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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Padre do Vaticano afirma que santos da igreja Católica podiam ser gays.


Padre James Martin 


O padre James Martin, consultor de relações públicas do Vaticano revelou, em seu perfil no Facebook, que alguns santos cultuados pela Igreja Católica podem ter sido sim, gays em vida.

“Alguns podiam ser gays. Uma porcentagem da humanidade é gay e isso também deve ocorrer com os santos. Vocês se surpreenderão ao chegarem aos céus sendo recebidos por homens e mulheres LGBT”, declarou ele.

A declaração foi feita durante um post no qual o religioso divulgava um grupo de oração católico destinado para a comunidade LGBT. As palavras de Martin foi alvo de muito deboche dos internautas, o que fez com que o sacerdote voltasse a rede para se defender.“Sou um padre católico e acredito sim que devemos ficar ao lado dos marginalizados. Precisamos de caridade”, justificou.

Fascistas criaram ilha gay na Itália para confinar homossexuais.




Há 75 anos, durante o fascismo na Itália, um grupo de homens rotulados de “degenerados” foi expulso de casa e internado em uma ilha. Eles eram mantidos em cárcere privado, mas alguns deles dizem ter vivido uma experiência liberalizante nesta que teria sido a primeira comunidade abertamente gay do país.

Segundo a BBC. todos os anos, turistas são atraídos pela beleza dessa pequena faixa de ilhas vulcânicas do Mar Adriático. Mas apenas recentemente um grupo de visitantes chegou ao arquipélago de Tremiti, não apenas para aproveitar a paz e o sossego do lugar, mas para lembrar um fato importante.

O grupo era formado por ativistas de direitos dos gays, lésbicas e transgêneros. A visita foi para realizar uma pequena cerimônia relembrando um triste episódio que aconteceu na ilha há 70 anos.

Avanço da degeneração

Por volta do final dos anos 1930, o arquipélago teve participação importante no esforço dos fascistas de Benito Mussolini de suprimir a homossexualidade. Os gays atrapalhavam o projeto do líder fascista do país, que queria disseminar uma Itália de imagem masculina.

A estratégia era a de encobrir a questão de todas as formas possíveis. Leis discriminatórias contra gays acabaram não sendo aprovadas na época, mas o clima criado não permitia manifestações de homossexualidade, que poderiam ser vigorosamente reprimidas.

Livro.

Assim, em 1938, cerca de 45 homens acusados de serem homossexuais em Catania, na Sicília, foram presos e enviados a um exílio interno. Subitamente, o grupo se viu confinado a 600 km de distância, na ilha de San Domino, em Tremitis, no Mar Adriático.

O episódio foi totalmente esquecido. Acredita-se que ninguém que tenha enfrentado a punição continue vivo atualmente, e existem apenas poucos relatos do que aconteceu na ilha. Mas no livro “A Ilha e a Cidade”, os pesquisadores Gianfranco Goretti e Tommaso Giartosi falam de dezenas de homens, a maioria de Catania, e as duras condições que enfrentaram em San Domino.

Eles teriam chegado algemados e então abrigados numa casa ampla de dormitórios espartanos, sem eletricidade ou água encanada.

Os prisioneiros sabiam que a exposição de sua homossexualidade teria causado vergonha e raiva de seus familiares em lares extremamente conservadores nas cidades e vilas italianas. Um pouco dessa atmosfera é capturada na carta de um filho para um pai pobre e agricultor. Ele estava estudando para ser padre quando foi preso.

Implorando às autoridades judiciais para deixá-lo ir pra casa, ele escreveu: “Imagine, Sua Excelência, o dor do meu amado pai. Que desonra para ele!” “Exílio por cinco anos… Isso me enlouquece só em pensar”.

O prisioneiro, identificado apenas como Orazio L, requisitou a chance de deixar a ilha para “servir à Pátria” no Exército. “Me tornar soldado, e depois retornar ao seminário para viver em confinamento é o único jeito no qual eu posso reparar o escândalo e a desonra para a minha família”, escreveu.

Exclusivamente gay.

Um grande número de homens gays foi internados juntamente com prisioneiros políticos em outras pequenas ilhas, como Ustica e Lampedusa, mas San Domino foi única em que todos os exilados eram gays. É extremamente irônico, levando em conta a situação na Itália daquele tempo, que os gays pudessem encontrar um certo grau de liberdade apenas em uma prisão numa ilha.

Na celebração dos gays ativistas de direitos humanos, que se reuniram no arquipélago há algumas semanas, foi inaugurada uma placa em memória dos exilados. O marco foi uma lembrança perene da perseguição de Mussolini contra homossexuais na Itália.

“Isto é necessário, porque ninguém sabe o que aconteceu naqueles anos”, disse um dos ativistas, Ivan Scalfarotto, que também é membro do Parlamento, em Roma. Ele afirma que a comunidade gay ainda sofre na Itália. Os homossexuais não são mais presos e despachados para ilhas, mas até mesmo hoje em dia eles não são considerados cidadãos “classe A”.

Para Scalfarotto, ainda existe o estigma social ligado à homofobia na Itália, já que o Estado não estende todos os direitos civis a casais homossexuais. Por isso, Scalfarotto acredita que a luta pela igualdade continua na Itália.

Jovem sofre agressão durante Parada LGBT de Buenos Aires.




O que era para ser um dia para celebrar a liberdade e luta pelos direitos LGBTs foi marcado pela intolerância dos homofóbicos. Um rapaz que acompanhava a 26ª Marcha do Orgulho em Buenos Aires, na Argentina, alegou ter sido agredido por outros três com um taco de hóquei.

Juan Victor González, de 33 anos, foi atingido por um taco de hóquei e sofreu um corte profundo. A vítima foi levada para o hospital, onde recebeu sete pontos no ferimento. De acordo com a Agência Presentes o agressor e os outros dois, eram na verdade, assaltantes.

Os autores do crime teriam, inclusive, invadido uma casa no mesmo dia do evento pela diversidade. O nome dos suspeitos não foi revelado, mas a publicação dá conta de que o responsável por agredir o jovem foi identificado e preso.

O caso reforça as denúncias de assaltos motivados pela orientação sexual, que têm sido registradas na capital argentina, desde o ano passado. Só em 2016 foram 72 casos relatados, o dobro de 2015, quando 28 queixas chegaram até a polícia.

Justiça dos EUA condena universidade a pagar indenização milionária à professora por transfobia.


Professora trans Rachel Tudor


Uma ex-professora da Universidade de Oklahoma, nos EUA, ganhou uma indenização milionária no processo que movia contra a instituição na qual trabalhou, após ser vítima de transfobia. 

A justiça condenou a entidade a pagar cerca de US$ 1.165.000 (o equivalente a R$ 3 milhões) para Rachel Tudor, no caso que corria desde 2011, e teve a sua última instância decidida no último dia 20 de novembro. 

A professora acusou a universidade de ter lhe negado a sua identidade de gênero, desde que ingressou no emprego, sem ter respeitado o seu nome social tanto em documentos e até entre os títulos e no tratamento entre funcionários e direção. Ela também foi impedida de dar aulas vestindo roupas femininas e de usar o banheiro feminino.

A sentença foi deferida através da lei que protege as pessoas contra a discriminação sexual, já que as normas que estendiam a questão de gênero, inclusas pelo procurador geral da ação em 2014, foram derrubadas com a entrada do governo Trump. Apesar dos percalços, Rachel recorreu da ação e conseguiu parecer favorável.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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