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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Deputado Anti-LGBT renuncia após Flagra de Sexo com Homem no gabinete, nos EUA.




Um deputado estadual que construiu a carreira política como um dos mais eloquentes opositores da causa LGBT renunciou ao cargo após ser flagrado com um homem em seu gabinete. O diário “Columbus Dispatch” destacou que Wes Goodman, de 33 anos, foi surpreendido enquanto fazia sexo com o visitante. O representante decidiu se demitir pela “conduta inapropriada”, sem dar detalhes, depois de uma reunião com o líder republicano do Legislativo de Ohio, Cliff Rosenberger.

Brad Miller, porta-voz do líder, explicou à mídia americana que o parceiro do agora ex-deputado não era funcionário nem tinha cargo eletivo na Casa. O encontro foi consensual, mas “inapropriado para um representante estadual”, segundo ele. Goodman aceitou e confirmou as alegações a Rosenberg, segundo nota enviada à Associated Press.




Na biografia do Twitter, Goodman se descrevia como “cristão, americano, conservador, republicano” e ainda citava a mulher, Beth. Uma de suas principais plataformas políticas era a defesa do “casamento natural”, que ocorreria apenas entre um homem e uma mulher.

Pró-família tradicional no discurso político, o ex-deputado pediu desculpas a quem tenha se desapontado com sua conduta. Em nota, o americano pediu privacidade para começar o “próximo capítulo da vida”.

“Todos trazemos nossas próprias lutas e provações à vida pública. Isso tem sido verdade para mim, e sinceramente me arrependo que minhas ações e minhas escolhas tenham me impedido de servir meus eleitores e nosso Estado de maneira que reflita os melhores ideais do serviço público. Para aqueles a quem desapontei, sinto muito”, destacou.

Questão em prova de universidade italiana trata homossexualidade como doença.





Uma questão de uma prova feita para avaliar 33 mil estudantes de medicina em universidades da Itália causou polêmica por sugerir que a homossexualidade pode ser apresentada em diferentes níveis nos seres humanos.

“Qual das porcentagens apresentadas nas alternativas representam a melhor estimativa do homossexualismo no homem”, dizia o enunciado da pergunta, na qual os universitários teriam que desenvolver uma resposta a partir de um diagnóstico contra várias doenças.

A ministra da Educação do país, Valeria Fedeli, lamentou que uma questão como essa fosse apresentada no teste. “É de gravidade sem precedentes que esta pergunta tenha sido feita em um teste de Medicina”, afirmou.

O episódio motivou reações dos ativistas LGBT. “Queremos saber se a comunidade médica italiana ainda acredita que a homossexualidade é uma doença. Queremos saber qual é o objetivo de pedir aos futuros médicos para estimar a homossexualidade nos seres humanos? Há também a estimativa da heterossexualidade?”, questionou Marco Grimaldi, secretário piemontês da esquerda italiana, exigindo retratação da Conferência da Faculdade de Medicina.

Padre expulsa jovem LGBT que estava ”vestida como mulher” em missa na Colômbia.




Um vídeo que começou a circular nas redes sociais, na última semana, mostra um padre de Anzá, na Colômbia, expulsando uma jovem LGBT, por estar vestida com roupas consideradas femininas.

Nas imagens, o sacerdote Rodrigo Arcaes se aproxima de Guichi Palacio e diz: “Saia daqui. Eu avisei que, se você se vestisse como mulher e viesse até a igreja, eu o levaria para fora”, lembrou.

A vítima foi expulsa na frente de 60 pessoas, que estavam na missa, e declarou que ficou sem reação com o posicionamento do religioso. “Estou surpresa que um sacerdote me faça isso. Se Deus me fez assim porque ele me ridicularizaria no meio de tantas pessoas que estavam na igreja?”, questionou.

Guichi resolveu fazer um vídeo como uma denúncia, não só para expor o caso, mas também em solidariedade a todos os LGBTs que sofrem com a discriminação. “Esse tipo de ação por membros da igreja ensina as pessoas que discriminam que elas estão livres para atacar a população LGBT”, afirmou.

Ao jornal El Tempo, o padre reconheceu o erro, mas negou que tenha pedido para ela se retirar por estar “vestida como homem ou mulher”, e sim, por estar “vestida de forma inadequada para um templo religioso”, além de garantir não ser homofóbico. “Pedi para deixar a igreja porque a comunidade começou a se dispersar e rir, deixando a Eucaristia em um segundo”, declarou.

Casal gay sofre grave violência homofóbica na Lagoa da Conceição, em Florianópolis.




O estudante de Artes Cênicas da Univeridade do Estado de Santa Catarina (Udesc), Athur Rigoski Gomes, de 21 anos, foi espancado junto com seu namorado namorado Thomas Dadaam, de 27 anos, estudante de Filosofia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). As agressões aconteceram no domingo, dia 12 de novembro, na Lagoa da Conceição, em Santa Catarina, motivadas por homofobia.

O casal relatou que caminhava de mãos dadas enquanto conversavam com uma turma de oito pessoas que encontraram pelo caminho até o Mercado Público, quando cinco homens se aproximaram e começaram a proferir ofensas de cunho homofóbico. “Vai virar norma bater em viado”, disseram os algozes.  “Usaram a palavra viado como forma de xingamento e nós reagimos repetindo: ‘Isso é homofobia!’”, disse Arthur. Começaram então as agressões físicas com chutes, socos e pontapés. “Saio de casa para ter um momento feliz e de repente me vejo todo machucado e o meu namorado caído no chão, desacordado”, contou Arthur. 

