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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Grupo de mídia dos EUA usa linguagem LGBT para fazer propaganda homofóbica.


Um vídeo publicado pelo grupo de mídia evangélico "Anchored North" está sendo acusado de fazer propaganda anti-gay


O conteúdo publicado pelo grupo evangélico nas redes sociais são voltados para o público jovem com a finalidade de "ajudar almas perdidas"; entenda

O grupo de mídia evangélico "Anchored North", fundado no estado da Califórnia, Estados Unidos, tem usado a mesma linguagem de campanhas digitais que apoiam grupos LGBT+, como as hashtags virais #ItGetsBetter e #LoveWins, para fazer propaganda de terapias de conversão e divulgar mensagens homofóbicas nas redes sociais.

O vídeo intitulado "Love is love" — "Amor é amor", traduzido para o português — foi uma das publicações do grupo acusadas de propaganda  anti-gay. Nele, Emily conta sobre como se assumiu lésbica para os pais e lembra das namoradas que já teve. "O amor não acontece necessariamente entre um homem e uma mulher. Se você é um verdadeiro cristão, vai ficar do meu lado e não julgar, porque Deus é amor", diz a garota. 

Além da história de Emily, a produção também traz as cores do arco-íris , símbolo da comunidade LGBT. Entretando, a partir do segundo minuto, a jovem aparece em uma igreja e diz ter pesquisado na internet sobre os versículos da Bíblia que falam sobre homossexualidade. "Isso me deixou muito assustada", afirma. 

No fim do vídeo, ela está abraçando um homem enquanto explica: "Você sentir um desejo pelo pecado só prova que precisa receber a graça, assim como eu. Não é [uma transição] de gay para hétero, mas sim de 'perdida' para 'salva'". Emily justifica que os seres humanos "não nascem assim", como é afirmado pela comunidade LGBT, mas, sim, que eles nascem em pecado e podem encontrar esperança em Jesus.

Resposta do grupo.
 
Em entrevista ao jornal britânico "The Guardian", Greg Sukert, um dos fundadores do "Anchored North", afirma que homossexualidade, assim como embriaguez, promiscuidade e estupro são "verdadeiros problemas", mas que o vídeo não promove terapia de conversão, também chamada de "terapia de reorientação sexual". 

"A mensagem de alguém que muda a atração e o desejo que sente  não é o mesmo que uma terapia de conversão. O método usa da psicoterapia para alterar o comportamento de alguém, o que não é o que nos queremos dizer. A mensagem que  estamos passando é que Deus pode mudar um coração."

Além de ser acusado de propaganda homofóbica, Greg ainda diz que o grupo de mídia tem sido perseguido por causa das crenças religiosas e do desejo de ajudar "almas perdidas". O vídeo "Amor é amor" teve mais de dois millhões de visualizações no Facebook e, entre as demais publicações na página do "Anchored North" estão conteúdos para a geração Y sobre temas como "Bebês abortados vão para o céu?" e "Eu perdoei meu estuprador".

Pastor convoca evangélicos a matar gays “porque eles não são obra de Deus”.




Um pastor evangélico no Peru convocou fiéis para o extermínio de LGBTs, afirmando que eles “não são obra de Deus”. O Ministério Público daquele país afirmou nesta segunda-feira (06/01) abriu uma investigação pelo crime de incitação ao homicídio.

Segundo informações da Agência AFP e do jornal La República, a pregação do pastor Rodolfo González Cruz, líder do Movimento Missionário Mundial no Peru, foi gravada na semana passada. Nela, o pastor pediu aos fiéis que participassem de uma marcha contra a política educativa do governo peruano por considerar que com o ensino da “igualdade de gênero” estimula a promoção da homossexualidade.

“Os homossexuais devem morrer assim como os corruptos e os ateus, porque não são obra de Deus. Se encontrarem duas mulheres fazendo sexo, matem as duas, se encontrarem uma mulher fazendo sexo com um animal, matem ela e matem o animal (…) em nome de Jesus”, convocou González.

Em sua conta do Facebook, o Movimento Missionário Mundial publicou nesta segunda-feira um comunicado onde o pastor assegura que “as frases que são escutadas na gravação de parte de minha pregação são no contexto dos mandamentos do Antigo Testamento, onde Deus mencionava as penas por imoralidade sexual (…). As boas novas para todo ser humano é que já não vivemos sob as leis do Antigo Testamento”.

Casal gay processa governo americano por reconhecer apenas um filho gêmeo como cidadão.


Casal gay Elad e Andrew e filhos Gêmeos 


O casal gay norte-americano Elad e Andrew Dvash-Banks entrou com um processo contra o governo dos Estados Unidos por conceder a cidadania Americana apenas para um dos seus filhos gêmeos.

