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CONTOS DO LEITOR


NOSSO CASO COMPLICADO
Uma História Real


 


Faz oito anos que estamos namorando e até recentemente não havíamos acertados na hora do sexo. Não que não gostamos, adoramos, mas existe um problema muito sério nessa questão: somos ambos ativos. Sim, vamos dizer, versáteis com preferência a sermos ativos.

Nas preliminares tudo bem, beijos, carinhos, sexo oral e tudo, mas quando chega a hora de vamos ver... aí, é sempre a mesma briga: ‘Hoje sou eu, não, depois você’ - ‘não estou afim disso, prefiro eu’ - ‘da vez passada doeu pra burro’ - ‘você não faz direito’ - ‘deixa eu hoje’ - ‘ah! direitos iguais meu bem’. E assim vai. Geralmente eu o penetro primeiro e depois ele. 

Ele sabe que após ejacular eu relaxo e deixo a coisa rolar, mas é sempre aquele desconforto. Não usamos proteção porque confiamos um no outro e sabemos que se algum de nós formos aventurar por aí, daí vai se proteger, com certeza. Antes de começar com essa coisa, ambos fizemos exame para provarmos que estávamos limpos.

Quando o penetro ele sempre reclama. Levando em conta que o pau dele é bem maior que o meu, quem está em desvantagem sou eu, mas para ele é sempre aquele ‘ai, tira, está me machucando’ - ‘devagar’ - ‘assim não’ - ‘para, eu não quero mais’ - ‘chega, amor, goza logo’ - enfim,  tem hora que até broxo de tanto nhemnhem que ele faz. Eu procuro ficar na minha e aguento firme o desconforto de ser penetrado pelo meu namorado. E ele gosta, como gosta de me fazer de sua mulherzinha, sua putinha. Adora gozar dentro de mim, coisa que não curto muito, prefiro que goze fora, mas fazer o que?

A gente se curte, temos atração um pelo outro, não somos mais tão jovens, mas o fogo ainda existe. Sempre penso que se um de nós fôssemos totalmente passivo, a relação seria melhor? Embora o que nos atraiu um ao outro foi exatamente por sermos, digamos tipos bem másculos, homem com jeito de homem. No início ficamos quase um ano só ‘brincando’, vamos dizer. Até o dia que ele me deu um ultimato dizendo que queria me ‘sentir inteiro’, senão a relação ia acabar. Fiz uma contraproposta dizendo que seria uma troca. Eu o penetraria primeiro e depois ele. Éramos ambos ‘virgens’ e era a primeira vez que íamos ser passivos um com outro.



 

Na hora que pus o meu pau no cuzinho virgem do meu namorado ele fez tanto escândalo que tive que tapar a boca dele. Usei um monte de lubrificante mas o danado fechava e travava tanto que entrava só a cabeça. Fui forçando bem devagar, fazendo carinho no seu pau que estava mole, mole, beijava a sua nuca, as orelhas, ele todo suado, ofegante, me xingando, mas continuei. Gozei na bunda dele para não gozar dentro. Não sei, achei que era o certo. Ele ficou um tempo para se recuperar, meio que não estava acreditando no que tinha acontecido. Me pediu para chupá-lo. Peguei aquele pau mole e pus na boca passando a língua na cabecinha. Logo reagiu e foi crescendo entre as minhas bochechas e comecei a engasgar. Tirei e comecei a fazer movimentos sincronizados com a boca e a mão subindo e descendo. Ele puxou minha cabeça e me fez parar de imediato. Acho que percebeu que queria fazê-lo gozar e daí adiar a inauguração do meu buraco.

Senti que havia chegado a hora que achei que nunca iria acontecer comigo. Ia ser desvirginado. O medo que sentia me fez transpirar pelo corpo inteiro, enquanto ele ia me ajeitando para me penetrar de frente. Passou um monte de lubrificante naquele pau que me pareceu enorme, bem maior e mais duro do que me lembrava e estava acostumado. Estava praticamente encostando no seu umbigo, latejando. Primeiro ele enfiou um dedo todo lubrificado no meu ânus e ficou lá pondo e tirando. Pensei, se um dedo já incomoda, imagina aquele pinto enorme todo dentro de mim.


