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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Jovens britânicos denunciam ataque homofóbico após sairem de boate na Inglaterra


Joe Clarke exibe rosto machucado após agressão homofóbica 


Três jovens britânicos afirmaram terem sofrido um ataque homofóbico em Blackpool, cidade litorânea da Inglaterra, quando caminhavam de volta para casa após saírem de uma boate, na qual uma das três vítimas trabalhava.

Joe Clarke, de 22 anos, e outros dois amigos, Summer Tarrant, de 20 anos e David Westworth, de 24 alegaram terem sido atacados por um grupo de homens homofóbicos que os derrubaram no chão antes de iniciarem as agressões.

Joe, que exercia o cargo de barman na casa noturna, contou que ficou inconsciente após receber chutes na cabeça, deixando-o com machucados no rosto e inflamação no olho. “Nunca imaginei acontecer algo assim. Me sinto inseguro em qualquer lugar agora!”, disse ele que está com medo de sair de casa após o ocorrido.

Outra vítima dos homofóbicos, Tarrant lembrou da abordagem dos agressores. “Estávamos a caminho da casa de Joe quando um grupo de caras chegou já nos xingando. Tentamos fugir, mas não deu. Fomos derrubados, levei um soco na boca e outro no rosto. Me chutavam no estômago enquanto eu tentava proteger meu rosto com as mãos. Foi horrível!”, lembrou.

Após o ataque, o trio de amigos procurou ajuda policial e foi encaminhado para um hospital. As autoridades locais afirmaram estar investigando o caso. “Temos poucas informações ainda. Sabemos que os suspeitos têm por volta de 20 anos também”, informou a polícia.

“As vítimas sofreram agressões verbais e físicas e foram encaminhadas ao Hospital Blackpool Victoria para serem tratadas. Trabalhamos com a hipótese de que este seja um caso isolado”, completou, acrescentando que nenhum suspeito ainda foi encontrado.

The power!




Fundação LGBT planeja lançar token para defender os direitos da comunidade.


Um novo avanço na inclusão da comunidade LGBT vem de mãos dadas com a Tecnologia Blockchain. Este avanço se trata da criação de uma criptomoeda chamada “token LGBT” que visa mostrar o seu poder econômico que essa comunidade tem, a fim de gerar um grande impacto social que resulte no reconhecimento de seus direitos.

De acordo com as informações registradas em seu “White Paper”, o objetivo deste token não é criar valor de investimento, mas servir como uma moeda de uso diário que permita o pagamento de serviços e bens pela comunidade LGBT, assim como um mecanismo de integração, utilizando a tecnologia do Ethereum para isso.

O token será lançado no primeiro semestre deste ano, possivelmente em abril, de acordo com informações fornecidas por Christof Wittig, presidente da Fundação, durante uma entrevista que aconteceu esta semana.

O lançamento do token LGBT será responsável pela Fundação, uma organização criada em 12 de janeiro de 2018 para ajudar seus membros a defender seus direitos através do uso da tecnologia blockchain.

No primeiro semestre de 2018, a fundação planeja arrecadar um total de 60 mil ETH na venda dos tokens para financiar o projeto. Na Oferta Inicial de Moeda “ICO”, serão oferecidos 20% dos tokens.

Como a Fundação ainda não está registrada, não pode receber doações diretas para sua causa, então ele usará o Token LGBT. No entanto, ele planeja obter todas as licenças relevantes no futuro.

O impacto econômico desta comunidade é considerável, uma vez que os valores da quantia de dinheiro que mobilizam o LGBT em todo o mundo superam os US$ 4 trilhões por ano. “Se a comunidade LGBT fosse um país, teria a quarta maior economia do mundo”, dizem eles em seu “White Paper”.

Campeã olímpica, Rafaela Silva relata abordagem racista da polícia no Rio.




Após emocionar ao oficializar o pedido de casamento feito por sua namorada na Disney, no fim do ano passado, a campeã olímpica pelo judô Rafaela Silva voltou aos holofotes, desta vez,  por um episódio não tão legal. Ela utilizou os seus perfis nas redes sociais para denunciar uma abordagem policial, a qual considerou racista.

