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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Cadeia! Homofóbico é condenado a 2 anos de prisão por quebrar copo de vidro em casal gay.




Anjungi Lam, 35, foi condenado a dois anos de prisão após ter atacado e quebrado um copo de vidro no rosto de um gay que estava com seu namorado num pub em Peckham, no sul de Londres.

O crime homofóbico aconteceu no dia 5 de março e foi registrado por câmera de segurança do pub e mostram Anjungi Lam aproximando-se do casal e quebrando o copo no rapaz, de 23 anos. O ataque repentino deixou cortes no nariz, lábios e pescoço, além de ter trincado um de seus dentes e ter causado danos na sua córnea. Estilhaços do copo também atingiram o olho do namorado, de 20 anos.

O homofóbico tentou fugir, mas foi identificado e preso, depois. Ele já tinha trabalhado naquele mesmo pub, mas foi demitido três meses antes por justa causa, já que sempre chegava atrasado no serviço.

Segundo o oficial Lance Sharrock, da polícia Metropolitana da Comunidade de Southwark, “Lam não conhecia a vítima e o seu parceiro. Eles não tinham conversado antes e nem tinham alguma discórdia para provocar um ataque tão violento. (…) As vítimas sentiram que Lam teve motivações homofóbicas já que eles entraram no pub de mãos dadas, por isso começamos uma investigação de crime de ódio.”

O agressor admitiu os danos corporais graves no Tribunal London Crown em 23 de junho e sua sentença de condenação saiu nesta sexta-feira, 17 de novembro.

Mostras e filmes sobre questões LGBT são proibidos na capital da Turquia.




Segundo o governo, o motivo da proibição por tempo indeterminado é que obras LGBT oferecem “riscos para a segurança pública”

A capital da Turquia, Ancara, proibiu a exibição pública de filmes e exposições relacionadas a questões LGBT, informou o gabinete do governador no domingo (19). O motivo, de acordo com o comunicado, é que as obras oferecem “riscos para a segurança pública”.  As informações são da agência de notícias ANSA.

"A partir de 18 de novembro, preocupando-se com a sensibilidade pública de nossa comunidade, qualquer evento LGBT como cinema, teatro, painéis, entrevistas e exposições estão proibidos por um período indefinido em nossa província para providenciar paz e segurança", informou o governo no comunicado.

A medida do governo turco deverá causar ainda mais atritos entre os ativistas dos direitos humanos e os aliados ocidentais da Turquia sobre questões relacionadas a liberdades civis no país, que atualmente está sob o comando do presidente Recep Tayyip Erdogan.

Na última semana, as autoridades de Ancara já haviam proibido um festival de cinema gay alemão na cidade, um dia antes da abertura, alegando que o evento traria riscos à segurança pública e havia chances de acontecer algum atentado terrorista no local. Além disso, desde 2015, a famosa parada de orgulho gay realizada na Turquia também foi banida de Istambul.

Ao contrário de muitos países muçulmanos, a Turquia não considera a homossxualidade um crime, mas, mesmo assim, ainda há muito preconceito contra a comunidade de lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros.

Outro caso.

A série da Disney apresenta um personagem adolescente gay


Não é a primeira vez que obras são barradas por retratarem questões LGBT. Quando foi lançado, o filme de live action "A Bela e Fera" gerou polêmica em diversos países por conta de um personagem gay. Em um caso recente divulgado pela mídia, a série “Andi Mack”, do Disney Channel, foi banida da Quênia por apresentar um personagem adolescente que se descobre gay. “Conteúdo gay não será exibido no Quênia. Ponto. Quando se trata de proteger as crianças da exposição ao conteúdo ruim, somos determinados e não iremos voltar atrás. A instituição da família é santificada”, afirmou Ezekiel Mutua, CEO do Kenya Film Classification Board, organização que dá classificações indicativas para obras de ficção.

Maioria dos brasileiros se declaram à favor do casamento homoafetivo, revela pesquisa.




Uma pesquisa divulgada pelo Instituto Big Data constatou que a maioria dos brasileiros se declaram mais liberais do que imaginávamos. O levantamento mostrou que cerca de 65,5% da população é a favor do casamento entre pessoas do mesmo sexo, enquanto 39,2% se disseram contra.

O estudo também analisou a aceitação das pessoas a respeito da adoção de crianças por casais gays: 62,4% dos entrevistados apoiam esta configuração de família, contra 34,6% se mostraram contrários.

Sobre os direitos humanos, 62,4% afirmou que devem valer para todos os indivíduos, enquanto 33,8% acreditam que bandidos não devem ter tais “privilégios”. As cotas raciais nas universidades públicas também foi uma questão levantada: 57,2% se mostram favoráveis e outros 39,2% não concordam com este meio de reparação.

O instituto ouviu, entre os dias 1° e 10 de novembro, cerca de 3 mil pessoas. A margem de erro é de 2,5% para mais e para menos. O levantamento foi encomendado pelo Movimento Agora!, composto por cerca de 90 pessoas.

Mudanças deixam certidão de nascimento mais inclusiva com todas as famílias brasileiras.




As certidões de nascimento, casamento e óbito no Brasil ganharam novas regras de emissão a partir desta terça-feira (21).

Pensada para abranger as múltiplas configurações familiares, uma das grandes mudanças estás nas certidões de nascimento. A partir de agora, os documentos passam a usar o termo "filiação", em vez de "genitores".

Assim, o recém-nascido pode ser registrado com dois pais, duas mães, apenas uma mãe ou um pai e até mesmo filiação entre três pessoas.

O mesmo vale para casais que optaram por técnicas de reprodução assistida, como barriga de aluguel. Neste caso, o oficial do cartório não poderá mais exigir a identificação do doador do material genético como condição para o registro do bebê, apenas exigirá uma declaração do responsável da clínica onde foi feito o procedimento.

Outra novidade é sobre o local de nascimento do recém-nascido. Agora, ele pode ser registrado na cidade onde nasceu ou do local onde a mãe biológica ou adotiva mora. Essa regra deve beneficiar as mães que viajam para outros municípios para dar à luz, já que muitas cidades brasileiras não possuem maternidades.

Além disso, outra mudança obriga a inclusão do CPF nem todas as certidões de nascimento, casamento e óbito. A ideia é dar mais um passo para obtenção de um número único de identidade civil no País.

As mudanças valem em todo o Brasil a partir de hoje. Veja todas as mudanças no site do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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