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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Vídeo homofóbico que retrata pesadelo gay caso Putin não seja reeleito viraliza na Rússia.


Trecho do vídeo que retrata "pesadelo gay" caso Putín não seja eleito


Um vídeo com o intuito de afastar dos eleitores russos, ideias progressistas à favor da comunidade LGBTQ começou a circular nas redes e se tornou viral. As imagens recorrem ao exagero e trazem uma mensagem clara às eleições presidenciais, que ocorrem no dia 18 de março. As informações são do The Guardian.

Apesar de não assumir a autoria, jornalistas locais acreditam que o material faz parte da campanha de Vladmir Putín ou uma resposta do comitê eleitoral do país aos candidatos que se mostraram abertos ao estudo dos direitos a algumas comunidades minoritárias.

Para Ksenia Sobchak, candidata à presidência e defensora dos direitos LGBTQ, o vídeo incita o ódio e a violência. “Na minha opinião, podemos rir de toda a gente. Do Hitler ou de gays. Mas expor pessoas LGBTQ a ameaças num país homofóbico não é nenhuma piada”, ressaltou.

Com três minutos de duração, o vídeo conta a história de um homem na perspectiva de um sonho que acontece no dia das eleições, sendo obrigado a, por exemplo, ingressar no serviço militar, mesmo no alto dos seus 50 anos. Ainda no sonho, que está mais para pesadelo, ele encontra com um homossexual em sua casa.

Ao questionar à uma mulher o que está acontecendo descobre que tudo faz parte de uma nova lei a “adotarem” um homossexual que tenha sido abandonado pela família. Em seguida ele acorda ao lado de um homem gay, e desperta do sonho assustado. Ao se levantar da cama, ele avisa a sua esposa que irá votar, “antes que seja tarde demais.”

Professor de Massachusetts alega ter sido demitido por apoiar estudantes LGBT.


O professor Cory Grant de Massachusetts afirma que a escola não apoia a diversidade entre os alunos


O professor Cory Grant planejava retirar permanentemente sinais de gênero das portas dos banheiros e distribuir broches de arco-íris na escola dos EUA

Um professor de Massachusetts alegou ter sido demitido por apoiar abertamente alunos LGBT. Cory Grant lecionou durante três anos na escola privada Harborlight Montessori, em Beverley, e teve sua demissão em junho de 2017. Ainda descontente, ele apresentou uma reclamação na Massachusetts Commission against Discrimination, comissão contra a discriminação, sobre o ocorrido meses depois, na semana passada. As informações são do "Salem News".

Entre suas ações pela causa LGBT enquanto estava na instituição, o professor de ciências afirma ter removido os sinais indicadores de gênero dos banheiros, para aqueles que não se identificam, e ser orientado pelo diretor da escola a colocá-los de volta.  Para ele, o motivo da demissão foi "retaliação" contra suas atitudes.

Os diretores da escola negam a alegação, afirmando que a decisão ocorreu por corte de gastos e número de professores. Segundo o "Salem News", Paul Horovitz, diretor-chefe da instituição, declara que “um dos princípios da escola é o de permitir que a educação seja uma escolha para todos os estudantes” e ressalta que promove a diversidade entre eles.

“Se o senhor Grant está dizendo algo diferente, é porque ele claramente não entendeu as práticas e crenças da escola”, afirma. Cory, que era um dos professores mais populares da instituição, segundo seu advogada, ainda acredita que a escola falha ao lidar com estudantes LGBT.

O professor alega também que um administrador da escola barrou o projeto dos estudantes do Fundamental de adotar um “Pride Day”, dia do orgulho, com a explicação de que não compartilharia dos valores da instituição e não seria apropriado para a faixa etária dos alunos.

Quando Cory tentou distribuir broches de arco-íris, após o ocorrido do tiroteio em uma boate LGBT em 2016, o mesmo administrador marcou o broche como “inapropriado”. 

Orgulho e preconceito nos Estados Unidos.

Dos 50 estados dos EUA, 7 proíbem professores de discutirem abertamente questões LGBT em escolas privadas. A lei é chamada de “no promo homo”, que significa “sem promoção aos homossexuais”, e está ativa nos estados do Alabama, Arizona, Louisiana, Mississippi, Oklahoma, Carolina do Sul e Texas.

Pastor é flagrado dentro de carro com homem nu e amarrado: “Estava só brincando”.




Um pastor de 61 anos foi encontrado acompanhado de um rapaz completamente nu, amarrado em cordas de nylon, dentro de um carro em Pittsburgh, nos Estados Unidos. Segundo policiais locais, George Nelson Gregory teria afirmado que estava apenas “brincando” com o jovem.

De acordo com a afiliada local da rede CBS, a polícia recebeu uma denúncia anônima sobre o que estava acontecendo e chegou a um carro estacionado na rua. Lá encontraram o pastor no banco de trás. No banco de frente, estava o outro homem, completamente pelado e amarrado. Ao ser questionado sobre o que acontecia ali, o pastor respondeu que eles estavam brincando e que “se encontram de vez em quando para brincar um com o outro”. O homem confirmou que a cena ali dentro era consensual.