No depoimento, gravado em vídeo em seu perfil no Instagram, a judoca afirmou que pegou um táxi no Aeroporto Internacional Tom Jobim até a sua casa, localizada em Jacarepaguá, zona Oeste do Rio de Janeiro, quando o carro foi parado por uma batida na Avenida Brasil.

“Quando o taxista encostou, eles o chamaram para um canto. Quando olhei na janela, outro policial armado mandou eu sair de dentro do carro. Levantei e saí. Quando cheguei na calçada, ele olhou para minha cara e falou: ‘Trabalha aonde?’ Eu respondi… ‘Não trabalho, sou atleta!’”, contou.

O agente então a reconheceu: “Na mesma hora ele olhou pra minha cara e falou: ‘Você é aquela atleta da Olimpíadas, né?’ Eu disse: ‘Sim’ e ele perguntou: ‘Mora aonde?’ Eu falei: ‘Em Jacarepaguá e estou tentando chegar em casa’. Na mesma hora o policial baixou a cabeça, entrou na viatura e foi embora!”, continuou.

“Quando entrei no carro novamente, o taxista falou que o policial perguntou de onde ele estava vindo e onde ele tinha parado pra me pegar. E o taxista respondeu: ‘Essa é aquela do judô, peguei no aeroporto’ e o policial falou: ‘Ah tá! Achei que tinha pego na favela'”, relatou.

Por fim, a judoca fez um desabafo: “Isso tudo no meio da Avenida Brasil e todo mundo me olhando, achando que a polícia tinha pego um bandido, mas era apenas eu, tentando chegar em casa. Esse preconceito vai até onde?”, questionou.

Em nota, a Polícia Militar afirma que as declarações de Rafaela Silva são “injustas e não ajudam o trabalho de combate à criminalidade.”, diz o comunicado, que ainda informa que a abordagem fazia parte da operação que intensificou o policiamento preventivo nos principais corredores viários da Região Metropolitana para reprimir roubos de veículos e carga, adotando critérios técnicos e legais para cumprir sua missão de servir e proteger a sociedade.”

Suspeito assume ter extorquido Padre com vídeo de sexo, mas nega que matou Policial.


Casa do padre onde sargento da PM foi assassinado, em Matão 


Casa do padre onde sargento da PM foi assassinado, em Matão 

Advogado diz que Edson Ricardo da Silva teve relacionamento com religioso de Matão (SP) e pediu R$ 80 mil para não divulgar imagens. Sargento foi morto ao tentar flagrar extorsão na segunda-feira.

O homem de 32 anos suspeito de matar um sargento da Polícia Militar na segunda-feira (19), em Matão (SP), nega o crime, de acordo com o advogado de defesa.
Edson Ricardo da Silva admite, no entanto, que tentou extorquir o padre da Paróquia Santo Expedito, Edson Maurício, com um vídeo dos dois fazendo sexo.

O sargento Paulo Sérgio de Arruda, da Força Tática da Polícia Militar, foi assassinado quando tentava fazer o flagrante da extorsão com outros três policiais, segundo a Polícia Civil.

Luiz Antônio Carlos Venção, de 28 anos, e Diego Afonso Siqueira Santos, de 22, que teriam gravado o vídeo e estavam no local do crime, também negam envolvimento. O trio teve a prisão temporária decretada e está foragido.

Em entrevista ao G1, o advogado Luiz Gustavo Vicente Penna, que defende Edson e Luiz, disse que os três estão fora do estado porque estão com medo. O advogado afirmou, ainda, que vai solicitar perícias à polícia antes de apresentar os clientes. Ainda não está definido se ele também vai defender Diego.

“Eles não têm interesse em ficar foragidos, eles estão preocupados com a própria integridade”, diz o advogado.

O G1 não conseguiu contato com o padre, que não apareceu mais na paróquia. Ele foi suspenso pela diocese de São Carlos nesta quinta-feira. A Polícia Civil não quis dar detalhes da investigação.