O estudante de teatro tem vários hematomas e lesões no rosto, boca, testa, perna, e mandíbula. O namorado, Thomas, está consciente mas sofreu lesões ainda mais graves. O diagnóstico do hospital apresentou fratura no septo nasal, traumatismo craniano e uma inflamação no braço, onde já tinha um pequeno ferimento antes das agressões. Na terça-feira, após receberem alta do hospital onde passaram a noite em observação, o casal foi até o Instituto Médico Legal (IML) fazer exame de corpo e delito. Na quinta-feira, 16 de novembro, Thomas deverá passar por uma ressonância magnética para investigar melhor os ferimentos na cabeça. Embora o namorado tenha ficado muito tempo inconsciente e não se lembre do ocorrido, Arthur, que não passou por desmaios ou provação dos sentidos, se lembra perfeitamente de todo o episódio. “Vai ficar pior pros viados. Daqui pra frente vai virar norma bater em viado”, foram palavras proferidas pelos agressores enquanto batiam no casal. Testemunhas que acompanhavam as vítimas também confirmaram as palavras dos criminosos. 

Saturados pela intolerância que se manifestava mais uma vez, o casal não foi bem atendido pela polícia. Ao chegaram a 5ª Delegacia de Polícia, as vítimas foram tratadas com mais discriminação, conforme relataram. “Quando chegamos, o escrivão primeiramente se recusou a registrar o B.O., dizendo que estávamos muito alterados e exaltados. De fato, eu tinha acabado de recobrar a consciência, estava muito perdido e o Arthur sangrava muito. Mas os amigos ajudaram a argumentar e ele então concordou em fazer o B.O., mas determinou que entrássemos sozinhos na sala”, disse Thomas. O casal relatou ainda que foram trancados em uma sala junto com um policial que disse para os dois “pararem de se vitimizar. Devido a mais esse tratamento discriminatório, os dois registraram queixa na Corregedoria da Polícia. A advogada popular Daniela Felix, que vai acompanhar o processo, permitiu que eles abrissem Boletim de Ocorrência no 5º Distrito Policial contra agressão física, uma vez que no Brasil não existe crime por homofobia. 

Gays e trans reclamam de constrangimento em supermercado de Curitiba.




No dia 16 de novembro de 2017, por volta das 22h30 da noite, Marcelo Mello, sua amiga Sophia, que é uma mulher trans, e mais dois amigos se dirigiram até o supermercado Condor do bairro Novo Mundo. Os amigos relataram que ao entrar no estabelecimento foram perseguidos pelos seguranças e demais funcionários por todos os ambientes do supermercado. 

O grupo relatou ainda que cinco funcionários homens debocharam dos amigos no setor de hortifruti e que, outros dois funcionárias, ainda apontaram para o grupo e riram. Ao passar pelo caixa, o atendimento foi normal, mas os demais presentes continuavam a constranger o grupo com risadinhas. “Não ri dos outros que isso é pecado”, disse Marcelo para se defender dos olhares de deboche.

No dia seguinte, Marcelo e Sophia foram ao supermercado novamente para verificar se a situação continuaria, e pensaram em tentar filmar o ocorrido. Os olhares e as risadas se repetiram, segundo eles. Ao conversar com o gerente, não receberam nenhum pedido de desculpas, apenas a informação de que o estabelecimento emprega inclusive funcionários gays. O gerente disse ainda, que vai levar o ocorrido às reuniões de trabalho do local.

Marcelo informou à revista Lado A que não fez Boletim de Ocorrência no mesmo dia, pois a delegacia da região se encontra fechada por motivo de mudança. A denúncia foi registrada na manhã de sábado, dia 18 de novembro. Em casos como esse, é importante o registro de ocorrência e a denúncia aos órgão competentes de Direitos Humanos, como o Disque 100. Marcelo pretende denunciar o estabelecimento e entrar na Justiça.

Miss Simpatia Trans é agredida pela madrasta no interior do estado.





Eleita Miss Simpatia Trans de Quatingá através de um concurso realizado em Curitiba este mês, a cabeleireira Paola Pimentel sofreu diversas agressões por sua madrasta. O crime aconteceu na sexta-feira, dia 10 de novembro, quando por sete vezes a madrasta bateu e humilhou Paola, que continua recebendo ameaças. Moradora de Quatiguá, a 334 km de Curitiba, no Norte do Paraná, uma cidade de pouco mais de 10 mil habitantes.
Após encontrar a atual esposa de seu pai, Paola começou a ser agredida verbal e fisicamente em virtude de transfobia. Seu vestido usado no concurso foi destruído e seu corpo ficou com diversos hematomas, principalmente no rosto. "A agressão não é uma opção, se algo te incomoda nunca será através da violência que a circunstância vai mudar. Respeite, independente de cor, gênero e etnia”, disse a vítima. 
Paola registrou boletim de ocorrência contra a madrasta e está reunindo provas de outras agressões, pois essa não foi a primeira, mas a vítima não havia feito nenhuma denúncia. A cabeleireira clama por justiça e pede para que a sociedade respeite as pessoas trans. “Vou lutar por todas as trans do Norte Pioneiro, cansei de ser humilhada, as trans têm seus direitos e são muitos, não podemos nos calar temos nossos direitos perante a Justiça!”, disse. 
Em 3 de novembro, Paola Pimentel participou do Miss Curitiba Trans. O evento tem como objetivo elevar a auto estima de mulheres trans e servir de símbolo de luta contra a transfobia no país que mais mata transgêneros. Paola ficou em 4º lugar e recebeu o título de Miss Simpatia no concurso que aconteceu no palco do Teatro Guairinha, em Curitiba.  

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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