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CONTOS DO LEITOR


Abelardo O Dotado - Destruindo o Cu do Medico


 


Abelardo estava a duas semanas sem sexo, era seu recorde desde que perdeu a virgindade. Felipe, que estava acostumado a marretada todo dia, já estava subindo pelas paredes, mas hoje resolveria tudo. Uma coceira na virilha levou Abelardo a procurar um urologista, claro, que para Felipe ele disse que foi apenas a um dermatologista, e que esse disse que se tratava de uma alergia comum. Na verdade, foi exatamente o que o urologista disse, mas pediu exames para confirmar. Como uma alergia também pode ser contagiosa, tinha uma boa desculpa para evitar passar qualquer coisa a Felipe, nem queria pensar nas complicações que isso traria.

Mas estava ansioso hoje, primeiro porque os exames o liberariam para foder de novo, ele não via a hora, abstinência era muito difícil, principalmente porque seu marido, Felipe, é muito gostoso, e dormir ao lado dele sem poder foder antes, o enlouquecia. Já fazia 15 dias que não arregaçava o cú de Felipe. Ainda lembrava da última vez, Felipe de Bruços, sentindo as estocadas no fundo do cú, se abrindo e se empinando todo. Naquela posição o rabão de Felipe ficava ainda maior, ainda mais redondinho, ainda mais gostoso, queria passa a noite toda só marretando aquele rabo. O outro motivo de estar tão ansioso era o urologista, Dr. Guilherme Takahashi.

Abelardo só mostrava o pauzão para um merecedor, e o Dr. Guilherme merecia muito, ser fodido até pedir água. Abelardo o escolheu a dedo, quando teve que marcar uma consulta com um urologista, pesquisou todos os nomes do convenio no google, até chegar em um que fosse aparentemente Gay, e fosse gostoso. O Dr. Guilherme era gay com certeza e GOSTOSO PRA CARALHO. Oriental, musculosos, alto, coxa grossas, uma bunda suculenta.

O Dr. Guilherme também estava ansioso, no primeiro momento ele não se impressiono com o boy magro e alto, mas não pode disfarçar a surpresa, da mesma forma que o tal Abelardo não pode evitar o sorrisinho de satisfação, quando abaixou as calças. Cara que pauzão gostoso, grande, grosso, que delícia. Guilherme estava acostumado ao assedio, como todo homem muito gostoso, e nunca se envolveu com paciente, por mais que tivesse vontade, mas aquele pirocão... que delícia, era grosso, grande tinha o tamanho e grossura de uma garrafa d’agua, um pouco maior. Quando Abelardo abaixou a cueca, ficou impressionado, tinha visto pelo volume na calça que era grande, mesmo assim, ficou impressionado com aquele pirocão todo, não conseguiu disfarçar. O próprio Abelardo percebeu a surpresa dele, sorriu presunçoso. Enquanto o examinava, Guilherme sentia a boca salivar, se arrependeu de ter colocado as luvas, por pouco não pediu licença pra começar a chupar o pirocão.


 

Mas foi melhor resistir, nunca fez nada assim antes, só que na saída, Abelardo que se fez de indiferente a consulta toda, deu aquela pegada no pirocão por cima da calça, Guilherme se derreteu todo, sentiu aquela sensação no cú que fazia ele ficar abrindo e fechando. Hoje ele ia voltar, e que se foda a ética, eu quero é vara, pensou. Abelardo, por mais que se fizesse de indiferente queria, ele sabia disso, tanto que deu um sorrisinho safado quando Guilherme marcou o retorno para o último horário antes de encerrar o consultório, agora é só esperar.

Ao se aproximar do horário, pediu para a faxineira limpar a sala, depois rebaixou a maca, com certeza ele iria foder ali em cima, dispensou a secretária cedo, e avisou a portaria que talvez saísse tarde do consultório.

Abelardo chegou e Guilherme não pode evitar dá olhar na direção de pirocão, e ele não pode deixar de dar aquele sorriso arrogante que os machos ativos davam. Guilherme tentou disfarçar, pediu para ele se sentar, fechou a porta.

- Então Seu Abelardo,
- Pode me chamar só de Abelardo, Abel se preferir.
- Abel, então, bonito nome.
- Obrigado.
- Seus exames, não deram nada, é mesmo só uma alergia, é bem comum.
- Que bom, então, tô liberado?
Guilherme sorriu.
- Ta, sim claro, melhor examinar né? Deita ali na maca por favor.
Abelardo o obedeceu, e se deitou na maca
- Abaixa a calça e a cueca por favor.
– Ele obedeceu mais uma vez, mas dessa vez, quando abaixou as calças, seu pirocão já estava duraço, e mais uma vez, Guilherme não conseguiu disfarçar, parecia ainda maior e mais grosso.