A PM instarou inquérito militar para apurar o motivo pelo qual quatro militares, dois cabos e dois sargentos foram até a casa do padre, já que isso está fora do protocolo.


Edson Ricardo da Silva (à esquerda), Luiz Antônio Carlos Venção e Diego Afonso Siqueira Santos são suspeitos de envolvimento na morte de PM em Matão


Versão dos suspeitos.

Segundo o advogado Penna, Edson tinha um relacionamento homossexual com o padre havia cerca de 3 anos. “O padre era amante dele, bancava ele e começou a pedir exclusividade. A esposa do Edson descobriu e pediu o divórcio. Com raiva, ele decidiu armar a extorsão com o Luiz e o Diego”, disse.

Edson, segundo a defesa, pediu R$ 80 mil para não divulgar o vídeo dos dois fazendo sexo e marcou um dia para receber o dinheiro na casa do religioso e entregar o CD com o arquivo. A ideia era dividir a quantia com os dois comparsas.

“O padre abriu a porta e pediu para eles entrarem. Dois ficaram na sala, e o Edson foi chamado para ir até o quarto. No corredor, ele viu um homem armado, com roupa branca e encapuzado, que pediu para ele passar o CD. Essa pessoa falou que ele era trouxa e perguntou se ele achava que o vídeo só valia R$ 80 mil. Em seguida falou para eles irem embora”, afirmou o advogado.

Quando o padre abriu o portão para o trio sair, eles ouviram uma discussão e disparos dentro da casa.

“Eles não entenderam e foram embora. Curioso para saber o que aconteceu, o Edson pegou um carro, passou na rua depois de cerca de 40 minutos e viu uma Saveiro com três pessoas em frente à casa. Ele foi embora, e no outro dia os três souberam dos fatos”, disse Penna.

Versão de PMs e padre.

Na versão dos policiais e do padre, divulgada pela Polícia Civil, o religioso estava com medo da extorsão que sofria havia cerca de um mês e pediu ajuda a um amigo de Araraquara, um garageiro, que indicou os policiais para flagrar o crime.

Mesmo de folga, o sargento e outros três policiais foram com o padre até a casa do religioso, no bairro Residencial Olivio Benassi.

Os três suspeitos chegaram à casa e, quando entraram, foram surpreendidos pelo sargento Arruda, que levou dois tiros no peito. Ele foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. Ele era casado e tinha três filhos.

Advogado vai pedir perícias.

O advogado de defesa diz que muitas questões precisam ser esclarecidas e que as câmeras de seguranças do bairro podem ajudar na investigação.

“Se o meu cliente atirou no sargento, por que os amigos dele policiais não revidaram o tiro? Que eu saiba policial tem que andar armado”, diz o advogado.

“Por que demoraram para chamar o socorro para o policial atingido? Meus clientes passaram [no local] 40 minutos depois e não havia nenhum movimento de ambulância lá. Será que houve modificação no local dos fatos?”, questionou.

Outra questão a ser respondida, segundo o advogado, é o motivo pelo qual o padre não chamou a polícia de Matão. “O padre teria dito que não procurou porque pediu ajuda para o garageiro, que indicou os policiais. Porque o garageiro não está assumindo essa intermediação e está negando tudo?”, questionou a defesa.

O advogado disse que vai solicitar perícias antes de apresentar os suspeitos. Todos já tinham passagem pela polícia por crimes como furto e tráfico.

“Primeiro vou tomar conhecimento do que está acontecendo, solicitar diligências. Como a autoridade policial também tem interesse em chegar à verdade, eu acredito que no máximo em setes dias eu apresente o pessoal [suspeitos]. Eles estão com muito medo e arrependidos. Eles não estão entendendo o que aconteceu e estão envolvidos em um crime bárbaro”, afirmou.

O G1 não encontrou o delegado Marlos Marcuzzo na manhã desta quinta-feira (22) para comentar os apontamentos feitos pelo advogado de defesa. Já o comando da PM informou que não irá se pronunciar no momento por questões de diligências e apurações.

Fonte: G1

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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