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MINHA VIDA GAY

Esse Soldado da Marinha saiu sem querer do Armário na base naval e teve uma surpresa!




Sair do armário para os militares costumava ser impossível. A revogação de “Don’t ask, don’t tell” mudou essa realidade nos EUA, mas ainda é uma perspectiva assustadora para muitos.

Esse foi certamente o caso de Conner Curnick, que se preocupava que seus amigos da Marinha nunca aceitassem sua orientação sexual. Quando isso aconteceu, ele estava em lágrimas, mas ele achou a aceitação dos outros, bem como dentro de si mesmo.

Curnick diz que ele estava voltando para o seu quarto em uma base naval em Pensacola, na Flórida, depois de passar a noite com um cara que ele estava se encontrando, quando sentiu que seu telefone começou a tocar.

Acontece que alguém descobriu uma fotografia dele com outro cara na parte de trás de sua moto. Seus amigos estavam perguntando se ele era gay. Ele decidiu dizer a verdade.

Eu estava sozinho no momento e em lágrimas, e eu decidi me abrir – sim, eu sou gay, eu disse a eles. As reações começaram a se manifestar e, para meu alívio e surpresa, eles eram esmagadoramente positivos. Enquanto perdi alguns amigos, os mais próximos de mim ficaram ainda mais próximos, porque eu não precisava mais mentir sobre quem eu era e pela primeira vez ficaram sabendo o que realmente acontecia na minha vida.

Ele relata que sua vida começou a florescer quando ele começou a viver como um homem abertamente gay, embora houvesse algum empurrão por trás.

Na primavera passada, em treinamento de combate antes da minha implantação para o Afeganistão, alguém descobriu que eu era gay, caminhou até mim e disse: “Estou feliz por não estar se desdobrando com você, eu não confiaria minha vida a um viado. “Isso apesar do fato de eu ser um dos melhores atiradores da minha classe. Eu uso comentários como esse para alimentar meu fogo para ter sucesso em tudo o que eu faço.

Ele diz que os insultos homofóbicos eram comuns enquanto ele se alistou no Programa de Guerra Especial da Marinha. Esses sentimentos o mantiveram no armário.

Quando a verdade foi revelada, Curnick ficou surpreso com as reações.

Eu temia que eu fosse rejeitado por pessoas com quem eu já era amigo, aterrorizado pelo fato de que a liderança acima de mim me olharia achando menos homem, ou que qualquer realização que me seja atribuída seja por ser gay e não meu mérito. Estava completamente e totalmente errado. Na verdade, algumas das pessoas homofóbicas acabaram sendo os maiores simpatizantes comigo.

Ele diz que ele é agora uma pessoa muito mais feliz, produtiva e bem sucedida e que, enquanto ele ainda enfrenta alguma discriminação, ele está trabalhando para lutar contra essas idéias antiquadas.

Atualmente, estou trabalhando com outros marinheiros LGBT para iniciar uma organização na minha base para membros do serviço LGBT para promover a compreensão e garantir a igualdade no local de trabalho. Espero que no futuro, as pessoas não tenham que “sair do armário”, mas podem simplesmente dizer que é “meu namorado” e serem aceitas por todos.

Ex-cantor gospel norte-americano se assume bissexual em entrevista.


Cantor norte-americano Terrence Stone 


Conhecido por sua passagem em programas e realities musicais como o American Idol, o cantor norte-americano Terrence Stone, decidiu se assumir bissexual durante entrevista à Philadelphia Magazine.

Famoso por cantar canções no meio gospel, quando atendia pelo nome de Aaron Thomas, agora ele interpreta canções de R&B e resolveu sair do armário nesta nova fase da sua carreira, com o apoio de um ex-namorado. “Eu sou um homem bissexual”, afirmou ele, que também comentou sobre o relacionamento que chegou ao fim em 2017.

“Ele me ensinou muito sobre mim. Sempre senti que não o merecia. Porque eu tive um passado tão escuro, não estava disposto a crescer com ele ao longo do tempo para revelar tudo o que eu era porque tinha medo de que ele não mais me amasse.”, contou.

Stone ressaltou que descobriu o amor verdadeiro durante o relacionamento que durou quatro anos. “Não se trata do título, mas é sobre estar lá um para o outro mutuamente, não importa o que”, descreveu.

Ainda na entrevista, o músico criticou o meio gospel, que sempre o cobrou perfeição. “Como um artista gospel, sempre foi um desafio pra mim ser eu mesmo. As expectativas da indústria do gospel é te apresentar como uma pessoa perfeita, quando eu estava longe disso. A indústria do gospel sempre me fez sentir que eu não era bom o suficiente”, disparou.

Eduardo Sterblitch sobre ser pai: “Sempre quis ter um filho gay”.




