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MINHA VIDA GAY

Embaixador da Austrália pede namorado em casamento após lei do casamento gay ser aprovada.


Embaixador da Austrália na França Brendan Berne pediu namorado m casamento em vídeo


Com a aprovação da lei que permite a união civil homoafetivo na Austrália, o embaixador do país oceânico na França Brendan Berne, aproveitou para pedir o seu namorado com quem está junto há mais de uma década em casamento.

“E agora, com a autorização do casamento gay, é hora de ratificar a minha própria relação com meu companheiro já há 11 anos, Thomas”, afirmou ele no prédio da embaixada onde o seu noivo também trabalha. O pedido foi registrado em vídeo.

Berne então vai até a sala do parceiro na area do Comércio Exterior e faz uma surpresa ao amado. “Thomas, estamos juntos há 11 anos e, agora que a Austrália autorizou o casamento entre pessoas do mesmo sexo, eu quero te fazer uma proposta. Você gostaria de se casar comigo?” Tímido, Thomas se levanta e abraça o seu namorado aceitando o pedido.

T. Brant abre o jogo sobre relacionamento, carreira e vida como homem trans.




T. Brant deu uma pausa no espetáculo “Uma Linda KuaZe Mulher”, onde dá vida ao cobrador de ônibus Ricardo Geraldo, e visitou a nossa redação para um bate papo cheio de revelações para o PheenoTV. Brant abriu o jogo e comentou sobre sua descoberta como um homem trans, todo o seu processo de transição, sua estreia como ator e como anda o coração. Quer saber sobre tudinho?! Confira a conversa logo abaixo!



Fotógrafa perde trabalho após cliente descobrir que ela é lésbica.





A mulher que contratou a fotógrafa disse que não queria que o filho fosse influenciado: "Lamento que você pense que esse estilo de vida é aceitável"

Querendo tirar fotos que retrassem seus momentos como mãe, uma mulher do Alabama, nos Estados Unidos, contratou a fotógrafa Faith Grace, de 21 anos. Mas, após descobrir que a profissional era lésbica, a mulher cancelou o trabalho porque disse que não queria que o filho de cinco anos "fosse influenciado por pessoas como Faith". A história foi compartilhada nas redes sociais.
Faith foi quem usou a conta no Twitter para dar os detalhes do ocorrido. Um dia após contratar a profissional, a mulher entrou em contato novamente para perguntar sobre a orientação sexual dela. Para ilustrar o caso, a fotógrafa compartilhou uma captura de tela da troca de mensagens de texto com a então cliente.

Detalhes da conversa.

“Oi Faith! Aqui é McKenna da noite passada”, começou a mãe, como mostra o print. “Eu estava falando com você sobre fotos de maternidade! Visitei sua conta pessoal no Instagram para procurar sua conta de fotografias profissionais e na sua pessoal eu vi que você tem uma bandeira de orgulho LGBT. Você é gay ou tem alguém na família que é gay?”

Faith respondeu: "Ei, McKenna! Obrigada por entrar em contato. Ninguém na minha família é gay, mas eu sou - é por isso que eu tenho isso na minha conta".

Foi quando a mãe respondeu que não estava mais disposta a trabalhar com ela. "Eu entendo, tudo bem, não se preocupe com as fotos então. Eu não quero alguém que seja gay tirando minhas fotos. Não é certo. Eu sou contra e a última coisa que preciso é permitir que meu filho de cinco anos pense que ser gay é ok/certo porque eu não quero que ele seja influenciado por pessoas como você. Lamento que você pense que esse estilo de vida é ok e aceitável. Cuide-se, Faith”.
A profissional ainda disse que toda a história foi de partir o coração. 

Outro caso.

Não é a primeira vez que uma pessoa perde o emprego por causa de sua orientação sexual. Recentemente, o professor Craig Campbell foi demitido da escola em que trabalhava porque seus alunos suspeitaram que ele era homossexual por causa de uma foto postada em seu Facebook.
Craig confirmou que estava em um relacionamento com um outro homem e, assim como a fotógrafa Faith, perdeu o trabalho. Segundo o portal australiano “The West”, o diretor do colégio, Des Mitchell, diz que Craig sempre foi amado e respeitado pelos funcionários, estudantes e pais, mas nesse momento a escola entende que relacionamentos envolvem apenas um homem e uma mulher, mesmo compreendendo e respeitando a orientação do rapaz.

Jogadora trans brasileira reestreia no Super Liga para ser a pioneira e fazer história mais uma vez




A goiana Tiffany Abreu, de 33 anos, será a primeira mulher trans brasileira a atuar na Superliga Brasileira de Voleibol Feminino. Nesta terça-feira, dia cinco de dezembro, a equipe paulista Bauru anunciou a contratação da atleta para a temporada de 2018. Tiffany já treina neste time desde julho deste ano, quando chegou do exterior para se recuperar de uma cirurgia na mão. 

“É um time guerreiro que luta muito e espero que possa ajudar e só somar a esta equipe tão batalhadora. A liga feminina brasileira é uma das mais fortes do mundo e o meu nível não é diferente de nenhuma das meninas. E sei que terei muitas dificuldades contra as quais terei de lutar para ajudar a equipe. Estou muito feliz com este acerto, pois, além de voltar a atuar no meu país, ainda vou estar mais perto dos meus familiares.”, declarou a jogadora que atuou pelo Golem Palmi da segunda divisão feminina italiana.  

Antes da transição de gênero, Tiffany disputou a Superliga masculina no Brasil. Este ano a atleta recebeu fez história e recebeu permissão da Federação Internacional de Voleibol para competir entre mulheres pelo time italiano. A entidade antes exigia cirurgia de redesignação sexual. O Comitê Olímpico Internacional (COI), que no entanto dispensa a obrigatoriedade da cirurgia genital, também deu as devidas autorizações à Tiffany, desde que ela controle a testosterona. O atleta que não se encaixar nos padrões de testosterona pode ser considerado dopping e punido dentro do time. Embora com as devidas condecorações e autorizações, Tiffany ainda não tem data definida para estrear nas quadras brasileiras, pois precisa regularizar algumas questões documentais.

Tiffany, que já acompanhava os jogos brasileiros da Europa, se mostrou muito confiante e admiradora do time que a acolheu. Inicialmente, suas pretensões com o Bauru eram apenas treinos para que pudesse se recuperar melhor fisicamente da cirurgia que passou e depois voltar para os times europeus, mas ficou lisonjeada com o convite para fazer parte da equipe definitivamente. “Minha expectativa é ótima. Já tinha até esquecido como era jogar aqui no Brasil com o calor e a vibração da torcida brasileira.”, disse. A atleta relatou ainda que jogar no Brasil proporciona maior proximidade com seus familiares e que sempre foi recebida pelo povo brasileiro e seus torcedores de vôlei. 

A maior dificuldade da jogadora foi a readequação ao clima tropical do Brasil, uma vez que estava acostumada com o frio da Europa. A nova alimentação, típica da cultura brasileira também passou por ajustes, já que estava se recuperando da cirurgia. O novo time de Tiffany vai entrar em quadra no domingo, 10 de dezembro contra o São Cristóvão, no entanto, a atleta ainda não participará desta competição. 

No Paraná, a curitibana Isabelle Neris, 26 anos, é a primeira transsexual autorizada a jogar por times femininos de vôlei pela Federação Paranaense de Vôlei (FPV). 


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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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