Após a notícia se espalhar, Gregory voltou atrás afirmou que a conversa com os policiais “nunca aconteceu” e que “não tem nada a esconder”. Segundo o pastor, ele e sua esposa acolheram e aconselharam o jovem com “problemas de drogas” durante anos. “Não vou negar que ele começou a tirar a roupa e me propôs, mas eu vou negar, em uma pilha de bíblias com Deus como minha testemunha, que eu não fiz nada”, afirmou. Gregory é acusado de exposição indecente.

Vereador sofre ataque homofóbico durante votação na Câmara de Votuporanga (SP).


Vereador de Votuporanga Emerson Pereira


O vereador Emerson Pereira (SD) foi alvo de homofobia, nesta quarta-feira (21), na Câmara Municipal de Votuporanga, a cerca de 500 km da capital São Paulo, durante a votação dos processos de cassação do também vereador Hery Kattiwinkel (PTC) acusado de infringir a lei ao exercer o seu trabalho como advogado, mesmo depois de ser eleito, o que não seria permitido.

Segundo testemunhas, durante o discurso do parlamentar pôde-se ouvir gritos de “Bicha!” vindos da plateia presente na Câmara. O motivo do ataque seria o fato de Emerson inicialmente afirmar que votaria junto ao seu partido, porém, no último momento, decidiu manter o seu posicionamento.

Polícia de Salvador prende Jovem por dar Beijo Gay no Carnaval da Bahia!


Jovem denuncia homofobia após ser detido depois de beijo gay no carnaval de Salvador 


Jovem denuncia homofobia por ter sido detido por PM após beijo gay em carnaval na BA: ‘Constrangimento’, diz B.O

Um jovem de 24 anos diz ter sido vítima de homofobia e abuso de poder após ser detido por um oficial da Polícia Militar, com outros dois amigos, depois de dar um beijo (selinho) em outro homem, no carnaval de Salvador. A situação ocorreu no circuito Osmar (Campo Grande), no centro da capital baiana, na segunda-feira (12).

O designer Ciro Fico, o amigo que ele beijou e uma amiga que estava com eles foram levados para uma delegacia da região, e foram autuados por desacato a autoridade e importunação ofensiva ao pudor. Os três só deixaram a unidade policial após assinarem um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). O celular da amiga do designer, que foi usado para filmar parte da situação, foi apreendido.

No Boletim de Ocorrência (B.O) da situação, o oficial da PM, que não teve o nome divulgado, relata que Ciro Fico e o amigo causaram “constrangimento ao público presente” com o beijo, e que a amiga deles teria feito “apologia ao crime ‘beijos lascivos'” por defender os dois.

Nas redes sociais, Ciro compartilhou uma foto do documento e, na legenda da imagem, relatou a situação. No texto, o jovem critica a postura do PM e se manifesta contra a prisão. Em 24h, a publicação teve mais de 420 curtidas e 164 compartilhamentos.

“… meu amigo deu um beijo de despedida num amigo dele e para nossa surpresa rapidamente foi abordado por um policial falando que era pra ele parar com aquele comportamento, que tinham famílias ali que não precisavam ver aquilo, e que se ele quisesse fazer esse tipo de coisa, que fosse para a Barra que era seu lugar. Neste momento Renata se colocou entre o policial e os dois, dizendo que era mãe, que família podia ver aquilo sem problema e recebeu uma ameaça à guarda do seu filho como resposta, antes de sair o policial ainda empurrou Renata. Nesse momento puxei meu amigo e dei um selinho nele, pra deixar claro o absurdo de tanta causação por um gesto tão simples de afeto, o policial seguiu na direção do bloco e ficamos ali travados por um tempo, revoltados sem sabem como/se reagir”, conta o jovem em um trecho do texto.

Ciro continua o relato explicando como ocorreu a prisão. “Pensando em carnaval e nos estresse, resolvemos seguir nosso caminho para a Barra e tentar esquecer isso, porém ali no retorno da Casa D’Itália tivemos a infelicidade de cruzar com o mesmo policial. Aparentemente, nosso erro foi ter trocado olhares de identificação com ele enquanto passávamos, meu amigo que estava na frente recebeu voz de prisão e eu desesperado comecei a gritar ‘Homofobia! Homofobia!’ em busca de algum apoio… recebi uma voz de prisão, enquanto Renata tentava nos defender e era ameaçada pelos policiais.”, completou o jovem.

Em nota, a Polícia Militar da Bahia informou que encaminhou o relato feito pelo jovem para a Corregedoria da corporação, para que a situação seja apurada.

No comunicado, a PM ainda orientou que o jovem e os amigos compareçam à sede do órgão (Rua Amazonas n° 13, Pituba, Salvador) para serem ouvidos e passarem mais detalhes sobre o fato.

A PM pediu também para que, no momento do contato, os três apresentem o máximo de informações possíveis (como a descrição física do policial, data e hora do fato), para que, com base nesses dados, a corporação possa instaurar um procedimento apuratório.


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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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