Isso porque,  Ethan, uma das crianças geradas a partir do espermatozoides de um dos pais fecundados no óvulo através de uma barriga de aluguel, foi de Elad que é israelense, e por este motivo teve o recém-nascido teve cidadania negada.

Como o método gerou gêmeos, o outro bebê nasceu a partir da fecundação do sêmen de Andrew, que é americano e o pequeno Aiden não teve problemas para ser reconhecido como uma americano legítimo. “Nós estamos tentando conseguir justiça para Ethan e corrigir o erro em que o Departamento de Estado insiste e pode afetar outros casais”, lamentou Elad.

O grupo Imigration Equality que luta pelos direitos de imigrantes LGBT no EUA, apoiou o casal com a abertura da ação. De acordo com a entidade o governo Trump tem discriminado casais homossexuais binacionais e negado a cidadania aos seus filhos.

O site do Departamento do Estado ressalta em seu site que para haver a cidadania, o recém-nascido deve conter um elo biológico com um cidadão americano, como Ethan é fruto de um israelense, ele não teria este direito.

Ativista LGBT afirma sofrer agressões motivadas por homofobia em MG.


Ativista LGBT de MG sofreu escoriações em agressão homofóbica 


Um historiador e ativista LGBT alegou ter sofrido um ataque homofóbico, no último sábado (20), no Centro de Ituiutaba, no Triângulo Mineiro, quando voltava de uma sorveteria com a sua irmã.

No Boletim de Ocorrência (B.O.), Fabrício Marçal Vilela contou que foi agredido por socos e pontapés pelo suspeito, que também o insultou com xingamentos homofóbicos, além de dizer que não gostava de gays, na altura do cruzamento da Rua 22 com a rua 15. A polícia não conseguiu encontrar o agressor em buscas feitas na localidade.

Segundo a vítima, as agressões tiveram início primeiramente no universo virtual, após ela junto com outros três amigos criarem o coletivo “As Cores do Pontal”, com o intuito de discutir sobre diversidade sexual e gênero. O grupo nasceu no Campus da Universidade Federal de Uberlândia (UFU).

“Isso começou a gerar incômodo em algumas pessoas, inclusive nele, que cursava Física na época. A gente começou a discutir no Facebook e, como ele morava próximo de casa, às vezes eu esbarrava com ele na rua e sempre era chamado de bicha, viado e outros termos usados para inferiorizar gays”, afirmou em entrevista ao G1.

Vilela revela, no entanto, que os insultos ficariam apenas nas redes sociais. Ainda sobre o momento do ataque, ele contou que no início não deu importância para as falas pejorativas, mas acabou não aguentando e jogou um copo d’água no rosto do suspeito.

“Ele me deu uma gravata e entramos em luta corporal. Ele só parou quando esses outros rapazes se aproximaram”, contou ele que sofreu algumas escoriações. Ao relatar o caso nas redes sociais, outras pessoas afirmaram já ter sofrido agressões da mesma pessoa, que desativou o perfil no Facebook, depois da exposição.

A assessoria de comunicação da PM informou que o caso foi encaminhado para a Polícia Civil, que deve abrir investigação assim que o jovem fizer um registro junto a uma delegacia.

Fabrício garante que vai continuar lutando até que o acusado seja identificado e punido para servir como exemplo a todos que sofrem LGBTfobia. “É um sentimento de raiva e revolta. A gente nunca pensa que isso vai acontecer com a gente. Espero que seja feita justiça com a prisão ou uma internação no caso de ele ter alguma doença psicossomática, não sei. Mas sem dúvidas uma pessoa que agride gays, lésbicas e negros não pode estar no convívio social”, disse.

Áudio homofóbico de WhatsApp é enviado por engano de advogado para seu cliente gay.




“É uma bichinha enrustida”, foi como um advogado se referiu ao seu cliente através de um áudio enviado pelo WhatsApp. O professor Anderson Ribeiro, de 32 anos, de Curitiba, ingressou com uma causa trabalhista em um escritório de advocacia e seu caso foi passado para outro advogado, que enviou um áudio ofensivo por engano, mas que acabou se tornando um grande tormento na vida do professor. 
 
Em janeiro de 2017, Anderson contratou uma amiga advogada que trabalhava no mesmo escritório que o autor do áudio. Por motivos profissionais, a advogada não continuou trabalhando no mesmo estabelecimento, que passou a causa para outro advogado. Preocupado com a demora em ser notificado sobre seu novo representante na Justiça, Ribeiro recebeu uma ligação do advogado. Ao mencionar que estava desconfiado por não conhecer o trabalho do novo profissional, foi convidado a ir até o escritório. Ao final da ligação, o advogado gravou o áudio homofóbico e enviou para Anderson, acreditando que a gravação fosse destinada ao grupo de advogados do escritório e não para seu cliente. 
 
