Nós olhamos uma para a outra e nos questionamos sobre quem ia tirar o lixo - ou matar as aranhas", disse Susan. "Mas aprendemos a ser muito versáteis e somos uma ótima equipe", completou Georgia.


O casal no começo do relacionamento e em foto atual
O casal no começo do relacionamento e em foto atual


Quando elas decidiram contar para as famílias sobre o romance, a reação foi surpreendente, já que as mães da Georgia e Susan eram melhores amigas desde a infância. "Eu sempre assumi que minha mãe sabia, porque sempre que nós íamos para a casa dela, ela preparava uma cama de casal para nós duas", disse Georgia. "Eu disse, mãe, você provavelmente já sabe, mas Susan e eu somos um casal. Ela perguntou como poderia saber isso se eu nunca contava nada”. A mãe de Georgia respondeu que amava as duas e que, apesar de elas serem julgadas por isso, ela só queria que as duas fossem felizes.

A mãe de Susan também apoiou o casal. "Ela disse ‘meu marido tem sido uma parte fundamental da minha vida e lamento que você nunca tenha um’, mas que ela também amava a Georgia", conta Susan.

Casamento gay na Austrália.

Como o casamento entre pessoas do mesmo sexo ainda não é legalizado na Austrália, as mulheres fizeram uma cerimônia informal quando eram mais jovens. "Foi uma grande coisa em nosso círculo social, para a nossa família e amigos para verem o quão sério era a nossa relação", falou Susan. "Eles não nos questionaram depois disso".

Mas essa situação pode mudar em breve! Em uma consulta à população australiana, 61,6% dos eleitores votaram a favor do casamento entre pessoas do mesmo sexo, abrindo caminho para a aprovação de uma lei que legaliza o casamento homoafetivo até o fim de 2017 no país.

O casal planeja se casar - agora legalmente - assim que o casamento homoafetivo for legalizado no país. "Estamos cruzando os dedos para [conseguirmos casar em] 6 de janeiro, que é o nosso 44º aniversário". Mas as mulheres reconhecem que estão sendo otimistas em relação à data. “Devemos apresentar nossa intenção de casar e a papelada um mês antes da data -, mas se não pudermos nos casar neste dia, faremos o mais cedo possível ".

A união oficial será na casa do casal de lésbicas, que tem vista para o mar e espaço suficiente para seus convidados. "Não há amor suficiente neste mundo, então ele deve ser comemorado sempre que surgir", disse Susan.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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