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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Casal gay tem passaportes cancelados após validar o casamento “acidentalmente” na Rússia.




Um casal gay russo que afirmou ter o seu casamento reconhecido no país, por causa de uma brecha na legislação tiveram os seus passaportes cancelados e acusados de causar “danos intencionais aos passaportes ou negligência”, após ter os documentos validados pelo aeroporto, ao apresentar a certidão de casamento, ilegal na Rússia.

Pavél Storsko e Evguêni Voytsekhovsky consumaram a união civil em Copenhague, na Dinamarca, no último dia 04. Ao retornarem para o seu país natal, no dia 25, eles utilizaram a certidão de casamento como forma para confirmar a veracidade dos seus passaportes, ambos aprovados por um oficial que não os indagou pelo fato de serem homossexuais.

Ao carimbar o estado civil nos passaportes, acabou reconhecendo legalmente o casamento homoafetivo em território russo, como prova o post publicado no perfil do Facebook de Pável, a prática, porém, não é permitido pela legislação local.

Ainda na publicação, o rapaz ainda cita um artigo do Código da Família da Federação, que assegura o casamento legal registrado no exterior, pode se tornar legal na Rússia, contanto que não hajam circunstâncias que não o tornem ilegal, como o casamento entre parentes próximos, país adotivos e filhos e transtornos mentais. Apesar de não proibir expressamente o casamento gay, define a união legal apenas entre homem e mulher.

Diante da repercussão do caso, o centro de serviços estatais divulgou um comunicado afirmando que funcionários do aeroporto não são aptos a tomarem este tipo de decisão, incumbida apenas para os cartórios.

A assessoria de imprensa do Departamento do Interior de Moscou informou ao jornal Russia Today que as identidades do casal “foram incluídas no banco de dados federal de passaportes inválidos” e o funcionário que carimbou os passaportes foi considerado como um violador da legislação e foi demitido das agências de aplicação da lei, assim como a sua supervisora direta.

Pavel e Evgueni ainda podem ser condenados sobre o crime de “danos deliberados a documentos”, que implica em advertência ou multa administrativa que pode chegar até o valor de 300 rublos (cerca de R$ 16,80).

As informações são do site Rússia Beyond.

Polícia tortura 12 mulheres trans para “virarem homens novamente”.




“Foi um treino para que consigam tornar-se homens novamente”. Assim justificou o chefe da polícia de Aceh, uma província na Indonésia, o fato de policiais locais terem raspado a força o cabelo de 12 mulheres transexuais e as obrigado a usar roupas masculinas.

Em entrevista a BBC, Ahmad Untung Surianata, chefe da polícia local, disse que as agressões fazem parte de uma campanha para prevenir pessoas trans de afetarem a próxima geração de jovens. O grupo de mulheres foi levado, posteriormente, para a academia de polícia local para continuarem a ser “guiadas” no processo de “conversão”. À CNN, Surianata disse que a operação começou como uma resposta a queixas que foram feitas em relação ao comportamento das vítimas.


Mulheres trans são detidas e obrigadas a cortar os cabelos


No entanto, ele nega que o incidente se tenha tratado de uma operação anti transgênero. Tunggal Pawestri, uma ativista de direitos humanos, disse ao jornal norte-americano que era claro que as autoridades locais violaram os direitos humanos daquele grupo e mostrou-se preocupada com a saúde mental e física das mulheres.

Estas detenções e “castigos” não são inéditos. Nos últimos anos, a comunidade LGBT tem sido alvo de violência por parte das autoridades e habitantes. Em maio do ano passado, dois jovens foram chicoteados 80 vezes depois de terem sido acusados de terem tido relações sexuais um com o outro. Os vizinhos entraram dentro do apartamento onde estavam com câmaras fotográficas e filmaram a cena.

Bancadas evangélicas e católicas do Congresso se unem para lutar contra comunidade LGBT.


Bancada Evangélica


De acordo com o jornal Estadão, as bancadas evangélicas e católicas do Congresso Nacional devem se apoiar mutuamente nas eleições deste ano para lutar pelas bandeiras que defendem como a contrariedade do casamento homoafetivo, e outros direitos a comunidade LGBT, além de jogos de azar e Eutanásia.

A aliança inédita tem como objetivo alcançar um número que represente os cristãos na sociedade. Os evangélicos fazem parte de 30% da população, e contam com 97 deputados e 3 senadores no congresso, enquanto os católicos tem 48 deputados e deve crescer ainda mais já que tem a meta de eleger 200 parlamentares nas urnas em outubro.

“Os nossos irmãos evangélicos não são nossos adversário e, na medida do possível, estaremos juntos na eleição. Os nossos adversários são PT, PSOL, PSTU e PCdoB, que defendem agenda progressista”, afirmou Paulo Melo (PTN), membro do Movimento Católico Pró-Vida.

Este ano, a frente evangélica pretende reduzir o número de pastores candidatos e incentivar os seus fiéis que fazem parte da base da igreja para participarem da política mais ativamente. A parceria entre as bancadas religiosas já foi selada em Alagoas através da candidatura do deputado Givaldo Carimbão (PHS), da renovação carismática e receberá apoio a sua campanha no Senado.