 


Não teve jeito, quando vi, aquele cacete monstruoso estava na entrada do meu rabo, cutucando e forçando a entrada. Achei melhor relaxar e não travar como ele havia feito antes. Então, senti como se algo tivesse me partido ao meio. Ao invés de colocar devagar como eu fiz, ele enfiou de uma vez. Quase gritei, mas fiquei com medo que alguém, algum vizinho pudesse me ouvir e me contive. Mas vou te contar: foi horrível. Acho que se fosse mais novinho talvez entrasse mais fácil. A estas alturas, nessa idade madura, deixar alguém fazer isso pela primeira vez com você, era bem complicado. Fiquei pensando em todos os passivos que eu havia penetrado e não me lembrava deles fazendo expressão de dor ou desconforto. Pensava se havia uma forma de sentir prazer naquela coisa de ter um mastro monstruoso dentro do seu íntimo, num local tão protegido que havia mantido seguro até aquele momento. Eu vi que ele estava em êxtase, adorando o que estava fazendo, me dominando completamente, me fazendo ser dele, de ser o primeiro a fazer aquilo comigo. 

Eu já não estava mais aguentando de tanta dor e agonia até que senti o volume dele crescer mais ainda dentro de mim. Foi o momento que senti uma inundação, um jorro morno se espalhando no meu íntimo. Isso me deu uma sensação de alívio porque senti o pau dele desinchando como um balão que murcha e isso me deu uma pequena sensação de prazer. Até hoje, o único momento que curto é quando ele termina e tira para fora.
Será que nunca vamos acostumar com isso? Vejo que ele também fica apreensivo na hora que vou colocar dentro dele e sinto que como eu, não sente prazer nenhum naqueles momentos quando estou penetrando-o.

Depois que ele terminou, veio me abraçar e me beijar com tanto carinho como se fosse uma ocasião especial e na verdade era muito, mas muito especial mesmo. Foi a única coisa que gostei daquela experiência. Sentir que dei muito prazer ao meu namorado, minha paixão, meu amor. Dali para diante, ao menos uma vez por semana ele me obrigava a satisfazê-lo daquela maneira, consentindo em dar antes como na primeira vez. As mesmas reclamações de sempre, eu com os mesmos desconfortos de sempre, ufa.. até que um dia tive uma ideia e falei para ele.

‘Amor, que tal a gente achar um passivo para gente brincar a três?’ Ele ficou fascinado e obcecado com a fantasia. Não sossegou até encontrar alguém na rede, disposto a ‘brincar’ com a gente. Era um cara da nossa faixa etária, peludo e fortinho.

Era a primeira vez que fazia a três na minha vida, embora tivesse fantasiado isso enquanto me masturbava assistindo um filminho pornô com os carinhas fazendo isso. Meu namorado foi se encontrar com ele num local combinado e o trouxe para nosso apartamento. Gostei do carinha, não era afetado, bem limpinho e perfumado. Já o agarrei e tasquei um beijo para ver como era o gosto. Era bom, a coisa ia ser legal, nós três. O meu namorado foi agarrando ele por trás e o nosso convidado ficou no meio da gente. Eu já estava de pau duro e esfregava no pau dele por cima da calça. O meu tarado já estava abaixando a calça dele e passando a mão na sua bunda lisinha e redondinha. Logo estávamos todos pelados e na cama, explorando o corpo do novo amiguinho. 


 

Enquanto eu o beijava, meu namorado fazia um boquete gostoso nele com toda a experiência que tinha. O pau do convidado até era bem grandinho, maior que o meu mas menor que o do meu amante. O carinha estava em êxtase e senti que estava louco para dar o rabinho. Peguei uma camisinha na cômoda e coloquei no meu pau lubrificando bastante depois. Passei um pouco no rabinho da vítima e pus um dedinho para ver como ele reagia. Fez uma carinha de safado e suspirou. Sinal que gostou. Levantei as pernas dele e o meu namorado veio me ajudar, segurando bem alto para expor o cuzinho do nosso amiguinho. Fui colocando devagar para ver se ele reclamava ou não. O passivão era experiente nessa área, sabia mexer como uma puta no cio e apertava o meu cacete dentro dele como movimentos de vai e vem. Passava a língua nos próprios lábios numa expressão de prazer que fazia tempo que não via um passivo de verdade fazer como ele fazia. Nisso, o meu homem não teve dúvida: foi lá e enfiou o caralho imenso dele na boca do coitado, o que ele adorou e chupou como uma louca lambuzando aquela lança que ficou toda lustrosa. Daí o meu namorado não aguentou mais. Me tirou de dentro dele, deitou o amiguinho de bruços e após me pedir para vestir uma proteção no pau dele, meteu de uma vez com força fazendo o coitado soltar um urro abafado no travesseiro. Daí foi socando até fazer o carinha gemer pedindo para parar. Nessa hora vi que o meu namorado ia gozar porque conheço as expressões que ele faz quando vai se acabar. Dito e feito: desabou em cima da pobre vítima e depois tirou a camisinha cheia de esperma e esparramou na bunda dele. Fiquei com muita tesão e toquei uma punheta e gozei no mesmo lugar, misturando os nossos líquidos e lambuzando o pobrezinho todinho. Mas o danadinho também gostou da coisa, tanto que quando ele se ergueu vi que havia encharcado o lençol com a porra dele. 

