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MINHA VIDA GAY

Príncipe gay indiano transforma palácio em abrigo para LGBTs.


Príncipe gay indiano Manvendra Singh Gohil


Gay assumido, o príncipe indiano Manvendra Singh Gohil decidiu investir as suas riquezas em filantropia. Ele anunciou que irá abrir o seu palácio de 15 andares para acolher membros da comunidade LGBT desabrigados e/ou em situação de vulnerabilidade.

Em entrevista ao International Bussiness Times, o membro da família real disse estar dedicado a capacitar pessoas a se sentirem seguras dentro da sociedade, caso sejam rejeitados pelas suas famílias. “Se eu pudesse passar por esses problemas, qualquer outra pessoa gay poderia enfrentar uma situação semelhante”, afirmou.

“Na Índia, temos um sistema familiar e estamos mentalmente condicionados a estar com nossos pais. No momento em que você tenta a aceitação, você será informado de que será expulso e a sociedade vai te boicotar. Você se torna um marginado social. Muitas pessoas são financeiramente dependentes de seus pais. Eu quero dar às pessoas o empoderamento social e financeiro”, completou.

A instituição de Gohil oferece aos seus abrigados aconselhamento, serviços clínicos e assistência através de grupos de apoio a milhares de homens gays, no qual muitos acabaram cedendo à pressão social e casando com mulheres no país do Oriente.

Vídeo de jovem anunciando transição de gênero para família viraliza nas redes sociais.


Vídeo de Artur Monterisi anunciando transição de gênero à família viralizou nas redes sociais 


O estudante de administração Artur Monterisi achou que iria surpreender a sua família ao revelar em plena ceia de natal sobre o início da sua transição de gênero. Porém para a sua surpresa, os seus parentes vibraram e comemoraram a notícia, fazendo com que ele compartilhasse o vídeo do momento em suas redes sociais, e o registro vem viralizando entre os internautas.

Com mais 340 mil visualizações e 5 mil compartilhamentos, o post mostra o universitário na sala com todos os parentes todos reunidos para ouvir o seu anúncio. “A partir de agora vocês não têm uma sobrinha, uma neta e uma filha. Vocês têm um sobrinho, um neto e um filho”, diz ele no vídeo

Ao contar a novidade, todos passam a ter uma reação positiva e uma tia chega a gritar “nasceu”, outra sauda com um “seja bem-vindo”, além de questionarem qual o nome que passaria a adotar a partir da redesignação que antes de todos foi apoiada pela mãe.

Morador de Campina do Monte Alegre, Artur conta, em entrevista ao G1, que a reunião familiar aconteceu na capital de São Paulo, e que não esperava a reação positiva, por isso, que decidiu publicar o momento na internet. “Eu estava com muito medo de contar, muito nervoso mesmo. Mas como sempre fui muito ligado à família, achei que na ceia de Natal seria o momento certo já que todos estariam. Ela já estava acompanhando minha mudança de visual, como corte de cabelo e roupas mais masculinas. Eu contei e ela aceitou sobre a transição de gênero. Isso foi um conforto. Inclusive ela me acompanhou no especialista. Depois, contei para meu pai e irmã. Eles também me aceitaram. Só faltava contar para o resto da família, o que estava me deixando nervoso , todos estariam reunidos. Eu resolvi falar e pedi para gravarem. Mas eu me surpreendi muito quando eles vibraram. Pensei que iam ficar quietos. Mas não. Isso é raridade o que aconteceu. Foi muito bom receber esse apoio. Fiquei muito feliz”, explicou.


A família de Artur Monterisi vibrou quando ele contou sobre a transição de gênero durante a ceia de Natal


Sobre a transição, o estudante afirma que iniciou a mudança no começo de 2017. “Eu sempre me sentia desconfortável, desde adolescente. Mas quando era mais novo, não tinha acesso ao assunto. Com o tempo, fui conhecendo mais e sabendo sobre os gêneros. Tinha dúvida e dificuldade para me aceitar. É difícil porque é um caminho sem volta. Mas quando realmente decidi que não queria ser mais ‘Júlia’, eu me tornei uma pessoa mais feliz”, revelou.