Skinheads de Fortaleza suspeitos de homofobia são notificados para depor.




Garoto foi agredido em praça em Fortaleza em 'presumido crime de homofobia', diz Ministério Público.

Membros do grupo "Carecas do Brasil", suspeitos de agredir um garoto em Fortaleza, foram identificados e notificados para depor, ainda nesta terça-feira (30), de acordo com o Ministério Público do Estado do Ceará. A vítima de agressão do "presumido crime de homofobia" também vai apresentar sua versão aos promotores.

Um estudante relatou em rede social ter sido agredido por um grupo de homens carecas, vestindo preto, na noite de 19 de janeiro, na Praça da Gentilândia, no Bairro Benfica, em Fortaleza. "Me cercaram e começaram a me socar, eu só tive a reação de proteger a minha cabeça e gritar por socorro", disse a vítima.

O Fórum Cearense LGBT e a Rede Nacional de Advogadas e Advogados Populares (Renap) denunciaram o caso.

"A agressão ao estudante por um suposto grupo skinhead, denominado 'Carecas do Brasil', despertou a atenção de setores da sociedade. Conforme relato em rede social, a vítima teria sofrido violência física e xingamentos de cunho racista e homofóbico por parte dos supostos agressores", diz o Ministério Público.

O órgão afirma que, por se tratar de um caso de racismo e preconceito, o caso é mantido em sigilo, e o nome das pessoas envolvidas no caso não será divulgado.


Grupo skinhead espalha panfletos com mensagens racistas nas ruas de Fortaleza.


Panfletos.

No site do grupo Carecas do Brasil, eles divulgam ações como panfletagem com mensagens antissionistas, contra o feminismo, drogas, anarquismo, comunismo e antifascismo. Junto com os símbolos negando as ideologias contrárias às do Carecas do Brasil, há a mensagem "o inferno voltou", apesar de eles se identificarem como cristãos.

Entrada do Vale?! Nuvem com as cores do arco-íris enfeita céu do Brasil.




Uma nuvem que refletia as cores do arco-íris, símbolo do movimento LGBT, foi avistada no céu de Ribeirão Claro, no Paraná. Segundo o vendedor autônomo André Luiz Nassif, que filmou o acontecimento, o fenômeno durou cerca de 30 minutos.

Em entrevista ao G1, Nassif contou que o clima da cidade estava quente no domingo (28/01), quando a nuvem apareceu. Depois do ocorrido, que durou cerca de 30 minutos, houve uma pancada de chuva e voltou a fazer sol logo após. “Foi muito bonito. Nunca vi algo parecido. O pessoal que estava em um restaurante chegou a parar de comer e saiu para ver”, conta o vendedor.

De acordo com a empresa Somar Metereologia, o fenômeno se chama irisação e ocorre com a decomposição da luz solar. O que aconteceu provavelmente foi o contato da luz em cristais de gelo presentes na nuvem. A empresa detalha que no momento da nuvem colorida existiam nuvens tipo cirrocumulus, que ficam a mais de seis quilômetros de altura, e do tipo altocumulus, que ficam a mais de quatro quilômetros de altura.

Descontrolado, vizinho agride mulher por motivação homofóbica em Manaus.




A professora de informática Mary Lucia da Silva Ribeiro, de 45 anos, acusou um vizinho de tê-la agredido nesta segunda-feira (29), após achar que ela estaria fazendo filmagens dele enquanto passava na rua Êxodo, na Colônia de Terra Nova, zona Norte de Manaus. As informações são do site EM Tempo.

De acordo com a vítima, o homem desferiu um soco contra o seu rosto. “Eu estava saindo de casa com um celular que tinha ganhado e ainda não sabia mexer direito nele. Apertei em uma tecla e deu um problema, eu virei o celular, foi quando esse senhor (vizinho) perguntou se eu estava filmando ele. Eu disse que não perderia meu tempo gravando ele”, relatou.

A agressão atingiu o olho esquerdo de Mary, o que provocou o aparecimento alguns hematomas. A briga só acabou após um motociclista que passava pelo local apartar os dois. “Todo mundo da rua viu quando ele me bateu. Ele estava descontrolado. Até disse que poderia bater de novo. Ele só parou depois que um homem que estava em uma motocicleta com um garupa colocou o veículo entre eu e ele”, disse a professora de informática”, disse.

O agressor ainda teria dito palavras de baixo calão a ela que é homossexual. “Ele me xingou de vários palavrões e disse que eu era uma aberração. Já me chamou de machuda, e disse que ia me estuprar, para eu virar mulher e depois me matar”, completou a mulher, que ainda contou que o vizinho afirmou que iria bater nela como um homem já que queria ser um.

Mary ainda contou que a mesma pessoa já teria a agredido em 2014, com um processo que corre na justiça contra o suspeito. A vítima se apresentou na delegacia, inclusive, para registrar um Boletim de Ocorrência (B.O), mas como há uma ação pelo mesmo motivo, o caso foi encaminhado para o 18º Distrito Integrado de Polícia (DIP), onde deve ocorrer as investigações.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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