 

Abelardo deu aquele sorrisinho presunçoso, Guilherme, segurou, dessa vez sem luvas. Ao segurar, sentiu o cacetão pulsar na sua mão. Se concentrou na alergia, estava tudo ok, olhou de novo o cacetão, uma gotinha de porra saiu da cabeça e lambuzou a ponta do seu dedo, mais uma vez Guilherme sentiu os cantos da boca salivando.

- Desculpa Dr. – Disse Abelardo, o dotado, com o pirocão ainda nas mãos de Guilherme, nas duas agora. Aquilo não era nada ético, para disfarçar um pouco, Guilherme soltou, o segurou de um lado e fingiu examinar a alergia. Nessa posição, o cacetão ultrapassava a linha da coxa de Abelardo, ele era um pouco magro, mas o que falta de massa muscular, sobrava 10 vezes de rola. E olha que como urologista, Guilherme já tinha visto vários, mas aquele, que delícia! Uma linha de porra ainda estava ligada da cabeça do gigante até seu dedo. Sem querer, Guilherme mordeu o lábio inferior. Abelardo o olhava com ar de soberania. Para disfarçar Guilherme perguntou:
- Você usou a pomada que eu receitei?
- Usei sim, por quê? Ta ruim?
- Não, está, - MUITO GOSOTOSO, pensou, mas disse: - ótimo, não tem mais nada da alergia.
- Já posso meter vara então?
Desprevenido, Guilherme disse
- Uhum – sentiu a mão de Abelardo pegando pela sua nunca e lentamente foi levando sua boca de encontro com o cacetão.
- Grandão né? – Disse Abelardo, Guilherme confirmou com a cabeça. – Você gosta?
Guilherme de cara com o pirocão quando disse.
- Adoro. – Abelardo percebeu que ele adorava, o cacetão ainda estava babando, outra gota de porra saia do cabeção – posso? – Perguntou Guilherme.
- Fica à vontade Dr. é todo seu.

 


Guilherme lambeu a gotinha de porra que saía, depois lambeu o pauzão todo, do saco até a cabeça de novo, lambeu mais uma vez, e mais uma, lambeu só a cabeça a segui, e depois abocanhou, engoliu tudo, começou a chupar sugando, se saísse mais uma gota de porra, iria direto para sua garganta. Ou não, com aquele pauzão todo, e Guilherme bom chupador que era, conseguia a proeza de engolir aquilo tudo, se saísse mais uma gota, era provável que cairia nos seu esôfago.

Guilherme continuou sugando, e depois repetiu tudo de novo, do mesmo jeito que começou, o dotado, urrava baixinho, deliciosamente, do jeito que só os boys faziam.
- Porra, você chupa muito mano.
- Adoro chupar um pauzão assim.
- Tô vendo, e o que mais, gosta de levar pauzão nesse rabão gostoso?
- Adoro.

Abelardo o levantou começou a beijá-lo e a tirar sua roupa, com um pouco de brutalidade, sem parar de beijar. Ia arrancando jaleco, camisa, estetoscópio, e quando tirou sua camisa, se lançou com sede no seu peitoral, depois mamou os mamilos, envolvia-os com os lábios sugando e acariciando com a língua, Guilherme, só consegui gemer derretido em suas mãos. Os “ais” saiam descontrolados de sua boca, junto com outros gemidos e palavra incompreensíveis. Abelardo realmente gostava de bombados, pois parecia querer lamber morder e beijar cada músculo do corpo de Guilherme, se dedicava mais e com mais prazer ao peitoral.

Guilherme estava adorando, com certeza não faltava passivo anabolizado para aquele macho tão Pauzudo, mas foi quando Abelardo levou sua língua até o cú de Guilherme, que suas pernas tremeram.