Devia ter gozado enquanto estava gemendo e pedindo para parar, o safadinho.
Tudo terminado, tomamos banho e nos despedimos. Ele queria marcar uma outra suruba mas dissemos que ligaríamos. Na verdade sabíamos que não queríamos estabelecer nenhum vínculo emocional com mais ninguém. Aventura é aventura. Relacionamento é coisa séria e igual o nosso poucos tem.

Um tempo depois o meu namorado disse que tinha achado um outro carinha e podíamos realizar uma outra fantasia com muito tesão. Eu disse: ‘e o que seria?’. Ele respondeu: ‘Dupla penetração. Nós dois dentro do cara ao mesmo tempo, que tal?’. Confesso que fiquei de pau duro na hora e topei essa nova brincadeira. Mas disse: ‘E o carinha, ele topa?’. O que me respondeu: ‘Acho que não vê a hora.’

Naquele final de semana, novamente o meu tarado foi buscar a vítima da vez e o trouxe para nossa casa. Era do tipo magrinho, clarinho e ligeiramente afetado. Não me atraiu muito o sujeito mas a ideia de nós dois dentro dele ao mesmo tempo... ahh isso me excitava muito.

 

E começa aquele rola rola de sempre, o cara adorava fazer um boquete e conseguiu botar os nossos dois paus na boca ao mesmo tempo. Senti enorme tesão em ter o toque do pau do meu namorado junto com meu pau na boca de um estranho. Logo já estávamos ‘encamisados’ e lubrificados pronto para a nova experiência. Nunca tínhamos feito isso também e a sensação de êxtase tomou conta da gente. O meu homem, o mais gostoso do mundo, se deitou e mandou o loirinho sentar no pau dele, o que ele fez com muito gosto. Entrou tudinho, bem fácil, deslizando de uma vez. Agora era minha vez de entrar em ação. Me ajoelhei atrás e segurei o ombro do amiguinho com uma mão e com a outra fui procurando achar um espaço naquele cuzinho apertado e já recheado. 


 


Consegui entrar um pouco e continuei forçando aquele buraco super lubrificado até que entrou tudo. Vi que ele deu uma estremecida e soltou um suspiro que não sei se foi de prazer ou de dor. O meu namorado começou a bombar se mexendo e eu resolvi fazer o mesmo também. A fricção era incrível. Sentir o pau dele se esfregando no meu dentro do cuzinho do carinha. Era muita coisa para mim. Não durei quase nada e já havia gozado na camisinha e meu pau logo escorreu para fora daquele buraquinho apertado. O amiguinho estava tocando uma punheta e acabou gozando no peito do meu namorado, tipo de coisa que ele não gosta muito. Nisso ele tirou o pau do cuzinho, arrancou a camisinha e esporrou um jato de porra naquele ânus arrombadíssimo. O meu pau voltou a ficar duro de novo e quase toquei uma punheta mas achei que ia me acabar demais. Peguei uma toalha e limpei os dois que estavam literalmente ‘esporreados’. O carinha então pediu um beijo a três e demos esse prazer final para ele. Afinal foram dois paus dentro da boca, depois dois dentro do cuzinho, então duas línguas dentro da boca, tudo bem.

Tudo terminado novamente, banho, nos vestimos e não é que o safado queria marcar outra sessão? Disfarçamos como sempre e dissemos que entraríamos em contato.

Agora quando fazemos sexo anal eu e meu amor, vou confessar: a experiência com os dois companheirinhos passivos ajudaram muito a gente. Estamos bem mais relaxados e paramos de brigar na hora que vamos fazer o nosso flip flop de sempre. Até acho que consigo sentir um pouco de prazer com aquela monstruosidade dentro e ele também agora faz umas expressões de prazer que não conhecia antes quando estou socando-o. É... nada como experiências para curar casos complicados como o nosso.

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Postado por Mac Del Rey | (0) Comente aqui!

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