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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Indonésia considera homossexualidade um "transtorno mental" e sexo gay um crime.


Sexo gay já é considerado crime em uma região da Indonésia e homossexualidade é vista como "transtorno mental"


O projeto de lei pode entrar em vigor em poucas semanas e a pena será de cinco anos de prisão. Já há uma região do país em que o sexo gay é crime

A homossexualidade foi classificada como um “transtorno mental” na Indonésia e um projeto de lei para criminalizar o sexo gay pode ser introduzido no parlamento do país. O Ministério da Saúde de lá divulgou na última sexta-feira que estava preparado para publicar um guia médico com base em dois relatórios publicados pela Associação de Psiquiatras da Indonésia (PDSKJI) em 2016.

“Os homossexuais e os bissexuais correm o risco de problemas emocionais como a depressão devido a crises de identidade, enquanto os transexuais são suscetíveis a doenças mentais”, afirma relatório, que também diz que a homossexualidade vai contra as crenças da Indonésia. Embasados nesse relatório, uma lei que torna ilegal o sexo gay pode entrar em vigor no país durante as próximas duas semanas.

Segundo informações do site “Pink News”, o projeto de lei tem o apoio de todos os dez  principais partidos políticos do país e, se for realmente aprovado, o sexo entre pessoas do mesmo gênero pode ser punível com até cinco anos de prisão.

A lei será aplicada a todas as pessoas que se relacionarem com outras do mesmo sexo. “Será considerado o mesmo que o adultério, quando homens e mulheres que fazem sexo fora do casamento, um ato que também pode ser considerado um crime”, afirma o secretário-geral Arsul Sani, que ajudou a criar esse novo código criminal.

Repressão à comunidade LGBT.

Essa notícia vem poucos dias depois de a polícia da Indonésia prender 12 mulheres transgêneras na região de Aceh e raspar a cabeça delas em um frustrado esforço de "transformá-las em homens". Aceh é a única parte do país em que a maioria da população é muçulmana e o sexo entre homossexuais já é ilegal. Isso é possível, pois conquistaram a concessão do governo para ter autonomia em determinadas decisões.

Ativistas promovem “beijaço” para protestar contra homofobia em Buenos Aires.


Beijaço LGBT 


Um grupo de pessoas se juntou nesta terça-feira (06) em frente a tribunais de Buenos Aires para promover um beijaço em protesto contra a detenção no ano passado de Mariana Gómez, após ter trocado beijos e abraços em público com a sua esposa Rocío Girat.

O ato aconteceu em outubro, e foi denunciado por ativistas LGBTs, a polícia registrou a prisão da mulher como um ato de desacato à autoridade. Na época, o casal foi abordado por um agente da polícia sob o argumento que ela fumava em um espaço não autorizado, mas que, na realidade, foi uma represália por terem se beijado em público.

“Sim, estávamos nos abraçando. É a primeira vez que prendem uma pessoa por fumar. Em todo caso, isso é uma infração que se pune com multa”, afirmou Gómez a AFP. “Estávamos nos despedindo porque íamos trabalhar”, completou ela.

A prisão foi breve, mas a discussão continua até hoje. A ativista contou ainda que ficou algemada por três horas. Mesmo após mostrar a certidão de casamento, o policial registrou que ela era solteira na planilha de registro, fato que foi considerado como homofobia.

As duas jovens compareceram ao protesto, acompanhadas por um advogado, munidas de cartazes e bandeiras. “Falavam como se fossemos amigas, quando estávamos casadas. Vamos apresentar a apelação”, ressaltou Girat.

Gómez e Girat se casaram há dois anos. A Argentina foi o primeiro país da América Latina a aprovar o casamento igualitário, em 2010.

Terrorista que planejou ataque à Parada LGBT da Inglaterra se assume bi.




O jovem Ethan Stables, de 20 anos, que ficou conhecido por ameaçar nas redes sociais as pessoas que participassem da Parada LGBT de 2017 na Inglaterra.




Segundo o site Pink News, Ethan disse, em depoimento no tribunal, que fez aquilo para impressionar seus amigos. O rapaz teria reunido alguns facões utilizados por agricultores, facas, um machado, um rifle e munição com a intenção de atacar o bar New Empire, em Cumbria, no norte da Inglaterra segundo acusa a promotoria.

Além disso, o réu teria publicado uma mensagem em um grupo de Facebook com simpatizantes do nazismo, onde anunciava que pretendia atacar os participantes da Parada LGBT. Entretanto, seus planos foram frustrados após uma mulher de Staffordshire denunciá-lo à polícia e publicar um alerta no Twitter. Stables foi preso por volta das 22h – horário local – próximo ao bar, na noite da Parada, no dia 23 de junho de 2017.

Julgamento.

Para os jurados, na noite em que foi preso nos arredores do pub, Stables estava analisando o lugar, antes de retornar naquela mesma noite para executar seu plano.O júri leu ainda uma série de mensagens publicados pelo acusado em seu perfil na rede social, onde o mesmo dizia: “Eu vou à guerra esta noite”.

Ainda segundo a corte, o réu improvisou materiais para fazer uma espécie de explosivo, que seria utilizado no ataque. Stables negou que tenha preparado um ato terrorista e tentativa de assassinato, e refutou, ainda, que seja homofóbico. Ele continuou alegando que fez aquilo para impressionar os amigos e finalizou afirmando que “na realidade, eu sou bissexual”.

Questionado pela Corte se já manteve relações sexuais com uma pessoa do mesmo sexo, Stables respondeu que “sim”. O promotor Jonathan Sandiford alegou à corte que a pretensa bissexualidade do réu não havia sido mencionada até então. Stables, por sua vez, disse que não havia revelado ser bissexual até o momento por temer a reação dos seus familiares.

Sandiford classificou a tentativa do jovem de impressionar seus amigos, ameaçando atentar contra vida de outrem, como “absurda”. Anteriormente, o promotor havia descrito o acusado como um “supremacista branco e nazista, defensor de Adolf Hitler”.

Planejamento.

Sandifor disse à justiça que entre 2016 e sua prisão em 2017, estava planejando um ataque terrorista direcionado aos membros daquele grupo, mas, principalmente, ele queria atingir gays e lésbicas. Para a Promotoria, Stables ficou enfurecido quando ficou sabendo do ato em comemoração à Parada do Orgulho LGBT no pub.

“O propósito dele era preparar um ataque homicida direcionado aos membros daquela comunidade (LGBT), especialmente pessoas homossexuais”, disse Sandiford. O advogado do réu, Patrick Upward QC, negou que seu cliente seja um supremacista branco, como alegou a promotoria, mas mais um “fantasista branco”.

A defesa concorda que o material apresentado pela promotoria compreende uma “série de postagens horríveis, nocivas e vil”. Por fim, Upward alegou que seu cliente lida, há muito tempo, com a síndrome de Asperge.

O julgamento deve continuar nos próximos dias.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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