“Marquei com o Anderson para terça-feira no escritório. Ele disse que não confia na gente, que não conhece, mas no final ele quis marcar uma consulta. Marquei com ele, o cara é uma... desculpa mas eu vou falar, é uma bichinha enrustida, é um viado que não saiu do armário. De qualquer forma a gente resolve isso depois, eu amanso a bichinha.”, diz o trecho nomofóbico e completamente antiprofissional do áudio enviado pelo advogado que tem em torno da mesma idade do cliente. 
 
Depois de ouvir as ofensas, Anderson ficou completamente desolado. Entrou em contato com a amiga advogada que havia ingressado com a ação trabalhista inicialmente, e também conversou com advogadas ativistas LGBT. Todas as profissionais alegaram que cabe um processo por danos morais contra o advogado e o escritório responsável pelo profissional e pela causa do cliente. No entanto, o professor se viu em um empasse, porque se entrar com ação contra o advogado, a amiga também ficaria com sua carreira comprometida, pois foi o elo inicial entre Anderson e o escritório de advocacia. 
 
O áudio ofensivo do advogado causou inúmeras perturbações. O professor, que já vivenciou muitas situações homofóbicas que influenciam em sua vida até hoje, ficou muito abalado junto com sua família e amigos, todos muito ofendidos. Anderson disse que na época não levou o processo adiante pelo receio de prejudicar a amiga, mas que está pensando em tomar as providências cabíveis atualmente. Ribeiro é ativista LGBT e na cidade em que reside, Campina Grande do Sul, na região metropolitana da capital paranaense, já se candidatou à prefeitura. Homossexual assumido desde os seus 18 anos de idade, reside com seu companheiro há mais de quatro anos. “Eu não sou um gay enrustido, tenho uma vida pública e em momento nenhum fugi desse assunto”, disse.
 
A única retratação do advogado foi uma alegação de que não era homofóbico e um pedido de desculpas. Nenhuma reparação aconteceu por parte do estabelecimento que em breve responderá na justiça pelo áudio. “É possível entrar com uma representação na OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), então vamos entrar com essa ação”, disse Anderson. 
 
Confira o áudio obtido com exclusividade pela Lado A:



Cozinheiro gay é encontrado morto com golpes de faca em sua casa no MS.




Um cozinheiro, identificado como Júlio Cesar Andrade, foi encontrado morto no domingo (21), dentro de sua casa, no bairro da Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, com vários sinais de golpes de faca. De acordo com a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), a vítima era gay e utilizava o apelido de Julia, na peixaria que trabalhava.

A polícia acredita que o crime aconteceu na madrugada. O corpo dele foi encontrado caído ao chão e ensanguentado, além da casa estar revirada. O cunhado de Andrade informou em depoimento à polícia que a vítima costumava tomar café na casa de sua mãe todo domingo, porém como não apareceu e não atendeu às ligações, resolveu ir até a residência procurar o parente.

Chegando ao local, o cunhado de Andrade encontrou o botijão e o aparelho de DVD do lado de fora. A casa não tinha sinais de arrombamento, mas o rapaz conta que precisou pular o muro para poder encontrar o homem assassinado.

A delegada Juliana Chiquito Palhares, da DHPP,  afirmou que irá apurar o caso, com investigações que contam também com o depoimento de colegas de trabalho do cozinheiro. A polícia trabalha com a hipótese de assassinato. No entanto, nenhum suspeito foi preso até esta segunda-feira (22).

Pai estupra própria filha após garota revelar ser lésbica.


Estupro (Foto: Reprodução/Internet)


Um pai foi condenado a 21 anos de prisão, por estuprar a sua própria filha diversas vezes, na época com 16 anos, após a jovem ter revelado ser lésbica. O caso aconteceu na região de Wanrick, no Reino Unido. As informações são do tabloide britânico The Sun.

De acordo com a vítima, que não teve o seu nome revelado, o homem a abusou sexualmente a fim de comprovar a teoria que o “sexo com uma pessoa do sexo oposto era muito melhor”. Além de não reverter a sexualidade da garota, ele ainda deixou sequelas por um trauma por causa de tudo que aconteceu.

O genitor confessou o crime e afirmou diante do tribunal que acreditava que se a adolescente transasse com um homem iria se sentir melhor. Porém, o juiz não concordou com a tese e foi muito duro com o réu no momento de anunciar a sentença, afirmando preconceito e hostilidade pela filha homossexual.

Além da pena, o homem irá fazer parte da lista com os maiores abusadores sexuais de toda a localidade, com o objetivo das autoridades o acompanhem até o final de sua vida, mesmo após que cumprir a punição e volte a liberdade.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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