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CONTOS DO LEITOR



Comendo o irmão da minha namorada



 



Eu sou o Marcos sou hétero tenho 25 anos, 18,7 de alt. com 84 kg bem distribuídos, meu cacete mede 19 cm eu acho de tamanho normal, apenas um pouco grosso, mas nada que possa causar algum incomodo. Eu tenho uma namorada, transamos sempre, mas a safadinha não me libera seu cuzinho. Eu adoro sexo anal.


Como ela tem um irmão eu sempre fico observando seu jeito e acredito que ele gosta de levar vara. Ainda não tentei nada para evitar problemas com minha namorada, que gosto muito e é muita safadinha, falta só liberar seu rabo gostoso.


Como não sou de desistir, espero que logo ela ceda à pressão que exerço quando estou trepando com ela. E acabe cedendo de vez. Afinal água mole em pedra dura tanto bate até que fura.


Assim, certo dia, digamos há umas três semanas atrás, eu, minha namorada e seu irmão estávamos voltando de uma festa. Minha namorada tinha bebido um pouco e assim que chegamos à sua casa, fomos colocar ela para dormir. Enquanto me despedia minha namorada ainda falando embolado disse:
Ah amor, porque me deixou me exceder na bebida hoje que íamos sair para um motel?”


- Respondi, pois é amor eu cheio de tesão e você me deixou na mão...
Mas amanhã recuperamos o tempo perdido. E sonolenta minha namorada segurou em meu cacete sobre a minha roupa. Em instantes adormeceu, só que eu não tinha visto que meu cunhado presenciou a cena toda.


Quando ele perguntou o que estava acontecendo...
Eu apenas sorri dizendo, é coisas de namorados você ainda é jovem para saber destas coisas!

- Você que pensa Marcos que não sei de nada...

E sem se importar ele ficou na minha frente e levou a mão até meu cacete.

- Caracas Luis, o que você acha que está fazendo?

- Deixa de ser bobo Marcos, não sou criança já tenho 18 anos e você já deve ter desconfiado que gosto mesmo é de macho.


- Claro, mas não quero problemas com minha namorada ainda mais que é tua irmã.

- Deixa de ser covarde ela só acorda amanha e com ressaca nem vai lembrar-se de nada.


E sem falar mais nada, Luis abriu minha braguilha, botou meu cacete para fora e começou a tocar uma punheta. Que mãos macias o guri tinha! Deixei-me ser levado pelo momento, curtindo ele fazer uso de seus dotes.


Quando Luis se abaixou na minha frente e começou a me chupar, fui ao delírio. Que boquinha gostosa! Sabia ser mais que safado que sua irmã.


 


Chupava e lambia meu cacete com intensa maestria. Fui ao delírio. Segurando em sua cabeça, estocava com um ritmo cadenciado fazendo meu cacete entrar quase todo em sua garganta.


Aí, depois de uns dez minutos de chupação, não aguentei e enchi sua boca e o rosto de leite.

O tesão era demais... Luis bebeu meu leitinho todo, deixando meu cacete limpinho. Entre a surpresa e o prazer fiquei em um estado de euforia que meu cacete nem chegou a amolecer.

E como poderia se Luis não parou de chupar. Quando o safado me diz:

-Ah Marcos, sou doido para te dá, vem vamos para meu quarto.


Eu nem pensei em mais nada, fui até seu quarto e em instante Luis estava de quatro na beirada da sua cama, já de bunda para cima.


Coloquei uma camisinha e ele me passou um recipiente com um gel. Atolei os dedos e passei em seu rabo. Coloquei um pouco na cabeça do cacete e já fui me encostando, lentamente forçava e parava.


Ele dizia: “pode meter gostoso que quero sentir você arrombar minhas pregas meu cunhadinho gostoso...” Forcei, senti a cabeça entrar e empurrei de vez. Ele deu um pulo para frente, segurei em sua cintura e sem deixar escapar acelerei o ritmo. No quarto só ouvia-se o estalo de nossos corpos e os gemidos abafados de Luis.



 


Ia sem parar, metia gostoso e depois tirava deixando só cabeça dentro e metia todo de vez. O guri rebolava e gemia mais que uma puta, seu cacete apesar de pequeno parecia uma rocha. Quando percebi sua respiração se acelerar senti seu cú apertar meu cacete. Aí senti que ele estava gozando. Acelerei o ritmo compassado e gozei... Foi um gozo prolongado e farto. Eu me desconheci, pois jamais havia gozado de segunda vez assim com tanta abundancia.


Meu cacete saiu de dentro e observei o rombo que tinha ficado em Luis. O safado não estava nem aí, me viu tirar a camisinha, virou-se e começou a me chupar.


E entre uma chupada e outra falava que estava feliz, pois fazia tempos que me desejava.


Aí vocês imaginam como ficou a minha situação. Daí pra frente, sempre tinha um tempo disponível para curtir com meu cunhado. Enquanto sua irmã, minha namorada, não liberava o rabo eu socava cacete em seu irmão mais novo. E, diga-se de passagem, que era safado e sabia pagar um boquete como ninguém. Eu não resisti!

Se estiver certo ou errado não sei responder, mas o que eu quero mesmo é fuder!

 
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Postado por Mac Del Rey | (0) Comente aqui!

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