Ainda na entrevista, ele lembrou quando anunciou a decisão para sua mãe. “Ela já estava acompanhando minha mudança de visual, como corte de cabelo e roupas mais masculinas. Eu contei e ela aceitou sobre a transição de gênero. Isso foi um conforto. Inclusive ela me acompanhou no especialista. Depois, contei para meu pai e irmã. Eles também me aceitaram. Só faltava contar para o resto da família, o que estava me deixando nervoso”, confessou.

O futuro administrador acredita que o apoio dos familiares é importante para que ele comece a promover mais mudanças. “Eu sei que se qualquer pessoa falar algo contra mim, eu não vou ligar porque sei que tenho o apoio da minha família. Sou abençoado porque isso é raro nas famílias em casos como o meu, infelizmente”, lamentou.

O próximo passo agora é mudar o nome nos seus do documentos oficiais para o nome social. “A partir de agora sou Artur. Na faculdade já falei com meus professores e já houve a mudança para meu nome social. Não sofri preconceito, ainda bem. Muitas pessoas aceitaram bem. Isso é muito bom”, exclamou.

Homem trans explica por que continua usando vestido após se assumir.


O homem trans Casil McArthur, 18, começou a transição de gênero há dois anos e continua usando vestidos


Norte-americano iniciou transição há dois anos e faz sucesso como modelo.

Você pode até imaginar que, quando uma pessoa se assume como transgênero, ela passa a odiar todas as roupas que precisava usar por causa do gênero que era imposto. Mas este não é o caso do modelo  norte-americano Casil McArthur, de 18 anos, que não vê o fato de ter se assumido homem trans como motivo para não usar suas roupas consideradas femininas. Em uma publicação no Instagram, Casil conta o motivo de continuar usando vestidos mesmo após a transição de gênero.

"Porque eu vivi toda a minha vida com a habilidade de gostar de vestidos, eu realmente os amo, e os homens podem usar o que quiserem. Então, por que eu pararia agora?”, explica o homem trans. “Sempre quis ser um homem bonito e não uma bela mulher. E assim sou eu, sendo o homem bonito que eu queria ser. Roupas devem fazer você feliz e não miserável”.

Modelo e transição.

Desde o início de sua transição há dois anos, Casil decolou em sua carreira como modelo. Já posou para a Calvin Klein, desfilou para Marc Jacobs, apareceu em campanhas publicitárias para Gap e Kenneth Cole e em editoriais de moda nas revistas W e Nylon.


VEJA NO INSTAGRAM;  https://www.instagram.com/p/BEwFy9blGAo/


Apesar de estar muito seguro de quem é, a estrada de Casil para o sucesso não foi fácil. Ele lutou com disforia de gênero por anos enquanto trabalhava como uma modelo mulher antes de tomar a decisão de sair para sua família e amigos há dois anos e começar o processo de transição tomando doses de testosterona.

Em dezembro de 2016, ele passou por uma cirurgia para remover as mamas e, um ano depois, compartilhou com os fãs no Instagram o que aprendeu. "Quando eu tinha 16 anos, minha transição parecia estar completamente fora de alcance. Nunca pensei em ser um modelo masculino. Eu assumi que a transição seria o fim da modelagem para mim. Mas eu realmente provei que estava errado", ele escreveu.

"Eu gostaria de poder voltar e contar ao meu eu de 13 anos que tudo ficaria bem. Isso me salvaria da depressão e da ansiedade. Ainda assim, não me importo com a dor no coração nem as lições e os desafios que tive na vida. Eles me fizeram quem eu sou. Um homem forte e seguro de si mesmo”, finaliza o homem trans.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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