- Nossa, nossa – foram as palavras que saíram da boca de Guilherme.
Abelardo continuou, Guilherme se empinava, e ia se abrindo conforme a língua de Abelardo ia abrindo espaço, depois Abelardo começou a sugar seu cú, Guilherme ia se abrindo e se empinando, a essa altura, só pensava no cacetão batendo lá fundo, parecia que seu cú estava todo dilatado.
- Você é gostoso hein DR. – disse o dotadão.
- Me fode cara, tô louco pra dá pra você.
- Eu sei, desde da semana passada que você manjando minha rola, louco pra entra no pirocão.
- Eu até dei pro meu namorado pensando em você.
- Tem namorado então, aposto que ele é todo bombadinhos também, igual você.
- É, mas a rola dele não é nem metade da sua.
- Ele não é pintudo então.
- Não
- Pede mais rola, pra eu ver, pede.
- Me fode cara, soca esse cacetão no meu rabo, soca no meu rabo, seu Pauzudo.


 


Abelardo atendeu seus pedidos, e já começou rasgando. A primeira estocada já começou com tudo, batendo no fundo do cú, e continuo rasgando Guilherme, que se desfazia gemendo de quatro, sem parar, sem dar tempo de recuperação, ele ia fodendo, marretando, socando a vara com força e rápido, Guilherme gemia, um gemido uníssono, continuo, parecia uma sirene, só interrompia algumas vezes.
- Delicia, pauzão gostoso.

Abelardo o puxava para beijá-lo, beijava sem para de socar, e Guilherme o beijava gemendo dentro de sua boca, porque não conseguia parar de gemer. Abelardo o virou de frango, e continuou socando, só que agora, socava lambendo e mamando seu peitoral, revezando entre os beijos, de frango parecia que a vara socava mais fundo, lá no fundo, aquele cacetão atolava tudo.
- Quem mete mais, o namorado bombadinho ou eu? – Abelardo perguntou, sem parar de socar.
- Nossa, você humilha, perto de você ele é só uma criança.

Abelardo recompensou com uma sequência de socadas de fazer ver estrelas, Guilherme tinha sensação de que algo ia explodir lá no fundo de seu cú. Abelardo o mudou de Frango para ladinho, a cada posição parecia que o pirocão atolava mais fundo, Guilherme aproveitou o tempo de mudar de posição para elogia mais.

- Nossa, que cacetão gostoso, cara, você é muito gostoso.
- Toma safado, toma madeirada toma. 

 

– Abelardo não parava de socar, então se sentou na cadeira, o pauzão duro, maciço apontando para o teto, Guilherme sentou em cima, encaixando tudo de uma vez, de frente para Abelardo, rebolou gostoso, sentido o cacetão atolado lá no fundo, mexendo, depois começou a quicar na vara. Abelardo continuava mamando no seu peitoral, Guilherme foi quicando e rebolando na vara, até que estava quase gozando, diminuiu a velocidade, mas o Pauzudo começou a socar com força. Até que Guilherme gozou.


 

Abelardo tirou a camisinha do pauzão, e socou ele de volta na boca de Guilherme, esse, sugou com vontade, mas queria mais rola, Abelardo sabia, por isso o colocou de quatro de novo, quando tirou a boca do pauzão, uma linha de baba se estendeu da cabeça do pirocão até sua boca, então Abelardo voltou a socar com a mesma força de antes, seu suor caia nas costas de Guilherme, Guilherme gemia, as vezes parecia que estava chorando.

De quatro para o chão, Guilherme se abaixava e empinava o rabão, Abelardo socava ainda mais furiosamente, parecia um guindaste de perfuração. Abelardo se levantou e o levantou junto, agora, de pé, parecia que o pauzão ia sair pelo seu umbigo. Abelardo pressionava seu corpo contra o dele, e socava furioso, madeirada atrás de madeirada. Guilherme empinava o rabo, foi quando gozou de novo. Abelardo gozou em seguida, dentro do rabo.
- Que macho é esse? – Disse Guilherme.

Depois de se vestirem, Guilherme marcou um retorno maliciosamente. No caminho para casa, Abelardo jantou algo bem calórico. Ao chegar, Felipe estava na cama, com uma cueca branca.
- Se prepara mozão, ta na hora de tirar o atraso.

Abelardo não podia evitar, comparar o marido com seus peguetes, e eram muito, mas nunca achava alguém mais gostoso que Felipe, o Dr. era uma delícia, mas Felipe, era gostoso demais. Foi a noite toda, madeirada, madeirada, e Felipe gemendo, Abelardo afundando Felipe no colchão, o cacetão cravando cada vez mais fundo no rabo de Felipe, Felipe gemendo, madeirada, madeirada.

 

- ME RASGA, ME FODE. – Felipe implorava. – Soca amor, Fode.
Quando pararam, já era 4 da manhã, dormiram, ambos com sorriso de orelha a orelha.

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Postado por Mac Del Rey | (0) Comente aqui!

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