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Céu e Inferno




Uma pergunta um pouco virada para a religiao... para quem acredita que depois desta vida vamos ter outra, ou para quem acredita que depois desta vida vamos todos ser comidos pelos bichinhos da terra.

Aos olhos da igreja os homossexuais sao pecadores... enquanto alguns numa sala secreta do Vaticano nao se mudar de mentalidade e com uma simples caneta e um papel decidirem mudar um qualquer artigo que la esteja a dizer que os homossexuais sao abominacoes aos olhos de Deus, e que acontece quando isso deixar de ser pecado?

Céu e Inferno


Quem decidirá? DEUS??? Ou um homem (Papa)? ou um pastor ?

Antigamente as mulheres eram queimadas na fogueira pela inquisicao (Igreja) por suspeitarem de serem bruxas, a igreja reconheceu o seu erro e perdou-as... ups esperem la... passaram do inferno     para o ceu     porque quem decidiu que a igreja errou foi um homem e nao Deus...

Sao estas coisas que me poem confuso...

E nos? (Homossexuais)? Temos lugar onde? No purgatorio a espera que alguem na terra decida que nao somos pecadores?  
      
Quem criou o homem? A igreja diz que foi Deus.



Quem criou Deus? (Eu respondo...) foi o homem (primitivo?) Talvez para poder explicar que algo ou alguem divino dos Ceus, lhe dava chuva, trovoes, fogo... tiveram de se refugiar em alguem... refugiaram-se na palavra Deus...
Acredito em Cristo...

Em relação ao inferno vejamos.



Para as almas que entram no inferno, vamos dar uma olhada nas diferentes religiões que existem no mundo e no que pregam algumas delas hoje em dia.
Algumas dessas religiões pregam que se você não pertencer a ela, você vai para inferno

Se você descumprir algum dos 10 mandamentos ou se desagradar a Deus, você vai para o inferno.
Como há mais de uma religião desse tipo e as pessoas não possuem duas religiões, podemos projetar que todas as almas vão para o inferno.


O inferno sobre a visao de varias religioes.


Cristianismo:



 existem diversas concepções a respeito do inferno, correspondentes às diferentes correntes cristãs. A ideia de que o inferno é um lugar de condenação eterna, tal como se apresenta hoje para diversas correntes cristãs, nem sempre foi e ainda não é consenso entre os cristãos. 

Nos primeiros séculos do cristianismo, houve quem defendesse que a permanência da alma no inferno era temporária, uma vez que inferno significa "sepultura", de onde, segundo os Evangelhos, a pessoa pode sair quando da ressurreição. Essa ideia é defendida hoje por várias correntes cristãs.


Budismo:


De certo modo, todo o samsara é um lugar de sofrimento para o budismo, visto que em qualquer reino do samsara existe sofrimento. Entretanto, em alguns reinos, o sofrimento é maior correspondendo à noção de inferno como lugar ou situação de maior sofrimento e menor oportunidade de alcançar a liberação do samsara. Por esse motivo, muitas vezes expressam-se esses mundos de sofrimento maior como infernos. Nenhum renascimento em um inferno é eterno, embora o tempo da mente nessas situações possa ser contado em eras.
Contam-se dezoito formas de infernos, sendo oito quentes, oito frios e mais dois infernos que são, na verdade, duas subcategorias de infernos: os da vizinhança dos infernos quentes e o infernos efêmeros. Além desses dezoito que constituem o "Reino dos Infernos", pelo sofrimento, o "Reino dos Fantasmas Famintos" é comparável à noção de inferno, sendo constituído de estados de consciência de forte privação - como fome ou sede - sem que haja possibilidade de saciar essa privação.


No budismo, o renascimento em um inferno é uma conseqüência das virtudes e não-virtudes praticadas, de acordo com a verdade relativa do karma. Entretanto, alguns poucos atos podem, por si, conduzir a um renascimento nos infernos, principalmente o ato de matar um Buda e o ato de matar o próprio pai ou a própria mãe. A meditação sobre os infernos deve gerar compaixão.

Judaismo:




No judaísmo, o termo Gehinom (ou Gehena) designa a situação de purificação necessária à alma para que possa entrar no Paraíso - denominado por Gan Eden. Nesse sentido, o inferno na religião e mitologia judaica não é eterno, mas uma condição finita, após a qual a alma está purificada. Outro termo designativo do mundo dos mortos é Sheol, que apresenta essa característica de desolação, silêncio e purificação.
A palavra vem de Ceeol, que mais tarde dá origem ao termo sheol, não confundindo com "Geena" que era o nome dado a uma ravina profunda ao sul de Jerusalém, onde sacrifícios humanos eram realizados na época de doutrinas anteriores. Mais tarde, tornou-se uma espécie de lixão da cidade de Jerusalém, frequentemente em chamas devido ao material orgânico. O uso do termo Sheol indica lugar de inconsciência e inexistência, conforme o contexto nos mostra e não um lugar de punição.

publicado

Na boa....
 como se não bastasse este inferno da terra  ( fome,guerras e doenças) os religiosos ainda inventaram um outro inferno depois desta vida terrestre.Como se este inferno já não fosse suficiente!



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Postado por Estagiario | (1) Comente aqui!

Um comentário:

  1. Ainda nos dias atuais, quando não sou mais uma adolescente assustada e medrosa, ainda me faço essas perguntas, não a sombra dos mesmos medos religiosos da época, mas para simples reflexão. Nos poucos anos que tenho de vida, ainda não encontrei uma resposta que justificasse o ódio gratuito que vejo, não apenas por homossexuais, mas também, por tudo que contraria as expectativas alheias.

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