Um dos queridinhos do humor nacional, Eduardo Sterblitch bateu um papo com o “Gshow” e falou sobre desafios profissionais e planos pessoais. Na entrevista, Sterblitch ainda falou sobre a vontade de ser pai de um filho gay!

“Tenho planos de ser feliz! E imagino filhos, sim. Lindos, bobos e gays! Sempre quis ter um filho gay”, contou o humorista, casado com a atriz Louise D’Tuani. “Mas, enfim, não planejamos nada ainda. Só papo fofo de casal. Quando acontecer um filho, filha ou filhos, será fantástico. Todo mundo fala que a vida muda. Adoro quando a vida muda.”

Papais levam filho pra conhecer Paris e as fotos da viagem viralizam na web.




O casal americano James e Charlie tiveram uma ideia brilhante para compartilhar momentos da paternidade desde que tiveram um filho em Setembro de 2017. Com o perfil, que ganhou o nome de “Papa and Daddy”, os dois acreditam na importância da plataforma de mostrar novas configurações familiares para o mundo.

“Conversamos muito sobre isso. É importante manter a privacidade e proteger sua família, mas também sabemos da importância de se mostrar novas configurações familiares para o mundo e dar visibilidade para que as pessoas se acostumem e a gente também possa inspirar outras famílias que tem o mesmo sonho”, afirmou James.

Para comemorar o ano novo, o casal decidiu levar o pequeno Charlie, de apenas 4 meses, para conhecer Paris na França. Lógico que todo o momento da viagem do trio foi compartilhada na rede social do casal. É uma foto mais fofa que a outra, tanto que o perfil bombou nesta semana com os cliques da viagem.

Lésbicas planejavam se casar em 24 países, mas doença terminal atrapalha projeto.


Casal de lésbicas planejava se casar em 24 países onde o casamento homoafetivo é aceito


Dupla conhecida como “JF Pierets” e ganhou fama com o "projeto 22”. Elas pretendiam casar em 24 países onde o casamento homoafetivo é legalizado

Vocês se lembram do casal de lésbicas Fleur Pierets e Julian Boom, que apareceu aqui no iGay em agosto de 2017? A dupla, conhecida como “JF Pierets”, ficou famosa por causa do  "projeto 22”  , no qual diziam que pretendiam se casar em 24 países onde o casamento homoafetivo  era legalizado. Mas Fleur divulgou em seu Facebook que os planos foram cancelados porque descobriram que Julian está com uma doença e tem pouco tempo de vida.

Fleur disse que demorou muito tempo para decidir se falaria isso em público ou não, mas optou por expor a situação porque o casal de lésbicas continua sendo procurado pela mídia. “Uma vez que continuamos recebendo pedidos de entrevista para '22', as notícias serão divulgadas mais cedo ou mais tarde. Minha linda esposa, o amor da minha vida está morrendo. Há uma semana, chamamos o médico na França porque Julian não conseguia segurar sua comida e desmaiou”.

Ela conta que foram realizados alguns exames que mostraram que Julian tem muitos tumores na cabeça e ao redor do coração. Por causa disso, os médicos disseram que ela teria mais três meses de vida, que ela perderia a capacidade de falar, de se lembrar de coisas e entraria em coma. “Aparentemente, isso está acontecendo há mais de 10 anos, mas quando ela teve câncer de mama no ano passado, eles não fizeram exames cerebrais para que soubéssemos”.

Ela continua o relato: "Felizmente, devo dizer, porque, por isso, fomos capazes de ter uma vida maravilhosa nos últimos 18 meses (e casar uma com a outra quatro vezes), sem saber que este cenário de desgraça estava a caminho. Eu sempre acreditei em ter um propósito na vida, em estar exatamente no lugar e tempo certo para fazer você crescer”.




Em outra publicação mais recente, Fleur atualiza o estado de saúde de Julian. “Ela perdeu sua memória completamente. Ela é incapaz de mover seus membros - já que seu cérebro ‘esqueceu’ que eles estão lá - e está recebendo cuidados terminais. A única coisa que podemos fazer é esperar e deixá-la o mais confortável possível, cercada por minha mãe amigos queridos”.

Relembre o projeto.

Em entrevista ao site  “HuffPost” em agosto de 2017, elas contaram que o projeto estava programado para ser finalizado em 2018 e teria fotos e vídeos de como foi a experiência de serem lésbicas e se casarem em diversos países. Quando elas tiveram essa ideia, apenas 22 países reconheciam casamentos homoafetivos – por isso o nome do projeto. Mesmo com outros países legalizando o casamento homoafetivo, elas não planejavam atualizar o nome porque acreditam que isso simboliza mudanças que estão acontecendo no mundo.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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